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Open-access Revista Ceres

Publicação de: Universidade Federal de Viçosa
Área: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas
Versão impressa ISSN: 0034-737X
Versão on-line ISSN: 2177-3491
Título anterior: Ceres (Viçosa)
Creative Common - by 4.0

SOBRE O PERIÓDICO

 

Breve Histórico

 

Em agosto de 1939, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária do Estado de Minas Gerais (ESAV), hoje Universidade Federal de Viçosa, publicou o primeiro número de "Ceres", nome ampliado para "Revista Ceres", a partir de setembro/outubro de 1944. Seus primeiros diretores foram os professores Nello de Moura Rangel, Geraldo Gonçalves Carneiro, Octavio Drummond, Edgard de Vasconcellos Barros e Arlindo de Paula Gonçalves. Seus mais de 80 anos de existência colocam-na entre as revistas agrícolas científicas mais antigas do país.

Inicialmente, publicava tanto artigos científicos originais como textos de divulgação técnica. Pouco a pouco, foi tornando-se cada vez mais científica e os últimos artigos de divulgação foram publicados em 1959.

A partir de 2008 iniciou-se a disponibilização dos artigos publicados no site www.ceres.ufv.br, em sistema de acesso aberto e irrestrito, não sendo mais necessária a assinatura anual da revista para se ter acesso ao seu conteúdo.

Até 2016 os artigos foram publicados somente em português.  Em 2017 a revista passou a aceitar submissões em português, inglês e espanhol. Aos poucos foi crescendo o número de artigos publicados em língua estrangeira até que, em 2019, a Revista Ceres passou a aceitar submissões somente em inglês e, assim, permanecendo.

 

 

Acesso Aberto

 

Este periódico segue o modelo de Acesso Aberto (Open Access), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.

Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY ), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.

 

 

Conformidade com a Ciência Aberta

 

A ciência aberta é um movimento que integra diversas práticas com o propósito de disponibilizar, de maneira aberta e acessível, o conhecimento científico visando promover a colaboração científica e o compartilhamento de informações em benefício da ciência e da sociedade. Dentre as práticas da Ciência Aberta adotada pela Revista Ceres, estão:

a) Publicação de todos os textos em acesso aberto, utilizando a licença de acesso aberto CC-BY para todos os artigos e a retenção dos direitos autorais (copyright) pelos autores;

b) Adoção da modalidade de publicação contínua a fim de acelerar a comunicação das pesquisas (o artigo é editado e publicado assim que for aprovado, não havendo a necessidade de se aguardar a composição de um número) e incentivo ao depósito do manuscrito em servidores de preprints confiáveis, como o SciELO Preprints, antes ou em paralelo a sua submissão na revista;

c) Adoção do processo de avaliação por pares transparente: os nomes dos editores associados responsáveis pela avaliação são publicados na versão final do manuscrito. Além disso, a Revista Ceres oferece aos autores e revisores a opção de revelar suas identidades. Os autores são incentivados a incluir a autoria e o vínculo institucional na primeira página do artigo e os revisores, por sua vez, são incentivados a tornar o processo de revisão mais transparente, assinando seus pareceres;

d) Requisição da indicação precisa do papel de cada um dos autores (utilizando-se a nomenclatura CRediT) no desenvolvimento da pesquisa e na elaboração do manuscrito;

e) Solicitação de deposição dos dados subjacentes à pesquisa (dados numéricos, fotografias, códigos, métodos e outros materiais oriundos das pesquisas) em repositório de dados confiáveis, de acesso aberto.

Na submissão do artigo, será exigido o envio do Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta preenchido.

 

 

Identificação e Publicação dos Artigos

 

Todos os artigos publicados pela Revista Ceres recebem um número de DOI (Digital Object Identifier). Esse identificador único e permanente assegura a citação correta e facilita o rastreamento dos artigos em bases de dados acadêmicas, garantindo visibilidade e acessibilidade no ambiente digital.

Além disso, a revista segue os Critérios SciELO Brasil para garantir que todos os artigos estejam devidamente indexados e possam ser acessados de forma transparente por pesquisadores e leitores em todo o mundo.

 

 

Ética na Publicação

 

A Revista Ceres segue rigorosos padrões éticos na gestão dos manuscritos no que diz respeito aos autores, revisores e editores. A fim de garantir a integridade no processo de avaliação dos manuscritos, a revista adota e segue as recomendações estabelecidas pelo Committee on Publication Ethics (COPE) no que diz respeito aos padrões éticos e de responsabilidade na pesquisa científica. Recomenda-se que os autores acessem o texto original do COPE para compreenderem suas responsabilidades e compromissos éticos ao submeterem um manuscrito.

A Revista Ceres exige que os manuscritos sejam inéditos, ou seja, não podem ter sido publicados anteriormente em outros periódicos. Além disso, textos, tabelas e figuras devem ser originais, sem reprodução parcial ou integral de material publicado previamente, salvo com a devida citação e autorização, quando necessária. O reconhecimento adequado do trabalho de terceiros deve sempre ser garantido, e as referências devem ser corretamente citadas para situar o estudo dentro do contexto acadêmico mais amplo.

 

 

Foco e Escopo

 

A Revista Ceres é um periódico de fluxo contínuo editado pela Universidade Federal de Viçosa e destina-se à publicação de trabalhos científicos originais, com relevância técnico-científica, resultantes de pesquisas relacionadas às inovações e soluções dos problemas da agropecuária, com ênfase nas pesquisas relacionadas às regiões tropicais.

São aceitos trabalhos nas seguintes áreas: Biotecnologia Vegetal, Biologia Molecular e Genômica; Engenharia Agrícola; Fisiologia e Morfologia Vegetal Aplicadas à Agricultura; Fitossanidade; Melhoramento Vegetal Aplicado à Agricultura; Propagação Vegetativa e Seminífera; Produção Vegetal; e Solos e Nutrição de Plantas.

 

 

Preservação Digital

 

A Revista Ceres segue os padrões definidos em Política de Preservação Digital do Programa SciELO.

 

 

Fontes de Indexação

   

 

Ficha Bibliográfica

 
  • Título do periódico: Revista Ceres
  • Título abreviado: Rev. Ceres
  • Publicação de: Universidade Federal de Viçosa
  • Periodicidade: Anual
  • Modalidade de publicação: Publicação Contínua (PC)
  • Ano de criação do periódico: 1939
 

 

Websites e Mídias Sociais

   

 

Métricas (Ano 2024)

 
  • Qualis capes: B1
  • SJR: 0,237
  • Cite Score: 1.0
  • SNIP: 0.365
 

 

POLÍTICA EDITORIAL

 

Preprints

 

Um preprint é um artigo completo que ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares e publicação em uma revista acadêmica. Os preprints fornecem divulgação antecipada de uma pesquisa, ampliando sua visibilidade, possibilitando a rápida circulação de informações, o recebimento de feedback de outros pesquisadores e o aumento da possibilidade de parcerias acadêmicas. Esses aspectos promovem novas abordagens para produzir, compartilhar e discutir ciência de maneira transparente e colaborativa, contribuindo para uma cultura que se alinha com os princípios da ciência aberta.

Em apoio à Ciência Aberta, a Revista Ceres incentiva os autores a disponibilizarem seus artigos em uma plataforma confiável de publicação de pré-impressões, como o SciELO Preprints.

 

 

Processo de Avaliação por Pares

 

Em conformidade com as práticas da Ciência Aberta, a Revista Ceres incentiva a transparência no processo de tramitação e permite que os autores definam o modelo de avaliação de seu manuscrito. O periódico adota como prática preferencial a avaliação aberta, na qual os autores incluem seus nomes e afiliações institucionais diretamente no arquivo principal do artigo, permitindo a identificação desde o início do processo. 

Contudo, caso os autores prefiram não revelar sua identidade, optando pelo sistema de avaliação por pares duplo-cego, deverão submeter o manuscrito sem qualquer identificação de autoria, enviando os dados e afiliações exclusivamente em uma folha de rosto separada. Em sintonia com essa política, os revisores também podem optar por assinar seus pareceres ou manter o anonimato, enquanto a identificação dos editores associados (nome e ORCID) é obrigatoriamente divulgada durante a tramitação e na versão final publicada.

