Capacidade de dispersão deTrichogramma pretiosum riley, 1879 para controle de Helicoverpa zea (Boddie, 1850) em milho

Dispersion capacity of Trichogramma pretiosum riley, 1879 for controlling Helicoverpa zea (Boddie, 1850) in corn

Resumos

Estudou-se, em duas localidades do Estado de São Paulo, a capacidade de dispersão de Trichogramma pretiosum Riley, 1879 na cultura do milho, em relação a ovos de Helicoverpa zea (Boddie, 1850). A dispersão de T. pretiosum, 36 horas após a liberação, foi de 80 a 102 m². Ocorreu uma relação inversa entre parasitismo e predação natural por insetos, nas duas localidades estudadas. Em função dos resultados obtidos, determinou-se que a liberação dos parasitóides, para controle de H. zea, deve ser feita em 100 pontos/ha.

Trichogramma pretiosum; capacidade de dispersão; milho; Helicoverpa zea; controle biológico; Zea mays


The dispersion capacity of Tríchogramma pretiosum Riley, 1879 in relation to Helicoverpa zea (Boddie, 1850) eggs was studied in corn, in two regions, in the State of São Paulo. The dispersion capacity of T. pretiosum 36 hours after release ranged from 80 to 102 m² and an inverse relationship between parasitism and predation occurred for H. zea eggs for both localities studied. The results obtained indicate that releases for controlling H. zea should be made at 100 points/ha.

Trichogramma pretiosum; dispersion capacity; corn; Helicoverpa zea; biological control; Zea mays


FITOTECNIA

Capacidade de dispersão deTrichogramma pretiosum riley, 1879 para controle de Helicoverpa zea (Boddie, 1850) em milho1 1 Parte do trabalho de tese do primeiro autor apresentado à ESALQ/USP, para obtenção do título do Doutor em Ciências.

Dispersion capacity of Trichogramma pretiosum riley, 1879 for controlling Helicoverpa zea (Boddie, 1850) in corn

L.A. Nogueira de SáI; J.R.P. ParraII; S. Silveira NetoII

ICentro Nacional de Pesquisas de Defensivos Agrícolas/EMBRAPA, C.P. 69, CEP:13820-000 - Jaguariúna,SP

IIDepartamento de Entomologia da ESALQ/USP, C.P. 9 - CEP:13418-900-Piracicaba,SP

RESUMO

Estudou-se, em duas localidades do Estado de São Paulo, a capacidade de dispersão de Trichogramma pretiosum Riley, 1879 na cultura do milho, em relação a ovos de Helicoverpa zea (Boddie, 1850). A dispersão de T. pretiosum, 36 horas após a liberação, foi de 80 a 102 m2. Ocorreu uma relação inversa entre parasitismo e predação natural por insetos, nas duas localidades estudadas. Em função dos resultados obtidos, determinou-se que a liberação dos parasitóides, para controle de H. zea, deve ser feita em 100 pontos/ha.

Descritores:Trichogramma pretiosum, capacidade de dispersão, milho, Helicoverpa zea, controle biológico, Zea mays.

ABSTRACT

The dispersion capacity of Tríchogramma pretiosum Riley, 1879 in relation to Helicoverpa zea (Boddie, 1850) eggs was studied in corn, in two regions, in the State of São Paulo. The dispersion capacity of T. pretiosum 36 hours after release ranged from 80 to 102 m2 and an inverse relationship between parasitism and predation occurred for H. zea eggs for both localities studied. The results obtained indicate that releases for controlling H. zea should be made at 100 points/ha.

Key Words:Trichogramma pretiosum, dispersion capacity, corn, Helicoverpa zea, biological control, Zea mays.

INTRODUÇÃO

O conhecimento da capacidade de dispersão de um parasitóide é fundamental para se determinar o número de pontos de liberação, por unidade de área, pois deste número depende a maior ou menor eficiência de controle. Assim, KANOUR JÚNIOR & BURBUTIS (1984) verificaram que o parasitismo de Trichogramma nubilale na primeira e na segunda gerações de ovos de Ostrinia nubilalis, variou de 41 a 27%, e que estas taxas de parasitismo decresceram com o aumento da distância do ponto de liberação do parasitóide. Também para Trichogramma maidis, BIGLER et al. (1988) observaram este mesmo comportamento.

