Accessibility / Report Error

Moluscos límnicos da microrregião de Belo Horizonte, MG, com ênfase nos vetores de parasitoses

Limnic snails in the microregion of Belo Horizonte, Minas Gerais State, Brazil: a survey emphasizing on vectors of parasitosis

Resumos

Um levantamento malacológico em coleções hídricas de 13 municípios da microrregião de Belo Horizonte, MG, Brasil, foi efetuado para detectar focos de transmissão de esquistossomose e outras parasitoses. De 1990 a 1996 foram coletados 22.066 moluscos dos quais 378 (1,7%) estavam infectados com trematódeos: Biomphalaria glabrata (7.920), com Schistosoma mansoni (1,9%), com Echinostomatidae (1,2%), com Strigeidae (0,6%), com Cercaria minense (0,1%) e Derogenidae (-0,1%); B. straminea (4.093), com Strigeidae (0,6%), com Echinostomatidae (0,2%), com Clinostomatidae (-0,1%) e duas cercárias desconhecidas; B. tenagophila (1.338), com Strigeidae (0,1%); Physa marmorata (1.776), com Echinostomatidae (1,6%). Os moluscos Biomphalaria peregrina, B. occidentalis, B. schrammi, Drepanotrema depressissimum, D. lucidum, D. cimex, Physa cubensis, Lymnaea columella, Melania tuberculata, Idiopyrgus souleyetianus, Pomacea sp, Anodontites sp e Ancylidae não estavam infectados. Moluscos de 9 municípios estavam infectados com S. mansoni e de 11 com outros trematódeos.

Moluscos límnicos; Vetores; Parasitas; Microrregião; Belo Horizonte


A malacological survey to detect foci of transmission of schistosomiasis and other parasitic diseases was undertaken into water-courses from 13 municipalities of microregion of Belo Horizonte, MG, Brazil. From 1990 to 1996, 22,066 snails were collected. From those, 378 (1.7%) were found infected by trematodes: Biomphalaria glabrata (7,920), infected by Schistosoma mansoni (1.9%), Echinostomatidae (1.2%), Strigeidae (0.6%), Cercaria minense (0.1%) and Derogenidae (-0.1%); B. straminea (4,093) infected by Strigeidae (0.6%), Echinostomatidae (0.2%), Clinostomatidae (-0.1%) and two unidentified cercariae; B. tenagophila (1,338), infected by Strigeidae (0.1%) and Physa marmorata (1,776) by Echinostomatidae (1.6%). The snails Biomphalaria peregrina, B. occidentalis, B. schrammi, Drepanotrema depressissimum, D. lucidum, D. cimex, Physa cubensis, Lymnaea columella, Melania tuberculata, Idiopyrgus souleyetianus, Pomacea sp, Anodontites sp and Ancylidae were found noninfected. Snails from 9 municipalities were infected by S. mansoni and from 11 by other trematodes.

Limnic snails; Hosts; Parasites; Microregion; Belo Horizonte


ARTIGO

Moluscos límnicos da microrregião de Belo Horizonte, MG, com ênfase nos vetores de parasitoses

Limnic snails in the microregion of Belo Horizonte, Minas Gerais State, Brazil: a survey emphasizing on vectors of parasitosis

Cecília Pereira de Souza, Laís Clark Lima, Liana Konovaloff Jannotti-Passos, Sueleny Silva Ferreira, Carlos Tito Guimarães, Iaci Belo de Figueiredo Vieira e Rafael Mariani Junior

Resumo Um levantamento malacológico em coleções hídricas de 13 municípios da microrregião de Belo Horizonte, MG, Brasil, foi efetuado para detectar focos de transmissão de esquistossomose e outras parasitoses. De 1990 a 1996 foram coletados 22.066 moluscos dos quais 378 (1,7%) estavam infectados com trematódeos: Biomphalaria glabrata (7.920), com Schistosoma mansoni (1,9%), com Echinostomatidae (1,2%), com Strigeidae (0,6%), com Cercaria minense (0,1%) e Derogenidae (-0,1%); B. straminea (4.093), com Strigeidae (0,6%), com Echinostomatidae (0,2%), com Clinostomatidae (-0,1%) e duas cercárias desconhecidas; B. tenagophila (1.338), com Strigeidae (0,1%); Physa marmorata (1.776), com Echinostomatidae (1,6%). Os moluscos Biomphalaria peregrina , B. occidentalis , B. schrammi , Drepanotrema depressissimum , D. lucidum , D. cimex , Physa cubensis , Lymnaea columella , Melania tuberculata , Idiopyrgus souleyetianus , Pomacea sp , Anodontites sp e Ancylidae não estavam infectados. Moluscos de 9 municípios estavam infectados com S. mansoni e de 11 com outros trematódeos.

