| Nº |
Síntese |
| E118
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RA: Dos 60 pacientes, 13 (22%) apresentaram RA. Erupção cutânea ou rubor, náusea, bradicardia, calafrio, hipotensão, sobrecarga volêmica. |
| Conclusão: Não há benefício clínico em dividir a infusão em múltiplos dias, pois a toxicidade foi similar nos 03 grupos de pacientes. Entretanto, os autores ressaltam que a divisão da infusão evita a administração de uma alta dose de DMSO por dia. |
| E219
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RA: Bradiarritmia severa fatal. |
| Conclusão: Idade e disfunção de múltiplos órgãos contribuíram para o desfecho. O DMSO e o volume das CTH contribuíram para a RA. Os autores apontam que a remoção do DMSO e de debris celulares por procedimentos de lavagem pode reduzir o risco de RA relacionadas à infusão. |
| E320
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RA: Das 32 infusões, observaram-se RA em 15 (47%). Bradicardia, hemoglobinúria, cefaleia, dor abdominal. |
| Conclusão: RA não foram severas e a maioria foi observada na infusão de CTHMO. A administração de pré-medicações e a limitação da quantidade de DMSO infundida diminuem as intercorrências durante a infusão das CTH. |
| E421
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RA: Das 490 infusões, observaram-se RA em 66 (13%). Classificadas por grau de severidade: Grau 1: irritação na garganta, excitação, alteração visual, náusea, prurido, vertigem, dor no peito. Grau 2: êmese, episódio vasovagal, rubor, tremor, confusão, dor abdominal, cefaleia. Grau 3: perda da visão. Grau 4: parada cardíaca, perda da consciência, convulsão. |
| Conclusão: A ocorrência de RA está diretamente relacionada à quantidade de granulócitos e não somente à toxicidade do DMSO. |
| E522
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RA: Dos 34 pacientes, 27 (80%) apresentaram RA e foram classificadas em: Toxicidade cardiovascular: hipertensão diastólica, hipertensão sistólica, bradicardia e extra-sístole. Toxicidade não-cardiovascular: náusea, êmese, cefaleia, desconforto torácico e queda de saturação. |
| Conclusão: Toxicidade cardiovascular com hipertensão e bradicardia são RA mais frequentes na infusão de CTHSCUP criopreservadas. Os resultados sugerem que a infusão sem manipulação após o descongelamento é segura e bem tolerada. |
| E623
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RA: Estudo com 158 pacientes não aponta a proporção de RA. Além de náusea e êmese, foco do estudo, outras RA foram observadas: hipóxia, tosse, dispneia, dor abdominal, taquicardia, agitação, calafrio, dor no peito, febre, hipertensão, hipotensão, irritação na garganta, soluço e arritmia. |
| Conclusão: Infusão de CTH criopreservadas pode desencadear náusea e êmese, provavelmente devido ao gosto e sabor causados pelos metabólitos do DMSO. O uso de pirulito com aroma de morango durante a infusão de CTHSP criopreservadas no transplante autólogo pode ser promissor em reduzir a náusea e a êmese, com fácil uso e custo baixo. |
| E724
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RA: Das 262 infusões, observaram-se RA em 149 (57%). Classificadas por grau de severidade. Grau 1: hipertensão, náusea, irritação na garganta, gosto ruim na boca, ondas de calor, calafrios, dor abdominal, desconforto torácico, dispneia, palpitação e tosse; Grau 2: êmese, hipertensão com êmese, hipertensão com náusea, hipotensão com êmese, náusea com vertigem, hipertensão com cefaleia e náusea com palpitações. Não foram observadas RA dos graus 3 e 4. |
| Conclusão: A quantidade de DMSO infundida, a composição do produto (número de granulócitos), bem como características do paciente (sexo, diagnóstico) são fatores importantes para a toxicidade relacionada à infusão. |
| E825
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RA: Dos 53 pacientes, 19 (36%) apresentaram RA. Classificadas por sistemas orgânicos: Cardiovascular: bradicardia, taquicardia, hipotensão e hipertensão. Gastrointestinal: náusea, êmese e dor abdominal. Outras RA: dor no peito, cefaleia e episódio vasovagal. |
| Conclusão: Depleção do DMSO, por técnica de lavagem manual, reduz as RA relacionadas à infusão de CTH criopreservadas. |
| E926
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RA: Das 423 infusões, observaram-se RA em 105 (25%). Classificadas por sistemas orgânicos. Gastrointestinal: náusea, êmese, diarreia e dor abdominal. Respiratório: tosse, irritação na garganta e dispneia. Cardiovascular: hipertensão, hipotensão e dor no peito. Dermatológico: prurido e eritema. Outras RA: hemoglobinúria, febre, dor no braço e episódio vasovagal. Neurológico: cefaleia, convulsão e perda de consciência. |
| Conclusão: A incidência e a severidade das RA durante a infusão de CTHSP criopreservadas estão relacionadas à quantidade de granulócitos presentes no produto. |
| E1027
