Open-access PREVALÊNCIA DA FASCIOLOSE HEPÁTICA EM BÚFALOS (BUBALUS BUBALISL., 1758) DA REGIÃO DO VALE DO RIBEIRA, SÃO PAULO, BRASIL

PREVALENCE OF FASCIOLIASES IN BUFFALOES (Bubalus bubalis L., 1758) FROM THE REGION OF VALE DO RIBEIRA, SÃO PAULO, BRAZIL

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo verificar a prevalência da fasciolose hepática em búfalos oriundos de propriedades localizadas em municípios do Vale do Ribeira. Durante o período de abril de 1994 a maio de 1995 foram examinadas, pela técnica de quatro tamises, 587 amostras de fezes colhidas diretamente da ampola retal de búfalos pertencentes às raças Murrah, Mediterrânea, Jafarabadi e mestiços, com idades variando entre 6 meses e 18 anos, de ambos ºf sexos e submetidos a diferentes manejos (extensivo e semiextensivo). Do total de amostras examinadas verificou-se que 42 (7,16 %) se mostraram positivas para a presença de ovos de Fasciola hepatica. A fasciolose foi assinalada nos seguintes municípios: Registro, Pariquera-Açu, Miracatu, Sete Barras, Iguape e Eldorado.

PALAVRAS-CHAVE:
Trematoda; Digenea; Fasciola hepatica, prevalência; búfalos; Bubalus bubalis.

ABSTRACT

Field surveys on the prevalence of the fascioliases from buffaloes were carried out on various proprieties in the region ofVale do Ribeira, State of São Paulo, Brazil. From April, 1994 to May, 1995 there was realized a faecal examination employing a fourlayer technique in faecal samples from 587 buffaloes belonging to the Murrah breed, Mediterrânea, Jafarabadi and crossbred, from both sexes, ages varying from 6 months to 18 years and submitted to extensive and semi-extensive management. At the end of experiment the 42 (7.16 %) were found positive for eggs of Fasciola hepatica. The fascioliases were observed in the following counties: Registro, Pariquera-Açu, Miracatu, Sete Barras, Iguape and Eldorado.

KEY WORDS:
Trematoda; Digenea; Fasciola hepatica, prevalence; buffaloes; Bubalus bubalis.

INTRODUÇÃO

A fasciolose hepática é reconhecidamente um problema mundial. Um dos seus principais agentes etiológicos, a Fasciola hepatica é conhecido desde o século IX, sendo citado com causa da "Doença do Fígado" de ovinos no primeiro tratado de Saúde Animal do Mundo Árabe (Ibn Hizan, 865 apud ERK, 1977). Este trematódeo é comumente encontrado parasitando duetos biliares de ruminantes e de outros animais, incluindo marsupiais, roedores, suínos, eqüinos, carnívoros e primatas (SINCLAIR, 1967).

A F hepatica é um parasita "eficiente", pois não é muito específico quanto ao hospedeiro definitivo, é hermafrodita, muito prolífico e, sob condições naturais, não é muito patogênico. Os hospedeiros intermediários, moluscos principalmentedo gênero Lymnaea, são encontrados em muitas partes do mundo, incluindo ilhas tais como Nova Zelândia, Havaí, Filipinas, Nova Guiné, Japão, Cuba, sendo que muitas delas estão isoladas por distâncias muito grandes dos demais continentes (GORDON, 1955). O trematódeo já foi assinalado na Europa, nas Américas do Norte, Central e do Sul, Ásia, Africa e Oceania, tendo portanto, uma distribuição cosmopolita (OLSEN, 1974).

PRICE ( 1953) nos Estados Unidos, DAWES & HUGHES (1963) e BORAY (1969) na Austrália, SINCLAIR (1967) na Inglaterra e SALEHA (1991) na Malásia, em extensas revisões, mostraram a importância mundial da fasciolose na produção animal, sobretudo em ruminantes, sendo causa de grandes prejuízos econômicos, tais como: redução na produção de leite, carne e lã; mortalidade de animais; condenação de figados em matadouros; redução dos níveis de crescimento e fertilidade; elevados custos com anti-helmínticos.