O número de pontos de liberação de Trichogramma em milho comercial é variável de 30 pontos/ha na China (HUFFAKER, 1977) a 80 pontos na Alemanha (NEUFFER, 1982).

O objetivo do presente trabalho foi determinar a capacidade de dispersão de Trichogramma pretiosum Riley, 1879 em relação a ovos de Helicoverpa zea (Boddie, 1850) em cultura de milho, conduzida em duas localidades do Estado de São Paulo.

MATERIAL E MÉTODOS

Para determinar o raio efetivo de ação de Trichogramma pretiosum Riley, 1879 (linhagem 8 da coleção de Trichogramma do Departamento de Entomologia da ESALQ/USP) foram demarcados três círculos concêntricos com raios de 5, 10 e 15 m, em campos de milho, cultivares C505 e AG405, em Santo Antônio de Posse - SP e Piracicaba -SP, respectivamente. O primeiro círculo teve raio de 5 m em relação ao ponto central de liberação de T. pretiosum e constou de 8 pontos de infestação com ovos de H. zea. O círculo de 10 m de diâmetro eqüivaleu a três vezes a área do círculo de raio 5 m, correspondendo a 24 pontos de infestação. O círculo de 15 m equivaleu a 5 vezes a área do primeiro círculo, comportando 40 pontos de infestação (Figura 1). Foi demarcada uma área testemunha (900 m2) a 50 m de distância da parte externa do maior círculo.

Nos dois locais de estudo, foram feitas infestações artificiais de ovos de H. zea, obtidos da criação estoque do Laboratório de Biologia do Departamento de Entomologia da ESALQ, em dieta artificial à base de feijão, levedura e germe-de-trigo (BURTON, 1969). Utilizaram-se pequenos retângulos de tecido do tipo "filó" contendo, cada um deles, cerca de 60 ovos.

Estes ovos foram distribuídos em pontos pré-fixados, em número proporcional à área ocupada (Figura 1). Em Piracicaba, os retângulos de filó foram fixados na região do estilo-estigma através de uma haste de arame revestida com cola do tipo "sticky" (Figura 2). Em Santo Antônio de Posse, o "filó" contendo os ovos foi preso às folhas com alfinete sem uso da haste de arame.

O parasitóide foi liberado (cerca de 4.200 adultos) 30 minutos após a infestação artificial, sendo o parasitismo permitido por 36 horas. Após este período, as telas de filó, contendo os ovos, foram coletadas e conduzidas ao laboratório para determinação das porcentagens de parasitismo e predação. Em Santo Antônio de Posse, foram realizadas três infestações artificiais e três liberações de T. pretiosum a intervalos de 15 dias. Em Piracicaba foi feita apenas uma liberação de T. pretiosum.

A porcentagem de predação foi calculada através da seguinte fórmula:

Onde:

I - Total de ovos da infestação artificial;

F - Total de ovos recolhidos do campo após a liberação.

As médias das porcentagens de parasitismo e predação foram comparadas pelo teste "t" ao nível de 1 % de probabilidade.

Foram calculadas a distância média de dispersão (DM) e a distância (m2) de dispersão (s2) pelo modelo de POOLE (1974) para os dois experimentos. Foram calculados o modelo matemático e os coeficientes de correlação (r) e determinação (r2).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se que o parasitismo foi bastante elevado em Piracicaba, considerando-se o período de tempo que os ovos de Helicoverpa zea (Boddie, 1850) permaneceram no campo (36 h). Entretanto, a eficiência do parasitismo decresceu a partir de 5 m do ponto de liberação (TABELA 1). Em Santo Antônio de Posse houve a mesma tendência, ou seja, diminuição de parasitismo a partir de 5 m do ponto de liberação. Houve correlação inversa, para ambos os locais, entre porcentagem de parasitismo e predação, a qual foi alta e devida, principalmente, a coccinelídeos, crisopídeos e forficulídeos (TABELA 1). Baseando-se no modelo de POOLE (1974), a distância média de dispersão para Santo Antônio de Posse e Piracicaba, variou de 6,31 e 9,36 m, respectivamente. Assim, a área de dispersão do parasitóide correspondeu, para as duas localidades, a 80 e 102 m2, respectivamente (TABELA 2).

