(Atualizado: 16/04/2020)

Sobre o periódico

 

Informações básicas

 

A Revista Bioética é uma publicação científica idealizada pelo Cvvonselho Federal de Medicina (CFM) cujo objetivo é fomentar a discussão interdisciplinar e plural de temas de bioética e ética médica, voltando-se à formação acadêmica e ao aperfeiçoamento constante dos profissionais de saúde. Sua linha editorial, bem como a composição e atuação do Corpo Editorial, são completamente independentes da plenária do CFM. Os autores são responsáveis pelas informações divulgadas nos artigos, que não expressam, necessariamente, a posição oficial do CFM.

Com tiragem quadrimestral de 10.000 exemplares distribuídos gratuitamente, a Revista Bioética pode também ser acessada, na íntegra, no site do CFM e no SciELO, em português, inglês e espanhol bem como na Biblioteca Virtual. A versão impressa, neste último idioma, é distribuída gratuitamente aos conselhos federais de especialidades da área da saúde, conselhos regionais de medicina, associações médicas, grupos de pesquisa em ética, bioética e direitos humanos, cadastrados no CNPq, cursos latu e stricto sensu de bioética, às bibliotecas de todas as universidades brasileiras, e demais interessados que solicitam o envio do periódico impresso.

Habitualmente, assume a função de editor da Revista Bioética a 2º secretária da diretoria do CFM, cargo atualmente ocupado pela dra. Tatiana Bragança de Azevedo Della Giustina. Também realiza a função de editor científico o colaborador honorífico dr. Rui Nunes e editora assistente dra. Natália Oliva Teles. Responde pela secretaria executiva do periódico a esp. em Bioética Vanessa de Santana, e pela secretária administrativa Lorna Weil; a normalização bibliográfica fica sob a responsabilidade das bibliotecárias Eliane Medeiros e Rameque Beserra.

Os demais serviços indispensáveis à produção do periódico são terceirizados a empresas contratadas, por meio de licitação de pregão eletrônico, e coordenados pela equipe editorial do CFM.

Histórico
Editada pelo CFM desde 1993, a Revista Bioética é pioneira em sua especialidade no Brasil. Por ser a primeira publicação pioneira no campo da Bioética em nosso país, a Revista Bioética é reconhecida pelos estudiosos e pesquisadores como o principal veículo para divulgação de seus trabalhos. Por ter sido indexada na base de dados de Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde - Lilacs, nos anos seguintes à sua criação, consolidou-se como veículo de divulgação da reflexão bioética no Brasil.

Nos últimos anos a Revista Bioética publicou centenas artigos científicos além dos editoriais e diversas matérias nas diferentes seções que faziam parte de seu formato, em etapa anterior à reestruturação do periódico ocorrida em meados de 2007. A página eletrônica da revista vem registrando crescimento contínuo desde sua reformulação em junho de 2009.

O progressivo aumento na quantidade de trabalhos recebidos de alunos e orientadores dos programas de especialização, mestrado e doutorado em Bioética também atesta a importância da Revista Bioética para estudiosos e pesquisadores. Concorre para isso o fato do periódico concentrar como avaliadores de artigos a maior quantidade de especialistas com formação específica nesse campo de estudos, dentre os demais títulos publicados na área das Ciências da Saúde. Dessa forma, Revista Bioética fomenta a imprescindível atualização das temáticas desse campo do saber junto aos programas de pós-graduação surgidos na última década.

A formação em bioética dos editores e integrantes do Corpo Editorial, essencial à compreensão plena dos trabalhos na avaliação pelos pares, revela seu grau de importância quando se pensa na defasagem que de certo modo “estigmatizou” a concepção do que seja esse campo de estudo, ainda em vigor entre os que a ele não se dedicam exclusivamente. O afluxo desses trabalhos à Revista Bioética denota não apenas a confiança dos autores quanto à compreensão de suas ideias pelos editores e Corpo Editorial, mas também a expectativa de alcançar um público leitor afeito (e interessado) no tipo de reflexão por ela proporcionado.