No Brasil, a F hepatica foi detectada pela primeira vez por LUTZ (1921) em trabalho realizado no Rio de Janeiro em bovinos.

O trematódeo já foi assinalado nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. COSTA et al. (1986), realizando uma atualização da lista de helmintos parasitas dos animais domésticos do Brasil, relacionaram as seguintes espécies como hospedeiros definitivos da F hepatica: eqüinos, bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos e canídeos.

MELLO & MELLO (1934) incluíram a F hepatica na relação de helmintos encontrados com maior freqüência em suínos no Estado de São Paulo.

Também, em São Paulo, na região do Vale do Paraíba, FRANÇA (1967), após exame de 941 figados obtidos de bovinos abatidos no Matadouro Municipal de Taubaté, observou que 95 (10,1%) apresentaram-se com os duetos biliares parasitados pela F hepatica.

Ainda no Vale do Paraíba, AMATO et al. (1983) estudaram a epidemiologia da F hepatica por meio da infecção em ovinos.

SIQUEIRA et al. (1970/71), necropsiando duas búfalas na região de Jacareí, Vale do Paraíba, encontraram em ambos os animais os fígados hipertrofiados e ao corte do parênquima hepático verificaram que este se encontrava intensamente parasitado por F hepatica. Os autores incluíram o búfalo na lista brasileira de hospedeiros deste trematódeo.

ROCHA (1971) relatou a presença de F hepatica em búfalos provenientes do Estado de São Paulo.

FUJII et al. (1993), por meio de exames coprológicos, detectaram, pela primeira vez, ovos de F hepatica em fezes de búfalos adultos provenientes do município de Iguape, Vale do Ribeira. Na mesma região, no município de Pariquera-Açu, OLIVEIRA et al. (1993/94) verificaram que das 90 amostras de fezes de búfalos examinadas, 17 (18,89%) se mostraram positivas para a presença de ovos de F hepatica.

O presente estudo teve como objetivo verificar a prevalência da F hepatica em búfalos, na região do Vale do Ribeira, São Paulo.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em 33 propriedades de criação de búfalos pertencentes ao Vale do Ribeira e localizadas nos municípios de Pariquera-Açu, Eldorado, Registro, Sete Barras, Barra do Turvo, Jacupiranga, Cananéia, Iguape e Miracatu, durante o período de abril de 1994 a maio de 1995. Foram examinadas amostras de fezes de 587 búfalos das raças Murrah, Mediterrânea, Jafarabadi e mestiços, de ambos os sexos, com idades variando de 6 meses a 18 anos e submetidos a diferentes manejas (extensivo e semi-extensivo).

As amostras fecais foram colhidas diretamente da ampola retal em sacos plásticos, resfriadas, acçndicionadas em caixa de isopor, mantidas refrigeradas por meio de gelo, a fim de se evitar o desenvolvimento dos ovos presentes no material fecal, e enviadas ao laboratório.

As contagens de ovos de F hepatica por grama de fezes foram realizadas conforme a técnica preconizada por GIRÃO & UENO (1985).

RESULTADOS

Os resultados dos exames efetuados em 587 amostras fecais de búfalos, oriundos de diferentes municípios pertencentes ao Vale do Ribeira, revelaram a presença de ovos de F hepatica em 42 (7,16%) das amostras examinadas.

O número de ovos de F. hepatica por grama de fezes observado nas contagens realizadas, utiliz_ando-se o método quantitativo de quatro tamises, variou de 0,5 a 341 ovos.

A fasciolose hepatica foi assinalada nos seguintes municípios: Iguape, Pariquera-Açu, Eldorado, Registro, Sete Barras e Miracatu, verificando - se que sua ocorrência foi de 66,67% entre os municípios pesquisados.

