Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, Volume: 3, Issue: 4, Published: 2000
  • Editorial Editorial

  • Subjetividade, tempo e psicanálise Artigos

    Birman, Joel

    Abstract in Portuguese:

    As psicoterapias breves nos remetem, de maneira inexorável, a uma indagação sobre as relações complexas existentes entre os registros da subjetividade e do tempo na atualidade, por colocarem em pauta uma certa concepção da experiência analítica, que se constituiu ao longo da história da psicanálise e se instituiu como norma em diferentes tradições psicanalíticas. O processo psicanalítico exigira não apenas um tempo longo, mas também uma grande freqüência semanal no número de sessões, fatores estes que se articulariam intimamente, como se fossem duas faces da mesma moeda, em que o tempo longo estabelece uma relação de fundação com a experiência analítica. A concepção de que toda e qualquer prática clínica que não se realize de acordo com tais parâmetros não passaria de uma psicoterapia, mesmo que conduzida por um psicanalista, precisa ser revista e questionada. Neste artigo, indaga-se sobre as condições de possibilidade da experiência analítica que essas práticas clínicas nos conduzem de maneira infalível. As psicoterapias breves se colocaram há algumas décadas como novas possibilidades terapêuticas nos campos da psiquiatria e da psicologia clínicas, principalmente por razões de ordem econômica e por uma transformação crucial da relação das individualidades com o tempo, impondo, inevitavelmente, uma releitura do ato psicanalítico, em que este pode e deve ser depurado de suas marcas normativas tradicionais. O questionamento da psicanálise na pós-modernidade e sua preterição em nome de outras práticas clínicas remetem inequivocamente a uma recusa de um dispositivo de escuta que se contrapõe à iminência da ação e da decisão, que a aceleração do tempo na atualidade, em contrapartida, nos impõe. Freud, sensível às variações da demanda, já reconhecia a dimensão normativa e arbitrária do número de sessões, valorizando a sua intensidade em detrimento da sua longevidade, mesmo levando em consideração o mecanismo da resistência.

    Abstract in French:

    Les psychothérapies brefs nous renvoyé, de façon inexorable, a une question sur les rapports complexes existants entre les enregistrements de la subjetivité et du temps dans l’actualité, pour mettre en rôle une certain conception de l’expérience analytique, que si a constitué comme norme en différents traditions psychanalytiques. Le processus psychanalytique a demandé non seulement un temps long, mais aussi une grand fréquence hebdomadaire dans le nombre de sessions, facteurs que se articulent étroitement, comme deux visages de la même monnaie. La conception de que tout et quelconque pratique clinique ne se réalise pas d’accord avec tels bornes ne peut pas passer d’une psychothérapie, même que dirigée par un psychanalyste, doit étre revue et questionnée. Dans cet article, on demande sur les conditions de possibilité de l’expérience analytique que les pratiques cliniques on conduisent de façon infaillible. Les psychothérapies brefs sont en quelques décades comme nouvelles possibilités thérapeutiques dans les champs de la psychiatrie et de la psychologie cliniques, surtout pour raisons d’ordre économique et pour une transformation du rapport de l’individualités avec le temps, en imposent une relecture d’act psychanalytique, d’où celui-ci peut et doit étre dépuré de son marques normatifs traditionnelles. La problématique de la psychanalyse dans la postmodernité et son prétérition en nom d’autres pratiques cliniques renvoyent a une dénégation d’un dispositif d’écoute que se contrepose a la éminence d’action et de la décision, dont l’accélération du temps dans l’actualité on impose. Freud, sensible a les variations de la demande, déjà reconnaissait la dimension normative et arbitraire du numéro de séances, en valorisent l’intensité au détriment de son longévité, même en prenant en considération le mécanisme de la résistance.

    Abstract in Spanish:

    Las psicoterapías breves nos remiten, de manera inexorable, a una indagación sobre las relaciones complejas existentes entre los registros de la subjetividad y del tiempo en la actualidad, por poneren en pauta una cierta concepción de la existencia analítica, que se constituyó a lo largo de la história de la psicoanálisis y se instituyó como norma en distintas tradiciones psicoanalíticas. El proceso psicoanalítico exigiera no solo un tiempo largo, pero también una grande frecuencia semanal en el numero de sesiones, factores eses que se articularian intimamente, como se fueran dos lados de la misma moneda, en que el tiempo largo establece una relación de fundación con la experiencia analítica. La concepción de que toda y cualquier práctica clínica que no se realize de acuerdo con tales parámetros no pasaria de una psicoterapía, mismo que conducida por un psicoanalista, necesita ser revista y cuestionada. En ese artículo, indagase sobre las condiciones de posibilidad de la experiencia analítica que esas prácticas clínicas nos conducen de manera infalible. Las psicoterapías breves se ponen hace algunas decadas como nuevas posibilidades terapéuticas en los campos de la psiquiatría y de la psicologia clínicas, principalmente por razones de orden económica y por una transformación crucial de la relación des las inndividualidades con el tiempo, imponiendo una relectura del acto psicoanalítico, en que ese puede e debe ser depurado de sus marcas normativas tradicionales. El cuestionamiento de la psicoanálisis en la postmodernidad y su preterir en nombre de otras prácticas clínicas remiten inequivocadamente a una denegación de un dispositivo de escucha que se contrapone a la iminência de la acción y de la decisión, que la aceleración del tiempo en la actualidad nos impone. Freud, sensíble a las variaciones de la demanda, ya reconocia la dimensión normativa y arbitraria del numero de sesiones, valorando la intensidad en lugar de la longevidad, mismo llevando en consideración el mecanismo de la resistencia.