Por fim, com pertinência à especificidade de ter sido pioneira no campo, é essencial assinalar que é a única publicação que registra o histórico da reflexão bioética brasileira.

A análise detalhada do material editado revela a progressiva construção de padrões autóctones que marcam nossa inserção no cenário mundial da disciplina. Para refletir o estado da arte de nossa bioética (sem perder, logicamente, a conexão com o panorama internacional), os editores e o Corpo Editorial da Revista Bioética buscam, a partir da citada reestruturação do periódico em 2007, fazer uma publicação atual, cujos artigos expressem os interesses de nosso público. Assim, cada fascículo busca considerar a pluralidade dos mesmos, que agregam as múltiplas perspectivas das áreas da Saúde e Ciências Sociais, bem como as de cunho humanístico (filosófica, jurídica e teológica), diversidade que espelha o locus no qual se situa a publicação - a interdisciplinaridade -, além de contemplar os trabalhos destinados ao aprofundamento epistemológico da própria bioética.

O título abreviado do periódico é Rev. bioet.(Impr.)., que deve ser usado em bibliografias, notas de rodapé, referências e legendas bibliográficas.

 

 

Fontes de indexação

 
  • Base de Dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe de Informações em Saúde – LILACS
  • Latindex
  • Indice de Revistas Latinoamericanas en Ciencias – Periódica
  • Sumários de Revistas Brasileiras –Sumários.org
  • EBSCOhost Online Research Databases
  • DRJI - Directory of Research Journals Indexing
  • ReadCube
  • Redalyc – Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal.
 

 

Propriedade intelectual

 

Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons do tipo atribuição BY.

 

 

Patrocinadores

 

A publicação não cobra aos autores pela submissão ou edição de manuscritos nem recebe financiamento externo. É inteiramente custeada pelo seu publicador, o Conselho Federal de Medicina (CFM).

 

 

Conselho Federal de Medicina
SGAS 915 lote 72 CEP 70390150. Brasília/DF, Brasil.
http://portal.cfm.org.br/
bioetica@portalmedico.org.br

 

 


fim /app/opac/webapp/../../data/pages/bioet/paboutj.htm inicio /app/opac/webapp/../../data/pages/bioet/pedboard.htm

Corpo Editorial

 

Editores

 

Editora:  Tatiana Bragança de Azevedo Della Giustina, médica, especialista em otorrinolaringologia. Perita judiciária concursada e aposentada do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Segunda Diretora de Defesa Profissional da Associação Gaúcha de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Secretária da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícia Médica Regional do Rio Grande do Sul e membro colaboradora da Defesa Profissional da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Segunda Secretária do Conselho Federal de Medicina.
tatiana.giustina@portalmedico.org.br

Editor científico:  Rui Nunes, médico, doutor em medicina na área da Bioética. Consultor da carreira médica hospitalar. Professor Catedrático de Sociologia Médica e Diretor do Departamento de Ciências Sociais e Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Coordenador do Curso de Doutorado em Bioética (FMUP/CFM), do Curso de Mestrado em Cuidados Paliativos, do Curso de Pós-Graduação em Gestão e Administração Hospitalar e do Curso de Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação Social.
ruinunes@med.up.pt

Editora assistente:  Natália Oliva Teles, bióloga, doutora em Bioética na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Docente voluntária da FMUP, no Departamento de Ciências Sociais e Saúde. Assessora Superior no Centro de Genética Médica Doutor Jacinto de Magalhães/Centro Hospitalar do Porto, EPE. Membro do Comité de Ética do Departamento de Ciências Sociais e Saúde da FMUP. Editora especializada da Revista Científica Trimestral “Nascer e Crescer”, do Centro Hospitalar do Porto, EPE, com a rúbrica “Perspetivas Atuais em Bioética”.
natalia.oteles1@gmail.com

 

 