 

Pré-Avaliação e Análise Técnica

Os artigos encaminhados à Revista Ceres passam por uma pré-avaliação feita por um Editor Técnico quanto ao escopo, a adequação às normas da revista e a verificação de similaridade com outros trabalhos publicados (plágio ou autoplágio). 

O manuscrito que estiver fora do escopo da revista, será rejeitado. Aqueles que precisarem de ajustes em relação às normas, ou necessitarem de reformulações devido a plágio, serão devolvidos aos autores (unsubmitted) para adequação e resubmissão.

Após passar pela análise técnica, o manuscrito será designado a um dos editores da Comissão Editorial, o qual realizará uma seleção preliminar relacionada à contribuição científica do artigo, originalidade, clareza, qualidade da redação e das figuras. Os artigos aprovados nessa análise serão encaminhados ao Editor Associado.

 

Processo de Avaliação e Decisão

O Editor Associado poderá tomar uma decisão imediatamente ou selecionar os revisores para fazerem uma análise mais minuciosa do documento – esta última opção é a mais comum. Nesse trâmite, o artigo será encaminhado a dois ou mais revisores, de instituições de ensino e/ou pesquisa distintas das instituições dos autores. 

Após o recebimento de, no mínimo, dois pareceres, o Editor Associado irá arbitrar sobre os pareceres dos revisores e decidir se o manuscrito será aprovado ou rejeitado. 

Os manuscritos aprovados na primeira rodada são enviados aos autores para serem corrigidos, seguindo as solicitações dos pareceristas e, depois de corrigidos, o manuscrito será reavaliado pelo Editor Associado. 

Uma vez indicado pelo Editor Associado à publicação, o manuscrito seguirá para verificação final da Comissão Editorial, que, em qualquer caso, constituirá a instância decisória máxima para aceitação ou rejeição dos manuscritos.

Quando em desacordo com os pareceres recebidos, os autores poderão enviar justificativas e contra argumentações, que serão cuidadosamente avaliadas e arbitradas pela Comissão Editorial.

 

 

Dados Abertos

 

Em conformidade com o guia para promoção da abertura, transparência e reprodutibilidade das pesquisas publicadas pelos periódicos SciELO, a Revista Ceres solicita que todos os dados gerados durante a execução da pesquisa que originou o manuscrito sejam disponibilizados em um repositório de dados de pesquisa que garanta acessibilidade, preservação e integridade das informações científicas.

Os dados de pesquisa são os conjuntos de informações coletadas, registradas ou geradas durante a condução de um estudo científico e que podem ser compartilhados para permitir sua reutilização por outros pesquisadores. No contexto de repositórios como o SciELO Data, os autores devem depositar os dados complementares à pesquisa, ou seja, aqueles que não foram utilizados diretamente no artigo publicado, mas que ainda possuem valor científico e podem contribuir para novas investigações. Isso pode incluir tabelas brutas de experimentos, transcrições de entrevistas completas, imagens, códigos de programação, scripts de análise, planilhas com dados numéricos, dados gerados por sistemas computacionais e equipamentos, fotografias, mapas, esquemas, textos complementares, entre outros materiais que fundamentaram a pesquisa, mas que não foram apresentados na publicação final. Dessa forma, evita-se a duplicação de informações já disponibilizadas no artigo e se promove a transparência e a reprodutibilidade científica.

Caso haja algum impedimento para a disponibilização dos dados, os autores devem declarar os motivos pelos quais os dados não podem ser divulgados.

A Revista Ceres sugere que os dados sejam depositados no SciELO Data, mas os autores têm a liberdade de escolher outras plataformas igualmente confiáveis. Acesse aqui um tutorial de como depositar os dados no SciELO Data.

Como citar os dados de pesquisa?

Os autores devem citar explicitamente os dados de pesquisa utilizados em seus artigos, tanto no corpo do texto quanto na lista de referências, garantindo a rastreabilidade e o devido reconhecimento dessas informações.

Exemplo de citação no texto:

Os dados utilizados neste estudo foram extraídos do repositório SciELO Data1.
1 indica a posição dessa citação dentro do texto.

Exemplo de como referenciar esta citação na lista de REFERÊNCIAS:

Autores. [dataset]. Ano. Repositório. DOI ou link.

Silva M, Souza H, Oliveira J. [dataset]. 2018. Scielo Data. https://doi.org/10.71252/2177-34912025000000.

Os autores podem consultar o Guia de Citação de Dados de Pesquisa do SciELO para mais detalhes sobre as melhores práticas para citação e referência de dados.

 

 

Cobrança de Taxas

 

A publicação do trabalho implicará o pagamento de uma taxa de R$500,00 (quinhentos reais).

Após as correções da prova tipográfica, o autor correspondente receberá, por e-mail, as instruções para gerar o boleto de pagamento, o qual poderá ser pago por qualquer um dos autores. Depois de quitado o boleto, solicita-se enviar, via e-mail, o comprovante de pagamento para baixa no sistema.

 

 

Política de Ética e Más Condutas, Errata e Retratação

 

A Revista Ceres está comprometida com a integridade acadêmica e científica, garantindo que qualquer alegação de má conduta seja tratada com rigor e imparcialidade. Para isso, adota as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE) para lidar com questões éticas que possam comprometer a reputação da revista e da pesquisa publicada.

Identificação de Más Condutas

A revista considera como má conduta práticas como plágio, autoplágio, pesquisas antiéticas, conflitos de interesse não declarados, questões de autoria e qualquer outro caso que comprometa a integridade do registro acadêmico. Caso seja identificada uma má conduta antes ou após a publicação do artigo, a Comissão Editorial conduzirá uma investigação detalhada, baseada nas diretrizes do COPE.

Retratação, Erratas e Adendos

A Revista Ceres adota as diretrizes estabelecidas pelo SciELO para assegurar a integridade e a transparência na publicação científica. Em consonância com o Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica, a revista compromete-se a corrigir o registro acadêmico sempre que necessário, por meio da publicação de erratas, retratações ou adendos, conforme a natureza da correção.

Erratas são publicadas quando erros significativos são identificados em artigos já publicados, mas que não comprometem a integridade dos dados ou as conclusões do estudo. De acordo com o Guia para o registro, marcação e publicação de Errata, a errata deve ser publicada o mais breve possível, detalhando as correções e mantendo o artigo original acessível, com a errata devidamente vinculada.

Retratações são emitidas quando há evidências de que os resultados de um artigo são inválidos devido à má conduta ou erro honesto. Conforme orientado no Guia para o registro, marcação e publicação de Retratação, a retratação deve ser claramente identificada e vinculada ao artigo original, que permanecerá disponível com a indicação de "ARTIGO RETRATADO" para preservar o registro científico.

Adendos são utilizados para adicionar informações relevantes a um artigo já publicado, que não alteram suas conclusões. Segundo o Guia para o registro, marcação e publicação de Adendo, o adendo deve ser publicado separadamente, com clara referência ao artigo original, garantindo a transparência e a continuidade da comunicação científica.

A Revista Ceres está comprometida em seguir essas diretrizes para manter a confiança na literatura científica e assegurar que todas as correções sejam realizadas de forma transparente e ética.

 

 

Política sobre Conflito de Interesses

 

O conflito de interesses ocorre quando algum fator (financeiro, pessoal, comercial, acadêmico, político, entre outros) afeta o julgamento profissional de um pesquisador ao fazer ou relatar pesquisas. É um conjunto de condições que fazem com que o interesse genuíno pela pesquisa seja afetado por um interesse secundário, o que pode comprometer os resultados da investigação. Assim, o conflito de interesse na publicação de artigos científicos pode ocorrer quando autores, revisores ou editores possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos.

Sendo assim, a Revista Ceres solicita que, ao submeter um manuscrito, os autores explicitem – na seção “Agradecimentos, suporte financeiro de divulgação completa” – conflitos financeiros, ou de qualquer outra natureza, que possam ter influenciado o trabalho. Pesquisas que receberam apoio financeiro precisam ser informadas em nota de rodapé relacionada ao título do manuscrito. Quando não existe nenhum tipo de conflito de interesse, os autores devem declarar a não existência de potenciais conflitos de interesse na condução da pesquisa e publicação do artigo.