Palavras-chaves: Moluscos límnicos. Vetores. Parasitas. Microrregião. Belo Horizonte.

Abstract A malacological survey to detect foci of transmission of schistosomiasis and other parasitic diseases was undertaken into water-courses from 13 municipalities of microregion of Belo Horizonte, MG, Brazil. From 1990 to 1996, 22,066 snails were collected. From those, 378 (1.7%) were found infected by trematodes: Biomphalaria glabrata (7,920), infected by Schistosoma mansoni (1.9%), Echinostomatidae (1.2%), Strigeidae (0.6%), Cercaria minense (0.1%) and Derogenidae (-0.1%); B. straminea (4,093) infected by Strigeidae (0.6%), Echinostomatidae (0.2%), Clinostomatidae (-0.1%) and two unidentified cercariae; B. tenagophila (1,338), infected by Strigeidae (0.1%) and Physa marmorata (1,776) by Echinostomatidae (1.6%). The snails Biomphalaria peregrina , B. occidentalis , B. schrammi , Drepanotrema depressissimum , D. lucidum , D. cimex , Physa cubensis , Lymnaea columella , Melania tuberculata , Idiopyrgus souleyetianus , Pomacea sp , Anodontites sp and Ancylidae were found noninfected. Snails from 9 municipalities were infected by S. mansoni and from 11 by other trematodes.

Key-words: Limnic snails. Hosts. Parasites. Microregion. Belo Horizonte.

No município de Belo Horizonte, região endêmica de esquistossomose, desde o primeiro relato de ocorrência dessa parasitose24 tem sido efetuados levantamentos malacológicos para a localização e controle dos focos de transmissão5 9 10 14 22.

Nos últimos anos os criadouros de moluscos foram reduzidos devido ao progresso e medidas de urbanização e atualmente os focos, com raras exceções, se encontram na periferia ou municípios vizinhos5 6 7 20 21 22. Eventualmente, em um criadouro ocorre a substituição de uma espécie hospedeira por outra23. Além dos focos de transmissão de esquistossomose, alguns autores tem registrado ainda as taxas de infecção dos moluscos de água doce com larvas de outros trematódeos não só na microrregião de Belo Horizonte como em outras regiões do Estado1 2 15 16 19 21.

O encontro ao longo de vários anos de larvas de trematódeos, parasitas não humanos, em moluscos de vários municípios da microrregião de Belo Horizonte, demonstra que os ciclos biológicos desses helmintos vem sendo mantidos na região e mostra a necessidade de mais pesquisas para detectar os hospedeiros vertebrados e identificar os vermes adultos.

No presente estudo foram pesquisadas coleções hídricas de 13 municípios da microrregião de Belo Horizonte com os objetivos de detectar a fauna malacológica, principalmente a planorbídica, os focos de transmissão de esquistossomose e detectar quais os gêneros ou espécies de moluscos que atuam como hospedeiros de larvas de trematódeos parasitas não humanos, nessa região. Esse dados são ainda uma contribuição para a elaboração da carta planorbídica do Estado de Minas Gerais.

MATERIAL E MÉTODOS

As coletas de moluscos foram efetuadas no período de 1990 a 1996 em 13 municípios da microrregião de Belo Horizonte: Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Lagoa Santa, Santa Luzia, Vespasiano, Ribeirão das Neves, Contagem, Sabará, Caeté, Raposos, Nova Lima, Betim e Rio Acima (Figura 1).


Os moluscos foram coletados com auxílio de concha de metal, perfurada, de 17cm de diâmetro de abertura, 12cm de fundo e 8cm de altura, com cabo de madeira com cerca de 120cm de comprimento. A concha era introduzida 10 vezes em cada criadouro, procedendo-se a lavagem e separação do material coletado.

As coleções hídricas pesquisadas foram escolhidas levando-se em consideração a proximidade das sedes de fazendas, vilas ou povoados e a periferia de cidades.

Foram efetuadas coletas em 14 a 53 coleções hídricas por município, com exceção de Raposos, onde foram pesquisadas apenas 7 coleções devido à dificuldade de acesso a alguns pontos por causa do relevo.

Após a coleta, os moluscos eram lavados e colocados em pequenos sacos de plástico incolor, a seco e levados para o laboratório junto com a ficha de captura, contendo data, local de coleta e tipo de criadouro. No laboratório os moluscos eram contados, medidos e cerca de quatro exemplares anestesiados e fixados com Raillet-Henry para identificação específica através da morfologia interna4 13. O restante era examinado individualmente em estereomicroscópio após exposição à luz e posteriormente procedia-se ao esmagamento entre lâminas de vidro, para detectar a presença ou não de larvas de trematódeos. Algumas cercárias foram fixadas com formol a 10% e mantidas para identificação posterior.