    Abstract in English:

    The brief psychotherapies remit us, in an inexorable way, to an indagation about the existing complex relations between the registers of subjectivity and the present time, for questioning a certain conception of analytic experience, wich constitued itself along the history of psychoanalysis and institued itself as rule in different psychoanalytic traditions. The psychoanalytic process demanded not only a long time but also very frequent weely sessions. These factors would articulate intimately, as if they were two sides of the same coin, in which the long time establishes a relation of foundation with the analytic experience. The conception that all and any clinical practice that doesn’t happen in accordance with such parameters would be nothing more than psychotherapy, even if conducted by a psychoanalyst, needs to be revised and questioned. This article enquires about the conditions of possibility of analytic experience that these clinical practices take us to, in an infallible way. The brief psychotherapies have been employed for some decades as new therapeutic possybilities in the fields of psychiatry and clinical psychology, mainly for economical reasons and for a crucial transformation of the relation of the individualities with the time, imposing, inevitably, a new reading of the psychoanalytic act, in which it can and should be depurated from its traditional normative marks. The questioning of psychoanalysis in post-modernity and its preterition on behalf of other clinical practices remit unequivocally to a refusal of a mechanism of hearing which opposes itself to the imminence of the action and of the decision, that the acceleration of the present time, on the other hand, imposes us. Freud, sensitive to the variations of the demand, already acknowledged the normative and arbitrary dimension of the number of sessions, valorizing its intensity in detriment of its longivity, even taking into consideration the mechanism of resistance.
  • O estupor melancólico e o estupor maníaco Artigos

    Coura, Rubens

    Abstract in Portuguese:

    O Estupor Melancólico e o Estupor Maníaco são quadros clínicos das mais completas apatia e inibição motora, hoje tornados raros devido às intervenções psiquiátricas. Eles parecem corresponder aos pontos da máxima pressão possível da pulsão de morte: dirigida, respectivamente, contra o próprio Eu e contra os objetos – naquele sujeito e naquele período de sua vida. Sendo então o estado clínico do ponto intransponível de toda melancolia e de toda mania, esses dois estupores devem compor um verdadeiro elo perdido entre a melancolia e a mania, para a psicanálise. Se a relíquia de Pierre Fédida é, no luto, o fragmento de permanência daquilo que morreu, o autor propõe a romaria do sujeito ao seu tesourinho de criança como uma imagem regressiva apropriada à melancolia e à mania.

    Abstract in French:

    Le saisissement mélancolique et le saisissement maniaque son cadres cliniques de les plus complétes apathie et inhibition moteur, aujourd’hui devenues rares dû aux interventions psyquiatriques. Ils ressemblent correspondre aux points de la plus grand pression possible de la pulsion de mort: dirigée, respectivement, contre le propre Moi et contre les objets — dans ces sujet et période de sa vie. Étant, alors, l’etat clinique du point intraversable de tout mélancolie et de tout manie, ces deux saisissements doivrent composer un veritable Maille perdue entre la mélancolie et la manie pour la psychanalyse. Si la relique de Pierre Fédida est, dans le deuil, le fragment de permanence de ce que est mort, l’auteur offre la pèlerinage du sujet a son petit trésor d’enfant comme une image régressif approprié a la mélancolie et a la mannie.

    Abstract in Spanish:

    El estupor melancólico y el estupor maníaco son cuadros clínicos de las mas completas apatía i inhibición motora, hoy se volveran raros devido a las intervenciones psiquiátricas. Ellos suelen corresponder a los puntos de máxima presión posible de la pulsión de muerte: dirigida, respectivamente, contra el própio Yo y contra los objeotos - en aquel período de su vida. Sendo entonces el estado clínico del punto intransponible de toda melancolia y de toda mania, estos dos estupores deben componer un verdadero Nexo perdido entre la melancolia y la mania, para la psicoanálisis. Se la reliquia de Pierre Fédida es, en el duelo, el fragmento de permanencia de lo que morió, el autor propone la romería del sujeto al suyo tesoro de niño como una imagen regresiva apropiada a la melancolia y a la mania.