Revisores e editores que identificarem qualquer tipo de conflito de interesse entre eles e os autores, que possa influenciar a análise de qualquer manuscrito (ter sido orientador do autor, ter mantido qualquer relação de colaboração na pesquisa, ter interesse financeiro com o projeto que originou o manuscrito, entre outras possibilidades) deverão declinar do convite de avaliação a fim de tornar o processo de avaliação o mais imparcial possível.

Na eventualidade de editores associados e revisores identificarem conflitos de interesse de autores em artigos nos quais exista a declaração de não existência de conflito de interesses, tais conflitos devem ser informados à Comissão Editorial, a qual fará uma investigação e, confirmado o conflito de interesse, decidirá se o artigo deverá, ou não, ser publicado.

 

 

Adoção de Softwares de Verificação de Similaridade

 

A Revista Ceres adota o CrossRef Similatiry Check para garantir a originalidade dos trabalhos publicados, identificando a similaridade dos manuscritos com textos já divulgados. O plágio assume diversas formas, desde a cópia total ou parcial de obras sem o devido crédito até a paráfrase sem citação da fonte. Além disso, o autoplágio ocorre quando um autor reutiliza trechos de sua própria produção sem referência ao trabalho original. Qualquer forma de plágio constitui um comportamento antiético e inaceitável.

A verificação de similaridade é realizada no momento da submissão do manuscrito, antes da avaliação por pares. Caso seja identificado plágio ou autoplágio em partes do texto, o manuscrito será devolvido ao autor correspondente para que seja reescrito. Se a similaridade for substancial ou envolver o artigo como um todo, o manuscrito será rejeitado.

O armazenamento de manuscritos em plataformas de preprints não configura publicação e, portanto, não é considerado plágio. Os autores são incentivados a depositar seus manuscritos em repositórios de pré-publicação antes ou durante o processo de avaliação. Da mesma forma, artigos derivados de teses de doutorado, dissertações de mestrado ou monografias não são considerados plágio em relação ao texto original.

 

 

Adoção de Softwares Uso de Recursos de Inteligência Artificial

 

A Revista Ceres reconhece o avanço das ferramentas de Inteligência Artificial e seu impacto na comunicação científica. O uso dessas ferramentas deve estar alinhado com boas práticas editoriais e princípios éticos, garantindo transparência e integridade acadêmica.

Autores podem utilizar recursos de IA para auxiliar na preparação, redação, revisão e tradução de seus manuscritos, desde que informem explicitamente seu uso na seção Declaração de uso de Ferramentas de Inteligência Artificial em Redação Científica. Entretanto, apenas humanos podem ser reconhecidos como autores. O uso de IA para geração de conteúdo analítico ou textual sem a devida atribuição é considerado uma falha ética.

Pareceristas são incentivados a utilizar ferramentas de IA para apoiar suas análises, mas devem garantir que qualquer aplicação empregada seja mencionada no parecer e não comprometa a avaliação justa e objetiva.

A ocultação do uso de IA, tanto por autores quanto por editores e pareceristas, viola os princípios de transparência e ética na comunicação científica.

 

 

Questões de Sexo e Gênero

 

A equipe editorial da Revista Ceres, além dos autores que publicam na revista, devem sempre observar as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER ). As diretrizes SAGER compreendem um conjunto de diretrizes que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados.

 

 

Comitê de Ética

 

Os autores devem anexar, na seção Material e Métodos, uma declaração de aprovação do comitê de ética da instituição responsável pela pesquisa, quando aplicável. Esta exigência se aplica a estudos que envolvem seres humanos, animais ou materiais biológicos que demandem aprovação ética, conforme as diretrizes institucionais e regulamentações vigentes. Pesquisas que não se enquadram nesses critérios, como estudos exclusivamente laboratoriais, de campo com plantas, análises estatísticas ou revisões de literatura, não necessitam dessa aprovação.

 

 

Direitos Autorais

 

O conhecimento científico é um bem público e, por isso, a Revista Ceres tem como um de seus objetivos ampliar a visibilidade dos resultados das pesquisas. Assim, seguindo o modelo da Ciência Aberta, a Revista Ceres não se apropria do direito de cópia dos artigos. Os autores dos manuscritos mantêm o direito autoral sob o artigo publicado e o periódico, o direito de primeira publicação.

 

 

Propriedade Intelectual e Termos de Uso

 

Responsabilidade do site:

A Revista Ceres segue o modelo de Ciência Aberta, com o objetivo de ampliar a visibilidade das pesquisas, sem se apropriar do direito de cópia dos artigos. Todo o conteúdo publicado, exceto onde explicitamente identificado, está licenciado sob a Licença Creative Commons (CC-BY) . Essa licença permite uso irrestrito, distribuição e reprodução em qualquer mídia, desde que o trabalho original seja corretamente citado. A Revista Ceres mantém o direito de primeira publicação, garantindo transparência e o acesso irrestrito à produção científica.

 

Responsabilidade do autor:

Os autores são responsáveis pelo conteúdo publicado na Revista Ceres e detêm os direitos autorais sobre seus trabalhos, licenciando-os sob a Licença Creative Commons Attribution BY 4.0 (CC-BY) , o que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos livremente, desde que o trabalho original seja devidamente citado. Ao submeter um artigo à Revista Ceres, os autores concordam com os termos de publicação, incluindo o respeito aos direitos autorais e à atribuição adequada do trabalho.

 

Política de acesso livre

A Revista Ceres oferece livre acesso ao seu conteúdo, de maneira rápida e segura, via digital. Em consonância com nossos valores, acredita-se que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico a toda comunidade (nacional e internacional) proporciona maior difusão e democratização do conhecimento, resultando em avanços tecnológicos mais rápidos e consistentes.

 

Política de privacidade

A Revista Ceres está comprometida com a proteção da privacidade e a segurança dos dados pessoais de seus autores, revisores e editores. Em conformidade com a Lei nº 13.853/2019 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD), garantimos que todas as informações pessoais coletadas durante o processo editorial, como dados de identificação, comunicação e histórico de submissões, são tratadas de maneira transparente, segura e responsável.

 

 

Patrocinadores e Agências de Fomento

 

Universidade Federal de Viçosa – www.ufv.br

                 

 

CORPO EDITORIAL

 

Editor-Chefe

   

 

Co-Editores

   

Editora Executiva

   

 

Editores Associados

 

Biotecnologia Vegetal, Biologia Molecular e Genômica

 

Engenharia Agrícola

  • Uilson Ricardo Venâncio Aires, Mississippi State University (MSU), Starkville, Mississipi/MS, Estados Unidos. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0911756713926089ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6745-2787

 

Fisiologia e Morfologia Aplicadas à Agricultura

 

Fitossanidade

 

Melhoramento Vegetal aplicado à Agricultura

 

Propagação Vegetativa e Seminífera

 

Produção Vegetal

 

Solos e Nutrição de Plantas

  • Lucas de Carvalho Gomes, Universidade de Aarhus (AU), Viborg, Jutlândia Central, Dinamarca. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7428456156832711,
    ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2105-2470
 

 

Equipe Técnica

 

Estagiária

Anna Carolina de Oliveira Marcolino – Undergraduate Student in Trilingual Executive Secretariat – UFV

Composição e Diagramação

IR Publicações

 

 


INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES

 

Submissões

 

Os trabalhos devem ser submetidos exclusivamente on line acessando-se o site: https://mc04.manuscriptcentral.com/rceres-scielo

 

 

Tipos de Documentos Aceitos

 

A Revista Ceres publica Artigos, Comunicações, Revisões (a convite), Cartas ao Editor e Preprints.

Artigo: Deve relatar um trabalho original completo, em que a reprodutibilidade dos resultados está claramente estabelecida.

Comunicação: Deve relatar resultados conclusivos e não dados preliminares. É um formato alternativo para descrever, de forma mais concisa, resultados parciais de um trabalho mais amplo, ou de relatar resultados conclusivos baseados em um menor volume de dados.