Corpo editorial

 
  • Ana Maria Tapajós Ministério da Saúde, Brasília/DF, Brasil.
  • Antônio Carlos Mendes Faculdade de Direito da PUC, São Paulo/SP, Brasil.
  • Antônio Macena de Figueiredo Hospital Universitário Antonio Pedro, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói/RJ, Brasil.
  • Arnaldo Pineschi de Azeredo Coutinho Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Comissão de Bioética; Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Departamento de Bioética; Sociedade de Bioética do Rio de Janeiro (SBRio), Rio de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Corina Bontempo Duca de Freitas Secretaria de Saúde do Distrito Federal/Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde, Brasília/DF, Brasil.
  • Daniel Piedra Herrera Academia de Ciencias de Cuba, La habana, Cuba.
  • Délio José Kipper Comitê de Bioética do Hospital São Lucas e da Faculdade de Medicina da PUC/RS, Porto Alegre/RS, Brasil.
  • Derrick Aarons The Caribbean Public Health Agency (CARPHA), Port of Spain, Trinidad & Tobago.
  • Diaulas Costa Ribeiro Universidade Católica de Brasília, União Educacional do Planalto Central (Uniplac/Faciplac) e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Brasília/DF, Brasil.
  • Dirceu Bartolomeu Greco Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte/MG, Brasil.
  • Fermin Roland Schramm Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional do Câncer (Inca), Rio de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Gabriel Oselka Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), São Paulo/SP, Brasil.
  • Gerson Zafalon Martins Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Curitiba/PR, Brasil.
  • Henk Ten Have Center for Healthcare Ethics, Duquesne University, Pittsburgh, USA.
  • Jaime Alberto Escobar Triana Universidad El Bosque, Bogotá, Colombia.
  • José Eduardo de Siqueira Universidade Estadual de Londrina (UEL), International Association of Bioethics, Londrina/PR, Brasil.
  • José Roberto Goldim Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS), Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Porto Alegre/RS, Brasil.
  • José Ramón Acosta Sariego Programa de la Organización Mundial de la Salud (OMS) Y LA Universidad de Chile, Santiago, Chile.
  • Juan Carlos Tealdi Hospital de Clínicas da Universidade de Buenos Aires, Associação de Bioética e Direitos Humanos (Bio&Sur) e Secretaria de Direitos Humanos da Argentina, Buenos Aires/CF, Argentina.
  • Krikor Boyaciyan Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Câmara Técnica de Saúde da Mulher do Cremesp, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Academia de Medicina de São Paulo (AMSP), São Paulo/SP, Brasil.
  • Lourdes Quicutis Sánchez Departamento de Filosofia, Facultad de Ciencias Médicas Victoria De Girón, La habana, Cuba.
  • Lucília Nunes Instituto Politécnico de Setúbal, Escola Superior de Saúde, Almada, Portugal.
  • Luís Roberto Cardoso de Oliveira Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Brasília (UnB), Brasília/DF, Brasil.
  • Luiz Roberto Londres Clínica São Vicente, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Marcia Mocellin Raymundo Unidade de Assuntos Regulatórios de Pesquisa (UARP) do Serviço de Bioética do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre/RS, Brasil.
  • Marcio Fabri dos Anjos Programa de pós-graduação stricto sensu em Bioética do Centro Universitário São Camilo, São Paulo/SP, Brasil.
  • María Casado Universidade de Barcelona (UB), Observatório de Bioética e Direito e Cátedra Unesco de Bioética (UB), Comité de Bioética de España, Comisión Nacional para el uso forense del ADN, IberoNetwork International Association of Bioethics, Comité de Bioética de Cataluña, Barcelona/CT, Espanha.
  • María Luisa Pfeiffer Programa de Bioética del Hospital de Clínicas de la Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires/CF, Argentina.
  • Mário César Scheffer Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), São Paulo/SP, Brasil.
  • Mário Roberto Hirschheimer Departamentos de Bioética da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Câmara Técnica de Pediatria do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, São Paulo/SP, Brasil
  • Marlene Braz Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Mauro Machado do Prado Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia/GO, Brasil.
  • Mayana Zatz Universidade de São Paulo (USP), São Paulo/SP, Brasil.
  • Miguel Kfouri Neto Tribunal de Justiça do Paraná, Escola de Magistratura do Paraná e Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro Jacarezinho, Curitiba/PR, Brasil.
  • Miguel Kottow Escuela de Salud Pública, Facultad de Medicina, Universidad de Chile. Rede Latino-Americana e do Caribe de Bioética da Unesco (Redbioética), Santiago, Chile.
  • Natan Monsores de Sá Universidade de Brasília (UnB), Brasília/DF, Brasil.
  • Nelson Grisard Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/SC, Brasil.
  • Nilza Maria Diniz Universidade Estadual de Londrina (UEL), Secretaria Executiva da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep/MS), SBB, Londrina/PR, Brasil.
  • Nuria Homedes University of Texas School of Public Health El Paso/Texas, USA.
  • Raquel E. Ferreira Dodge Procuradoria Regional da República, Brasília/DF, Brasil.
  • Reinaldo Ayer de Oliveira Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina da USP e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.
  • Rita Leal Paixão Instituto Biomédico, Universidade Federal Fluminense (UFF), Rido de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Roberto Luiz d’Avila Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Conselho Federal de Medicina, Florianópolis/SC, Brasil.
  • Rosely Maria Zancopé Oliveira Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.
  • Rui Nunes Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), Kennedy Institute of Ethics (EUA), Hastings Center (EUA), Biopolitics International Organization (Greece), Academia Portuguesa de Medicina e International Society on Priorities in Health Care (UK), Porto, Portugal.
  • Salvador Dario Bergel Faculdade de Direito e Cátedra Unesco de Bioética, ambas na Universidade de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.
  • Simônides Bacelar Hospital Universitário da Universidade de Brasília, Centro de Pediatria Cirúrgica, Brasília/DF, Brasil.
  • Sueli Gandolfi Dallari Universidade de São Paulo (USP), São Paulo/SP, Brasil.
 