RESULTADOS

Em 7 anos foram coletados 22.066 moluscos em 308 coleções hídricas de 13 municípios da microrregião de Belo Horizonte, dentre os quais 13.526 (61,3%) pertenciam ao gênero Biomphalaria (Figura 1). O número de moluscos coletados por município, a espécie, gênero ou família são mostradas nas Tabelas 1 e 2. A Tabela 3 apresenta o total de molusco infectado de cada espécie, os trematódeos encontrados e a sistemática dos helmintos, até o momento.

Foram encontradas larvas de trematódeos, parasitas não humanos, em moluscos de 11 municípios: Pedro Leopoldo, 5 espécies; Lagoa Santa, 2; Santa Luzia, 1; Vespasiano, 1; Ribeirão das Neves, 4; Belo Horizonte, 3; Sabará, 2; Caeté, 1; Nova Lima, 1; Betim, 1; Rio Acima, 1.

Dentre o total de moluscos coletados, 7.920 (35,9%) eram B. glabrata; 4.093 (18,5%) B. straminea; 1.338 (6,1%) B. tenagophila; 148 (0,7%) B. peregrina, 25 (0,1%) B. occidentalis e 2 (-0,1%) B. schrammi (Tabelas 1 e 2)

Biomphalaria glabrata foi encontrada em 12 municípios e dentre 7.920 exemplares 156 (1,9%) estavam infectados com S. mansoni e 154 (1,9%) com larvas de outros trematódeos. (Tabela 3)

As taxas de infecção de B. glabrata por S. mansoni em nove municípios, são mostradas na Figura 1. O segundo trematódeo prevalente em moluscos da microrregião de Belo Horizonte é da família Echinostomatidae cuja larva é a Cercaria macrogranulosa15 (Tabela 3). Em terceiro lugar ocorreu a Cercaria caratinguensis15 (Tabela 3), família Strigeidae.

Melania tuberculata, o tiarídeo asiático, em expansão em diferentes coleções hídricas do Estado de Minas Gerais, foi encontrado em 7 municípios (Tabelas 1 e 2). Dentre 5.531 exemplares (25,1%) nenhum estava infectado com larvas de trematódeos. Do total de moluscos coletados, 378 (1,7%) pertencentes aos gêneros Biomphalaria e Physa estavam infectados com larvas de 8 espécies diferentes de trematódeos incluindo o S. mansoni (Tabela 3).

Dentre 303 exemplares de limneídeos capturados nessa microrregião, nenhum estava infectado com larvas de Fasciola hepatica (Trematoda Fasciolidae).

DISCUSSÃO

Entre os parasitas transmitidos por planorbídeos no Brasil, o mais investigado por sua importância médica é o Schistosoma mansoni, cujas espécies vetoras naturais são Biomphalaria glabrata, B. tenagophila e B. straminea e potenciais B. peregrina e B. amazonica 12.

Além de S. mansoni outros trematódeos parasitas não humanos completam seus ciclos em planorbídeos e moluscos de gêneros diversos. Larvas de trematódeos paranfistomídeos parasitas de bovinos foram encontradas em B. tenagophila, B. peregrina e Drepanotrema kermatoides no Rio Grande do Sul17 18 26. Larvas de Clinostomum heluans, Lutz, 1934, parasita de garças, são encontradas em B. glabrata, B. tenagophila e B. straminea. (= Cercaria occelifera 15 16).

Do total de moluscos de água doce capturados na microrregião de Belo Horizonte 61,3% pertenciam ao gênero Biomphalaria e 0,7% estavam infectados com larvas de S. mansoni (B. glabrata) com focos em 9 municípios (Figura 1) e 1,0% com larvas de outros trematódeos. Biomphalaria glabrata, B. straminea e B. tenagophila, apresentaram infecção com larvas de trematódeos das seguintes famílias: Schistosomatidae (S. mansoni), Strigeidae, Echinostomatidae, Clinostomatidae, Derogenidae e Cercaria minense 15 além de dois tipos de larvas não identificadas (Tabela 3). As larvas de trematódeos que ocorreram com maior freqüência nessa microrregião foram: S. mansoni, 0,7%, (Biomphalaria); Echinostomatidae, 0,6% (Biomphalaria e Physa) e Strigeidae, 0,3% (Biomphalaria). Do gênero Physa, 1,6% dos moluscos coletados estavam infectados com larvas de Echinostomatidae (Tabela 3). Biomphalaria glabrata apresentou o índice mais elevado de infecção natural, com larvas de 5 trematódeos, nos 310 exemplares parasitados (1,4%), mostrando suscetibilidade maior não somente ao S. mansoni, mas a vários parasitas.

