| E17 2011 - Alemanha33 |
Inserção da sonda sob orientação radiológica ou endoscópica. |
A colocação precoce de um tubo de alimentação durante cirurgia abdominal apresentou-se benéfica em pacientes com trauma com lesão intracraniana grave. |
| E18 2010 - China34 |
Inserção “às cegas” e paciente em posição semi-fowler; aplicação de fórmula corrigida para medir até onde a sonda será inserida. |
A fórmula corrigida da distância nariz-lóbulo da orelha-processo xifoide como um método preciso para determinar o comprimento de inserção da sonda nasogástrica. |
| E19 2010 - Holanda35 |
A manobra SORT (posicionamento do paciente, orientação NGT, rotação contralateral e movimento de torção) versus método de pressão lateral de flexão do pescoço (NFLP). |
A manobra SORT tem uma alta taxa de sucesso. Portanto, este método pode ser executado, mas ainda não há consenso em relação a uma abordagem padrão. |
| E20 2005 - EUA36 |
Técnica convencional, congelamento da sonda e manobra reversa de Sellick. |
A inserção de sonda nasogástrica usando a manobra reversa de Sellick mostra a maior taxa de sucesso e menos eventos adversos entre os três métodos comparados em pacientes adultos anestesiados e intubados. |
| E5 2017 - Turquia21 |
Inserção “às cegas”, cabeça posicionada lateralmente, assistência de tubo traqueal como “guia” introdutor e auxílio de videolaringoscópio em pacientes adultos anestesiados e intubados. |
O uso de videolaringoscópio e tubo traqueal durante a inserção de sonda comparado com a convencional aumentou a taxa de sucesso e reduziu a dobradura da sonda, além de reduzir o sangramento da mucosa. |
| E6 2017 - Itália22 |
Medição ponta do nariz-lóbulo da orelha-processo xifoide/Exame ultrassonográfico. |
A ultrassonografia apresenta-se eficaz na verificação do correto posicionamento da sonda. |
| E7 2016 - Malásia23 |
Visibilização guiada pelo laringoscópio GlideScope® versus laringoscópio MacIntosh. |
O uso do GlideScope® para facilitar a inserção de sonda nasogástrica foi comparável ao uso do laringoscópio MacIntosh quanto à taxa de sucesso de inserção e às complicações. |
| E8 2016 - Japão24 |
Fluoroscopia. |
A inserção da sonda por fluoroscopia foi bem-sucedida na descompressão gástrica, auxiliando na nutrição até a confecção de uma gastrostomia endoscópica percutânea. |
| E9 2015 - Holanda25 |
Paciente em posição supina. Inserção de tubo de alimentação pós-pilórica via transmissor eletromagnético e endoscopia em pacientes cirúrgicos. |
Técnicas eficazes para inserção de tubo de alimentação nasoenteral. Necessita-se de mais estudos científicos para fortalecer as evidências. |
| E10 2015 - Turquia26 |
Exame ultrassonográfico/cabeça na posição supina. |
A passagem da sonda com auxílio deste método pode ser usada como adjuvante. |
| E11 2015 - China27 |
Colocação de tubo nasojejunal guiado por ultrassom à beira do leito versus inserção “às cegas” à beira do leito. |
A colocação do tubo nasal jejunal guiada por ultrassom é melhor do que o método cego. |
| E12 2013 - Índia28 |
Inserção “às cegas” com flexão do pescoço, identificação da cartilagem cricoide (20 cm de tudo inserido), e inserção de aproximadamente 50 cm da sonda nasogástrica. |
Técnica fácil e útil para a inserção em pacientes intubados inconscientes. Não altera as respostas vitais nem aumenta a pressão intracraniana como na laringoscopia. |
| E13 2013 - Taiwan29 |
Inserção convencional, flexão do pescoço com pressão lateral e levantamento da cartilagem cricoide. |
A flexão do pescoço com pressão lateral e levantamento da cartilagem cricoide são confiáveis para a inserção da sonda sem o uso de outros instrumentos. |
| E14 2012 - Taiwan30 |
Inserção da sonda com a cabeça na posição supina versus inserção com o auxílio de um estilete de intubação “Rusch” amarrado nas pontas por um nó. |
O método guiado por estilete de intubação “Rusch” é confiável, com uma alta taxa de sucesso em pacientes anestesiados e intubados. |
| E15 2011 - EUA31 |
Inserção de um tubo de alimentação jejunal eletromagneticamente ou endoscopicamente. |
A colocação do tubo eletromagneticamente foi tão rápida, segura e bem-sucedida quanto o endoscópico. |
| E16 2011 - EUA32 |
Inserção de tubo de alimentação transpilórica usando técnica cega convencional com ajuda de um dispositivo eletromagnético não invasivo. |
A inserção mediante dispositivo eletromagnético não invasivo aumenta significativamente o tempo necessário para a colocação. |
| E17 2011 - Alemanha33 |
Inserção de tubo de alimentação mediante endoscopia transnasal. |
O procedimento é seguro e confiável, possuindo boa taxa de sucesso. Complicações como sangramento são raras. |
| E18 2010 - China34 |
Pacientes em posição supina. Inserção mediante fibra de endoscópio óptico. Concomitante, uma tecnologia eletromagnética é utilizada. A imagem é visualizada à medida que o tubo é introduzido. |
A colocação guiada por tecnologia eletromagnética à beira do leito é tão rápida, segura e bem-sucedida quanto a colocação endoscópica. Pode ser considerada a técnica preferida em pacientes críticos. |
| E19 2010 - Holanda35 |
Paciente em posição supina. O estilete é inserido dentro da sonda e permite a visualização da sua posição e caminho percorrido. |
O procedimento foi considerado viável e seguro, podendo ser utilizado em pacientes gravemente enfermos. |
| E20 2005 - EUA36 |
Procedimento “às cegas”. Posição semirreclinada, com a cabeça levemente inclinada para trás. |
A sonda nasojejunal especificamente projetada apresentou maior eficácia na colocação transpilórica após o ligamento de Treitz, quando comparada à sonda nasogástrica em pacientes com traumatismo craniano grave. |
| E21 2005 - EUA37 |
Inserção endoscópica de SNE com um endoscópio de tubo ultrafino de 5,1 mm e mediante técnica fluoroscópica. |
O sucesso da colocação da SNE com um endoscópio transnasal ultrafino é equivalente à fluoroscopia. |
| E22 2005 - EUA38 |
Técnica padrão, técnica padrão com insuflação gástrica e técnica padrão com o uso de eritromicina pré-inserção. |
A maioria dos tubos de alimentação pode ser colocada em crianças gravemente doentes na primeira ou segunda tentativa, independentemente da técnica usada. |
| E23 2004 - EUA39 |
Colocação endoscópica vs. fluoroscópica de tubos de alimentação pós-pilóricos em pacientes gravemente enfermos. |
Não há nenhuma diferença significativa em relação à taxa de sucesso ou tempo de colocação via endoscópio e fluoroscópica de tubos de alimentação pós-pilóricos. |
| E24 2000 - EUA40 |
Os pacientes foram randomizados para grupo A (fluoroscopia) ou grupo B (inserção às cegas). |
Os pacientes intubados ou traqueostomizados devem colocar tubos nasoentéricos de alimentação com a orientação de fluoroscopia. |
| E25 2000 - EUA41 |
Insuflação gástrica como um complemento à colocação de tubos de alimentação no intestino delgado. E inserção através das narinas sem auxílio de método adjuvante. |
A insuflação gástrica permite a rápida colocação de tubos de alimentação no intestino delgado com menos tentativas, em comparação com uma técnica de inserção padrão em crianças. |