RESISTÊNCIA DE Colletotrichum fragariae E C. acutatum AO BENOMYL NA CULTURA DO MORANGO NO ESTADO DE SÃO PAULO

Resumos

O fungicida benomyl, utilizado intensivamente na cultura do morango a partir do final da década de 60, tem sido ineficiente para o controle da flor preta, causada por Colletotrichum acutatum, devido ao aparecimento de formas resistentes ao fungicida, já detectadas desde 1984. Para C. fragariae, no entanto, não há registro de ocorrência de resistência no Estado de São Paulo, embora venha se observando há alguns anos que o produto não tem apresentado resultados satisfatórios para o controle da podridão do rizoma ("chocolate"). Para verificar a ocorrência de resistência em C. fragariae foram testados 22 isolados, coletados em diversas regiões produtoras de morango do Estado de São Paulo, e 22 isolados de C. acutatum, para comparação. Todos os isolados de C. acutatum foram resistentes, mesmo na concentração de 1000 ppm. Dos 22 isolados de C. fragariae, 10 comportaram-se como resistentes, crescendo em todas as concentrações testadas. Os demais só se desenvolveram até 1 ppm, sendo considerados sensíveis. As porcentagens de inibição do crescimento dos isolados de C. fragariae resistentes variaram de 50,0 a 88,8 (1 ppm), 54,5 a 89,8 (10 ppm), 63,6 a 78,7 (50 ppm), 67,3 a 80,3 (100 ppm), 74,4 a 82,0 (500 ppm) e 76,4 a 86,0 (1000 ppm). Inoculando-se isolados resistentes e sensíveis de C. fragariae em plantas da cultivar IAC-Campinas, observou-se que todos foram igualmente patogênicos.

morango; Fragaria X ananassa; antracnose; fungicida; Benomyl; resistência; fungo


The intensive use of benomyl in strawberry fields since the late 60s. resulted in an ineffective control of the flower blight, caused by Colletotrichum acutatum due to the development of resistance to the fungicide by the patogen, detected in 1984. Until recently, the resistance was not demonstrated in C. fragariae although an increasing failure of benomyl to provide satisfactory control of the crown rot ("chocolate" rot) has been observed, indicating the possible occurrence of resistance. To verify this evidence, 22 isolates of C. fragariae, collected at different localities in São Paulo State, were evaluated and compared with 22 isolates of C. acutatum. All the C. acutatum isolates were benomyl resistant, even at 1000 ppm. Among the 22 C. fragariae isolates, 10 were resitant. The percentages of mycelial growth inhibition of C. fragariae ranged from 50.0 to 88.8 (1 ppm), 54.5 to 89.8 (10 ppm), 63.6 to 78.7 (50 ppm), 67.3 to 80.3 (100 ppm), 74.4 to 82.0 (500 ppm) and 76.4 to 86.0 (1000 ppm). Resistant and sensitive isolates of C. fragariae were inoculated on strawberry plants of IAC-Campinas cultivar, causing similar symptoms.

strawberry; Fragaria X ananassa; anthracnose; fungicide; Benomyl; resistance; fungi


RESISTÊNCIA DE Colletotrichum fragariae E C. acutatum AO BENOMYL NA CULTURA DO MORANGO NO ESTADO DE SÃO PAULO

M.A.S. TANAKA1,4, F.A. PASSOS2, J.A. BETTI3

1Seção de Fitopatologia-IAC, C.P. 28, CEP: 13001-970 - Campinas, SP.

2Seção de Hortaliças-IAC, C.P. 28, CEP: 13001-970 - Campinas, SP.

3Seção de Virologia Fitotécnica-IAC, C.P. 28, CEP: 13001-970 - Campinas, SP.

4Bolsista do CNPq.

RESUMO: O fungicida benomyl, utilizado intensivamente na cultura do morango a partir do final da década de 60, tem sido ineficiente para o controle da flor preta, causada por Colletotrichum acutatum, devido ao aparecimento de formas resistentes ao fungicida, já detectadas desde 1984. Para C. fragariae, no entanto, não há registro de ocorrência de resistência no Estado de São Paulo, embora venha se observando há alguns anos que o produto não tem apresentado resultados satisfatórios para o controle da podridão do rizoma ("chocolate"). Para verificar a ocorrência de resistência em C. fragariae foram testados 22 isolados, coletados em diversas regiões produtoras de morango do Estado de São Paulo, e 22 isolados de C. acutatum, para comparação. Todos os isolados de C. acutatum foram resistentes, mesmo na concentração de 1000 ppm. Dos 22 isolados de C. fragariae, 10 comportaram-se como resistentes, crescendo em todas as concentrações testadas. Os demais só se desenvolveram até 1 ppm, sendo considerados sensíveis. As porcentagens de inibição do crescimento dos isolados de C. fragariae resistentes variaram de 50,0 a 88,8 (1 ppm), 54,5 a 89,8 (10 ppm), 63,6 a 78,7 (50 ppm), 67,3 a 80,3 (100 ppm), 74,4 a 82,0 (500 ppm) e 76,4 a 86,0 (1000 ppm). Inoculando-se isolados resistentes e sensíveis de C. fragariae em plantas da cultivar IAC-Campinas, observou-se que todos foram igualmente patogênicos.