 

Produção editorial

 
  • Copidesque/revisor – Pedro Barros/Tikinet Ltda.

  • Tradução e revisão –Tikinet Edição LTDA - EPP

  • Normalização bibliográfica – Eliane M. Medeiros e Silva – CRB 1ª região/1678, Rameque Beserra Antunes de Figueiredo – CRB 1ª Região/2653

  • Secretária Executiva – Vanessa de Santana Sertão
  • Secretária administrativa - Lorna Weil

  • Editoração eletrônica – Tikinet Ltda.
  • Gráfica – Danielle Cavichiolo/Gráfica e Editora Posigraf.
  • Versão XML – Caboverde Tecnologia e Serviços Ltda.
 

 


fim /app/opac/webapp/../../data/pages/bioet/pedboard.htm inicio /app/opac/webapp/../../data/pages/bioet/pinstruc.htm

Instruções aos autores

 

Normas editoriais

 

A Revista Bioética é uma publicação científica em acesso aberto que disponibiliza na íntegra em português, espanhol e inglês, artigos de bioética e ética médica aprovados em sistema duplo cego. Idealizada pelo Conselho Federal de Medicina para fomentar a discussão multidisciplinar e plural, volta-se à formação acadêmica e ao aperfeiçoamento constante dos profissionais de saúde. Sua linha editorial, composição e a atuação do Corpo Editorial, são completamente independentes da plenária do CFM. Os autores são responsáveis pelas informações divulgadas nos artigos, que não expressam, necessariamente, a posição oficial do CFM.

Critérios para aceitação de trabalhos

A Revista Bioética não cobra pela submissão, edição ou publicação de manuscritos. Serão aceitos, apenas em versão online, manuscritos inéditos de natureza conceitual, documental, resultantes de pesquisa ou experiências no campo da bioética ou ética médica, e revisões críticas relacionadas a essas temáticas. Todos os manuscritos serão submetidos ao escrutínio dos editores, do Corpo Editorial e de pareceristas ad hoc em sistema duplo cego e devem receber dois pareceres de aprovação.

A Revista Bioética recusará manuscritos que contrariem os Princípios Fundamentais da Constituição brasileira e, em específico, os artigos 1º; 3º; e 4º que garantem os direitos humanos e o repúdio ao racismo.