Houve uma correlação negativa para ambos os locais, entre distância do ponto de liberação e parasitismo, ou seja, ocorreu diminuição no número de ovos parasitados, à medida que se aumentou a distância do ponto de liberação (TABELA 2 e Figura 3). Resultados semelhantes foram obtidos por BIGLER et al. (1988) para Ostrinia nubilalis e Trichogramma maidis, e por KANOUR JÚNIOR & BURBUTIS (1984) para Trichogramma nubilale, na cultura do milho.

O raio de dispersão de T. pretiosum (linhagem 8) observado neste trabalho (6,31 a 9,36 m) mostrou-se próximo ao obtido em milho doce por NEUFFER (1982) (10 a 14 m) e por VAN SCHELT & RAVENSBERG (1991) (10 m) em milho comercial. VAN DEN BERG et al. (1987) verificaram, em pomares cítricos, um parasitismo concentrado em um raio de 15 m para Trichogramma cryptophlebiae. Em cana-de-açúcar, LOPES et al. (1989) verificaram um raio efetivo de ação de 10 m para Trichogramma galloi. Estas variações de valores são normais, desde que os fatores que governam a dispersão de parasitóides são complexos, envolvendo aspectos bióticos e abióticos (GOODENOUGH & WITZ, 1985), incluin-do temperatura, umidade, orvalho, chuva, luz, vento, tamanho do hospedeiro, idade e raça do parasitóide. Como os resultados da pesquisa mostraram um raio efetivo de ação ao redor de 10 m, sugere-se que as liberações de T. pretiosum em milho, devam ser feitas em 100 pontos/ha, para uma distribuição homogênea em toda área.

Embora na literatura seja recomendado um número menor de pontos de liberação em milho, ou seja, entre 30 e 80 pontos (HUFFAKER, 1977; NEUFFER, 1982; BIGLER & BRUNETTI, 1986), RAVENSBERG & BERGER (1988) propuseram 100 pontos de liberação, para milho doce. Desta forma, sugerem-se pesquisas comparativas neste sentido.

A elevada predação natural verificada em Santo Antônio de Posse (87,13%)(Tabela 1) sugere que a avaliação da porcentagem de parasitismo seja feita no máximo 36 horas após a liberação do parasitóide.

Esta alta porcentagem de predação embora comum (LOPES, 1988), pode ter sido influenciada pela metodologia da infestação artificial de ovos de H. zea, utilizada na presente pesquisa para Santo Antônio de Posse.

Assim, em Piracicaba utilizando-se metodologia diferente, não mais colocando-se os ovos diretamente sobre o milho (o filó com a postura era fixado com alfinete) e sim, através de pequenos retângulos de "filó", contendo os ovos suportados por uma haste de arame revestida por uma fina camada de "sticky" (Figura 2), obteve-se uma predação bem menor (TABELA 1).

Entretanto, é conveniente salientar que as variações podem também ter ocorrido devido à diferença de localidades e variedades de milho utilizadas. Esta variação pôde ser verificada pela própria porcentagem de parasitismo da testemunha que oscilou de 1 a 9% em ambas localidades.

CONCLUSÕES

1. A capacidade de dispersão de T. pretiosum com relação a ovos de H. zea, em 36 horas, corresponde a uma área de 80 a 102 m2;

2. A liberação de T. pretiosum para controle de H. zea, deve ser realizada em 100 pontos/ha;

3. Para as duas localidades estudadas há uma relação inversa entre parasitismo e predação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Trabalho enviado para publicação em 03.12.92

Trabalho aceito para publicação em 02.03.93

  • BIGLER, F.; BRUNETTI, R. Biological control of Ostrinia nubilalis Hbn. by Trichogramma maidis Pint, et Voeg. on corn for seed production in southern Switzerland. Journal of Applied Entomology, Hamburg, v.102, p.303-338, 1986.
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  • VAN SCHELT, J.; RAVENSBERG, WJ. Some aspects on the storage and application of Trichogramma maidis in corn. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON TRICHOGRAMMA AND OTHER EGG PARASITOIDS, 3., 1990, San Antonio. Paris: INRA, 1991. p.239-242. (Les Colloques de 1'INRA, 56).

  • 1
    Parte do trabalho de tese do primeiro autor apresentado à ESALQ/USP, para obtenção do título do Doutor em Ciências.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    10 Ago 2005
  • Data do Fascículo
    Set 1993

Histórico

  • Recebido
    03 Dez 1992
  • Aceito
    02 Mar 1993
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