Open-access ASPECTOS BIOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS DA TRAÇA DO TOMATEIRO SCROBIPALPULA ABSOLUTA (MEYRICK, 1917), (LEPIDOPTERA-GELECHIIDAE)*

Biological and behaviour aspects of the tomato moth Scrobipalpula absoluta (MEYRICK, 1917) , (Lepidoptera - Gelechiidae).

RESUMO

Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de novos métodos de controle e a efetivação de criações massais da traça Scrobipalpula absoluta (MEYRICK, 1917), cujas larvas minam folhas, frutos e brotações novas do tomateiro, efetuou-se em laboratório, a biologia comparada entre 38 casais alimentados com solução de mel a 10% e 38 recebendo apenas água. Os resultados apresentados refletem a média dos dados obtidos para casais alimentados e não alimentados, respectivamente. Número de acasalamentos: 10,4 e 2,9; período de oviposição: 25 ,3 e 8,5 dias; número de posturas / : 20,7 e 7 ,8; total de ovos / : 261 ,7 e 147 , 7; número máximo de ovos/postura: 69 e 57 pico de postura entre o | .0 e 2.0 dia: 92,0 e 81 ,6% das fêmeas; início das atividades de acasalamento para os dois tratamentos: ± 7 horas; duração do acasalamento: 4h, 32m e 4h, 49min.; porcentual dos ovos obtidos na I .a semana: 76 e 95%; longevidade do d : 36,8 e 10,0 dias; longevidade da : 31 ,4 e 12,5 dias; viabilidade dos ovos: 88, 0 e 76,0% ; período de incubação: 5,1 e 5,9 dias; viabilidade larval 68,4 e 71 ,2%; período larval: 19,3 e 19,4 dias. Para os descendentes de casais alimentados observou-se viabilidade pupal: 92,1 período pupal:

10,8 dias (3) e 9,6 dias (9); razão sexual = 0,61.

PALAVRAS-CHAVE:
biologia; comportamento; traça do tomateiro; Scrobipalpula absoluta.

SUMMARY

Comparate biology of 38 pairs fed with honey solution (10%) and 38 receiving only water was perfomed in laboratory , with a view to contribute for the development of new control methods and support massal rearing of the moth Scrobipalpula absoluta (Meyrick, 1917), which larva mine leaves, fruits and new sproutings of tomato. Followed results show the medium data obtained for pairs fed and not fed, respectivelly. Mate number: 10.4 and 2.9; oviposition period: 25.3 and 8.5 days; egging number/ : 20.7 and 7.8; total eggs/ Q : 261.7 and 147.7; maximum number of eggs/egging: 69.0 and 57.0; egging peak between first and second days: 92.0 and 81.6% of pairs; beginning of mate activities for two treatments: ± 7:00 hours; mating duration: 4h.32min. and 4h.49min.; eggs percentage obtained at first week: 76.0 and 95.0%; male longevity: 36.8 and 10.0 days; female longevity: 31 .4 and 12.5 days; eggs viability: 88.0 and 76.0%; incubation period: 5. I and 5.9 days; larval viability: 68.4 and 71.2%; larval period: 19.3 and 19.4 days. Only for the pairs fed: pupal viability: 92.1%; pupal period: 10.8 days (3) and 9.6 days (9); sex ratio = 0,61 .

KEY-WORDS
- biology; behaviour; tomato moth; Scrobipalpula absoluta.

INTRODUÇÃO

Dentre os insetos limitantes para a cultura do tomateiro, destaca-se a traça Scrobipalpula absoluta (Meyrick, 1917), considerada atualmente como. praga chave, não só pela intensidade de sua incidência e prejuízos causados, mas também pelas dificuldades que apresenta para o controle.

