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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.55 no.4 Belo Horizonte Aug. 2003

https://doi.org/10.1590/S0102-09352003000400014 

Tamanho de vacas Nelore adultas e seus efeitos no sistema de produção de gado de corte

 

Mature Nellore cow size and its effect on beef cattle production system

 

 

E.D. RochaI, *; V.J. AndradeII; K. Euclides FilhoIII; E. NogueiraI; G.R. FigueiredoIII

IEngenheiro Agrônomo- UCDB São Gabriel do Oeste, MS
IIEscola de Veterinária da UFMG - Belo Horizonte, MG
IIIEMBRAPA - Gado de Corte - Campo Grande, MS

 

 


RESUMO

Utilizaram-se 20 vacas adultas paridas, confinadas em piquetes-baias com cochos individualizados para vaca e para bezerro, com o objetivo de se estudar características relacionadas às medidas esqueléticas, peso e condição corporais e seus efeitos sobre o sistema de produção. Avaliou-se o tamanho das vacas com base em medidas de altura da cernelha (1,40±0,03m), altura da garupa (1,40±0,04m), perímetro torácico (1,84±0,04m), comprimento corporal (1,38±0,13m), área corporal (4,6m²) e peso corporal (442,70±29,9kg). As características relacionadas às medidas de tamanho apresentaram correlações entre si de média a alta magnitude. A área corporal se apresentou altamente correlacionada com as demais características. Em razão da variabilidade do peso corporal, sugere-se sua mensuração com outras medidas lineares relacionadas com o tamanho corporal com vistas à determinação do tamanho corporal mais adequado.

Palavras-chave: bovino, Nelore, área corporal, tamanho corporal


ABSTRACT

Twenty Nellore mature cows and their calves were individually fed to determine the effects of frame size, weight and body condition on the production system efficiency. Means for different traits were: hip height (1.40±0.04m), withers height (1.40±0.03m), heart girth (1.84±0.04m), body length (1.38±0.13m), body surface area (4.60m²) and body weight (442.70±29.9kg). Phenotypic correlations between different size traits ranged from medium to high magnitude. Body surface was highly correlated to all traits measured. The body weight variation suggested that this trait should be evaluated along with other linear body measurement to determine the adequate animal body size.

Keywords: bovine, body size, body surface, frame size, Nellore


 

 

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos tem-se dado atenção ao estudo do tamanho corporal adequado para bovinos de corte devido aos requisitos de produção e mantença que, em última análise, influenciam o grau de maturidade fisiológica e o retorno econômico do negócio.

Para Klosterman (1972) e Fitzhugh (1978), o tamanho corporal pode apresentar vantagens biológicas importantes quanto aos aspectos relacionados à adaptação, resistência e tipo de exploração, sendo, no entanto, difícil estabelecer o tamanho ideal para todas as situações de exploração.

Segundo Euclides Filho (1997), se os recursos alimentares são inadequados, os indivíduos menores têm vantagens sobre os maiores. Portanto, o tipo biológico de melhor desempenho precisa ser identificado de forma a ajustar-se ao nível tecnológico e ao sistema de criação da região.

Nos machos exigem-se carcaças maiores, oriundas de animais cujas irmãs serão também maiores e mais exigentes. Os animais, para serem mais produtivos, necessitam ter à disposição alimentos em quantidade e qualidade suficientes para atender aos requisitos de mantença e produção. O aumento do peso médio resulta em diminuição da taxa de lotação das pastagens e conseqüentemente menor produção anual de bezerros por área ou por unidade animal (Tavares, 1997).

Várias medidas têm sido utilizadas na avaliação do tamanho corporal, dentre elas o comprimento corporal, a altura da cernelha e a da garupa. Essas medidas associadas ao peso corporal e ao perímetro torácico podem definir animais quanto ao tamanho, as exigências nutricionais e à maturidade fisiológica.