Após recebido, o manuscrito é conferido quanto ao tamanho do texto (máximo de 6.000 palavras) e do resumo (até 150 palavras), bem como formatado e verificado quanto à originalidade no programa de plágio Plagius (Detector de Plágio Professional). Os resultados apontados pelo programa são criteriosamente analisados para  verificar se as indicações referem-se a citações ou a cópias indevidas. Nesta fase são também conferidas as referências, conferindo se estão completas, corretamente numeradas e apresentadas no Estilo Vancouver, em conformidade com as normas editoriais – que podem ser encontradas no site http://revistabioetica.cfm.org.br, em português, inglês e espanhol. São observados também adequação à linha editorial, aspectos ortográficos e gramaticais, e conferidas as palavras-chave no banco dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS). O manuscrito retornará aos autores para ajustes e estes terão 15 dias para realizá-los, pois caso contrário o trabalho será retirado da pauta editorial.

Se a quantidade ou característica das alterações identificadas forem consideradas significativas, o manuscrito poderá ser recusado com orientação de possível reapresentação, mediante o cumprimento das especificações indicadas. Se nesta etapa não for necessário realizar nenhuma alteração, após o recebimento da versão retificada pelos autores, inicia-se a fase seguinte do processo editorial.

Nesta etapa os pareceristas – integrantes do Corpo Editorial e avaliadores ad hoc –  têm 15 dias para informar se poderão avaliar o trabalho. Caso os inicialmente designados não possam realizar esta tarefa voluntária no prazo estipulado, serão selecionados, dentre os colaboradores cadastrados, outros avaliadores e reiniciado o processo de solicitação de parecer. Quando três avaliadores aceitarem a incumbência cada um deles terá 15 dias para emitir o parecer.

Os critérios considerados nas avaliações são: conteúdo, enquadramento à linha editorial, originalidade das ideias apresentadas, atualidade, clareza do texto, adequação da linguagem, relevância das informações, coerência e lógica conceitual e metodológica. Além desses aspectos, são analisados o título, o resumo, a indicação e o nome das partes do manuscrito, a indicação dos objetivos, o método, a apresentação de resultados, a discussão e as considerações finais. São verificadas ainda as referências, considerando sua adequação e atualização.

O critério para seleção dos pareceristas busca contemplar a mais ampla diversidade analítica possível, em consonância com a interdisciplinaridade do campo da bioética. Cada artigo é enviado para avaliador com formação na área específica do trabalho (especialidades da saúde e biologia, direito, filosofia, ciências sociais etc.), para outro que estude ou já tenha discutido o tema (iniquidades em saúde, direitos humanos, aborto, distanásia, genética, ética em pesquisa etc.) e, ainda, para bioeticista com formação lato ou stricto sensu em bioética para avaliar a utilização de conceitos e categorias éticas. Para a aprovação final, pode ser necessária nova adequação ou reformulação de partes do artigo, título ou referências, conforme recomendado no parecer sumulado, ao qual os autores deverão responder em até 20 dias.

Em qualquer etapa os editores reservam-se o direito de promover alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical nos textos, com vistas a manter o padrão culto da língua e a melhor compreensão dos artigos, respeitando, porém, o estilo dos autores. Caso os autores decidam pela não publicação do manuscrito, após a edição inicial, a versão editada pela Revista Bioética pertencerá à mesma, não podendo ser enviada a outro periódico. A versão final copidescada, com revisão ortográfica e gramatical será submetida aos autores para aprovação. Entretanto, a revisão final do artigo diagramado nos três idiomas bem como as provas de gráfica não serão enviadas aos autores, assim como a tradução dos artigos para o inglês e o espanhol, publicados online no site da revista e no SciELO.

Requisitos para apresentação de trabalhos

  • Serão aceitos manuscritos inéditos, em português, espanhol ou inglês. Trabalhos publicados em repositório institucional não são considerados inéditos.
  • Em cada idioma, devem ser seguidas as regras ortográficas correntes.
  • Os trabalhos apresentados devem ser postados na página da Revista Bioética no link: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/about/submissions#onlineSubmissions em formato Rich Format Text (RTF) do Word.
  • Não serão aceitos – em hipótese alguma – trabalhos em formato PDF.
  • Poderão ser retirados após a submissão os manuscritos nos quais se identificar o uso do recurso “controle de alterações”.
  •  Os trabalhos não podem ter sido encaminhados concomitantemente a outros periódicos.
  • As opiniões e os conceitos apresentados nos artigos, a procedência e a exatidão das citações são de responsabilidade dos autores.
  • Serão sumariamente recusados manuscritos que reproduzirem na totalidade ou em partes, sem a devida referência, trabalhos de outros autores, bem como artigo, ou parte substancial deste, já publicado pelo próprio autor.