Revisão: Deve reportar, em profundidade, o estado da arte de determinado tema, após convite da Comissão Editorial. Não há limite de páginas.

Carta ao editor: Deve retratar, de forma informal, algum tema técnico-científico de interesse da comunidade de ciências agrárias ou biológicas. Sua publicação fica a critério da Comissão Editorial.

Preprint: Deve seguir as mesmas orientações dos artigos.

 

 

Idioma

 

A Revista Ceres aceita a submissão de artigos somente em língua inglesa. O domínio do inglês padrão também é critério fundamental para a avaliação do artigo. Portanto, sugere-se aos autores que não têm proficiência em Língua Inglesa que enviem o manuscrito a um revisor competente para fazer a revisão do artigo. Os autores que quiserem sugestão de revisores/tradutores devem enviar um e-mail para ceres@ufv.br .

Em caso de um editor associado, ou da comissão editorial, apontar a necessidade de revisão linguística de um manuscrito, essa revisão deverá ser realizada por pessoa ou empresa qualificada e, após a revisão, o autor correspondente deverá encaminhar à revista um certificado atestando a revisão do artigo.

 

 

Autoria

 

Para ser considerado autor de um artigo, o pesquisador precisa ter contribuído de forma significativa para a concepção e/ou desenvolvimento da pesquisa e/ou redação do manuscrito e, obrigatoriamente, para a revisão e aprovação da versão final. Além disso, todos os autores devem possuir registro  ORCID - Connecting Research and Researchers, que deve ser informado no ScholarOne no momento da submissão, pois será incluído na publicação.

Seguindo as recomendações da Ciência Aberta e visando maior transparência no processo de avaliação, a Revista Ceres incentiva os autores a incluírem seus nomes e vínculos institucionais no próprio artigo. No entanto, caso optem por manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada separadamente em uma folha de rosto.

 

 

Mudanças na ordem de autoria, inserções e remoções de coautores

 

Se houver necessidade de modificação na autoria do artigo em fase de avaliação (inclusão ou exclusão de autor, ou alteração na ordem de autoria) o autor correspondente deverá enviar uma solicitação formal, por e-mail, justificando a necessidade dessa alteração. Esse documento deverá ser assinado por todos os autores – incluindo aqueles cujos nomes estão sendo incluídos, removidos ou trocado de posição – e enviado para o e-mail ceres@ufv.br

Somente em circunstâncias excepcionais o Editor considerará a adição, exclusão ou reorganização de autores após a aceitação do manuscrito. Enquanto o Editor considera a solicitação, a publicação do manuscrito ficará suspensa. Caso o manuscrito já tenha sido publicado, quaisquer solicitações aprovadas pelo Editor resultarão em retificação.

 

 

Formatação do texto

 

O texto deve ser digitado em Microsoft Word, justificado, em espaço duplo, fonte Times New Roman, tamanho 12. O formato da página deverá ser A4, com margens de 3 cm. As linhas do texto devem apresentar numeração contínua.

 

 

Tamanho do artigo

 

Os artigos devem ter, no máximo, 25 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas. As comunicações devem ter, no máximo, 15 páginas, incluindo-se as referências, figuras e tabelas.

 

 

Estrutura do artigo e comunicação

 

a. Título

Deverá ter, no máximo, 20 palavras, centralizadas e em negrito. A primeira palavra deverá ser grafada com inicial maiúscula; as demais devem ser gravadas com letras minúsculas, exceto em casos pertinentes (p. ex., nomes científicos; Phaseolus vulgaris). Se necessário, introduzir nota de rodapé, ao seu final, usando algarismo arábico sobrescrito (veja o item rodapé).

b. Autoria

Para atender às recomendações da Ciência Aberta e aumentar a transparência do processo de avaliação, os autores devem incluir seus nomes logo após o título do manuscrito, seguidos de seus respectivos registros ORCID. Contudo, caso prefiram manter o anonimato durante a avaliação, a autoria pode ser enviada em um documento separado (folha de rosto).

Cada nome de autor deve ser seguido por um número arábico sobrescrito, que remeterá a uma nota de rodapé com sua afiliação institucional.

A primeira nota de rodapé deve estar vinculada ao título e conter informações sobre a origem do trabalho (por exemplo, se foi extraído de dissertação ou tese) e as fontes de financiamento. As notas subsequentes devem indicar a afiliação dos autores, seguindo a ordem: instituição, departamento (se houver), cidade, estado (sigla), país e e-mail. Autores vinculados à mesma instituição e ao mesmo departamento devem ser agrupados na mesma nota de rodapé.

O autor correspondente deve ser identificado com um asterisco (*) ao final de seu nome na lista de autores. No rodapé, na última linha, deve-se incluir um asterisco seguido do e-mail do autor correspondente.

Exemplo:
*Corresponding author: maria@ufv.br

c. Resumo

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas, alinhado à esquerda e ter aplicação de negrito. Essa seção deve conter no máximo 200 palavras e ter apenas um parágrafo. O texto deve conter, em linhas gerais, a hipótese, os objetivos, material e métodos utilizados, resultados expressivos alcançados e a conclusão. O texto deve ser iniciado na linha subsequente ao título dessa seção.

d. Palavras-chave

Devem ter um número mínimo de três, e máximo de seis palavras, e devem ser citadas em parágrafo subsequente ao resumo. Devem ser grafadas com inicial minúscula (exceto os nomes científicos) e separadas por ponto e vírgula, sem repetir palavras contidas no título do trabalho.

e. Destaques

Devem ter um número mínimo de três, e máximo de cinco frases, as quais devem indicar as principais contribuições do artigo, sem replicar exatamente as conclusões. Os destaques não devem ultrapassar 85 caracteres, incluindo espaços.

f. Introdução

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A introdução deve ater-se ao problema do trabalho em pauta, situando o leitor quanto à sua importância, hipótese da pesquisa e os objetivos, estando estes últimos claramente expressos ao final da introdução.

g. Material e métodos

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. A seção deve ser redigida com detalhes suficientes para que o trabalho possa ser repetido. A Revista Ceres requer que estejam especificados, no artigo, os procedimentos estatísticos, incluindo: o delineamento utilizado, o número de repetições e a técnica estatística empregada. Quando não houver delineamento, o artigo deve descrever claramente como foi feita a condução da pesquisa, e qual a técnica estatística utilizada para a análise dos dados.

Obs: A seção MATERIAL E MÉTODOS pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados.

h. Resultados e discussão

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. O texto deve ser claro e conciso, apoiado na literatura pertinente. 

RESULTADOS E DISCUSSÃO podem vir na mesma seção, ou em seções separadas e pode conter subseções, indicadas por subtítulos escritos em itálico e negrito, iniciados por letras maiúsculas e centralizados.

i. Conclusões

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. As conclusões devem ser concisas e derivadas dos dados apresentados e discutidos. Cada conclusão deve constituir parágrafo novo.

j. Material Suplementar

Materiais suplementares são informações adicionais que são relevantes para a pesquisa publicada, mas não são essenciais para o entendimento principal do artigo. Esses materiais adicionais são fornecidos para apoiar, detalhar ou expandir a análise apresentada no artigo principal. O material complementar não deve ser citado no texto do artigo. Em seção própria a este fim, ele será indicado com um link para acesso.

Esse material deve conter títulos claros e pode incluir tabelas, gráficos, fotografias, planilhas ou texto adicional que forneça suporte ao conteúdo do artigo.

O material suplementar não é uma seção obrigatória no artigo. Quando enviado pelos autores, ele deverá ser anexado em “suplemental file” e será publicado exatamente como enviado pelo autor, não será diagramado.

A seção MATERIAL SUPLEMENTAR, deverá ser incluída após as conclusões, e conter a seguinte afirmação: “Supplementary data are available at: .…” Após aprovado o artigo, a revista inserirá o link para acesso ao material extra. A formatação do material suplementar (fonte, tamanho da fonte, espaçamento, margem, etc) deve seguir as mesmas normas do artigo.

k. Agradecimentos, suporte financeiro e divulgação completa

O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Os autores devem informar se receberam financiamento ou apoio de instituições de incentivo à pesquisa.