A partir da década de sessenta, a traça passou a inviabilizar os cultivos de tomate em países latino-americanos. VARGAS (9), em 1967 no Chile, iniciou os primeiros estudos biológicos em plantas de tomate e batata, além de registrar a presença de inimigos naturais. BAHAMONDES & MALLEA (1), em 1969 na Argentina, pesquisaram a praga incluindo sua área de dispersão, sintomatologia e ciclo biológico. SANCHES & VIANA (8), em 1969 na Colômbia, observaram o ciclo biológico da praga em plantas de batata e RAZURI & VARGAS (7), em 1975 no Peru, obtiveram informações sobre seu comportamento a nível de campo e laboratório. OJEDA & CASTRO (5), em 1972 no Peru, descreveram morfológicamente a traça, tecendo comparações com a espécie Phthorimaea operculella (Zeller, 1873), com a qual é frequentemente confundida. QUIROZ (6), em 1976 no Chile, efetuou observações sobre sua biologia e hábitos em campo e laboratório. Com a intensificação dos estudos de controle químico na década de setenta, observou-se o aparecimento de uma "suposta resistência", principalmente aos inseticidas fosforados, como demonstrou CAMPOS (2), em 1976.

No Brasil foi constatada em 1979 e COELHO & FRANÇA (3), em 1987, apresentaram dados sobre seus hábitos e ciclo vital.

Em vista de sua importância econômica, das dificuldades que apresenta para o controle e da escassez e divergência de dados sobre sua biologia efetuou-se, a nível de laboratório, estudos biológicos e comportamentais das diferentes fases do ciclo vital do inseto, visando auxiliar as metodologias de controle e a efetivação de criações massais da praga para fins de ensaios.

MATERIAL E MÉTODOS

O ensaio foi desenvolvido em laboratório sob condições ambientais, com temperatura média de 18,55°C (A = 11 ,37 a 23,8TC), umidade relativa média de 65,48% (A = 48,00 a 83,33%) e fotofase de 12,00 horas, durante o período de março a julho de 1988.

Coletou-se em campo, no município de Salto de Pirapora SP. , folíolos de tomateiro contendo lagartas da traça em estágio próximo à pré-pupa. O material foi acondicionado em cubas plásticas obtendo-se as pupas que deram origem aos casais estudados.

Os adultos recém-emergidos foram sexados com base em caracteres morfológicos e volume do abdomem, sendo individualizados 76 casais, dos quais 38 foram alimentados com solução de mel a 10% (AL) e 38 receberam apenas água (NA). Como gaiola utilizou-se copos plásticos transparentes (250 ml), invertidos sobre a base de placas de Petri forradas com papel de filtro. Cada gaiola continha, para substrato de postura, um folíolo de tomateiro envolto pelo pecíolo em algodão umedecido e uma tampa plástica contendo algodão embebido na dieta (ou água) para alimentação. Os casais foram transferidos diariamente para uma nova gaiola, efetuando-se a troca das dietas e dos folíolos, contagem dos ovos e observações comportamentais dos adultos.

As posturas foram acondicionadas em placas de Petri etiquetadas com o número do casal, número de ovos e data de postura, para verificação do período de incubação e viabilidade. Observou-se 1008 ovos de fêmea (AL) e 712 ovos de fê meas (NA).

Para o estudo do período larval e viabilidade utilizouse as mesmas gaiolas dos adultos mas em posição invertida. Acomodou-se IO largartas recém-emergidas por gaiola, em uma folha (7 folíolos) de tomateiro, envolta na base por algodão umedecido para manter a turgidez. As folhas foram substituídas a cada 3 dias, para evitar falta de alimento, até a fase de pré-pupa. Observou-se 342 lagartas provenientes de ovos de fêmeas (AL) e 163 lagartas descendentes de fêmeas (NA).

As pupas foram mantidas em placas de Petri, revestidas com papel de filtro, até a emergência dos adultos. Observou-se o período pupal, a viabilidade e a razão sexual em 355 pupas.

Para todas as fases de desenvolvimento estudadas, o teor de umidade foi mantido através de algodão umedecido diariamente e acomodado em tampas plásticas.

RESULTADOS

A tabela 1 fornece os dados biológicos dos casais alimentados (AL) e dos não alimentados (NA) , referentes à número de acasalamentos de adultos; período de oviposiçáo; número de posturas por fêmea; total de ovos por fêmea; número máximo de ovos por postura; pico de postura; porcentagem de ovos na primeira semana; viabilidade de ovos, lagartas e pupas; períodos de incubação, larval e pupal; razão sexual; longevidade e ciclo vital de machos e fêmeas. Os resultados representam a média dos dados obtidos.