    Abstract in English:

    The melancholic stupor and the maniac stupor are clinical diagnosis of the more complete apathy and motor inhibition, now became rare on account of psychiatric interventions. They seem to correspond to the top-pressure points of the bass instinct: this pressure is directed, respectively, against the very ego and against the objects – in that subject and that period of its life. In the condition of the clinical state of the insurmountable point of all the melancholy and all the mania, these two stupors will compose a real Lost Link between the melancholy and the mania for the psychoanalysis. If the Pierre Fedida’s relic is, in the mourning, the fragment of permanence of what is dead, the Author proposes the pilrimage of the subject to the little tresor of its childhood as a regressive image appropriate to melancholy and to mania.
  • As relações entre psicose e periculosidade: contribuições clínicas da concepção psicanalítica da passagem ao ato Artigos

    Dutra, Maria Cristina Bechelany

    Abstract in Portuguese:

    O presente artigo trata da questão da periculosidade na psicose à luz das formulações clínicas de Jacques Lacan sobre a passagem ao ato, presentes no seminário proferido sobre o tema da angústia, em 1962/1963. Com este aparato teórico, examinamos a passagem ao ato na psicose, levando em conta suas condições de realização, seus efeitos e suas relações com a periculosidade.

    Abstract in French:

    Cet article aborde la question de la dangerosité dans la psychose à partir des formulations cliniques de Jacques Lacan sur le passage à l’acte, apparues dans le seminaire sur l’angoisse, de 1962/63. Avec cet apparat théorique, on examine le passage à l’acte dans la psychose, ses conditions de realizations, ses effets e ses relations avec la dangerosité.

    Abstract in Spanish:

    El presente artículo trata de la cuestíon de la periculosidad en la psicosis basadas en las formulaciones clínicas de Jacques Lacan sobre el “pasaje al acto”, presentes en el Seminario proferido sobre el tema de la angustia, en 1962/63. Com este aparato teórico, examinamos el “pasaje al acto” en la psicosis considerando sobretodo sus conditiones de realisación, sus efectos y sus relaciones com la periculosidad.

    Abstract in English:

    The present article treats the question of dangerousity in psychosis based on the clinical formulations of Jacques Lacan over “passage à l’acte”, present at the seminary of anguish (1962/63). With this theoretical apparatus, we will examine the “passage à l’acte” in psychosis, considering its conditions of happening, its effects and its relations with the dangerousity.
  • É possível psicanálise breve? Artigos

    Lowenkron, Theodor S.

    Abstract in Portuguese:

    A psicoterapia psicanalítica de tempo delimitado é aqui definida como um tratamento cujo prazo de duração é ajustado previamente entre o psicoterapeuta (ou analista) e o sujeito que busca ajuda para dar conta de um sofrimento psíquico que se manifesta em uma área demarcável da vida do sujeito e cuja origem possa ser atribuída a um conflito inconsciente. A teoria psicanalítica fornece os modelos gerais que fundamentam o processo, e a cura se dá mediante a perlaboração dos conflitos inconscientes, com possíveis repercussões sobre o sujeito como um todo. Teoricamente, essa abordagem terapêutica fundamenta-se nas concepções de Freud, Ferenczi e das pesquisas realizadas na Clínica Tavistock, principalmente, através do experimento de Balint. Essa comunicação foi estimulada não só pelos resultados de pesquisas desenvolvidas pelo autor no campo da psicoterapia psicanalítica de tempo delimitado, mas também pela aprovação, por Resolução do Ministério da Saúde, da cobertura obrigatória pelos planos e seguros privados de saúde para a psicoterapia breve de crise com duração de até 12 sessões. Esse trabalho tem o objetivo de promover o debate em nosso meio sobre o valor da abordagem psicanalítica breve. Para tanto, além da apresentação de uma experiência clínica realizada com uma paciente durante cinco entrevistas psicoterápicas e mais duas entrevistas de follow-up, cerca de seis e 12 meses após o término do tratamento, discutem-se os fundamentos da ampliação do espaço psicanalítico tomando em consideração o posicionamento de Freud e as críticas teóricas e práticas, expostas por Birman, sobre o que pode ser denominado espaço psicanalítico. Nesse trabalho destaca-se ainda a importância de que, ao final da terapia, deve-se fazer uma avaliação dos resultados alcançados e, se o trabalho realizado não for considerado suficiente para a elaboração das tensões conflitivas que deram origem às manifestações clínicas, a decisão de encerrar o tratamento pode ser revista, hipótese que, caso confirmada, não invalida a abordagem inicial na psicoterapia de tempo delimitado como um precioso instrumento de preparação do paciente para a etapa consecutiva. A questão que orientou este percurso permanece: é possível nomear a psicoterapia psicanalítica breve ou de tempo delimitado como psicanálise breve?

