(Atualizado: 31/01/2022)

Sobre o periódico

 

Informações básicas

 

Varia Historia foi fundada em 1985, inicialmente como Revista do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais.

Em 1992, após consolidar sua importância nos meios acadêmicos nacionais, inaugurou nova fase sob o título atual, com a intenção de ampliar seu público e aprimorar sua qualidade.

Varia Historia é uma expressão latina por meio da qual desejamos afirmar nossa revista como um veículo para a diversidade e variedade da historiografia contemporânea. Desde 2007, a revista integra o portal SciELO e vem ganhando crescente projeção internacional. Os números anteriores podem ser acessados no site http://www.variahistoria.org/issues

Desde 2014, Varia Historia tem periodicidade quadrimestral.

Em 2018, a Varia Historia tornou-se uma revista exclusivamente online.

A abreviatura de seu título é Varia hist., que deve ser usada em bibliografias, notas de rodapé e em referências e legendas bibliográficas.

 

 

Fontes de indexação

 
 

 

Propriedade intelectual

 

Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons do tipo atribuição BY.

 

 

Patrocinadores

 

A publicação recebe financiamento de:

  • CAPES

  • FAPEMIG

  • Fafich

  • PPGH

  • UFMG

 

 


Corpo Editorial

 

Editora Chefe

   

 

Editora de Resenhas

   

 

Conselho Editorial

   

 

Conselho Consultivo

 
  • Ângela de Castro Gomes, Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC/ FGV) e Universidade Federal Fluminense, Brasil
  • Caio César Boschi, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil
  • Daniel Aarão Reis Filho, Universidade Federal Fluminense, Brasil
  • Dick Geary, Nottingham University, Inglaterra
  • Eddy Stols, KU Leuven, Bélgica
  • Eliana Regina de Freitas Dutra, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil
  • Fernando Bouza, Universidad Complutense de Madrid, Espanha
  • Francisco Carlos Palomanes Martinho, Universidade de São Paulo, Brasil
  • Hal Langfur, University at Bufallo, The State University of New York, EUA
  • Heloísa Maria Murgel Starling, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil
  • James N. Green, Brown University, EUA
  • Jeremy Adelman, University of Princeton, EUA
  • João Adolfo Hansen, Universidade de São Paulo, Brasil
  • José da Silva Horta, Universidade de Lisboa, Portugal
  • Júnia Ferreira Furtado, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil
  • Marcus Joaquim Maciel de Carvalho, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil
  • Maria Helena Rolim Capelato, Universidade de São Paulo, Brasil
  • Neil Safier, The John Carter Brown Library, Brown University, EUA
  • Nuno Gonçalo Monteiro, Universidade de Lisboa, Portugal
  • Regina Horta Duarte, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil
  • Robert Muchembled, Université Paris XIII, França
  • Serge Gruzinski, École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, França
  • Silvia Hunold Lara, Universidade Estadual de Campinas, Brasil
  • Stuart Schwartz, Yale University, EUA
  • Veronica Zarate Toscano, Instituto Mora, México
  • Wolfgang Heuer, Freie Universität Berlin, Alemanha
  • Zephyr Frank, Stanford University, EUA
 

 


 

Instruções aos autores

 