OVOS - A coloração variou entre branco-perolado e amarelo vivo, apresentando um escurecimento quando embrionados e tornando-se quase pretos quando próximos à eclosão; a forma é elíptica. Ovipositados isoladamente ao longo das nervuras podem, eventualmente, serem econtrados em grupos de 2 a 5 (Fig. 1). Nos folíolos oferecidos como substrato para a postura, observando-se 6.566 ovos de fêmea (AL) e 3.817 ovos de fêmea (NA), encontrou-se respectivamente 40,9 e 38,8% na face superior e 35,7 e 34,5% na face inferior além de 23,4 e 28,7% distribuídos pela gaiola.

LAGARTAS - Inicialmente esbranquiçadas, tornaram-se esverdeadas ou róseas em função da alimentação (folíolos ou frutos) (Fig. 2). A penetração ocorreu, predominantemente, na face inferior dos folíolos, onde alimentaram-se dos parênquimas superior e inferior formando minas que raramente abandonaram, sendo vistas por transparência juntamente com seus dejetos (Fig. 3). Observou-se 4 ínstares larvais. Na fase de pré-pupas deixaram as minas, permanecendo quase imóveis e apresentando uma coloração dorsal rósea característica (Fig.4) . A nível de campo foram vistas frequentemente fora das minas, podendo migrar de um folíolo para outro por meio de fios de seda, secretados através da cavidade oral. Foi notável sua preferência por brotações apicais (ponteiros).

PUPAS - Obtectas, de coloração verde claro no início, tornaram-se castanhas e depois marrom-escuro quando próximas da emergência do adulto (Fig. 5). Observou-se dimorfismo sexual representado pela localização e forma dos orifícios genitais. As pupas dos machos, em geral, foram visivelmente menores que as das fêmeas. Foram frequentemente encontradas nos folíolos, envoltas por um casulo de seda e, quando no interior das minas ou frutos, apresentaram-se nuas.

TABELA 1
Dados biológicos da traça do tomateiro Scrobipalpula absoluta (MEYRICK, 1917), = 18 ,550c•, = 65,48%; foto fase = 12,OOh.

Análise de Variância: Teste F ao nível de 5% de probabilidade Transformação: x

A B C D E P Q F 100,38* 144,12* 288,68* 108,57* 6,30* 359,71* 226,13* m 2,41 3,92 3,59 14,05 7,82 4,52 4,51 s 0,53 0,77 0,48 1,73 1,33 0,68 0,62 CV % 21,88 19,83 13,39 12,29 16,96 14,96 13,79 Medias dos tratamentos: AL 3,18 4,99 4,53 16,12 8,20 5,99 5,59 NA 1,64 2,85 2,65 11,99 7,44 3,05 3,44

ADULTOS - Recobertos por escamas de coloração cinza-prateado; antenas filiformes com segmentos claros e escuros alternados e palpos labiais recurvados, bem desenvolvidos (Fig. 6). Apresentaram dimorfismo sexual: abdomem da fêmea notadamente mais volumoso e macho apresentando tufo de escamas na região terminal. Emergiram por uma fenda na região anterior da pupa permanecendo algum tempo com asas levantadas formando um ângulo de 900 com o tórax; apresentaram hábitos crepusculares diurnos iniciando as atividades de acasalamento e alimentação ao redor das 7:00 horas. Durante o ciclo vital observou-se, em média 10,4 e 2,9 acasalamentos com duração de 4h, 32min. e 4h, 49min. para casais (AL) e (NA) respectivamente. Os acasalamentos ocorreram desde algumas horas até 24:00 horas após a emergência e, o período de pré-oviposição foi em média de um dia, variando de algumas horas a 3 dias. De um total de 9.945 e 5.613 ovos observados, 76 e 95% foram ovipositados na 1 .a semana por fêmeas (AL) e (NA), respectivamente. A curva de postura média diária das fêmeas evidenciou que os 7 primeiros dias são os mais prolíficos (Fig. 7).

Fig. 1
Ovos (aumento 18,5: l)

Fig. 2
Lagarta (aumento 11,4:1)

Fig. 3
Mina

Fig. 4
Pré-Pupa

Fig. 5
Pupas (aumento 6,3: 1)

Fig. 6
Adulto (aumento 4,0: 1 )

Fases do ciclo vital da traça do tomateiro Scrobipalpula absoluta (Meyrick, 1917)

Figura 7
Ritmo de postura de traças do tomateiro Scrobipalpula absoluta, alimentadas e não alimentadas: = = 18,55 C: VR¯ 65,48%; fotofase = 12,00h.