Identificação de artigos

  • Os manuscritos devem ser acompanhados por folha inicial que deve trazer o título do artigo, o nome completo do autor, sua maior titulação acadêmica, endereço eletrônico, vinculação institucional, considerando programa, departamento e faculdade (no caso de estudantes e professores) além de cidade, estado, país, e o Orcid de cada autor.
  • Como item separado, informar o nome completo do primeiro autor, o endereço postal, que será publicado no rodapé da página inicial dos artigos. Deve ser enviado também o número de telefone (que não será publicado) e utilizado exclusivamente para troca de informações com a equipe editorial em caráter de urgência. Pede-se ainda o endereço eletrônico de todos os autores e Orcid, que também serão publicados.
  • Caso o primeiro autor não seja o responsável pelo contato com os demais autores acerca de revisões até a aprovação final do trabalho, especificar nome, telefone e endereço eletrônico do responsável.
  • As colaborações individuais de cada autor na elaboração do manuscrito devem ser especificadas ao final.
  • Caso o trabalho tenha sido anteriormente submetido a outro periódico e não publicado, deve-se identificar o referido veículo e, se necessário, comprovar que o trabalho não será publicado naquele periódico.

Formatação de artigos

  • Os artigos devem ser formatados em tamanho de página A4, fonte Calibri, tamanho 10, espaço 1,5, margens de 2,5, em alinhamento justificado.
  • Os títulos devem ser destacados em verde e escritos na forma corrente, ou seja, somente são grafados em maiúscula a primeira letra da sentença e os nomes próprios. Não deve haver entrada de parágrafo ou qualquer outra marca de formatação que aumente ou diminua a distância entre eles.
  • O texto deverá ter até 6.000 palavras. O limite de palavras não inclui as referências, a identificação do trabalho e os resumos nas três línguas, considerados à parte.
  • Os artigos em português devem trazer um resumo conciso, com no máximo 150 palavras, além de tradução para espanhol e inglês (resumen e abstract).
  • O título também deve ser conciso e explicativo (até 10 palavras), apresentado nos três idiomas.
  • Cada resumo deve ser acompanhado de no mínimo três e no máximo sete palavras-chave, descritoras do conteúdo do trabalho e que possam auxiliar sua indexação múltipla. As palavras-chave devem ser retiradas do banco de Descritores em Ciências da Saúde – DeCS (http://www.bireme.br/php/decsws.php) e listadas ao final dos resumos no idioma original, em espanhol e inglês, grafadas com inicial maiúscula e separadas por ponto.
  • Sugere-se que os textos sejam divididos em seções, com títulos e subtítulos, quando necessário. Cada uma dessas partes ou subpartes deve ser destacada em verde, nunca por numeração progressiva. Para explicitar um subtítulo dentro de um título, deve ser usado o recurso itálico.
  • Quando um autor for citado no corpo do texto, colocar unicamente o número da referência ao final da citação, em fonte sobrescrita, conforme exemplo: Potter 1.
  • Tratados internacionais citados no corpo do texto devem ser grafados em itálico (exemplo: Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ou Declaração de Helsinki).
  • Não serão aceitos trabalhos com notas de rodapé. Toda e qualquer explicação ou consideração deve ser inserida no corpo do texto.

