| Mora Pinzon M, et al., 20199 |
29 idosos latinos /17% |
Instituição comunitária |
Sessões educativas em grupo, com discussões sobre estratégias de prevenção de quedas. |
oito/ seis meses |
Ensaio clínico randomizado (ECR) de braço único |
Escala de Risco Comportamental de Quedas (RcQ); Timed Up and Go (TUG); Adoção de comportamentos de proteção individual. |
Em seis meses: houve melhora significativa da média de RcQ (p<0,001); No TUG, não houve melhora (p=0,07); 57,9% continuaram fazendo exercícios, 94% adotaram estratégias de caminhada mais seguras e 67% executaram pelo menos uma recomendação de segurança em casa. |
| Hill, et al., 201518 |
3.606 idosos/ nenhuma |
Hospital |
Acompanhamento personalizado sobre prevenção dos riscos de quedas, com uso de vídeos (DVD) e folhetos para registro de metas. |
três a cinco/ 12,5 meses |
Cuidados usuais |
Auditoria de notificação de casos de quedas do hospital. |
Houve menos quedas (p=0,003) e quedas com lesões (p=0,06) no GI. |
| Potter, et al., 201419 |
132 pacientes com câncer/ 42% |
Hospital |
Orientações sobre prevenção de quedas por vídeo e folheto informativo. Entrega de cópia do vídeo em DVD para ser exibido no domicílio, após a alta. |
Livre/ três meses |
Vídeo padrão do hospital e folheto informativo |
Calendário de registro de quedas; Questionário de percepção sobre riscos de queda (FRAQ); Escala de Risco de Queda Percebida. |
Melhora na Escala de Risco de Queda Percebida (p <0,01); Não houve diferenças nos escores do FRAQ entre os grupos de estudo (p=0,49); GI apresentou maior probabilidade de relatar episódios de quedas com lesões (p<0,05) e realizar mudanças no domicílio (p<0,05). |
| Taylor et al., 201720 |
22 idosos/ 8,3% |
Domicílio |
Educação personalizada sobre prevenção de quedas no domicílio, com simulação do risco ambiental identificado e orientações práticas para corrigi-lo. |
três / seis meses |
Educação generalizada sobre riscos de quedas |
Escala de confiança e equilíbrio; Observação com base em formulários criados pelos autores. |
Melhor escore na Escala de confiança, com as recomendações ambientais personalizadas (p<0,05); Diferença significativa na média de adesão aos cuidados preventivos com a educação personalizada (69%) em comparação com generalizada (37%). |
| Harper et al., 201721 |
412 idosos/ 8,2% |
Hospital |
Intervenção educativa breve com discussão individual sobre risco de queda. |
uma/ seis meses |
Cuidados usuais |
Triagem de risco de queda; Capacidade funcional; Autorrelato sobre ocorrência de queda; Registros hospitalares. |
Ocorreram quedas em ambos os grupos durante o acompanhamento (OR 0,81, IC95% 0,53 - 1,25, p=0,34); GI teve menos internações hospitalares (p=0,002) e melhora da função física (p=0,007). |
| Park et al., 201910 |
124 idosos/ 29% |
Instituição de Longa Permanência |
Educação em grupo e individual sobre estabelecimento de metas, papel do cuidador e do enfermeiro. Demonstrações de estratégias de prevenção por meio de vídeos. |
seis / seis meses |
Cuidados usuais |
Escala de Queda de Morse; Números de notificação de quedas por 1.000 pacientes/dia. |
Menor taxa de quedas no GI; Número de quedas por 1.000 pacientes/ dia passou de 3,38 antes da intervenção para 1,69 após três meses (p=0,044) e diminuiu de 3,26 para 0,76 após 6 meses de intervenção (p =0,049). |
| Troncoso et al., 201911 |
154 idosos/ 16,8% |
Domicílio |
Visita domiciliar personalizada sobre prevenção de quedas, com plano de gerenciamento do risco de quedas e acompanhamento telefônico. |
cinco / cinco meses |
Cuidados usuais |
Percepção subjetiva do risco de quedas; Calendário para registro de quedas. |
Houve diferença nas médias de percepção do risco associado à deambulação (GI=13,83 e CG=12,40) e presença de objetos ou móveis (GI=4,31 e CG=2,64); No GI, 7,9% sofreram pelo menos queda no período de cinco meses e no GC 27,7% caíram (p=0,004). |
| Ang et al., 201122 |
1.822 pacientes adultos/ nenhuma |
Hospital |
Sessão educacional, com intervenções de acordo com os fatores de risco dos participantes; Primeiro, identificava-se o risco específico de quedas e, em seguida, eram fornecidas estratégias para reduzir o risco específico do paciente. |
uma / oito meses |
Cuidados usuais |
Incidência de quedas no hospital. |
As taxas de incidência de queda foram 1,5% (IC 95% 0,9-2,6) no GC e 0,4% (IC 95% 0,2-1,1) no GI. |
| Barker et al., 201923 |
523 idosos/ 17,7% |
Domicílio |
Programa educativo com avaliação de risco de queda domiciliar; Orientações por telefone, coaching, estabelecimento de metas e suporte para gerenciamento de fatores de risco com base em evidências. |
três a quatro / dois meses |
Cuidados usuais |
Taxas de hospitalização; Ocorrência de fraturas; Qualidade de vida e mortes por pessoa/ano, durante o período de estudo de 12 meses. |