    Abstract in French:

    La psychothérapie du temps delimitée c’est ici définie comme un traitement dont la durée c’est préalablement ajustée entre le psychotérapeute (ou analyste) et le sujet qui cherche aide pour donner compte d’un souffrance psychique qui se manifeste dans une zone demarcable de la vie du sujet et dont origine puisse etre atribué a un conflit inconscient. La théorie psychanalytique offre les modèles généraux que fondent le processus, et la cure se voir moyennant perlaboration de les conflits inconscients, avec possibles répercussions sur le sujet comme un tout. En princip, cet approche thérapeutique se fonde dans les conceptions de Freud, Ferenczi et de l’enquêtes realizées dans la Clinique Tavistock, surtout, par l’experiment de Balint. Cette communication a ete stimulée non seulemment pour les résultats d’enquêtes dévellopées pour l’auteur dans le champ de la psychotherapie psychanalitique du temps delimitée, mais aussi pour l’agrément, par Resolution du Ministère de la Santé, de la couverture obligatoire pour les plans et sécurités de santé par la psychothépie bref de crise avec durée de jusque douze sessions. Ce travail a l’objetif de promouvoir le debat dans notre moyen sur le valeur de l’abord psychanalitique bref. Pour tant, delá de l’présentation d’une expérience clinique realizée avec une patient pendant cinc entrevues psychotherapiques et plus deux entrevues de follow-up, environ six et douze mois aprés le fin du traitement, se discute les fondements d’elargissement d’espace psychoanalitique prenant en consideration le position de Freud et las critiques théoriques et pratiques, exposées par Birman, sur ce qui peut etre nommée espace psychanalitique. Dans ce travail se detache encore l’importance de que, au final de la therapie, se doit faire une évaluation des résultats obtenues et, si le travail realizée n’est pas considerée sufisante pour l’élaboration des tensions qui a donné l’origine aux manifestations cliniques, la décision de finisser le traitement peut etre revue, hypotèse que n’invalide pas l’abord inicial dans la psychothérapie de temps delimité comme un précieux outil de preparation du patient pour l’étape consécutif. La question qui a orienté cet parcours demeure: C’est possible nommer la psychotherapie psychanalitique bref ou de temps delimitée comme psychanalyse bref?

    Abstract in Spanish:

    La psicoterapía psicoanalítica del tiempo delimitado es aquí definida como un tratamiento cuyo plazo de duración es ajustado previamente entre el psicoterapeuta (o analista) y el sujeto que busca ayuda para dar cuenta de un sufrimiento psíquico que se manifesta en una área demarcable de la vida del sujeto y cuya origen pueda ser atribuida a un conflito inconsciente. La teoria psicoanalítica provee los modelos generales que fundamentan el proceso, y la cura dase mediante perlaboración de los conflitos inconscientes, con posibles repercusiones sobre el sujeto como un todo. Teoricamente, esa abordage terapéutica fundamentase en las concepciones de Freud, Ferenczi y de las encuestas efectuadas en la Clínica Tavistock, a traves del experimento de Balint. Esa comunicación fue estimulada no solo por los resultados de encuestas desarrolladas por el autor en el campo de la psicoterapía psicoanalítica de tiempo delimitado, pero también por la aprobación, por Resolucion del Ministerio de la salud, de la garantía obligatoria por los planes y seguros privados de salud para la Psicoterapía Breve de Crisis con duración de hasta 12 sesiones. Ese trabajo tiene el objetivo de promover el debate en nuestro medio sobre el valor de la abordage psicoanalítica breve. Para tanto, además de la presentación de una experiencia clínica realizada com una paciente durante cinco entrevistas psicoterápicas y mas dos entrevistas de follow-up, aproximadamente seis e doze meses trás el termino del tratamiento, se discute los fundamentos de la ampliación del espacio psicoanalítico tomando en consideración la posición de Freud y las críticas teoricas y práticas, expuestas por Birman, sobre lo que puede ser llamado espacio psicoanalítico. En ese trabajo se destaca aún la importancia de que, en el fin de la terapia, se deba hacer una evaluación de los resultados alcanzados y, si el trabajo realizado no fuere considerado suficiente para la elaboración de las tensiones conflitivas que deran origen a las manifestaciones clínicas, la decisión de finalizar el tratamiento puede ser revista, hipótesis que, si confirmada, no invalida la abordage inicial en la psicoterapia de tiempo delimitado como un rico instrumento de preparación del paciente para la etapa consecutiva. La cuestión que orientó ese percurso permanece: ¿És posible nombrar la psicoterapia psicoanalítica breve o de tiempo delimitado como psicoanalisis breve?