Descritores: morango, Fragaria X ananassa, antracnose, fungicida, Benomyl, resistência, fungo

RESISTANCE OF Colletotrichum fragariae AND C. acutatum TO BENOMYL FOR STRAWBERRY PRODUCTION IN THE SÃO PAULO STATE, BRAZIL

ABSTRACT: The intensive use of benomyl in strawberry fields since the late 60s. resulted in an ineffective control of the flower blight, caused by Colletotrichum acutatum due to the development of resistance to the fungicide by the patogen, detected in 1984. Until recently, the resistance was not demonstrated in C. fragariae although an increasing failure of benomyl to provide satisfactory control of the crown rot ("chocolate" rot) has been observed, indicating the possible occurrence of resistance. To verify this evidence, 22 isolates of C. fragariae, collected at different localities in São Paulo State, were evaluated and compared with 22 isolates of C. acutatum. All the C. acutatum isolates were benomyl resistant, even at 1000 ppm. Among the 22 C. fragariae isolates, 10 were resitant. The percentages of mycelial growth inhibition of C. fragariae ranged from 50.0 to 88.8 (1 ppm), 54.5 to 89.8 (10 ppm), 63.6 to 78.7 (50 ppm), 67.3 to 80.3 (100 ppm), 74.4 to 82.0 (500 ppm) and 76.4 to 86.0 (1000 ppm). Resistant and sensitive isolates of C. fragariae were inoculated on strawberry plants of IAC-Campinas cultivar, causing similar symptoms.

Key Words: strawberry, Fragaria X ananassa, anthracnose, fungicide, Benomyl, resistance, fungi

INTRODUÇÃO

O fungicida benomyl vem sendo intensivamente utilizado na cultura do morango no Estado de São Paulo, desde o final da década de 60 (Pessanha et al. 1970). Embora inicialmente visando o controle da mancha de micosferela (Mycosphaerella fragariae (Tul.) Lind.), o produto tem mantido contacto com Colletotrichum spp., causadores da antracnose, desde aquela época, tendo em vista que esta doença já era observada nas principais regiões produtoras do Estado a partir de 1960 (Martinez et al. 1962; Carvalho & Cardoso, 1964; Remiro & Kimati, 1974; Igarashi, 1984).

A utilização do benomyl para o controle da flor preta (C. acutatum Simmonds), desde há muito tempo tem sido ineficiente. Este fato pode ser explicado pela insensibilidade do patógeno aos benzimidazóis, conforme resultados de Igarashi (1984) e Fancelli & Kimati (1991).

No entanto, para C. fragariae Brooks, causador da antracnose do rizoma (chocolate), não há registro de resistência ao benomyl nas nossas condições, embora ela já ocorra nos Estados Unidos (McInnes et al. 1992). A localização do fungo, predominantemente no interior dos rizomas, pode ter dificultado o seu contato com o produto, resultando em menor pressão de seleção e, por conseguinte, retardando o aparecimento de resistência (Igarashi, 1984; Chatrath, 1993).

Tem-se observado, já há alguns anos, que o fungicida benomyl não tem apresentado resultados satisfatórios para o controle da podridão do rizoma, evidenciando uma possível ocorrência de resistência, cuja comprovação constituiu o objetivo deste trabalho.

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada nos laboratórios e casa de vegetação da Seção de Fitopatologia do Instituto Agronômico de Campinas, durante os anos de 1994 e 1995.

Foram utilizados 44 isolados, sendo 22 de C. fragariae e 22 de C. acutatum, coletados em diferentes municípios produtores de morango no Estado de São Paulo, de 1989 a 1994 (TABELAS 1 e 2). Até o momento de sua utilização, os isolados foram conservados em água destilada esterilizada (Figueiredo & Pimentel, 1975). A identificação dos isolados foi baseada em características culturais, morfológicas e fisiológicas (Simmonds, 1965; Baxter et al. 1983; Maas, 1984; Walker et al. 1991; Gunnell & Gubler, 1992).

Foi utilizado o produto comercial Benlate 500, contendo 500g/kg do princípio ativo: metil - 1 - (butil-carbamoil) - 2 - benzimidazol carbamato (benomyl).