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RA: Estudo com 52 pacientes (26 em cada grupo) não aponta a proporção de RA. Grupo que recebeu CTH com depleção de DMSO: dor abdominal, náusea e êmese. Grupo que recebeu CTH sem depleção de DMSO: arritmia, hipotensão, hipertensão, náusea, êmese, dor abdominal e hipóxia. |
| Conclusão: A depleção do DMSO, por técnica de lavagem automática, reduz significativamente as RA durante a infusão de CTH criopreservadas. |
| E1112
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RA: Estudo com 479 pacientes não aponta a proporção de RA. Convulsão e dor no peito. |
| Conclusão: Limitar a dose diária de células nucleadas totais e/ou granulócitos (dividindo a infusão em múltiplos dias) reduz RA graves. |
| E1228
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RA: Dos 54 pacientes, 10 (19%) apresentaram RA. Febre e urticária. |
| Conclusão: A infusão de CTH contendo DMSO reversivelmente ativou a coagulação. Entretanto, este achado não está associado com RA agudas e não influencia a pega do enxerto. |
| E1329
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RA: Dos 645 pacientes, 325 (50%) apresentaram RA. Rubor, náusea, hipertensão, diarreia, hipotensão, hipóxia, hemoglobinúria, ansiedade, dor, bradicardia, dispneia, calafrio e urticária. |
| Conclusão: A ocorrência de RA relacionadas à infusão de CTH é comum. A infusão por técnica manual com seringa está associada à maior incidência de RA quando comparada com a infusão gravitacional. E, pacientes que receberam CTH frescas, desenvolveram menos rubor do que os que receberam CTH criopreservadas. |
| E1430
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RA: Dos 1651 pacientes, 862 (52%) apresentaram RA. Náusea, êmese, hipertensão e hipotensão. O estudo também citou RA menos recorrentes classificadas como: respiratórias, cardíacas, neurológicas, gastrointestinais e alérgicas, mas não especificou quais. |
| Conclusão: Implementação de métodos que reduzam a concentração do DMSO na criopreservação de CTH e ressalta a atenção à dose deste conservante para reduzir a toxicidade e a morbidade no procedimento de TCTH. |
| E155
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RA: Dos 460 pacientes, 261 (57%) apresentaram RA. Classificadas por sistemas orgânicos: Cardiovascular: bradicardia, dor no peito, elevação de troponina, hipertensão, hipotensão, taquicardia e parada cardíaca. Respiratório: dispneia e hipóxia. Constitucional ou não específicos: cefaleia, sudorese, dor nas costas, febre, hipotermia, irritação na garganta, ondas de calor e rubor. Neurológico e/ou Psiquiátrico: acidente vascular encefálico, alterações na visão, ansiedade, inconsciência, neuropatia periférica e vertigem. Gastrointestinal: dor abdominal, êmese e náusea. Geniturinário: hemoglobinúria. |
| Conclusão: RA são comuns durante a infusão de CTH, geralmente não são fatais e em sua maioria afetam os sistemas cardiovascular e respiratório. Observou-se que as RA são mais comuns em receptores do segundo TCTH autólogo e naqueles que recebem um maior volume de glóbulos vermelhos no TCTH alogênico. |
| E1631
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RA: Dos 213 pacientes, as RA foram classificadas por momento de ocorrência e grau de severidade. Grau 1: 55% durante a infusão e 62% nas 24 horas subsequentes à infusão; Grau 2: 10% antes e 18% após; Grau 3: 4% antes e 7% após. As RA foram: náusea, êmese, tosse, rubor, taquicardia, hipertensão, febre, cefaleia, dor no peito, dor, calafrio, bradicardia, hipotensão, reação alérgica, distúrbio visual, diarreia, dificuldade para respirar, perda de consciência e hipóxia. |
| Conclusão: Infusão de CTH em pediatria é um procedimento seguro. Os resultados sugerem que, ao contrário da literatura adulta, não há associação entre DMSO, concentração de granulócitos e o desenvolvimento de uma RA grave. O estudo apoia o uso de produtos manipulados para reduzir o risco de RA à infusão. |
| E1732
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RA: Das 1269 infusões, observaram-se RA em 480 (38%). Rubor, náusea, êmese, hipóxia, dor no peito, dificuldade de respirar, bradicardia, hipertensão, hipotensão e taquicardia. |
| Conclusão: As RA, embora não graves, ocorreram em mais de um terço dos pacientes. Muitas das RA podem ser atribuídas ao DMSO e isso se reflete no volume de infusão. Sugerem a implementação de protocolos de redução do DMSO antes da infusão. Além do DMSO, outras variáveis como a contagem de granulócitos, sexo e diagnóstico são fatores de risco para a ocorrência de RA. |
| E1833
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RA: Na infusão de CTH frescas: nenhuma RA. Infusão de CTH criopreservadas: cefaleia, hipertensão, bradicardia, hipotermia e convulsão. |
| Conclusão: A neurotoxicidade provocada pelo DMSO, embora seja rara, é uma séria complicação. É necessária atenção aos pacientes que recebem CTH criopreservadas. |