    Abstract in English:

    The psychonalytical psychotherapy with delimited time is here definied as a treatment for which the duration span is previously adjusted between the psychotherapist (or analyst) and the person who’s seeking help to deal with a psychic suffering that manifests itself in a demarcable area of the person’s life and being that its origin can be attributed to an unconscient conflict. The psychoanalytical theory furnishes the general samples that lay the foundation for the process, and the cure happens by means of working-through the unconscient conflicts, with possible repercussions upon the person as a whole. Theoretically, this therapeutic approach bases itself on Freud’s and Ferenczi’s conceptions and on researches that took place in Tavistock Clinic, mainly, through Balint’s experiment. This communication was stimulated not only by the results of the researches developed by the author in the field of psychoanalytical psychotherapy of delimited time, but also by the approval through resolution of the Health Ministry, of the compulsory coverage by private health plans and insurances for the brief psychotherapy of crisis with duration up to 12 sessions. This work aims to promote the debate among us about the value of the brief psychoanalytical approach. For that, besides the presentation of a chinical experience with a patient consisting of five psychotherapic interviews as well as two follow-up interviews, about six and twelve months after the end of the treatment, the foundations of the amplification of the psychoanalytical space are discussed, taking into consideration Freud’s position and the theoretical and practical critics, exposed by Birman, about what can be denominated psychoanalytical space. In this work, the importance that at the end of the therapy, an evaluation of the results reached must be done is also pointed out, and, if the work done is not considered sufficient for the elaboration of the conflictive tensions which initiated the clinical manifestations, the decision to end the treatment can be reviewed, and in case it’s confirmed, it does not invalidate the initial approach in the psychotherapy of delimited time as a precious tool to prepare the patient for the consecutive stage. The question that orientated this course remains: Is it possible to name the Brief Psychoanalytical Psychotherapy or of delimited time as Brief Psychoanalysis?
  • Ideologia e psicopatologia: uma discussão fenomenológica transcultural Artigos

    Moreira, Virgínia

    Abstract in Portuguese:

    Este estudo tem como objetivo discutir a relação entre ideologia e psicopatologia com base na perspectiva de homem mundano colocada pela fenomenologia de Merleau-Ponty (¡964,1966,1970). Na medida em que esta entende o homem existindo em mútua constituição com o mundo, dá lugar a uma leitura da psicopatologia também como emergente em constituição com o mundo, ou a cultura (Moreira, 1993, 1999; Moreira & Aramburu, 1999). São examinados alguns exemplos de ideologias ou formas de pensar na cultura contemporânea que levam ao surgimento de patologias mentais, assim como pesquisas de caráter transcultural (Draguns, 1990; Cooper & Sartorius, 1991 ; Schumaker, 1996) que mostram a estreita relação entre ideologia e psicopatologia além de publicações feno menológicas sobre a relação entre psicoterapia, psicopatologia e cultura (Tatossian, 1997; Doukhan, 1998; Dörr, 1995).

    Abstract in French:

    Cet étude a comme bût de discuter la relation entre la psychopathologie et la culture, à partir de la visión d'homme mondain, postulé par la phénoménologie de Merleau-Ponty (1964, 1966, 1970). En comprennat à l'homme comme existant en constitution réciproque avec le monde, cette ci donne lieu a une lecture de la psychopathologie aussi comme émergeant en constitution réciproque avec le monde ou la culture (Moreira, 1993, 1999; Moreira & Aramburu, 1999). On examine quelques exemples de idéologies ou de formes de pensée dans la culture contemporaine, qui ammenent a des pathologies mentales, aussi que des recherches trans-cultures (Draguns, 1990 ; Cooper & Sartorius, 1991 ; Schumaker, 1996) qui montrent la importante relation entre idéologie et culture, et, finalement, des publications phénoménologiques sur la relation entre psycothérapie, psychopathologie et culture (Tatossian, 1997, Doukhan, 1998, Dõrr, 1995).

    Abstract in Spanish:

    Este estudio tiene como objetivo discutir la relación entre psicopatologia y cultura, a partir de la perspectiva de hombre mundano planteada en la fenomenología de Merleau-Ponty (1964, 1966, 1970). Dado que esta entiende al hombre existiendo en mútua constitución com el mundo, da lugar a una lectura de la psicopatologia también como emergente en mútua constitución com el mondo, o la cultura (Moreira, 1993, 1999; Moreira & Aramburu, 1999) Se examinan algunos ejemplos de ideologías o formas de pensar en la cultura contemporánea, que llevan al surgimiento de patologías mentales, así como investigaciones de carácter transcultural (Draguns, 1990; Cooper & Sartorius, 1991 ; Shumaker, 1996) que muestran la estrecha relación entre ideología y psicopatologia, además de publicaciones fenomenológicas sobre la relación entre psicoterapia, psicopatologia y cultura (Tatossian, 1997, Doukhan, 1998, Dörr, 1995).