Os autores devem declarar nesta seção se há, ou não, algum conflito de interesse na condução e publicação do trabalho, conforme orientações disponíveis em Conflito de Interesses, em POLÍTICAS EDITORIAIS.

l. Declaração de disponibilidade de dados

 O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas em DADOS ABERTOS, em POLÍTICAS EDITORIAIS.

O texto desta seção deve seguir uma das orientações abaixo, conforme a realidade de cada pesquisa.

  1. declarar que todos os dados oriundos da pesquisa que originou o manuscrito foram disponibilizados em um repositório de dados e informar o nome do repositório e os links de acesso de cada um dos arquivos de dados;
  2. declarar que todos os dados estão contidos no artigo (caso os autores não tenham outros dados senão aqueles utilizados no manuscrito).
  3. declarar o motivo pelo qual os dados não podem ser disponibilizados.

Exemplos de declaração:

i. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi disponibilizado no SciELO Data e pode ser acessado em [URL ou DOI]”.

ii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo está disponível mediante solicitação ao autor correspondente [nome do autor correspondente]. O conjunto de dados não está publicamente disponível devido a [detalhar motivo da restrição, por exemplo, conter informação que compromete a privacidade dos participantes da pesquisa].”

iii. “Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi utilizado neste artigo.”

Os dados disponíveis no repositório poderão ser acessados pelos editores/revisores, no processo de avaliação por pares e, também, por qualquer pessoa que tenha interesse nesses dados a fim de reutilizá-los. Para isso, os arquivos devem ser disponibilizados com a licença CC-BY e devem seguir os princípios FAIR: findable (encontrável), accessible (acessível), interoperable (interoperável) e reusable (reutilizável).

m. Declaração de uso de ferramentas de inteligência artificial em redação científica

O título desta seção deve ser grafado com letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Esta declaração deve seguir as instruções contidas na seção Adoção de software de Inteligência Artificial em POLÍTICAS EDITORIAIS.

Modelo da declaração Uso de Ferramentas de Inteligência Artificial em Redação Científica:


Durante a preparação deste trabalho os autores utilizaram [nome da ferramenta/serviço] para [motivo]. Após utilização dessa ferramenta, os autores revisaram e editaram o conteúdo, conforme necessário, e assumem total responsabilidade pelo conteúdo publicado.

Essa declaração não se aplica ao uso de ferramentas básicas de verificação gramatical, ortográfica, referências, etc. Se não houver nada a divulgar, não há necessidade de adicionar essa declaração.

n. Contribuição dos autores / Contributor Roles Taxonomy (CRediT)

Com o intuito de promover a transparência no processo de publicação e o reconhecimento da participação dos autores na pesquisa, a Revista Ceres solicita que sejam enviadas as contribuições específicas de cada um dos autores no desenvolvimento da pesquisa e elaboração do manuscrito. Para isso, os autores deverão adotar a nomenclatura do sistema de especificação CRediT (Contributor Roles Taxonomy). O autor correspondente é responsável por garantir que as descrições sejam precisas e concordadas por todos os autores. Modelo deste documento disponível aqui .

Caso os autores optem pelo anonimato no processo de avaliação, esta seção deverá ser enviada em um documento Word separado e anexada como 'supplemental file not for review'. Nesse caso, a equipe técnica da revista incorporará essa seção à versão final do artigo antes da publicação.

o. Referências

O título desta seção deve ser escrito com letras maiúsculas e alinhado à esquerda.  A Revista Ceres utiliza o estilo Vancouver para as referências, com o sistema numérico de citação. Clique aqui para acessar um guia para elaboração das referências e aqui para ver um modelo de artigo publicado na Revista Ceres.

 

 

Resumo gráfico

 

O resumo gráfico não é uma seção do artigo e deve ser enviado em um documento separado, anexado como “supplemental file” no momento da submissão.

O resumo gráfico (graphical abstract) é uma representação visual das principais conclusões do artigo. Ele serve para comunicar a ideia principal e as principais descobertas do trabalho de forma clara e concisa. Essa figura deve permitir que os leitores compreendam rapidamente a mensagem principal do artigo, sem precisar ler todo o texto, e ajudar os leitores a identificar mais rapidamente quais artigos são mais relevantes para seus interesses de pesquisa. 

A extensão utilizada no arquivo será TIFF, JPG ou JPEG, e a imagem precisa ter, no mínimo, 300dpi. Ele deverá ser enviado em documento separado, anexado em arquivos suplementares no momento da submissão.

 

 

Encaminhamento de arquivos

 

No ato da submissão os autores deverão enviar os seguintes arquivos:

a. Artigo (com ou sem identificação de autoria)
b. Folha de rosto (necessária apenas se a autoria não estiver no artigo)
c. Contribuição dos autores (apenas se esta seção não estiver no arquivo principal).
d. Resumo gráfico
e. Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta
f. Material suplementar (opcional)

O artigo deve ser enviado como "main document"; a folha de rosto e as contribuições dos autores, como "suplemental file not for review” e o resumo gráfico e o material suplementar, como “suplemental file”.

 

 

Normas para figuras, tabelas e fórmulas

 

As figuras e tabelas devem ser posicionadas após sua chamada no texto. Elas devem ser numeradas com algarismos arábicos e as legendas devem ser posicionadas abaixo das figuras e acima das tabelas.
Figuras e tabelas não devem repetir os mesmos dados. Figuras devem apresentar resolução mínima de 300 dpi, em formato JPG. Toda ilustração que já tenha sido publicada deve conter, abaixo da legenda, dados sobre a fonte (autor, data) de onde foi extraída.

A referência bibliográfica completa relativa à fonte da ilustração deve figurar na seção REFERÊNCIAS.

a. Tabelas

O termo refere-se ao conjunto de dados alfanuméricos ordenados em linhas e colunas. Deve ser construída apenas com linhas horizontais de separação no cabeçalho e ao final da tabela. A legenda da tabela recebe inicialmente o termo “Tabela X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da tabela no artigo. Esse termo é separado do enunciado da tabela por dois pontos e, no texto, a tabela é citada como “Tabela X”. Colunas compostas por números fracionários, devem ser alinhados pela vírgula.

b. Figuras

O termo refere-se a qualquer ilustração constituída ou que apresente linhas e pontos: desenho, fotografia, gráfico, fluxograma, esquema, etc. As legendas recebem inicialmente o termo “Figura X”, onde X é o número (em algarismo arábico) que indica a ordem de apresentação da figura no artigo. Esse termo é separado do enunciado da figura por dois pontos e, no texto, a figura é citada como “figura X”.

c.    fórmulas

As fórmulas devem ser inseridas utilizando-se recurso do próprio word, o microsoft equation. Não aceitamos artigos com equações em formato de imagem.

 

 

Informações Adicionais

 

A Revista Ceres utiliza o Sistema Internacional de Unidades (SI) e a tabela abaixo contém a forma correta de utilização dessas unidades no artigo:

Incorreto

Correto

72 hours

72 h

5 minutes

5 min

3 seconds

3 s

10 liters

10 L

20 ml

20 mL

3 tons

3 Mg

25°C

25 °C

3 m × 3 m

3 × 3 m

5%

5 %

4%, 6%, and 12%

4, 6, and 12 %

5 m and 16 m

5 and 16 m

1 M HCl

HCl 1 mol L-1 or 1 mol L-1 of HCl

1 mM

1 mmol L-1

grams per pot

g per pot

grams per plant

g per plant

tons per hectare per year

Mg ha-1 yr-1

Do not express solute concentration as normality

Use mol L-1

23°C to 27 °C

23 to 27 ° or 23-27 °C

Ca++

Ca2+

5 YR

5YR

4±0.2

4 ± 0.2

kg/ha, mol/L, Mg/m-3, etc.

kg ha-1, mol L-1, Mg m-3, etc.

