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Catatonia maligna responsiva a baixas doses de lorazepam: relato de caso

Diego Fernando Moreira Matias Sabrina de Mello Ando Rachel Riera Aécio Flávio Teixeira de Góis Sobre os autores

Resumo

CONTEXTO:

A catatonia pode ser dividida em não maligna ou maligna. A maligna se caracteriza pela instabilidade autonômica, exibindo febre elevada, taquicardia e hipertensão, além de ser considerada um subtipo fulminante e rapidamente progressivo.

RELATO DE CASO:

Este artigo relata um caso de catatonia maligna em paciente de 43 anos, com transtornos psiquiátricos há três anos. A paciente estava estável, mantendo o mutismo, a imobilidade e as anormalidades autonômicas. Foi introduzido lorazepam, via oral, 1 mg de oito em oito horas, e em algumas horas, a paciente ficou afebril. Em dois dias, já estava respondendo a comandos verbais.

CONCLUSÕES:

Intervenção precoce com lorazepam preveniu a evolução desta paciente para um desfecho fatal. Portanto, este relato de caso mostrou que o diagnóstico e a intervenção precoces reduziram a ocorrência de desfechos graves e irreversíveis.

PALAVRAS-CHAVE:
Catatonia; Benzodiazepinas; Lorazepam; Transtorno depressivo; Relatos de casos.

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