    Abstract in English:

    This study aims at discussing the relationship between ideology and psychopathology starting from of mundane man's perspective placed by the phenomenology of Merleau-Ponty (1964,1966,1970). As it understands man existing in mutual constitution with the world, it also gives place to a reading of psychopathology as emergent in constitution with the world, or the culture (Moreira, 1993, 1999; Moreira & Aramburu, 1999). Some examples of ideologies are examined or forms of thinking in the contemporary culture that leads to the emergence of mental pathologies, as well as cross-cultural inquiries (Draguns, 1990; Cooper & Sartorius, 1991; Schumaker, 1996) that shows the narrow relationship between ideology and psychopathology besides phenomenological publications about the relationship among psychotherapy, psychopathology and culture (Tatossian, 1997, Doukhan, 1998; Dörr, 1995).
  • Psicoterapia e empirismo Artigos

    Nogueira, Durval Mazzei

    Abstract in Portuguese:

    O autor discute as possíveis implicações para o exercício da psicanálise o contexto que obriga que a eficiência dos procedimentos terapêuticos seja apurada pelo método empírico. Alerta que a facilidade de se criticar esta metodologia, a partir de outras posições filosóficas e éticas, não deve servir como argumento para a comunidade psicanalítica receber com desdém as críticas que surgem.

    Abstract in French:

    L’auteur discute les possibles implications pour l’exercise de la psychanalyse, le contexte qu’obligue que l’efficience des procédures thérapeutiques soit raffiné pour le méthode empirique. Alerte que la facilité de se critiquer cet méthodologie, à partir d’autres positions philosophiques et éthiques, ne doit pas servir comme argument pour la communauté psychanalytique recevoir avec dédain les critiques qu’arrivent.

    Abstract in Spanish:

    El autor discute las posíbles implicaciones para el ejercício de la Psicoanalisis el contexto que obliga que la eficiencia de los procedimientos terapêuticos sea determinada por el método empírico. Alerta que la facilidad esta metodología, partiendo de otras posiciones filosóficas y éticas, no debe servir como argumiento para la comunidad psicoanalítica hacer de ombros las críticas que surjan.

    Abstract in English:

    The author discuss the implications to the psychoanalityc practice the context which compel the effectiveness of the therapeutic matters be find out by empiric issues. Watch that the facility to criticize these methodological issues, by others philosofical and ethical speeches, isn’t an argument for the psychoanalitical community take with disdain critical issues.
  • Psicopatologia Fundamental: de una cierta transmision Artigos

    Singer, Flora

    Abstract in Portuguese:

    A psicopatologia fundamental, configurada a partir do trabalho universitário e teórico de Pierre Fédida, constitui-se como ponto de encontro de diferentes disciplinas relacionadas com o sofrimento humano, e suscita interrogantes metodológicos, entre outros, como estabelecer um diálogo que articule distintos recortes teóricos, e de que forma tratar as diferenças relativas. O tema das diferenças está presente tanto pelo lado dos métodos de investigação e de intercâmbio, como pelo da concepção de uma estrutura institucional que acolha essas diferenças. A psicanálise pode contribuir com estes temas, à medida que se vê confrontada com uma dupla alteridade: tópica – a relação consciência/inconsciente – e intersubjetiva, já que é condição do dispositivo analítico poder acolher a subjetividade do outro enquanto radicalmente outro. Existe uma homologia estrutural entre os níveis intrapsíquico, intersubjetivo, interteórico e interdisciplinar no que faz uma epistemologia da alteridade. O saber em psicanálise escapa a toda tentativa de institucionalização, pois é próprio da alteridade de seu objeto resistir e deixar sempre um resto. De maneira similar, a psicopatologia fundamental tampouco se adequa a uma institucionalização do saber. É um espaço vazio – khôra – que acolhe movimentos metafóricos inerentes à produção de saber, e ao não-saber, que de forma complementar o acompanha. O “nome-do-pai” opera, assim, não como fidelidade a uma letra, mas como habilitação à criação e suporte do figurável a vir, a partir do ato fundacional de khôra.