 

 

 Áreas e subáreas de publicação

 

1. Ômicas, Bioinformática e Biotecnologia Aplicadas à Agricultura

01.1 - Genômica estrutural, funcional e comparativa
Sequenciamento, montagem e anotação de genomas; genômica comparativa; pangenomas; variação estrutural e funcional.
01.2 - Transcriptômica, proteômica, metabolômica e epigenômica
Expressão gênica, perfis proteicos e metabólicos, regulação epigenética e respostas moleculares de organismos de interesse agrícola.
01.3 - Bioinformática, biologia computacional e integração multiômica
Desenvolvimento e aplicação de ferramentas computacionais, análise de sequências, redes biológicas e integração de dados ômicos.
01.4 - Genotipagem, marcadores moleculares e diagnóstico molecular
Desenvolvimento e aplicação de marcadores, identificação molecular, DNA barcoding, genotipagem de alta densidade e diagnóstico de organismos associados à agricultura.
01.5 - Engenharia genética, edição gênica e biologia sintética
Transformação genética, sistemas CRISPR, edição de genomas, construção de circuitos biológicos e desenvolvimento de organismos geneticamente modificados.
01.6 - Biotecnologia vegetal e cultura de tecidos
Cultivo in vitro, embriogênese somática, organogênese, regeneração, conservação in vitro e produção de metabólitos.
01.7 - Biotecnologia microbiana e bioprocessos agrícolas
Microrganismos promotores do crescimento, produção de inoculantes, enzimas, metabólitos, biodegradação e processos fermentativos aplicados à agricultura.
01.8 - Microbiomas e interações moleculares planta-microrganismo
Microbiomas de plantas e solos, endófitos, rizosfera, sinalização molecular e interações benéficas ou patogênicas investigadas por abordagens ômicas.
01.9 - Bioprospecção e desenvolvimento de bioinsumos
Prospecção de genes, microrganismos, moléculas, compostos naturais e processos com potencial agronômico.
01.10 - Biossegurança, bioética e avaliação de riscos biotecnológicos
Avaliação de riscos ambientais, fluxo gênico, biossegurança de organismos modificados e aspectos éticos ou regulatórios associados às biotecnologias agrícolas.

2. Engenharia Agrícola, Agricultura Digital e Tecnologias Agrícolas

02.1 - Máquinas, mecanização e desempenho operacional
Projeto, avaliação, regulagem e desempenho de máquinas, implementos e operações agrícolas.
02.2 - Automação, robótica e sistemas autônomos
Robôs agrícolas, veículos autônomos, controle automático, atuadores, navegação e automação de operações.
02.3 - Agricultura de precisão e manejo localizado
Zonas de manejo, aplicação em taxa variável, mapas de produtividade, amostragem espacial e intervenções sítio-específicas.
02.4 - Sensores, instrumentação e Internet das Coisas
Sensores de solo, plantas, clima e máquinas; telemetria; redes de sensores; sistemas embarcados e monitoramento em tempo real.
02.5 - Sensoriamento remoto, veículos aéreos não tripulados e fotogrametria
Imagens orbitais, aéreas e proximais; drones; sensores multiespectrais, hiperespectrais, térmicos e LiDAR.
02.6 - Geomática, geoprocessamento e variabilidade espacial
Sistemas de informações geográficas, cartografia digital, posicionamento, geostatística aplicada e análise espacial de áreas agrícolas.
02.7 - Engenharia de irrigação e drenagem
Projeto e avaliação de sistemas de irrigação e drenagem, hidráulica agrícola, uniformidade de aplicação e desempenho de equipamentos.
02.8 - Engenharia de conservação do solo e da água
Estruturas conservacionistas, controle de erosão, manejo de enxurradas, terraceamento, drenagem superficial e práticas mecânicas de conservação.
02.9 - Ambiência, estruturas e cultivo protegido
Casas de vegetação, telados, controle ambiental, climatização, estruturas rurais e sistemas protegidos de produção vegetal.
02.10 - Tecnologia de aplicação de produtos agrícolas
Pontas e pulverizadores, espectro de gotas, deposição, deriva, aplicação localizada e desempenho físico-operacional das aplicações.
02.11 - Engenharia de pós-colheita, armazenamento e processamento
Secagem, beneficiamento, armazenamento, refrigeração, transporte, processamento primário e conservação de produtos agrícolas.
02.12 - Energia, eletrificação e sustentabilidade de operações agrícolas
Eficiência energética, fontes renováveis, eletrificação de máquinas, biocombustíveis e avaliação energética de sistemas produtivos.

3. Fisiologia, Ecofisiologia e Desenvolvimento de Plantas Cultivadas

03.1 - Fotossíntese, respiração e metabolismo do carbono
Assimilação de carbono, trocas gasosas, fluorescência da clorofila, respiração e relações fonte-dreno.
03.2 - Relações hídricas e hidráulica vegetal
Absorção e transporte de água, condutância hidráulica, transpiração, potencial hídrico, cavitação e eficiência do uso da água.
03.3 - Nutrição mineral e fisiologia da aquisição de nutrientes
Absorção, transporte, redistribuição e utilização de nutrientes, eficiência nutricional e respostas fisiológicas a deficiências ou excessos.
03.4 - Crescimento, fenologia e desenvolvimento vegetal
Germinação, crescimento vegetativo, diferenciação, florescimento, frutificação, maturação e senescência.
03.5 - Hormônios, sinalização e regulação do desenvolvimento
Fitormônios, mensageiros celulares, sinalização química e molecular e regulação de processos do desenvolvimento.
03.6 - Ecofisiologia de culturas anuais e perenes
Interações entre plantas cultivadas e ambiente, aclimatação, plasticidade fenotípica e funcionamento das culturas em condições de campo.
03.7 - Estresses abióticos e mecanismos de tolerância
Déficit hídrico, calor, frio, salinidade, alagamento, toxicidade, radiação e estresse oxidativo.
03.8 - Anatomia, morfologia e arquitetura funcional de plantas
Características anatômicas, morfológicas, radiculares e de arquitetura do dossel relacionadas ao desempenho agronômico.
03.9 - Fisiologia de sementes e estabelecimento de plântulas
Dormência, germinação, vigor, longevidade, deterioração e respostas ambientais durante o estabelecimento.
03.10 - Fisiologia pós-colheita
Maturação, amadurecimento, respiração, senescência, conservação e desordens fisiológicas de produtos vegetais.

4. Fitossanidade, Proteção de Plantas, Manejo Integrado e Controle Biológico

04.1 - Fitopatologia e doenças de plantas
Etiologia, patogenicidade, epidemiologia, diagnose e manejo de doenças causadas por fungos, bactérias, vírus, viroides e outros agentes.
04.2 - Entomologia e acarologia agrícolas
Biologia, ecologia, comportamento, danos e manejo de insetos-praga e ácaros associados às culturas.
04.3 - Nematologia agrícola
Taxonomia, biologia, diagnóstico, epidemiologia e manejo de nematoides fitoparasitas.
04.4 - Ciência e manejo de plantas daninhas
Biologia, ecologia, interferência, dinâmica populacional e manejo de plantas daninhas.
04.5 - Manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas
Integração de métodos culturais, genéticos, físicos, biológicos e químicos de proteção de plantas.
04.6 - Controle biológico e inimigos naturais
Predadores, parasitoides, antagonistas, entomopatógenos, agentes microbiológicos e estratégias de controle biológico conservativo ou aplicado.
04.7 - Produtos fitossanitários, seletividade e resistência
Eficácia, mecanismos de ação, resistência de organismos-alvo, seletividade a organismos não alvo e manejo antirresistência.
04.8 - Epidemiologia, monitoramento e previsão fitossanitária
Dinâmica espaço-temporal, sistemas de alerta, amostragem, monitoramento e modelagem de epidemias ou infestações.
04.9 - Diagnóstico e detecção de agentes fitossanitários
Métodos morfológicos, sorológicos, moleculares, espectrais e digitais para identificação e quantificação.
04.10 - Interações planta-patógeno-ambiente e resistência induzida
Mecanismos de defesa, elicitores, resistência sistêmica e influência ambiental sobre as interações bióticas.
04.11 - Toxicologia, resíduos e segurança ambiental de produtos fitossanitários
Destino ambiental, resíduos, ecotoxicologia, exposição e riscos associados ao uso de produtos de proteção de plantas.
04.12 - Quarentena, biossegurança e espécies invasoras
Pragas quarentenárias, análise de risco, vigilância fitossanitária e organismos invasores de importância agrícola.

