| Salama, Jamal, Rotimi, 2016.12
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; preferência pela veia subclávia; e higiene das mãos antes de inserir o cateter. • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC. |
2 anos |
26% |
| Sacks et al., 2014.14
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; preferência pela veia subclávia; uso do ultrassom para guiar a inserção do cateter; e higiene das mãos antes de inserir o CVC.Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC. |
1 ano |
68% |
| Kim, Holtom, Vigen, 2011.17
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; substituir o CVC inserido sem técnicas assépticas em até 48 horas; preferência pela veia subclávia; evitar inserção na femoral; e uso do ultrassom para guiar a inserção do cateter. • Outras: treinamento e educação continuada; e feedback dos resultados. |
3 anos |
70% |
| Longmate et al., 2011.18
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; preferência pela veia subclávia; evitar inserção na femoral; e remoção imediata do CVC sem indicação clínica. • Manutenção: desinfecção do hub antes de administrar medicamentos; higiene das mãos antes de manipular o CVC; troca de curativos; monitorar o local de inserção; e assepsia da pele ao trocar o curativo. |
1 ano |
100% |
| Burden et al., 2012.19
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; e remoção do CVC sem indicação clínica para seu uso. • Outras: treinamento e educação continuada. |
4 anos |
61% |
| Cherifi et al., 2013.20
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; higiene das mãos antes de inserir o CVC; e evitar inserção na femoral; • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC; desinfecção do hub antes de administrar medicamentos; higiene das mãos antes de manipular o CVC; e troca de curativos. • Outras: feedback dos resultados. |
1 ano |
55% |
| Exline et al., 2013.21
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; preferência pela veia subclávia; substituir o CVC inserido sem técnicas assépticas em até 48 horas; uso do ultrassom para guiar a inserção do CVC; e remoção imediata do CVC sem indicação clínica. • Outras: feedback dos resultados. |
3 anos |
81% |
| Hocking, Pirret, 2013.22
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; preferência pela veia subclávia; e higiene das mãos antes de inserir o CVC. • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC; monitorar o local de inserção; e desinfecção do hub antes de administrar medicamentos. |
3 anos |
75% |
| Hammarskjöld et al., 2014.23
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; CVC impregnado com antibiótico; deixar o antisséptico secar antes de inserir; e designar apenas profissionais qualificados para inserir o CVC. |
3 anos |
91% |
| Klintworth et al., 2014.24
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; remoção imediata do CVC sem indicação clínica; evitar veia femoral; higiene das mãos antes de inserir o CVC; e designar apenas profissionais qualificados para inserir o cateter e CVC impregnado com antibiótico. • Outras: treinamento e educação continuada; e feedback dos resultados. |
2 anos |
60% |
| Tang et al., 2014.25
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; higiene das mãos antes de inserir o CVC; e evitar inserção na femoral. • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC; desinfecção do hub; higiene das mãos antes de manipular o CVC; e troca de curativos. • Outras: treinamento; e educação continuada. |
10 meses |
61% |
| Mazi et al., 2014.26
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• Inserção: remoção imediata do CVC sem indicação clínica; e higiene das mãos antes de inserir o CVC. • Outras: treinamento e educação continuada. |
1 ano |
61% |
| Allen et al., 2014.27
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; higiene das mãos antes de inserir o CVC; e preferência pela veia subclávia. • Outras: treinamento e educação continuada |
4 anos |
85% |
| Thom et al., 2014.28
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; higiene das mãos antes de inserir o CVC; evitar inserção na femoral; e remoção imediata do CVC sem indicação clínica. • Outras: treinamento e educação continuada; e feedback dos resultados. |
4 anos |
70% |
| Menegueti et al., 2015.29
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; e higiene das mãos antes de inserir o CVC. • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC; troca de curativos; e monitorar o local de inserção. • Outras: treinamento e educação continuada. |
3 anos |
45% |
| Entesari-Tatafi et al., 2015.30
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• Inserção: barreira máxima de precaução; assepsia da pele; e deixar o antisséptico secar antes de inserir o cateter. • Manutenção: verificar a necessidade de permanência do CVC; monitorar o local de inserção; desinfecção do hub antes de administrar medicamentos; e assepsia da pele ao trocar o curativo. • Outras: treinamento e educação continuada. |
10 anos |
77% |