    Abstract in French:

    La psychopathologie fondamentale, créée à partir du travail universitaire et théorique de Pierre Fédida, se constitue comme point de rencontre de différentes disciplines autour de la souffrance humaine, et elle pose des questions méthodologiques, entre autres, comment un dialogue peut s’établir qui puise articuler des coupures théoriques différentes et de quelle facon traiter les différences relatives. Le sujet des différences est présent aussi bien du côté des méthodes de recherche et d’échange, que du côté de la conception d’une structure institutionnelle qui accueille ces différences. La psychanalyse peut faire ses contributions à ces sujets, dans la mesure où elle se voit confrontée à une double altérité, topique – le rapport conscience/inconscient – et intersubjective, puisqu’une des conditions du dispositif psychanalytique est celle de pouvoir accueillir la subjectivité de l’autre en tant que radicalement autre. Il y a une homologie structurelle entre les niveaux intrapsychique, intersubjectif, interthéorique et interdisciplinaire, en ce qui concerne une épistémologie de l’altérité. Le savoir en psychanalyse échappe à toute tentative d’institutionalisation, car l’altérité de son objet résiste et laisse toujours un reste. D’une facon similaire, la Psychopathologie Fondamentale ne s’adapte pas non plus à une institutionalisation du savoir. C’est un espace vide – telle khôra – qui accueille des mouvements métaphoriques inhérents à la production de savoir, et au non-savoir qui, de facon complémentaire, l’accompagne. Le ”nom du père” opère ainsi, non pas comme fidelité à une lettre, mais comme habilitation à la création et support du figurable à venir, à partir de l’acte fondationnel de khôra.

    Abstract in Spanish:

    La psicopatología fundamental, conformada a partir del trabajo universitario y teórico de Pierre Fédida, se constituye como punto de encuentro de diferentes disciplinas en relación al sufrimiento humano, y plantea interrogantes metodológicas, entre otras, cómo establecer un diálogo que articule distintos recortes teóricos, y de qué manera tratar las diferencias relativas. El tema de las diferencias está presente tanto por el lado de los métodos de investigación y de intercambio, como por el de la concepción de una estructura institucional que acoja esas diferencias. El psicoanálisis puede hacer contribuciones a estos temas, en la medida en que se ve confrontado a una doble alteridad: tópica – la relación conciencia/inconsciente – e intersubjetiva, ya que es condición del dispositivo analítico poder acoger la subjetividad del otro en tanto radicalmente otro. Hay una homología estructural entre los niveles intrapsíquico, intersubjetivo, interteórico e interdisciplinario en lo que hace a una epistemología de la alteridad. El saber en psicoanálisis escapa a toda tentativa de institucionalización pues es propio a la alteridad de su objeto resistir y dejar siempre un resto. De manera similar, la psicopatología pundamental tampoco se adecua a una institucionalización del saber. Es un espacio vacío – khôra – que acoge movimientos metafóricos inherentes a la producción de saber, y al no-saber que en forma complementaria lo acompaña. El “nombre del padre” opera así, no como fidelidad a una letra, sino como habilitación a la creación y soporte de lo figurable a venir, a partir del acto fundacional de khôra.

    Abstract in English:

    The Fundamental Psychopathology, created through the universitary and theoretic work of Pierre Fédida, is a meeting point of different disciplines engaged with human sufferance, and some methodological questions therefrom arise, among others, how to establish a dialogue between different theories and how to treat relative differences. The subject of differences concerns both, the point of view of research and exchange methods, as well as the conception of an adequate institutional structure for receiving these differences. Psychanalysis can make some contributions to these subjects, as it deals with a double alterity: topical – the conscious/unconscious relationship – and intersubjective, because one of the main conditions of the analytic dispositive is the capacity of receiving subjectivity in its radical otherness. There is a structural homology between intrapsychic, intersubjectif, intertheoretic and interdisciplinary levels: they are all concerned by an otherness epistemology. Psychoanalytic knowledge does not adapt to institutionalisation attempts. The otherness of its object offers resistances, and a remainder is always left. Similarly, Fundamental Psychopathology does not adapt to a knowledge institutionalisation. Is is an empty space – khôra – which receives metaphoric mouvements coming from knowledge production as well as un-knowledge which naturally accompanies that production. “Father’s name” does not therefore represent fidelity to a given knowledge, but habilitation to creation and support of outcoming metaphores, in khôra, which is both, empty space and foundation act.
  • O início do tratamento psicanalítico com crianças autistas: transformação da técnica psicanalítica? Artigos

    Tafuri, Maria Izabel

    Abstract in Portuguese:

    Este artigo discute o início da relação analítica com crianças autistas à luz da análise de Maria, uma criança autista de três anos de idade. O caso clínico de Maria tornou-se importante como objeto de estudo, por ter suscitado um questionamento dos princípios teórico-clínicos que induzem o psicanalista a encontrar significados nas ações de uma criança autista, mesmo quando ela não fala e não brinca, e a interpretá-los, desde o início de uma relação analítica, com o intuito de criar a relação transferencial. Com Maria, a analista, no início do tratamento, deixou em suspenso os significados e as interpretações e passou a vivenciar a natureza fenomenal dos “grunhidos” e “maneirismos” da criança. Ao proceder dessa forma, abriu-se uma outra via para se criar uma relação analítica com Maria: as várias tonalidades e ritmos dos seus “grunhidos”, o zumbido de seus “maneirismos”, as formas dos seus movimentos corporais e o ritmo da sua respiração, passaram a ser contidos pela analista em seu próprio corpo, contudo, esse material clínico não foi interpretado no início do tratamento de Maria.