5. Genética Vegetal, Melhoramento, Recursos Genéticos e Propagação de Plantas

05.1 - Genética quantitativa, biométrica e de populações
Parâmetros genéticos, herdabilidade, diversidade, estrutura populacional e análise de caracteres quantitativos.
05.2 - Métodos de melhoramento e seleção vegetal
Seleção, hibridação, endogamia, heterose, melhoramento populacional, seleção recorrente e desenvolvimento de cultivares.
05.3 - Melhoramento molecular, genômico e assistido por marcadores
Seleção assistida, seleção genômica, QTL, GWAS e integração entre informações fenotípicas e genotípicas.
05.4 - Interação genótipo x ambiente, adaptabilidade e estabilidade
Estratificação ambiental, desempenho em múltiplos ambientes, estabilidade produtiva e recomendação de cultivares.
05.5 - Fenotipagem e avaliação de germoplasma
Caracterização morfológica, agronômica, fisiológica, química, digital e espectral de genótipos e acessos.
05.6 - Recursos genéticos, germoplasma e conservação
Coleta, documentação, caracterização, conservação ex situ ou in situ e uso de bancos de germoplasma.
05.7 - Pré-melhoramento, domesticação e introgressão genética
Uso de parentes silvestres, incorporação de alelos, ampliação da base genética e domesticação de novas espécies.
05.8 - Melhoramento para produtividade, qualidade e adaptação
Desenvolvimento de cultivares para produtividade, qualidade, eficiência no uso de recursos e tolerância a estresses.
05.9 - Melhoramento para resistência a pragas e doenças
Identificação e incorporação de fontes de resistência e avaliação da durabilidade da resistência.
05.10 - Produção, tecnologia e qualidade de sementes
Produção, beneficiamento, armazenamento, qualidade fisiológica, sanitária e genética de sementes.
05.11 - Propagação seminífera e produção de mudas
Germinação, substratos, recipientes, ambientes de produção, aclimatização e qualidade de mudas.
05.12 - Propagação vegetativa, enxertia e clonagem
Estaquia, miniestaquia, alporquia, enxertia, porta-enxertos, jardins clonais e multiplicação de materiais superiores.

6. Produção Vegetal, Sistemas de Cultivo e Intensificação Ecológica

06.1 - Fitotecnia e manejo de culturas
Práticas agronômicas, implantação, condução, colheita e desempenho produtivo de culturas.
06.2 - Sistemas de rotação, sucessão e consorciação de culturas
Arranjos temporais e espaciais, culturas de cobertura, diversificação e planejamento de sistemas de cultivo.
06.3 - Sistemas conservacionistas e plantio direto
Plantio direto, preparo reduzido, cobertura permanente, manejo da palhada e conservação de recursos.
06.4 - Sistemas integrados de produção
Integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, lavoura-pecuária-floresta e outras formas de integração produtiva.
06.5 - Intensificação ecológica e sustentável da produção
Aumento da produtividade associado à diversificação, eficiência no uso de recursos e redução de impactos ambientais.
06.6 - Arranjo de plantas, população, época e métodos de cultivo
Densidade, espaçamento, época de semeadura ou plantio, arquitetura do cultivo e competição intra e interespecífica.
06.7 - Manejo da fertilização e da água em sistemas de cultivo
Respostas produtivas à adubação, fertirrigação, irrigação, manejo do déficit hídrico e interação água-nutrientes.
06.8 - Culturas anuais, perenes, hortícolas e especiais
Grãos, fibras, frutíferas, cafeeiro, cana-de-açúcar, hortaliças, plantas ornamentais, medicinais, aromáticas e bioenergéticas.
06.9 - Pastagens e plantas forrageiras em sistemas agrícolas
Estabelecimento, manejo, produtividade, persistência e integração de pastagens com outros componentes produtivos.
06.10 - Produção em ambientes protegidos, urbanos e periurbanos
Cultivos protegidos, agricultura urbana, sistemas verticais e formas intensivas de produção vegetal.
06.11 - Colheita, qualidade e aproveitamento de produtos vegetais
Qualidade agronômica, composição, conservação, perdas pós-colheita e aproveitamento de coprodutos vegetais.
06.12 - Avaliação agronômica e sustentabilidade de sistemas produtivos
Produtividade, estabilidade, eficiência, uso de insumos, indicadores ambientais e desempenho integrado dos sistemas.

7. Agroecologia, Agricultura Orgânica e Sistemas Agroalimentares Sustentáveis

07.1 - Fundamentos e transição agroecológica
Princípios agroecológicos, redesenho de agroecossistemas, transições sociotécnicas e redução da dependência de insumos externos.
07.2 - Agricultura orgânica e sistemas de base ecológica
Manejo, certificação, desempenho e sustentabilidade de sistemas orgânicos, biodinâmicos e de base ecológica.
07.3 - Sistemas agroflorestais e sistemas biodiversos
Desenho, manejo, produtividade, sucessão e funcionamento ecológico de sistemas agroflorestais e policultivos.
07.4 - Agrobiodiversidade, sementes crioulas e recursos locais
Conservação on farm, variedades tradicionais, raças locais, bancos comunitários e manejo da diversidade agrícola.
07.5 - Biodiversidade funcional e serviços ecossistêmicos
Polinização, controle biológico natural, ciclagem de nutrientes, regulação hídrica e outros serviços associados aos agroecossistemas.
07.6 - Conhecimentos tradicionais e etnoagronomia
Saberes locais, práticas tradicionais, etnobotânica e relações entre comunidades e recursos agrícolas.
07.7 - Sistemas agroalimentares, segurança e soberania alimentar
Produção, distribuição, acesso, consumo, qualidade, segurança alimentar e soberania dos territórios.
07.8 - Economia circular e aproveitamento de resíduos agrícolas
Reciclagem de nutrientes, compostagem, aproveitamento de biomassa, redução de perdas e fechamento de ciclos.
07.9 - Pegadas ambientais e avaliação da sustentabilidade
Avaliação do ciclo de vida, pegadas de carbono, água e nutrientes e indicadores multidimensionais de sustentabilidade.
07.10 - Restauração ecológica de paisagens agrícolas
Restauração produtiva, corredores ecológicos, recuperação de áreas degradadas e integração entre produção e conservação.
07.11 - Pesquisa participativa e experimentação com agricultores
Pesquisa-ação, construção compartilhada do conhecimento e avaliação participativa de tecnologias ou sistemas.
07.12 - Resiliência socioecológica de agroecossistemas
Capacidade de adaptação, diversidade funcional, estabilidade e resposta dos sistemas a perturbações ambientais ou socioeconômicas.

8. Solos, Nutrição de Plantas e Saúde do Solo

08.1 - Gênese, classificação, levantamento e cartografia de solos
Pedogênese, classificação, relações solo-paisagem, levantamentos e mapeamento convencional ou digital.
08.2 - Física e mecânica do solo
Estrutura, agregação, porosidade, compactação, resistência mecânica, retenção e movimento de água.
08.3 - Química, mineralogia e eletroquímica do solo
Reações de superfície, acidez, salinidade, minerais, matéria orgânica e disponibilidade de elementos.
08.4 - Biologia, microbiologia e ecologia do solo
Comunidades microbianas, fauna edáfica, processos biológicos, biodiversidade e funções ecológicas do solo.
08.5 - Matéria orgânica, carbono do solo e ciclos biogeoquímicos
Dinâmica da matéria orgânica, estabilização do carbono e ciclos de carbono, nitrogênio, fósforo, enxofre e outros elementos.
08.6 - Fertilidade do solo, corretivos e fertilizantes
Diagnóstico da fertilidade, calagem, gessagem, adubação mineral ou orgânica, fertilizantes especiais e eficiência agronômica.
08.7 - Nutrição de plantas e diagnóstico nutricional
Absorção, transporte, balanço de nutrientes, análise foliar, diagnose visual, índices nutricionais e eficiência de uso.
08.8 - Saúde, qualidade e funcionamento do solo
Indicadores físicos, químicos e biológicos, avaliação integrada, supressividade, multifuncionalidade e serviços ecossistêmicos do solo.
08.9 - Conservação, erosão e manejo do solo
Erosão hídrica ou eólica, práticas conservacionistas, sistemas de preparo, cobertura e planejamento de uso.
08.10 - Degradação, recuperação e remediação de solos
Compactação, salinização, acidificação, contaminação, áreas degradadas, recuperação e fitorremediação.
08.11 - Relações solo-raiz-rizosfera
Arquitetura radicular, exsudatos, micorrizas, rizobactérias e processos na interface entre raízes e solo.
08.12 - Pedometria, variabilidade espacial e mapeamento digital
Modelagem espacial, sensores proximais, covariáveis ambientais, predição de propriedades e incerteza cartográfica.
08.13 - Resíduos, subprodutos e insumos para o solo
Uso agrícola de resíduos, compostos, biochar, remineralizadores, condicionadores e fertilizantes organominerais.