Segundo Pani et al. (1981) e Northcutt et al. (1992), as mensurações corporais lineares (altura e comprimento) são mais precisas na determinação do tamanho à maturidade do que o peso, uma vez que este e a gordura subcutânea podem apresentar flutuações periódicas em função do estado nutricional.

O perímetro torácico tem sido considerado a medida linear de maior precisão na determinação do crescimento muscular e o comprimento corporal a de menor precisão. Prajapati et al.(1991) observaram que o comprimento e a altura variam em função de crescimento do esqueleto, atingindo um limiar à maturidade, sendo o perímetro torácico função do crescimento muscular.

Hagger e Hofer (1989) destacaram que as medidas corporais são de interesse em programas de seleção devido à facilidade de obtê-las. Em relação à precisão das medidas, Lisboa e Fernandes (1987) mencionaram que a altura de garupa apresenta menor variação no momento da mensuração que a altura de cernelha, em função do posicionamento do animal.

Vários trabalhos têm desenvolvido equações para se estimar a área corporal em bovinos baseando-se no peso corporal associado às medidas lineares. Entre elas, a mais comumente recomendada tem sido a equação logarítmica, que leva em consideração o comprimento corporal, o perímetro torácico e a altura de garupa, devido à constatação de que o peso de um animal grande como o bovino está sujeito à variações atribuídas às mudanças do conteúdo intestinal e ruminal (Pani et al., 1981).

O peso vivo é uma avaliação objetiva da condição corporal, mas exige cautela, pois está correlacionado com tamanho, idade, prenhez, hidratação, jejum e raça. Para sua obtenção há necessidade de uma balança, nem sempre disponível na propriedade. O peso corporal, isoladamente, como indicador dos requisitos energéticos é menos eficiente em gado de corte, especialmente quando se consideram o tamanho corporal (raça) e a produção de leite (Nicholson, Sayers, 1987). Geralmente vacas maiores apresentam maior perda de peso em condições adversas, o que resulta em intervalos de partos mais longos ( (Fitzhugh, 1978).

Os objetivos do presente trabalho foram estudar medidas do esqueleto, o peso corporal e a condição corporal em vacas Nelore adultas confinadas e seus efeitos sobre o sistema de produção.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado nas instalações da Embrapa Gado de Corte em Campo Grande no Mato Grosso do Sul (CNPGC). Avaliaram-se 20 vacas Nelore adultas com idades variáveis de 5,6 a 9,3 anos, acasaladas com touros das raças Nelore, Simental ou Aberdeen Angus, na estação de monta de dezembro/98 a fevereiro/99, em delineamento inteiramente ao acaso. Foi utilizado o sistema "calan-gate" de avaliação, que consiste em fazer controle individual do consumo. Cada baia, devidamente numerada, possuía um controlador individual de acesso ao cocho de alimentação.

Foi fornecida uma dieta baseada em silagem de sorgo e concentrado com 22% de PB e 76% de NDT na MS, tanto para vacas quanto para os bezerros, na proporção volumoso:concentrado de 80:20, conforme recomendações de Euclides (2000). O alimento foi fornecido à vontade em três porções diárias; as sobras foram computadas diariamente e a quantidade fornecida foi ajustada de acordo com as exigências dos animais. Procurou-se garantir sobra de, aproximadamente, 10% do fornecido. As demais práticas de manejo foram as rotineiramente utilizadas pelo CNPGC.

À desmama, as fêmeas foram avaliadas quanto ao tamanho baseando-se nas medidas lineares: altura de cernelha (AC) e na garupa (AG), medidas com uma bengala de Lydtin, tomando-se como referência o ponto mais alto da garupa ao solo, comprimento corporal (CC), medido da ponta da paleta até a tuberosidade isquiática e perímetro torácico (PT), medido próximo da cernelha e das axilas com uma fita métrica flexível.

Aproximadamente um mês após o parto (outubro e novembro de 1999), as vacas foram introduzidas no sistema "calan-gate", onde permaneceram até a desmama de seus bezerros (7 de junho de 2000).