    Abstract in French:

    Cet article examine le début du traitement psychanalytique avec des enfants autistes, à la lumière de l’analyse de Maria, un enfant autiste de trois ans. Ce cas clinique est devenu un important objet d’étude, introduisantn un questionnement des modèles théoriques-cliniques existants, dans lesquels l’analyste utilise l’interprétation comme un outil indispensable à la création de la relation transférentielle avec l’enfant autiste qui ne parle pas et ne joue pas. Avec Maria, l’analyste, au debút du traitement, a pu vivre la possibilité de ne pas nommer les possibles significations des grognements, il a pu être plus en contact avec son propre corps. Les actions psychanalytiques du début employées par l’analyste ont été celles de voir, d’écouter et de sentir son propre corps en présence de Maria lors des séances, en mettant de côté le besoin impérieux d’interpréter. Cette attitude l’a conduite à d’autres moyens d’être avec Maria en tenant compte des différentes tonalités des “grognements” de l’enfant, du bruit de ses “maniérismes”, du rythme de sa respiration et des mouvements de son corps, en mettant de côté le besoin impérieux d’interpréter.

    Abstract in Spanish:

    Este artículo discute el inicio de la relación analítica con niños autistas a la luz del análisis de María, una niña autista de 3 años de edad. Este caso clínico se volvió importante como objeto de estudio, por haber suscitado un cuestionamiento de los principios teórico-clínicos que inducen al psicoanalista a encontrar significados en las acciones de un niño autista, aunque éste no hable ni juegue, y a interpretarlos, desde el comienzo de uma relación analítica, con la intención de crear la relación transferencial. Con María, la analista, al comienzo del tratamiento, dejó en suspenso los significados y las interpretaciones y pasó a vivenciar la natureza fenoménica de los “gruñidos” y “manierismos” de la niña. Al proceder de esta manera, se abrió otra vía para crear uma relación analítica con María: las diversas tonalidades de sus “gruñidos”, el zumbido de sus “manierismos”, las formas de sus movimientos corporales y el ritmo de su respiración pasaron a ser contenidos por la analista, sin la necesidad imperiosa de interpretar.

    Abstract in English:

    This article discusses the beginning of an analytical relationship with autistic children, based on Maria’s analysis, a three years old autistic child. The clinic case of Maria has became important as an object of study, for had given rise to an argue about the theoretical-clinic principles that make a psychoanalyst to find meaning on autistic child’s actions, even when she doesn’t talk and play, and to interpret them, from the beginning of an analytical relationship, as an effort to create the transferential relationship. With Maria, the analyst, in the beginning of the treatment, put the meanings and the interpretations way and started to live the phenomenal nature of the child’s “grunts” and “gestures”. Acting like that, another way was opened to create an analytical relationship with Maria: the several tones and rhythms of her “grunts”, the buzz of her “gestures”, the shapes and movements of her body and the rhythm of her breathing, were held by the analyst in her own body, however, without the classical interpretation of these clinical material.
  • Ele não quer? Nem eu! Depoimento

    França, Cassandra Pereira

    Abstract in Portuguese:

    Este artigo pretende circunscrever os impasses com que se defronta o analista no atendimento de adolescentes irascíveis, principalmente quando a demanda de análise partiu dos pais. No entanto, a autora tece alguns contrapontos que justificam possíveis tentativas de contato terapêutico com esses clientes que, geralmente, estão emaranhados numa organização narcísica patológica.

    Abstract in French:

    Cet article prétende cerner les impasses auxquelles fait face le psychanalyste quand il consulte des adolescents irascibles, principalement lorsque la demande de psychanalyse a été suggérée par les parents. Cependant, L'auteur imagine quelques contrepoints qui justifient certaines tentatives de contact thérapeutique avec ces clients qui généralement se trouvent emmêl és dans une organisation narcissique pathologique.

    Abstract in Spanish:

    Este articulo pretende circunscribir las dificultades que encuentra el analista al atender adolescentes irascibles, principalmente cuando el pedido de análisis fue decidido por los mismos padres. No obstante, la autora entrelaza algunos contratiempos que justifican posibles tentativas de contacto terapéutico com dichos clientes que, generalmente, están enmarañados en una organización narcisista patológica.

    Abstract in English:

    In this article, I intend to describe the impasses that the analyst encounters in counseling angry adolescents, principally when the request for analysis comes from the parents. However, the author will endeavor to suggest some counterpoints that justify possible attempts at therapeutic contact with these clients who, generally, are involved in narcissistic pathological organizations.
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