Não houve diferença nas lesões por queda (p=0,374); A taxa de fraturas foi significativamente menor no GI (p=0,03); Não houve diferenças significativas em outros resultados secundários entre os grupos. |
| Naseri et al., 201924 |
390 idosos/ 25% |
Hospital |
Intervenção educativa com discussão individual e personalizada com uso de folhetos e vídeos; Formulação de metas para cuidados pós-alta, com base nas preferências do paciente. |
uma sessão presencial e três reforços telefônicos/ seis meses |
Cuidados usuais |
Recebimento de assistência formal ou informal para auxiliar nos cuidados com o paciente; Índice de Katz; Escala de Lawton e Brody; Prática de exercícios. |
Não houve diferença no engajamento na prevenção de quedas (p=0,3); Os níveis de dependência dos participantes permaneceram altos no seguimento; A proporção de todos os participantes que se exercitaram após a alta hospitalar aumentou 30% (p=0,05). |
| Hill et al., 201125 |
1206 idosos/ 87% |
Hospital |
GI 1 - educação individual com programa multimídia autodirigido sobre prevenção de quedas composto por DVD e uma apostila escrita; GI 2 - programa educacional completo, com pacote educacional multimídia e acompanhamento adicional de um profissional de saúde. |
uma / seis meses |
Cuidados usuais |
Ocorrência de quedas por seis meses após a alta. |
GC teve as menores taxas de quedas (3,62 / 1.000 pessoas-dia), em comparação com o grupo somente com materiais (5,36 / 1.000 pessoas-dia) ou o grupo de programa completo (4,40 / 1.000 pessoas-dia). |
| Hill et al., 201926 |
390 idosos/ 2% |
Hospital |
Educação individualizada, com materiais impressos e vídeo com informações sobre quedas e a prevenção específica para o período pós-alta. |
sete/ seis meses |
Cuidados usuais + programa de educação sobre aspectos do envelhecimento positivo. |
Taxa de quedas nos seis meses após a alta hospitalar; Taxa de quedas prejudiciais e proporção de participantes que sofreram uma ou mais quedas nesse período; |
Não houve diferenças nas taxas de quedas entre GC e GI (5,9/ 1.000 pacientes/dia), nos seis meses após a alta hospitalar; 164 participantes caíram, 79 caíram uma vez (GI=43; GC=36), 46 caíram duas vezes (GI=26; GC=20) e 39 caíram mais de duas vezes (GI=22; GC=17). |
| Schepens et al., 201227 |
68 idosos/ 22% |
Domicílio |
GI 1 - apresentação de vinhetas, com situações cotidianas especificas, narradas em primeira pessoa e que incluía riscos de quedas; GI 2 - a mesma intervenção do GI 1 foi realizada incluindo estabelecimento de metas e estratégias para prevenção de quedas. |
uma / Um mês |
Nenhuma intervenção |
Identificação de situações com riscos de queda, durante o pré-teste e pós-teste. |
O número de riscos de queda identificadas no pós-teste foi significativamente maior do que o número identificado no pré-teste para o GI 1 (p=0,004), GI 2 (p=0,002), mas não para o GC (p=0,96); O GI 1 identificou mais riscos de queda do que o GC (p=0,029), assim como o GI 2 (p=0,007). |
| Hill et al., 201328 |
50 idosos/ 4% |
Hospital |
Entrega de materiais escritos e em vídeo, seguidos por sessões de discussão individualizada, com o educador ao lado do paciente. |
duas sessões e um reforço telefônico/ Um mês |
Cuidados usuais |
Envolvimento em estratégias de prevenção de quedas no mês após a alta; Autopercepção de risco e conhecimento sobre estratégias de prevenção de quedas após a alta hospitalar. |
GI foi significativamente mais experiente, confiante e motivado para se envolver em estratégias de prevenção de quedas, após receber a educação em saúde (p<0,01); Um mês após a alta, 87,5% participantes do GI concordaram que os níveis de conhecimento aumentaram (p=0,01). |
| Ueda et al., 201729 |
60 idosos/ 13,3% |
Domicílio |
Educação individualizada direcionada à modificação de hábitos, conforme os riscos individuais; Orientações sobre exercícios. |
uma / Um mês |
Intervenção sobre exercícios para prevenção de quedas |
Ocorrência de quedas registradas pelo paciente em calendário fornecido pelo pesquisador. |
Nenhuma queda ocorreu no GI (n=25), durante o acompanhamento; Dois participantes (7,7%) caíram no GC (n=26); O GI teve 75% menos quedas do que o GC. |
| Kuhlens- chmidt et al., 201630 |
91 pacientes adultos/ nenhuma |
Hospital |
Aplicação de vídeo desenvolvido pelo pesquisador; Educação com folheto impresso sobre riscos de queda;Discussão com a enfermeira da pesquisa. |
uma / Não informado |
Folheto de educação padrão do hospital |
Risco percebido de quedas e disposição para pedir ajuda. |
Houve diferença na proporção de pacientes que se perceberam em alto risco para quedas pré e pós-intervenção (p=0,01); Nenhuma mudança foi verificada na confiança ou vontade de pedir ajuda no grupo de intervenção. |