As concentrações de benomyl testadas foram: 0, 1, 10, 50, 100, 500 e 1000 ppm. O fungicida foi primeiramente dissolvido em acetona (5,0 ml), completando-se o volume a 100 ml com água destilada esterilizada, obtendo-se uma suspensão estoque. Por diluição, preparou-se as concentrações desejadas, que foram incorporadas ao BDA fundente (Edgington et al. 1971; Menten et al. 1976; Igarashi, 1984; Gullino et al. 1985).

Os isolados foram cultivados em placas de Petri com BDA, a 27o C no escuro, durante sete dias foram retirados da periferia das colônias discos de 5 mm de diâmetro, que foram transferidos para o centro de placas de Petri de 9 cm de diâmetro, contendo BDA com as diferentes concentrações de benomyl. A incubação foi realizada nas mesmas condições anteriores. Como testemunha utilizou-se placas apenas com BDA.

O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com quatro repetições, cada uma delas constituída por uma placa.

Após cinco dias de incubação a 28oC em ausência de luz, foram feitas as avaliações, medindo-se o diâmetro de cada colônia em dois sentidos, perpendiculares entre si. Calculou-se a taxa de crescimento diário e a porcentagem de inibição do crescimento (P. I. C.) de cada isolado, em relação à testemunha.

Foram realizadas provas de patogenicidade na cultivar IAC-Campinas, utilizando-se três isolados sensíveis (Cf-2, Cf-6 e Cf-7), procedentes dos municípios paulistas de Jarinu, Atibaia e Monte Alegre do Sul, e três resistentes (Cf-1, Cf-4 e Cf-20), procedentes de Piedade e Atibaia (TABELA 1).

O inóculo foi preparado pelo cultivo dos isolados em meio de farinha de aveia-ágar (farinha de aveia - 60 g, ágar - 12 g e água destilada - 1000 ml). Após incubação a 27o C por sete dias, foram adicionados 10 ml de água destilada a cada placa. Com o auxílio de um pincel os conídios foram removidos, sendo a suspensão obtida filtrada em camada dupla de gaze, ajustando-se a concentração para 106 conídios/ml, utilizando-se um hemocitômetro tipo Neubauer.

Cada isolado foi inoculado em pecíolos e rizomas de quatro plantas jovens, mantidas em vasos, em casa de vegetação. Para a inoculação dos pecíolos, utilizou-se uma seringa hipodérmica, efetuando-se um pequeno ferimento, sobre o qual depositou-se uma gota do inóculo (Igarashi, 1984). Os rizomas a serem inoculados foram previamente feridos com o auxílio de um estilete. A seguir, foram colocados 5 ml de inóculo sobre o ferimento. Nos tratamentos testemunhas o inóculo foi substituído por água destilada esterilizada. Após a inoculação, as plantas permaneceram 48 horas em câmara úmida, fornecida por cobertura plástica.

As avaliações da patogenicidade em pecíolos foram realizadas 15 dias após a inoculação, medindo-se a extensão da lesão (Delp & Milholland, 1980; Igarashi, 1984). Os rizomas foram avaliados 35 dias após a inoculação, quando foram arrancados e cortados longitudinalmente, adotando-se uma escala de notas de 1 a 5, baseada na extensão da área afetada pela podridão "chocolate", sendo 1 = plantas sadias; rizoma e sistema radicular sem sintomas; 2 = lesões limitadas a pequenos pontos marrom-avermelhados nos rizomas ou nas raízes; sem murcha; 3 = lesões atingindo até 25% do rizoma; algumas raízes necrosadas; início de murchamento; 4 = lesões em 25 a 50% do rizoma, muitas raízes necrosadas; murcha acentuada; 5 = lesões em mais de 50% do rizoma; sistema radicular necrosado; planta morta ou quase morta.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dentre os 22 isolados de C. fragariae testados observou-se que 10 cresceram em presença de benomyl, mesmo na concentração de 1000 ppm (TABELA 3). Essa freqüência pode ser considerada alta, correspondendo a quase metade da população em estudo. Por outro lado, os demais 12 isolados só se desenvolveram a 1 ppm, não apresentando crescimento a partir de 10 ppm, sendo considerados sensíveis.

Verifica-se que desde 1989, no município de Piedade, já ocorria resistência ao benomyl, tendo em vista os resultados apresentados pelo isolado Cf-1 (TABELAS 1, 3 e 4 ). Essa resistência possivelmente resultou da alta pressão de seleção exercida pelas aplicações freqüentes de benomyl nos morangais daquela região, fato este já relatado por Martinez et al. (1962) e comentado por Igarashi (1984). Esse autor verificou que um isolado de fruto, provavelmente C. acutatum, em virtude das características apresentadas coincidirem com as descrições de Simmonds (1965); Baxter et al. (1983); Maas (1984); Walker et al. (1991); Gunnell & Gubler (1992), foi resistente a benomyl, enquanto que outro, obtido de lesões de "chocolate" (C. fragariae), comportou-se como sensível. Esses resultados foram atribuídos ao pouco acúmulo de benomyl nos rizomas, ficando o patógeno sujeito a baixa pressão de seleção. Em conseqüência disso, o aparecimento de resistência em C. fragariae foi retardado. Com o uso intensivo de benomyl, e as poucas opções de controle químico, a expectativa era de que o patógeno se tornasse resistente com o passar do tempo (Remiro & Kimati, 1974; Edgington et al. 1980; Gullino et al. 1985; Chatrath, 1993), fato este confirmado no presente trabalho.