Processo Editorial

 
  1. Varia Historia adota a licença CC-BY como atribuição principal de Acesso Aberto. Autores e autoras não pagam qualquer taxa para submissão de artigos ou sua avaliação, que são feitas pelo sistema double blinded.
  2. Varia Historia só publica manuscritos originais. Nossa expectativa é recebermos textos que não tenham semelhança substancial com outros já publicados pelo/a proponente, seja em formato impresso, seja em formato eletrônico. Isso inclui artigos, capítulos de livros e anais de eventos. É importante, também, que o artigo não seja submetido a nenhum outro processo editorial. No caso de dissertações e teses não publicadas, espera-se um trabalho de reescritura para que o texto não seja considerado como autoplágio. Após a publicação em Varia Historia, os textos poderão ser reeditados com nossa autorização, sob a condição de conterem nota com os créditos da publicação original.
  3. Antes da submissão, recomenda-se a leitura de nosso Código Ético e nosso Código de Autoria quando for o caso.
  4. Varia Historia publica artigos em fluxo contínuo, artigos em dossiês selecionados através de edital, entrevistas e resenhas. Os dossiês contam com autores de excelência e que são referência na área, mas, assim como os artigos avulsos, cada original submetido será encaminhado a pelo menos dois pareceristas anônimos. A Editoria Chefe e o Conselho Editorial decidirão sobre a adequação de cada texto submetido e sobre o início ou não do seu processo editorial, além do aceite final. As resenhas serão avaliadas pela Editoria de Resenhas e pela Editoria Chefe, e as entrevistas pela Editoria Chefe.
  5. Exige-se o título de doutor para todos os autores e autoras que assinam os artigos e de mestre para aqueles e aquelas que assinam as resenhas. A revista não publica textos de discentes do Programa de Pós-graduação em História da UFMG e de docentes do curso de História da mesma instituição. Os originais devem ocultar o nome do ou da proponente e instituição de origem, e pede-se a exclusão de quaisquer indícios dessas informações, assim como agradecimentos pessoais e autorreferências. Caso o artigo seja aceito, o autor ou a autora terá oportunidade de incluir essas informações.
  6. Varia Historia publica textos em português, espanhol, francês, italiano e inglês sobre temas da área de História ou, no mínimo, com forte diálogo interdisciplinar a envolvendo.
 

 

Normas para submissão

 
  1. Todos os textos devem ser enviados pelo nosso sistema de submissão online: https://mc04.manuscriptcentral.com/vh-scielo
  2. Os artigos devem ter, no máximo, 10 mil palavras, as entrevistas 5000 palavras e as resenhas 1500 palavras, incluindo notas, legendas, quadros, tabelas, ilustrações e referências bibliográficas. Considera-se cada imagem, quadro, tabela ou gráfico como correspondente a 300 palavras.
  3. Cada artigo deve apresentar título, resumo e três palavras-chave, no idioma em que foi escrito e em inglês. O resumo deve ter entre 150 e 200 palavras, e explicitar em um parágrafo, com objetividade: tema, marcos cronológicos e espaciais, fontes, argumento principal do artigo e conclusões. 
  4. As resenhas devem apresentar obras cuja primeira edição em português tenha sido publicada nos últimos três anos, ou em língua estrangeira nos últimos cinco anos, na área de História ou ciências afins, desde que demonstrem importante diálogo interdisciplinar. Devem conter título próprio em português e inglês, e apresentar: dados editoriais, formação do autor ou autora e sua relação com a obra resenhada, objetivos e metodologia, principais argumentos e conclusões. Caso sejam feitas citações, essas devem referenciar a página exata. Extrapolando os limites de um simples resumo, a resenha deve proporcionar uma análise crítica da obra, seus impactos na historiografia e inserção nos debates sobre o tema tratado, além do público ao qual se destina.
    Não deve haver relação de orientação estabelecida entre resenhista e resenhado/a.
  5. Os textos devem ser formatados em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, recuo padrão de 1.25 no início dos parágrafos e alinhamento justificado. Não utilizar espaçamento antes ou depois dos parágrafos. As páginas em tamanho A4 devem apresentar todas as margens (direita, esquerda, superior e inferior) com 2,5cm.    
  6. As  citações textuais curtas (até três linhas) devem ser inseridas no texto, entre aspas e sem itálico (caso sejam utilizadas aspas duplas na bibliografia original, empregar aspas simples). Citações textuais longas (mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente, recuado da margem esquerda em 3.0cm com alinhamento justificado, letra Times New Roman tamanho 11 e espaçamento 1,0, sem aspas.
  7. Traduções devem ser apresentadas no idioma do artigo no texto, e com o original no rodapé, precedido do/a autor/a da tradução (por ex., “Tradução livre do autor:”)
  8. As referências bibliográficas devem ser citadas no modelo autor-data (AUTOR, ANO, p. XX) no corpo do texto e listadas em ordem alfabética, no final do artigo ou resenha. Seguem o padrão especificado pelo ABNT e exemplificado abaixo:

Livros:

MORUS, Thomas. Utopia ou a melhor forma de governo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.