DISCUSSÃO E CONCLUSÕES

Os resultados apresentados na tabela 1 mostram o efeito significativo da alimentaçáo dos adultos para a maioria dos fatores estudados, principalmente no que se refere à sua longevidade e capacidade de postura da fêmea. Ao mesmo tempo constata-se a viabilidade de criações satisfatórias da praga sem a necessidade de alimentar os adultos. O numero total de ovos por fêmea, a viabilidade das diferentes fases do ciclo vital e as curvas de postura média diária das fêmeas (Fig. 7) indicam vantagens para a criação massal com adultos não alimentados. Diferenças comportamentais não foram observadas entre os dois tratamentos. Dessa forma, de acordo com os objetivos da criação a ser efetuada, pode-se optar pela alimentação ou não dos adultos, racionalizando os custos de mão de obra, o tempo gasto com o manejo, e diminuindo os riscos de contaminação.

A viabilidade e o período pupal para as pupas obtidas a partir de casais não alimentados (NA) não foram estudados numéricamente, mas pode-se afirmar que não diferiram das pupas provenientes de casais alimentados (AL).

A longevidade dos adultos, o número de acasalamentos, o período de oviposição e o numero de posturas foram drasticamente reduzidas nos casais (NA), o que porém não afetou proporcionalmente o número total de ovos por fêmea. VARGAS (9) no Chile, obteve uma média de 52 ovos/ num período de oviposiçáo de 3,7 dias; SANCHES & VIANA (8) na Colômbia, observaram apenas um acasalamento em fêmeas criadas em folhas de batata, obtendo 144 ovos/ Q ; RAZURI & VARGAS (7) no Peru, obtiveram 148,8 ovos/ Q em 16,25 dias de postura; QUIROZ (6) no Chile, obteve apenas 40 ovos/ ; HERRERA (4) no Peru, obteve 1 12,8 Q em 8,8 dias e no Brasil, COELHO & FRANÇA (3) obtiveram 130 ovos/ Q .

As fêmeas apresentaram nítida preferência para ovipoSitar sobre a superfície dos folíolos oferecidos, ao longo das nervuras, em detrimento do talo, algodão, papel de filtro e paredes da gaiola. Não houve distinção nítida de preferência para a face superior ou inferior. VARGAS (9) obteve 62, 14% dos ovos na face superior dos folíolos e 37,86% na face inferior; SANCHES & VIANA (8) observaram maior postura na face inferior e atribuiram o fato a um mecanismo de proteção contra chuvas e desidratação por raios solares; QUIROZ (6) obteve 50% dos ovos na face superior, 39% na face inferior e 2% nos talos.

Tanto nos casais (AL) como nos (NA) mais de 80% das fêmeas apresentaram pico de postura entre o l . e 2: dia, e mais de 75% dos ovos foram ovipositados no decorrer da 1: semana de postura.

A viabilidade para as fases de ovo, lagarta e pupa revelou-se acima de 68% tanto para os provenientes de casais (AL) como para os de casais (NA). SANCHES & VIANA (8) consideram 100% a viabilidade dos ovos; COELHO & FRANÇA (3) observaram uma viabilidade de 78,7 a 95% para os ovos e 80% para as pupas.

Para os casais (AL), 72% dos ovos eclodiram entre o 4.0 e 5: dia após a postura e para os casais (NA), 78% eclodiram entre 0 5 .0 e 6.0 dia após a postura. COELHO & FRANÇA (3) obtiveram 86% de ovos eclodidos até 0 5: dia após a postura. A alimentação de adultos não interferiu significativamente na duração das fases de ovo, lagarta e pupa do inseto. Diversos autores observaram os períodos médios de incubação dos ovos, larvais e pupais, em diferentes temperaturas e umidades relativas médias (1 , 3, 4, 6, 7, 8, 9), evidenciando uma tendência do inseto de prolongar seu ciclo vital em condições de baixas temperaturas. QUIROZ (6) sugere que a praga chega a hibernar em estado adulto, à temperaturas inferiores a 10°C.