Confrontando as TABELAS 1, 3 e 4 , pode-se observar que a freqüência de isolados resistentes era baixa até outubro de 1994. A partir desta época, sete isolados obtidos em Atibaia, em diferentes propriedades, foram resistentes. Essa ocorrência de resistência já era esperada, pois do mesmo modo que em Piedade, o benomyl vem sendo empregado intensivamente na região de Atibaia desde 1969 (Pessanha et al. 1970), havendo relatos de resistência de M. fragariae ao produto a partir de 1973, quatro anos após o seu uso ter sido iniciado (Remiro & Kimati, 1974). Pela TABELA 3 verifica-se também, que já em 1990, o isolado Cf-4, procedente de Atibaia, comportou-se como resistente ao benomyl.

Os isolados de C. fragariae coletados em Monte Alegre do Sul em 1994 (Cf-7 a Cf-13) foram sensíveis ao benomyl a partir de 10 ppm (TABELAS 3 e 4 ). O isolado Cf-3, no entanto, obtido em 1990, no mesmo local, foi resistente até 100 ppm. Esse fato provavelmente ocorreu em virtude do isolado Cf-3 proceder de lavoura comercial, com uso intensivo de benomyl, muitas vezes com dosagem acima da recomendada, enquanto que os demais foram coletados na Estação Experimental do IAC, que utiliza os fungicidas de maneira mais racional e com muito menor freqüência.

As taxas de crescimento micelial, apresentadas pelos diferentes isolados de C. fragariae em ausência de benomyl, variou de 11,0 a 13,6 mm/dia, não havendo relação entre esses valores e a resistência a benomyl (TABELA 3). Os isolados sensíveis cresceram desde 11,7 a 13,5 mm/dia, enquanto para os resistentes, esses valores foram de 11,0 a 13,6 mm/dia.

Os dados apresentados na TABELA 4 indicam que houve variação entre os isolados C. fragariae quanto às porcentagens de inibição do crescimento micelial na presença das concentrações de benomyl testadas. Verifica-se que os isolados Cf-1, Cf-4, Cf-19 e Cf-20 foram os mais resistentes. As porcentagens de inibição do crescimento dos isolados Cf-1 e Cf-4, obtidos em 1989 e 1990, em Piedade e Atibaia, respectivamente, situou-se abaixo de 80% a 500 e 1000 ppm. Tendo em vista que essas concentrações são freqüentemente usadas na cultura do morango (Howard, 1971; Remiro & Kimati, 1974; Igarashi, 1984; Gullino et al. 1985; Machado, 1985), evidencia-se que a pressão de seleção sobre o patógeno já havia resultado no aparecimento de formas resistentes desde aquela época, o que explica a gradativa perda de eficiência do produto.

Todos os 22 isolados de C. acutatum testados foram resistentes ao benomyl em até 1000 ppm, conforme mostram as TABELAS 5 e 6, confirmando relatos anteriores de Igarashi (1984) e Fancelli & Kimati (1991). Na TABELA 5 verifica-se que as taxas de crescimento micelial dos isolados testados, na ausência de benomyl, variaram de 7,9 (Ca-9) a 9,6 (Ca-21), o que está de acordo com as características taxonômicas do fungo (Simmonds, 1965; Baxter et al. 1983; Walker et al. 1991; Gunnell & Gubler, 1992).

Nas TABELAS 4 e 6 pode-se constatar que os isolados de C. acutatum foram muito mais resistentes ao benomyl do que os de C. fragariae, alguns deles apresentando ED50 (concentração do produto suficiente para reduzir em 50% o crescimento micelial) nas faixas de 1 ppm e 10 ppm.

Não foi verificada relação entre a resistência ao benomyl e a patogenicidade dos isolados de C. fragariae testados em pecíolos e rizomas da cultivar IAC-Campinas (TABELA 7). Todos provocaram lesões maiores que 1 cm em mais de 80% dos pecíolos, 15 dias após a inoculação. Nos rizomas, a severidade dos sintomas variou de 3,6 a 4,7, na escala de notas de 1 a 5.

Recebido para publicação em 16.12.96

Aceito para publicação em 25.04.97

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    03 Fev 1999
  • Data do Fascículo
    Set 1997

Histórico

  • Recebido
    16 Dez 1996
  • Aceito
    25 Abr 1997
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