Citações no corpo do texto: (MORUS, 2009, p. 99)

BÜTTGEN, Philippe; DUHAMELLE, Christophe (Dir.). Religion ou confession. Un bilan franco-allemand sur l’époque moderne (XVIe-XVIIIe siècles). Paris: Maison des sciences de l’homme, 2010.

Citações no corpo do texto: (BÜTTGEN; DUHAMELLE, 2010, p. 4)

Acima de três autores, utilizar et al:
KOSELLECK, Reinhart et al. O conceito de História. São Paulo: Autêntica, 2013.

Citações no corpo do texto: (KOSELLECK et al, 2013, p. 97)

Obras clássicas:
PLATÃO. A REPÚBLICA. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.

Citações no corpo do texto: (PLATÃO, A REPÚBLICA, VII, p. 286)

 

Capítulos de livros:

VERBERCKMOES, Johan. O cômico e a Contra-Reforma na Holanda Espanhola. In: BREMMER, Jan; ROODENBURG, Herman (Org.). Uma história cultural do humor. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 115-132.

Citações no corpo do texto: (VERBERCKMOES, 2000, p. 125)

 

Artigos de revista:

MUCHEMBLED, Robert. Fils de Caïn, enfants de Médée. Homicide et infanticide devant le parlement de Paris (1575-1604). Annales. Histoire, Sciences Sociales, v. 62, n. 5, p. 1063-1094, sept./oct. 2007.

Citações no corpo do texto: (MUCHEMBLED, 2007, p. 1065)

 

Verbetes:

DIDEROT. Autoridade política. In: DIDEROT, Denis; D’ALEMBERT, Jean Le Rond. Enciclopédia, ou Dicionário razoado das ciências, das artes e dos ofícios. São Paulo: Editora Unesp, 2015. p. 37-44.

Citações no corpo do texto: (DIDEROT, 2015, p. 44)

 

Dicionários:

DICTIONNAIRE de l’Académie Française. Paris: Les Libraires Associés, 1762. 4 ed.
Citações no corpo do texto: (DICTIONNAIRE, 1762)

 

Anais de eventos:

NAPOLITANO, Marcos. Engenheiros das almas ou vendedores de utopia? A inserção do artista intelectual engajado no Brasil dos anos 1970. In: SEMINÁRIO 1964/2004 – 40 ANOS DO GOLPE MILITAR, 2004, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: FAPERJ/7 Letras, 2004. p. 309-321.

Citações no corpo do texto: (NAPOLITANO, 2004, p. 315)

CURTO, Diogo Ramada. Littératures de large circulation au Portugal (XVIe-XVIIIe siècles). In: COLLOQUE COLPORTAGE ET LECTURE POPULAIRE. IMPRIMÉS DE LARGE CIRCULATION EN EUROPE XVIe-XVIIe SIÈCLES, 1991, Wolfenbüttel. Actes… Paris: IMEC/ Maison des Sciences de l'Homme, 1996. p. 299-330.

Citações no corpo do texto: (CURTO, 1996, p. 230)

 

Artigos de jornais:

OTTA, Lu Aiko. Parcela do tesouro nos empréstimos do BNDS cresce 566% em oito anos. O Estado de São Paulo, São Paulo, 1 ago. 2010. Economia & Negócios, p. B1.

Citação no corpo do texto: (OTTA, 2010, p. B1)

SCHWARTSMAN, Hélio. A vitória do Iluminismo. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 mar. 2018. Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2018/03/a-vitoria-doiluminismo.shtml >. Acesso em: 29 abr. 2020.

Citação no corpo do texto: (SCHWARTSMAN, 2018)

 

Dissertações e teses não publicadas:

CAIXETA, Bruna Pereira. Man in the Moone (Londres, 1638): utopia, ciência e política no pensamento de Francis Godwin. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2014. 

Citações no corpo do texto: (CAIXETA, 2014, p. 34)

 

Entrevistas:

BOURDIEU, Pierre. Le droit à la parole. Entrevistador: Pierre Viansson-Ponté. Le Monde, Paris, Les griles du temps, 11 oct. 1977, p. 1-2.

Citações no corpo do texto: (BOURDIEU, 1977, p. 1)

MAXWELL, Kenneth. Entrevistadora: Ana Paula Sampaio Caldeira. Varia Historia, 5 jul. 2019. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=ErzUlKXJZVU >. Acesso em: 30 abr. 2020.

