Análise da citotoxidade de pintura epóxi na aplicação eletrostática sobre liga de CO-CR

Êrica Wehmuth RAGONHA Elizabeth Ferreira MARTINEZ Carlos Alberto MUZILLI Milton Edson MIRANDA Karina Andrea Novaes OLIVIERI Sobre os autores

Objetivos:

Analisar, biologicamente, a possibilidade do uso de pintura por aplicação eletrostática.

Métodos:

Por meio de testes in vitro de citotoxicidade, comparando o comportamento da tinta epóxi Politherm 30 Nobac C (Weg Indústrias S.A, Santa Catarina, Brasil) com CoCr polido e poliestireno em contato com cultura de fibroblastos humanos. Esse teste foi realizado através de contagem de células viáveis e não viáveis em tempos de 24, 48, 72, 94 e 120 horas. Para a contagem de células viáveis foi aplicada a Análise Estatística de Tukey.

Resultados:

Os resultados obtidos na presente pesquisa mostraram que o comportamento de crescimento celular foi estatisticamente semelhante entre grupos (p=0,2174). Observou-se que nos tempos de 24, 48 e 72 horas, não houve aumento estatisticamente significante da proliferação celular, mantendo-se o padrão para todos os grupos estudados. A partir de 96 e 120 h observamos um aumento da proliferação celular para todos os grupos estudados, sem diferenças entre os mesmos também (p>0,05). Para os resultados de células inviáveis, aplicou-se a Análise não Paramétrica de Kruskal Wallis e o teste de Dunn, devido à baixa taxa de morte celular, sem diferença estatisticamente entre os grupos (p>0,05).

Conclusão:

Conclui-se, portanto, que a pintura Epóxi estudada não apresentou citotoxicidade para os testes realizados in vitro.

Prótese parcial removível; Compostos de Epóxi; Estética dentária; Testes de toxicidade


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