Chuva e banco de sementes são mecanismos de entrada de propágulos que auxiliam na regeneração de áreas agrícolas. Pressupomos que a chuva e o banco de sementes de áreas manejadas (10 anos e 25 anos) possuem menor riqueza de espécies e maior número de sementes/emergência, além de maior riqueza e número de sementes/emergências para síndrome de dispersão autocórica, formas de vida herbáceas e composição de espécies diferentes, quando comparado com áreas não manejadas. Coletamos em três parcelas de 50 m × 50 m. Para cada área, instalamos 20 coletores para amostragem da chuva de sementes, assim como coletamos e cultivamos 15 amostras para a contagem de plântulas. A chuva de sementes das áreas manejadas possuiu maior riqueza de espécies, autocoria, herbácea e arbóreo, além de composição diferentes entre as áreas. O banco de sementes, por outro lado, possuiu menores valores em riqueza de espécies, e maiores valores de autocoria, herbácea, e composição diferentes entre áreas. A abundância da chuva e banco de sementes não diferiu entre as áreas, já a composição entre os mecanismos de dispersão diferiu. O manejo agrícola compromete a regeneração de florestas secas tornando essas áreas dependentes de espécies autóctones (anemocórico e autocórico).
Palavras-chave:
Agricultura; Composição; Dispersão; Sucessão; Síndrome
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