Citações no corpo do texto: (MAXWELL, 2019)

 

Documentos encontrados na internet:

HARRIOT, Thomas. Monn Drawnings. In: The Galileo Project. Disponível em: < http://galileo.rice.edu/sci/harriot_moon.html >. Acesso em: 27 abr. 2020.

CERVANTES, Miguel de. Les Advantures du fameux Chevalier Dom Quixot de la Manche et de Sancho Pansa son escuyer. Paris: Boissevin, 1650. Disponível em: < https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b52507162h >. Acesso em: 27 abr. 2020.

 

Documentos de arquivos:

As referências de arquivos devem ser colocadas no rodapé e não na bibliografia final. Devem seguir o seguinte modelo:
NOME DO ARQUIVO, Cidade. Título do documento, ano. Série, cx, tomo, vol., fº.

ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO (ANTT), Lisboa. Corpo Cronológico, 1552. Parte 1, maço 86, doc. 45, carta de 11 abr. 1552.

ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO (AHU), Lisboa. Carta do Rei D. João V, 22 ago. 1727. Anexos de AHU_ACL_CU_015, cx. 72, d. 606.

Ressalta-se que:

  • Autorreferências devem ser empregadas com parcimônia;
  • nas referências, deve-se indicar o primeiro nome de autores e autoras, mas a partir do segundo recomenda-se a abreviação. Manter o padrão ao longo das referências;
  • números de páginas devem sempre ser citados por completo (p. 455-457, e não 455-57, 455-7 ou p.455-457);
  • são permitidas as expressões S.l. (sine loco, sem local indicado de publicação) e s.n. (sine nomine, sem indicação de editor), mas a data deve ser indicada, mesmo que de forma aproximada – [16--], [162-];
  •  obras em vias de publicação devem conter a indicação no prelo entre parênteses;
  • deve-se indicar o ano de publicação da edição utilizada, não da edição original.

Casos não explicitados acima devem ser apresentados de acordo com a ABNT.

  1. Entrevistas e informações verbais, assim como os dados arquivísticos devem ser citados em nota de rodapé e não incluídos nas referências. Solicita-se a não utilização de Ibid e op.cit., mas a indicação completa da fonte sempre que for referenciada.
    As referências de informações verbais devem seguir o seguinte modelo: Fala de (inserir nome do/a autor/a), (nome do evento onde ocorreu a fala), (local), (data da fala). Exemplo: Fala do professor Sérgio Odilon Nadalin, disciplina de Teoria da História I, UFPR, 05 mai. 1999.
  2. As notas de rodapé, restritas aos elementos apontados no item anterior e aos comentários (feitos de forma econômica), devem ser formatadas com letra Times New Roman, tamanho 10, espaçamento simples e alinhamento justificado, com uma linha de espaço entre cada uma.
  3. As imagens (tabelas, quadros, figuras, ilustrações, gráficos e desenhos) devem ser submetidos em arquivos separados do texto, em alta resolução, formato JPEG, cor RGB. Tabelas e quadros devem vir em Word, e gráficos e planilhas em Excel, com indicação de títulos e fontes. Todas as imagens devem ser numeradas e legendadas, com indicação da fonte e acesso na legenda. Os e as proponentes devem apresentar permissão para uso de cada uma das imagens, ou indicar se gozam da condição de Domínio Público.
  4. A gestão de dados de pesquisa é uma das práticas-chave da ciência aberta. A Varia Historia solicita aos autores e às autoras que estejam atentos às citações e referenciamento de todos os dados e qualquer outro tipo de material utilizado na pesquisa.
  5. Recomenda-se o uso de subtítulos para indicar as seções do texto. Os subtítulos devem ser inseridos em letra maiúscula, negrito e sem recuo de parágrafo.
  6. Agradecimentos e indicação de fontes de financiamento devem vir ao fim do artigo, antes das referências bibliográficas.
 

 


Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais Av. Antônio Carlos, 6627 , Pampulha, Cidade Universitária, Caixa Postal 253 - CEP 31270-901, Tel./Fax: (55 31) 3409-5045, Belo Horizonte - MG, Brasil - Belo Horizonte - MG - Brazil
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