A redução do número de focos de transmissão da esquistossomose no município de Belo Horizonte foi muito acentuada em relação ao levantamento anterior22. Só foram coletados moluscos infectados no Barreiro de Baixo20 (foco extinto durante este estudo) e em cinco pontos do córrego da Mangueira na região do Gorduras.

Na microrregião de Belo Horizonte, a taxa de prevalência de esquistossomose em escolares, nas últimas pesquisas, estava em torno de 8,3%3 8.

Cercárias de Fasciola hepática não foram encontradas em nenhum dos limneídeos coletados nessa região.

Esses resultados vem demonstrar a necessidade de mais pesquisas sobre os ciclos biológicos destes trematódeos, parasitas não humanos, pois, os estudos sobre sistemática desses helmintos, em geral, identificam somente os vermes adultos e os hospedeiros definitivos vertebrados11 25, enquanto as formas larvárias e os hospedeiros intermediários invertebrados são pouco conhecidos. Ruiz15 16 descreveu diferentes formas larvárias de trematódeos em moluscos de Minas Gerais mas os vermes adultos e os hospedeiros vertebrados ainda são pouco conhecidos. O conhecimento das áreas geográficas de ocorrência dos moluscos hospedeiros intermediários de trematódeos parasitas de animais de interesse econômico é importante para se detectar os riscos de transmissão de parasitoses aos rebanhos nessas regiões.

Portanto, apesar das dificuldades encontradas em pesquisas para se fechar experimentalmente os ciclos biológicos de trematódeos parasitas não humanos, é necessário melhorar o conhecimento sobre esses parasitas bastante comuns, principalmente na região Sudeste.

AGRADECIMENTOS

Aos técnicos Moacyr Rodrigues da Silva e José Geraldo Amorim da Silva pelo trabalho de campo.

Laboratório de Malacologia, Centro de Pesquisas René Rachou, Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde, Belo Horizonte, MG, Brasil.

Endereço para correspondência: Drª Cecília Pereira de Souza, Centro de Pesquisas René Rachou/FIOCRUZ, Av. Augusto de Lima, 1715, 30190-002 Belo Horizonte, MG, Brasil,

Fax (031) 295 3115.

Recebido para publicação em 17/12/97.