Artigos de pesquisa

  • A publicação de trabalhos de pesquisa envolvendo seres humanos é de responsabilidade dos autores e deve estar em conformidade com as Normas e Diretrizes para Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (Resolução CNS 466/12), Resolução CNS 510/16 sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais cujos procedimentos metodológicos envolvam a utilização de dados diretamente obtidos com os participantes ou de informações identificáveis ou que possam acarretar riscos maiores do que os existentes na vida cotidiana. Devem ser considerados ainda os princípios da Declaração de Helsinki da Associação Médica Mundial (1964 e reformulações subsequentes, anteriores a 2008), além de atender à legislação específica do país onde a pesquisa foi desenvolvida.
  • Pesquisas empreendidas no Brasil devem informar o número do parecer de aprovação no Sistema CEP/Conep, além de anexar, na plataforma de submissão, a cópia do parecer de aprovação.
  • A Revista Bioética apoia as políticas de registro de ensaios clínicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Internacional Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), reconhecendo a importância dessas iniciativas para o registro e a divulgação internacional em acesso aberto de informação sobre estudos clínicos. Portanto, só serão aceitos artigos de pesquisa sobre ensaios clínicos que tenham recebido número de identificação em um dos Registros de Ensaios Clínicos validados pelos critérios estabelecidos pela OMS/ICMJE, o qual deve ser apresentado ao final do resumo.
  • A descrição do método de pesquisa deve ser completa e detalhada. É indispensável identificar quais foram os sujeitos de pesquisa, como, onde e quando foi realizado o estudo, quais técnicas de levantamento e análise de dados foram empregadas, incluindo o nome dos programas utilizados e medidas de mensuração adotadas.
  • Quando da aprovação de artigos de pesquisa, os autores devem enviar um termo de responsabilidade referente ao conteúdo do trabalho, atestando, inclusive, a inexistência de conflito de interesse que possa ter influenciado os resultados.

Autorização para publicação

A Revista Bioética considera que a submissão do trabalho à análise dos editores e do Corpo Editorial caracterizam a aceitação para publicação. Quando aceito o artigo, todos os autores devem enviar a autorização para publicação da versão final por meio eletrônico; o principal autor também deve fazê-lo por escrito, na forma de carta, assinada de próprio punho, endereçada à Revista Bioética, conforme modelo enviado pelos editores. Os artigos publicados estarão sob a guarda da Revista Bioética, que deve ser citada em caso de reprodução total ou parcial em qualquer meio de divulgação, impresso ou eletrônico.

Referências

  • As referências, em sua maioria, seguirão as normas propostas pelo Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas, no Estilo Vancouver: http://www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html
  • As referências devem ser indicadas em algarismos arábicos sobrescritos (por exemplo, Potter 2) e numeradas consecutivamente, pela ordem em que forem sendo citadas.
  • Todas as referências devem ser listadas, ao final do artigo, na ordem numérica correspondente.
  • Todas as citações das fontes apresentadas no texto devem fazer parte das referências, incluindo documentos, tratados, reportagens, livros e capítulos de livros.
  • Todas as referências eletrônicas utilizadas também devem informar na lista ao final o link e a data de acesso.  
  • Referências literais, que reproduzem ipsis litteris texto já publicado, devem informar na lista de referências ao final o número de página no original da qual o trecho foi retirado.
  • As referências citadas apenas em quadros ou legendas de figuras devem estar de acordo com a sequência estabelecida.
  • Nas referências, artigos com até seis autores devem informar todos os nomes, conforme exemplo abaixo. Quando esse número for excedido deve-se informar os primeiros seis autores seguidos de et al..
  • Deve-se sempre buscar a referência original que se quer destacar e evitar referência de segunda ordem, ou seja, quando o autor citado está se referindo a outro. Se o apud for inevitável, isso deve ser explicitado no texto. Por exemplo: “Analisando o trabalho de Potter, Pessini 3 descreve...”.
  • Todas as referências devem ser apresentadas de modo correto e completo, conforme os exemplos abaixo. Títulos de livros, local e nome de editoras não devem ser abreviados.
  • Não serão aceitos – em hipótese alguma – artigos com referências feitas por meio de recursos de formatação de programas de edição de texto, como “Controle de alterações”, “Notas de rodapé” e/ou “Notas de fim”.
  • Não serão aceitos artigos com referências em ordem alfabética.
  • A veracidade das informações contidas na lista de referências é de responsabilidade dos autores.