O período pupal revelou-se invariavelmen!e maior para os machos e a proporção 3 : Q foi de 0,57. Estes dados assemelham-se aos da literatura (3, 7, 9), favorecendo técnicas de controle com utilização de feromônio para captura de machos, pois uma vez que na natureza existe um menor número de machos e que, em geral, os primeiros adultos detectados no campo são fêmeas imaturas, o desequilíbrio provocado pelas armardilhas será sem dúvida intensificado.

Observou-se que as atividades de acasalamento e alimentação ocorreram sempre durante as primeiras horas de luz (5-6 horas), enquanto as posturas foram efetuadas ao longo do dia, inclusive durante a noite. Isso difere ligeiramente dos dados encontrados na literatura que atribuem à praga, hábitos crepusculares noturnos. Dessa forma, sugere-se que as medidas de controle sejam efetuadas durante os períodos crepusculares (diurnos e noturnos), quando os adultos estão em maior atividade. As pulverizações devem dirigir-se aos ponteiros e faces inferiores dos folíolos, locais preferidos pelas lagartas recém-emergidas para efetuarem a penetração.

O inseto apresentou alta capacidade reprodutiva e porcentuais de viabilidade que favorecem infestações intensas e danosas, justificando sua colocação como praga-chave para a tomaticultura e salientando a importância da destruição dos restos culturais para diminuição dos focos de infestação. A temperatura e umidade relativa interferem significativamente em seu desenvolvimento, evidenciando a necessidade de estudos regionalizados.

A metodologia utilizada mostrou-se adequada para a realização de criações da praga para fins de pesquisa, podendo ser aperfeiçoada através de dieta artificial para a fase larval e gaiolas coletivas para os adultos no período de oviposição, para a efetivação de criações massais.

  • *
    Projeto subvencionado pela EMBRAPA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • 1 BAHAMONDES, L.A. & MALLEA, A.R. Biologia en Mendoza de Scrobipalpula absoluta (Meyrick) Povolny (_Lep. - Gelechiidae), espécie nueva para la República Argentina. Revista de la Facultad de Ciências Agrárias, XV( 1) : 96-104, Mendoza, 1969.
  • 2 CAMPOS, R.G. Contrai Químico dei "minador de hojas y tallos de la papa" (Scrobipalpula absoluta) en el valle de Canele. Revista Peruana de Entomologia, 19 ( 1 ): l04-106, 1976.
  • 3 COELHO, M.C.F. & FRANÇA, F.H. Biologia, quetotaxia da larva e descrição da pupa e adulto da traça do tomateiro. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 22 (2):129-135, 1987.
  • 4 HERRERA, J. Problemas insectiles dei cultivo de papa en el valle de Caiíete. Rev. Peruana Ent. Agr. 6 (1):1-9, 1963.
  • 5 OJEDA, P.D. & CASTRO, R.A. lntroduccion ai estudio de los Gelechidos en el Norte Peruano. Revista Peruana de Entomologia, 15 (1 ):125-131, 1972.
  • 6 QUIROZ, E.e. Nuevos antecedentes sobre la biologia de la polilla dei tomate Scrobipalpula absoluta (Meyr. ). Agric. Tec. Santiago. 36(2):82-6, 1976.
  • 7 RAZURI, V. & VARGAS, E. Biologia y comportamientode Scrobipalpula absoluta Meyrick (Lep, Gelechiidae) en tomatera. Revista Peruana de Entomologia, 18(1 ):84-89, 1975.
  • 8 SANCHEZ, R.H.A. & BRAVO VIANA, G. Ciclobiol6gicodel gusano minador de la papa Scrobipalpula absoluta (Meyrick) en el Departamento de Narino. Revista Científica Agrícola, 1 (2):3-19, 1969.
  • 9 VARGAS, H. Observaciones sobre la biologia y enemigos naturales de la polilla dei tomate, Gnorimoschema absoluta (Meyrick) (Lep. Gelechiidae), IDES/A 1:75-110, 1970

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    14 Fev 2025
  • Data do Fascículo
    Jan-Dec 1990
location_on
Instituto Biológico Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252 - Vila Mariana - São Paulo - SP, 04014-002 - São Paulo - SP - Brazil
E-mail: arquivos@biologico.sp.gov.br
rss_feed Acompanhe os números deste periódico no seu leitor de RSS
Ir para o topo Reportar erro