VARIABILIDADE GENOTÍPICA DE AMENDOIM EM RESPOSTA A ESTRESSE HÍDRICO BASEADA EM DESCRITORES BIOQUÍMICOS

GERCKSON MACIEL RODRIGUES ALVES JACQUELINE WANESSA DE LIMA PEREIRA LUCAS NUNES DA LUZ LIZIANE MARIA DE LIMA ROSEANE CAVALCANTI DOS SANTOS Sobre os autores

RESUMO

Sete descritores bioquímicos foram utilizados para estimar a variabilidade genotípica de linhagens de amendoim submetidas a estresse hídrico moderado. Seis genótipos, sendo quatro linhagens e duas cultivares, foram cultivados em vasos, cada um contendo duas plantas e mantidas em casa de vegetação. Aos 15 dias após a emergência, procedeu-se a diferenciação dos tratamentos: Controle, as plantas mantidas com rega diariamente; Estresse, as plantas submetidas à suspensão total de rega durante 15 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com esquema fatorial 6 x 2 (genótipos x tratamentos hídricos), com cinco repetições. As variáveis bioquímicas avaliadas foram: catalase (CAT), ascorbato peroxidase (APX), guaiacol peroxidase (GPX), prolina livre, carboidratos totais, proteínas solúveis e aminoácidos. Baseado nos resultados das análises bioquímicas e de estimativa da variabilidade genotípica, a prolina demonstrou ser o descritor mais adequado para seleção de genótipos tolerantes ao estresse hídrico, contribuindo para indicar as linhagens L81V e L108V como mais promissoras, para um programa de melhoramento visando tolerância à seca.

Palavras-chave:
Arachis hypogaea L; Enzimas antioxidativas; Solutos orgânicos; Tolerância à seca

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