Quadros e ilustrações

Cada artigo só pode ser acompanhado de três quadros, tabelas ou figuras, formatados no corpo do texto, abertos para a revisão e não copiados em formato de imagem ou PDF. Devem ser numerados sequencialmente e indicar a fonte das informações apresentadas na parte inferior. Nos quadros, identificar as medidas estatísticas de variações, como o desvio padrão e o erro padrão da média.

Exemplos de citação de referências

Artigos em periódicos científicos

  • Listar até os seis primeiros autores. Mais de seis, listar os seis primeiros e acrescentar “et al.”.

Garcia ME, Braggio EF, Martins ABK, Goulart LQ, Rubinsky A, César LO et al. Análise de dados dos exames periódicos efetuados nos trabalhadores da Universidade de São Paulo. Rev Med Hosp Univ. 2000;10:28-9.

Tongu MT, Bison SHDF, Souza LB, Scarpi MJ. Aspectos epidemiológicos do traumatismo ocular fechado contuso. Arq Bras Oftalmol. 2001;64:157-61.

Artigo em periódico online
Fortes PAC. A bioética em um mundo em transformação. Rev. bioét. (Impr.) [Internet]. 2011 ago [acesso 22 dez 2011]; 19(2):319-27.Disponível: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/630/657

Artigos de revista
Molven O. O ombudsman do paciente: a experiência norueguesa. Rev Direito Sanit [Internet]. 2007 [acesso 2 out 2017];8(2):105-55. Disponível: https://bit.ly/2KR74dG

Livros
Autores individuais

Martin LM. A ética médica diante do paciente terminal: leitura ético-teológica da relação médico-paciente terminal nos códigos brasileiros de ética médica. Aparecida: Santuário; 1993.

Capítulo de livro
Rego S, Palácios N, Schramm FR. Alocação de recursos na assistência materna-infantil. In: Schramm FR, Braz M, organizadores. Bioética e saúde. Novos tempos para mulheres e crianças?. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2005. p. 81-104. (Coleção Criança, Mulheres e Saúde).

Atas de conferência, congresso e encontro
Relatório Final da 10ª Conferência Nacional de Saúde: 1998 set 2-6; Brasília, Brasil. Brasília: Ministério da Saúde; 1998. [acesso 30 out 2018] Disponível: http://conselho.saude.gov.br/biblioteca/relatorios/relatorio_10.pdf

Outras publicações

Artigo de jornal
Schwartsman H. Hipócrates doidão. Maconha não é remédio, é uma droga psicoativa especialmente complexa. Folha de S. Paulo. colunas e blogs; 15 maio 2018 [acesso 17 maio 2018] Disponível: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2018/05/hipocrates-doidao.shtml

Texto legal – Legislação publicada – NBR 6.028
Brasil. Lei nº 8.974, de 5 de janeiro de 1995. Normas para o uso das técnicas de engenharia genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados. Diário Oficial da União. Brasília, v. 403, nº 5, p. 337-9, 6 jan 1995. Seção 1.

Dicionário e referências semelhantes
Stedman. Dicionário médico. 25ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 1996. Apraxia; p. 91.

Texto clássico
The Winter’s Tale: act 5, scene 1, lines 13-6. The complete works of William Shakespeare. Londres: Rex; 1973.

Material não publicado/aguardando publicação
Livro
Martins-Costa J. A reconstrução do direito privado: reflexos dos princípios constitucionais e dos direitos fundamentais no direito privado. São Paulo: Editora Jabuticaba; (no prelo).

Artigo
Garrafa V. Reflexões bioéticas sobre ciência, saúde e cidadania. Revista Bioética (no prelo).

Material didático
Ibáñez-Novion MA. O ritual do corpo entre os Nacirema. Brasília: Universidade de Brasília; 1998. [Tradução do original de Minner H para uso restrito em sala de aula]. (mimeo)

 

 


fim /app/opac/webapp/../../data/pages/bioet/pinstruc.htm

Conselho Federal de Medicina SGAS 915, lote 72, CEP 70390-150, Tel.: (55 61) 3445-5932, Fax: (55 61) 3346-7384 - Brasília - DF - Brazil
E-mail: bioetica@portalmedico.org.br