9. Clima, Água e Resiliência de Sistemas Agrícolas

09.1 - Agrometeorologia e relações clima-cultura
Influência dos elementos meteorológicos no desenvolvimento, produtividade e qualidade das culturas.
09.2 - Variabilidade climática e mudanças climáticas
Tendências, cenários, teleconexões e impactos da variabilidade ou mudança do clima sobre a agricultura.
09.3 - Zoneamento agroclimático e aptidão agrícola
Zoneamento de risco, aptidão edafoclimática, calendários agrícolas e delimitação de ambientes de produção.
09.4 - Balanço hídrico, evapotranspiração e eficiência do uso da água
Demanda atmosférica, consumo hídrico, coeficientes de cultura, balanços e produtividade da água.
09.5 - Hidrologia agrícola e de bacias hidrográficas
Escoamento, infiltração, recarga, vazões, qualidade da água e relações entre uso da terra e processos hidrológicos.
09.6 - Manejo da irrigação e estratégias de uso da água
Programação da irrigação, déficit controlado, eficiência hídrica, fertirrigação e tomada de decisão.
09.7 - Secas, inundações e eventos extremos
Caracterização, monitoramento, previsão, impactos e estratégias de redução de riscos associados a extremos climáticos.
09.8 - Adaptação e resiliência de sistemas agrícolas
Diversificação, ajuste de calendários, cultivares adaptadas, manejo do solo e da água e estratégias de adaptação.
09.9 - Mitigação das mudanças climáticas na agricultura
Redução de emissões, sequestro de carbono, manejo de gases de efeito estufa e soluções baseadas na natureza.
09.10 - Fluxos de carbono, água e energia em agroecossistemas
Trocas entre solo, vegetação e atmosfera, balanço de energia e monitoramento de fluxos.
09.11 - Serviços climáticos e sistemas de alerta agrícola
Previsões sazonais, informações climáticas para produtores, alertas de risco e suporte à tomada de decisão.
09.12 - Segurança hídrica e gestão sustentável da água
Disponibilidade, qualidade, conflitos de uso, conservação e planejamento dos recursos hídricos para a agricultura.

10. Extensão Rural, Inovação e Desenvolvimento Territorial

10.1 - Extensão rural e assistência técnica
Métodos, abordagens, modelos institucionais e avaliação de programas de extensão e assistência técnica.
10.2 - Comunicação rural e difusão de conhecimentos
Comunicação científica e tecnológica, mídias rurais, educação não formal e compartilhamento de informações.
10.3 - Adoção, difusão e apropriação de tecnologias
Determinantes da adoção, percepção de riscos, barreiras, processos de aprendizagem e impactos das tecnologias.
10.4 - Sistemas de inovação agrícola e redes de conhecimento
Interações entre pesquisa, extensão, produtores, empresas, cooperativas, governos e organizações sociais.
10.5 - Inovação social, co-inovação e pesquisa participativa
Construção coletiva de soluções, laboratórios vivos, plataformas de inovação e aprendizagem social.
10.6 - Desenvolvimento territorial e dinâmicas rurais
Organização territorial, identidade, capital social, desigualdades espaciais e estratégias de desenvolvimento rural.
10.7 - Agricultura familiar, cooperativismo e ação coletiva
Organização dos agricultores, associativismo, cooperativas, redes locais e fortalecimento da agricultura familiar.
10.8 - Economia rural e avaliação socioeconômica de tecnologias
Custos, rentabilidade, eficiência, viabilidade econômica, impactos distributivos e avaliação socioeconômica.
10.9 - Cadeias produtivas, mercados e circuitos de comercialização
Governança das cadeias, agregação de valor, mercados institucionais, cadeias curtas e comércio justo.
10.10 - Empreendedorismo rural, bioeconomia e sociobiodiversidade
Novos negócios, produtos da sociobiodiversidade, agregação de valor e desenvolvimento de economias territoriais.
10.11 - Políticas públicas, instituições e governança rural
Formulação, implementação e avaliação de políticas agrícolas, ambientais, territoriais e de desenvolvimento rural.
10.12 - Inclusão digital, agricultura digital e desigualdades de acesso
Acesso a tecnologias, conectividade rural, competências digitais e impactos sociais da digitalização.
10.13 - Gênero, juventude, sucessão e inclusão social no meio rural
Participação social, sucessão geracional, trabalho, equidade e inclusão de grupos historicamente sub-representados.

11. Inteligência Artificial, Ciência de Dados e Modelagem Agroambiental 

11.1 - Aprendizado de máquina e aprendizado profundo
Modelos supervisionados, não supervisionados, redes neurais e métodos de aprendizagem aplicados a problemas agrícolas.
11.2 - Visão computacional e análise automatizada de imagens
Detecção, segmentação, classificação e quantificação de plantas, pragas, doenças, solos e produtos agrícolas.
11.3 - Ciência de dados, mineração de dados e big data agrícola
Integração, tratamento, exploração e descoberta de padrões em grandes bases de dados agroambientais.
11.4 - Modelagem estatística e análise preditiva
Modelos preditivos, inferência, séries temporais, estatística espacial, métodos bayesianos e quantificação de incertezas.
11.5 - Modelagem de culturas e sistemas de produção
Modelos baseados em processos, simulação de crescimento, produtividade, manejo e respostas a diferentes ambientes.
11.6 - Modelagem de solos e ciclos biogeoquímicos
Simulação de água, carbono, nutrientes, matéria orgânica, emissões e transformações no sistema solo-planta.
11.7 - Modelagem hidrológica, climática e ambiental
Modelos de bacias, clima, balanço hídrico, erosão, transporte de sedimentos e dinâmica ambiental.
11.8 - Modelos híbridos e assimilação de dados
Integração entre modelos mecanísticos, aprendizado de máquina, dados de sensores e observações remotas.
11.9 - Sistemas de apoio à decisão, otimização e recomendação
Otimização de manejo, alocação de recursos, sistemas especialistas, recomendadores e ferramentas de suporte a decisões.
11.10 - Gêmeos digitais e simulação de cenários agrícolas
Representações digitais dinâmicas, simulação em tempo real, avaliação de cenários e agricultura preditiva.
11.11 - Modelagem geoespacial e espaço-temporal
Predição espacial, mapeamento, séries de imagens, análise de paisagens e integração de dados geográficos.
11.12 - Inteligência artificial aplicada ao fenótipo e ao melhoramento
Fenotipagem digital, predição de desempenho, seleção genômica, classificação de germoplasma e identificação de caracteres.
11.13 - Inteligência artificial explicável, responsável e reprodutível
Interpretabilidade, vieses, transparência, validação externa, reprodutibilidade, governança e uso ético de algoritmos.
11.14 - Bancos de dados, ontologias e interoperabilidade
Padronização, curadoria, metadados, integração de plataformas, dados abertos e princípios FAIR.
11.15 - Modelagem sistêmica e análise de sistemas agroambientais
Dinâmica de sistemas, modelos baseados em agentes, análise de redes, cenários integrados e relações entre componentes biofísicos e socioeconômicos.

 

Contato

 

Universidade Federal de Viçosa (UFV), Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário, CEP: 36570-900, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. (55) (31) 3612-2078

 

 

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