  • 1. Andrade, RM. Ecologia do Autralorbis glabratus (Pulmonata: Planorbidae) em Belo Horizonte, MG, Brasil. IV Infecçăo simples e mistas dos caramujos por trematódeos. Revista Brasileira de Malariologia e Doenças Tropicais 17:371-377, 1956a.
  • 2. Andrade, RM. Ecologia do Autralorbis glabratus em Belo Horizonte, Brasil. V Infecçăo natural por "Cercaria macrogranulosa" Revista Brasileira de Biologia, p. 305-314, 1956b.
  • 3. Araújo MC, Del Rio BR, Mello GG, Marques RN. Levantamento Parasitológico da esquistossomose mansoni em escolares da rede municipal de Belo Horizonte. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 19 (supl):63-64, 1986.
  • 4. Deslandes N. Técnica de dissecaçăo e exame de planorbídeos. Revista do Serviços Especiais de Saúde Pública 4:371-382, 1951.
  • 5. Freitas JR, Santos MBL, Lima LZ, Rocha LA, Souza CP. Distribuiçăo dos moluscos hospedeiros intermediários do Schistosoma mansoni na Bacia da Pampulha, Belo Horizonte, MG - atualizaçăo de dados. Cięncia e Cultura 43 (supl):641-642, 1991.
  • 6. Guimarăes CT, Antunes-de-Souza M, Soares DM, Souza CP. Levantamento malacológico em parques urbanos de Belo Horizonte, Minas Gerais - Brasil. Cadernos de Saúde Pública 13:313-316, 1997.
  • 7. Guimarăes CT, Souza CP, Carvalho OS, Katz N. Sobre um foco urbano de esquistossomose em área metropolitana da regiăo sudeste do Brasil. Revista de Saúde Pública de Săo Paulo 27:210-213, 1993.
  • 8. Lambertucci JR, Rocha RS, Carvalho OS, Katz N. Esquistossomose mansoni em Minas Gerais. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 20:47-52, 1987.
  • 9. Martins AV, Martins G, Falcăo AL. Distribuiçăo geográfica dos planorbídeos e seus índices de infecçăo pelas cercárias de Schistosoma mansoni no município de Belo Horizonte, MG. X Congresso Brasileiro de Higiene, Curitiba, 1953.
  • 10. Martins AV, Versiani W. Schistosomose mansoni em Belo Horizonte. Brasil Médico 52:481-482, 1938.
  • 11. Miranda MA. Paramphistomidae Fischoeder, 1901 (Trematoda) parasitos de ruminantes domésticos em alguns estados das regiőes Norte e Nordeste do Brasil. Tese de Doutorado, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997.
  • 12. Paraense WL. Planorbídeos e limneídeos brasileiros vetores de parasitos. In: Resumos do XV Encontro Brasileiro de Malacologia, Santa Catarina, p. 32, 1997.
  • 13. Paraense WL, Deslandes N. Observations on the morphology of Australorbis glabratus Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 53:87-103, 1955.
  • 14. Paulini E, Dias EP, Fiuza H. Contribuiçăo a epidemiologia da esquistossomose em Belo Horizonte. Revista Brasileira de Malariologia e Doenças Tropicais 19:571-606, 1967.
  • 15. Ruiz JM. Contribuiçăo ao estudo das formas larvárias de trematoides brasileiros. Fauna de Belo Horizonte e Jaboticatubas, Estado de Minas Gerais. Memórias do Instituto Butantam 24:45-62, 1952.
  • 16. Ruiz JM. Contribuiçăo ao estudo das formas larvárias de trematoides brasileiros. Memórias do Instituto Butantam 25:77-89, 1953.
  • 17. Santos ICS, Laranja RJ, Martins JR, Ceresér VH. Hospedeiros intermediário de Paramphistomum (Fischoeder, 1901) Biomphalaria tenagophila (Orbigny) em Guaiba, Rio Grande do Sul. Nota prévia. In: Anais do 18ş Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, Balneario de Camboriu, Santa Catarina, p.120, 1982.
  • 18. Santos ICS, Martins JRS, Laranja RJ. Paranfistomose no Rio Grande do Sul. A Hora Veterinária, Ed. Extra, nş l, p. 48-56, 1995.
  • 19. Silva RE, Melo AL, Pereira LH, Frederico LF. Levantamento malacológico da bacia hidrográfica do lago Soledade, Ouro Branco (Minas Gerais, Brasil). Revista do Instituto de Medicina Tropical de Săo Paulo 36:437-444, 1994.
  • 20. Souza CP, Araujo N, Jannotti-Passos LK, Guimarăes CT. Production of Schistosoma mansoni cercariae by Biomphalaria glabrata from a focus in Belo Horizonte, Minas Gerais. Revista do Instituto de Medicina Tropical de Săo Paulo 36:485-489, 1994.
  • 21. Souza CP, Mendes NM. Repovoamento de criadouros de Biomphalaria glabrata após tratamento com niclosamida. Revista do Instituto de Medicina Tropical de Săo Paulo 33:297-302, 1991.
  • 22. Souza CP, Pereira JP, Rodrigues MS. Atual distribuiçăo geográfica dos moluscos hospedeiros intermediários do Schistosoma mansoni em Belo Horizonte, MG, Brasil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 76:383-391, 1981.
  • 23. Souza CP, Ribeiro PRB, Guimarăes CT, Jannotti-Passos LK, Souza MA. Esquistossomose: nova ocorręncia de Biomphalaria straminea em Belo Horizonte, Minas Gerais. Cadernos de Saúde Pública 12:541-544,1996.
  • 24. Teixeira MJ. A schistosomose mansônica na infância em Belo Horizonte. Tese de concurso. Faculdade de Medicina, Imprensa Oficial de Belo Horizonte, 1919.
  • 25. Travassos L, Freitas JFT, Kohn A. Trematódeos do Brasil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Tomo 67, fascículo único, 1969.
  • 26. Veitenheimer-Mendes JL, Almeida-Caon JEM. Drepanotrema kermatoides (Orbigny, 1835) (Mollusca: Planorbidae), hospedeiro de um paranfistomídeo (Trematoda) no Rio Grande do Sul, Brasil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 84:107-111, 1989.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    13 Jun 2000
  • Data do Fascículo
    Out 1998

Histórico

  • Recebido
    17 Dez 1997
Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Caixa Postal 118, 38001-970 Uberaba MG Brazil, Tel.: +55 34 3318-5255 / +55 34 3318-5636/ +55 34 3318-5287, http://rsbmt.org.br/ - Uberaba - MG - Brazil
E-mail: rsbmt@uftm.edu.br