Entre fevereiro e junho de 2000 foram realizadas cinco pesagens das vacas, no período da manhã, antes do fornecimento da primeira alimentação do dia.

A área corporal (SB) de cada animal foi calculada pela fórmula SB = 0,29 (CC+ PT+AG)1,803, recomendada por Pani et al. (1981), com os resultados expressos em metros quadrados (m²). Devido à baixa freqüência de observações para mês de nascimento das vacas, elas foram agrupadas em duas categorias: nascidas na época das águas, dezembro a abril, e na época das secas, maio a novembro. Pelo mesmo motivo, a característica área corporal dos animais nascidos no ano de 1991 foi analisada em conjunto com os nascidos no ano de 1992, aparecendo nas análises das médias dessa característica apenas os anos de 1992 a 1994.

Tabelas de freqüência e contingência foram inicialmente elaboradas para análise de consistência dos dados usando-se os procedimentos PROC FREQ e PROC MEANS, disponíveis no pacote estatístico SAS® (SAS, 1996). Foram feitas análises preliminares para as medidas lineares e de área, considerando-se os efeitos fixos época e ano de nascimento, as interações simples entre os efeitos principais e as covariáveis idade, peso e consumo de alimento no momento da mensuração. Os efeitos das interações e da covariável consumo não foram significativos, sendo excluídas do modelo de análise. O modelo final utilizado foi:

, em que:

Yijklm = variável dependente (AC, AG, CC, PT, SB)

µ= média geral;

Mi= efeito fixo da iésima época de nascimento da vaca (i = 1 ou 2);

Aj= efeito fixo da jésimo ano de nascimento da vaca (j = 1992,...1994);

b= coeficiente de regressão linear da característica, incluída no modelo como covariável;

Iijk = idade da vaca (covariável);

= média da idade das vacas;

Pijkl = peso da vaca (covariável);

= média do peso da vaca;

Eijklmn = erro aleatório associado a cada observação;

Nas análises preliminares do peso corporal foram incluídos os efeitos fixos de época e ano de nascimento da vaca, as interações simples entre esses efeitos e as covariáveis idade da vaca e consumo de alimento no momento da medição (PROC GLM, SAS, 1996). Os efeitos das interações e da covariável idade da vaca não foram significativos, sendo excluídas do modelo final, que ficou assim definido:

, em que:

Yijklm = variável dependente (peso corporal da vaca);

µ= média geral;

Mi= efeito aleatório do iésimo época de nascimento da vaca (i = 1 ou 2);

Aj= efeito fixo da jésimo ano de nascimento da vaca (j = 1991,...1994);

b = coeficiente de regressão linear da característica, incluída no modelo como covariável;

Cijkl = consumo da vaca (covariável);

C = média do consumo;

Eijklm= erro aleatório associado a cada observação;

Correlações fenotípicas, biologicamente possíveis, entre as características avaliadas foram calculadas pelo PROC CORR (SAS, 1996).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Registrou-se efeito (P<0,05) de época de nascimento para AC e AG, com CV médio de 2,0%. Observaram-se também efeitos das covariáveis idade da vaca para AC (P<0,05) e peso da vaca para AC, PT e AG (P<0,01). As médias dos quadrados mínimos para as características lineares analisadas são apresentadas na Tab.1.

 

 

A média geral para AC foi de 1,40±0,03m, superior à registrada por Silva et al. (2000) de 1,38±0,004m com vacas Nelore. As variáveis incluídas no modelo de análise explicaram 73% (R2) da variação na AC, justificável pelo fato de ser esta uma característica pouco afetada pelas variações do meio ambiente. Apenas época de nascimento apresentou efeito (P<0,05) sobre a AC, sugerindo condições alimentares mais adequadas nos períodos em que se observa maior precipitação pluviométrica.

Para CC, a média geral foi de 1,38±0,13m, inferior à relatada por Winkler (1993), de 1,46± 0,51m, em vacas Guzerá, e 1,47±0,34m em vacas Hariana mestiças, registrada por Thompson et al. (1983). Os efeitos considerados no modelo de análise explicaram apenas 23% (R2) da variação na CC, indicando que essa característica exige maior refinamento na sua mensuração. Isso foi observado por Touchberry e Lush (1950), que sugeriram repetidas mensurações para se aumentar a confiabilidade e a precisão de seu valor.

Semelhante às demais características lineares, a CC apresentou pouca variação em função de serem animais contemporâneos e estarem submetidos às mesmas condições de ambiente e nutrição.

A média geral para PT foi de 1,84±0,04m, similar à relatada por Winkler (1993), 1,82±0,61m em vacas Guzerá, e superior à registrada por Nanjoshi e Katpatal (1983), 1,74±0,38m em vacas Hariana mestiças. As variáveis incluídas no modelo de análise explicaram 73% (R2) da variação no PT. O efeito de peso da vaca (P<0,01) sobre o PT pode ser justificado pelo fato de ser esta característica influenciada por diversas variáveis fisiológicas e de ambiente.

A altura na garupa (AG) apresentou média geral de 1,43±0,04m, similar à registrada por Winkler (1993), em fêmeas da raça Guzerá, de 1,40± 0,04m. As variáveis incluídas no modelo de análise explicaram 78% (R2) da variação na AG. A diferença (P<0,05) em favor dos animais nascidos na época seca sugere um ambiente mais propício durante os primeiros meses de vida, o que favoreceu o maior desenvolvimento nesse período (Peixoto, 1999).

A média geral para a área corporal (SB) foi de 4,60± 0,14m2, superior aos 3,1m² relatado Pani et al. (1981) e 4,17±0,02m² registrado por Nanjoshi e Katpatal (1983). Para esta análise foram agrupadas as observações dos anos de 1991 e 1992, devido ao reduzido número de observações para animais nascidos em 1991. Não se registraram efeitos (P>0,05) das variáveis incluídas no modelo, muito embora o R2 tenha sido de 80%, sugerindo ser esta uma característica pouco variável em função do ambiente. Quanto ao peso corporal (PC), não foram observadas diferenças (P>0,05) entre época e ano de nascimento das vacas. As variáveis incluídas no modelo explicaram de 55-65% das variações no PC.

Quando foi analisado o PC de acordo com o mês de nascimento, dentro de cada ano (Tab. 2), registraram-se diferenças (P<0,05), mostrando que as vacas mais velhas (1991 e 1992) foram significativamente mais pesadas que as mais novas (1993 e 1994), exceto para o mês de fevereiro.

 

 

As correlações fenotípicas entre as diversas características relacionadas ao tamanho das vacas são apresentadas na Tab. 3. As correlações entre as medidas relacionadas ao tamanho, ao peso e ao consumo foram, em geral, de média a alta, semelhantemente ao relatado por Winkler (1993), indicando que o aumento no tamanho da vaca, corresponde ao aumento no peso e no consumo de alimento.

 

 

Área e peso corporais foram altamente correlacionados com as demais características avaliadas, indicando que maiores peso e área corporais são apresentados por animais com maiores medidas corporais e vice-versa. O comprimento corporal apresentou as menores correlações com as demais características, exceto com área corporal.

 

CONCLUSÕES

O peso corporal deve ser avaliado em conjunto com outra medida linear de tamanho corporal para que se obtenham resultados confiáveis para o tamanho animal. Sistemas de produção que envolvam a fase de cria necessitam considerar tamanho adulto das fêmeas quando o objetivo final é a maximização do retorno econômico da atividade.

 

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Recebido para publicação em 6 de junho de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 23 de abril de 2003

 

 

* Endereço para correspondência: Rua Desembargador Eurindo Neves, 951 79022-570 - Campo Grande, MS. E-mail: mestrezoo@hotmail.com

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