Das 33 propriedades investigadas observou-se que em 8 (24,24%) foram registrados animais positivos para F. hepatica.

A Tabela 1 fornece a distribuição da freqüência das amostras fecais positivas para ovos de F. hepatica nos municípios pesquisados, como também, a distribuição das propriedades pesquisadas por município. A freqüência dos animais positivos e negativos para fasciolose hepática, cuja faixa etária estava entre 6 meses e 2 anos e mais de 2 anos, são apresentados na Tabela 2.

DISCUSSÃO

O Vale do Ribeira está situado no extremo sul do Estado de São Paulo, apresenta topografia bastante ondulada e clima tropical úmido. Possui solos de várzea, mas sua característica mais marcante é a presença de solos de baixa fertilidade e declivosos que propiciaram o estabelecimento de criações de bubalinos na região, que destinam-se, principalmente, à produção de carne e leite, havendo muitas propriedades com produção mista (BARUSELLI et al., 1993).

A F. hepatica foi assinalada em búfalos, pela primeira vez na região do Vale do Ribeira, por FUJII et al. (1993). O problema foi detectado numa propriedade com criação de bubalinos durante a realização de exames de fezes de rotina. Das 25 amostras de fezes examinadas, 20 se mostraram positivas para ovos de Fasciola. Os animais positivos foram abatidos e durante a necropsia foram observados exemplares de trematódeos nos fígados. Os helmintos foram colhidos e posteriormente identificados como F. hepatica. Em levantamento inicial, quando foram colhidas 90 amostras de fezes de búfalos provenientes do município de Pariquera-Açu, OLIVEIRA et al. (1993/94) detectaram ovos de F. hepatica em 18,89 % das amostras trabalhadas, confirmando a presença deste trematódeo nos rebanhos bubalinos da região do Vale do Ribeira.

Tabela 1
Freqüência das amostras positivas para ovos de Fasciola hepatica em búfalos (6meses a 18 anos de idade), oriundos do Vale do Ribeira e o número propriedades pesquisadas durante o período de abril de 1994 a maio de 1995.
Tabela 2
Freqüência das amostras positivas para ovos de Fasciola hepatica, em búfalos com faixa etária entre 6 meses a 2 anos e acima de 2 anos, oriundos do Vale do Ribeira, durante o período de abril de 1994 a maio de 1995.

Em continuidade aos estudos realizados nesta região, relacionados à F. hepatica, a presente pesquisa revelou que das 587 amostras de fezes de búfalos examinadas, 7,16% apresentaram-se positivas para ovos de F. hepatica (Tabela 1). Estes resultados são similares aos obtidos por ARANEZ (1962) em estudos desenvolvidos em búfalos, nas Filipinas. Este autor observou que o índice de prevalência para F. hepatica foi de 6, 77%. LAMETA & MANUEL (1981), trabalhando com esta mesma espécie animal, também nas Filipinas, relataram índice de 11,50 %.

No Brasil, FERNANDEZ & HAMANN (1985), em pesquisa realizada em bubalinos provenientes de áreas litorâneas do Estado do Paraná, apontaram a presença de 13,23% de animais positivos para F. hepatica. Índice menor foi encontrado por LUZ et al. (1992), em levantamento efetuado em búfalos, também no Estado do Paraná. Os autores verificaram que dos animais examinados, 4,18% estavam parasitados pela F hepatica.

Entretanto, estes dados vão de encontro dos observados por outros autores que também desenvolveram pesquisas sobre a fasciolose hepática em búfalos. No Egito, SALEM et al. (1990) observaram que a F hepatica aparecia em 23,5% dos animais examinados. Na China, XU et al. (1980) apontaram prevalência de 34,5% para F hepatica em búfalos. No Brasil, BUSETTI et al. (1983), em levantamento realizado em bubalinos, na região litorânea do Estado do Paraná, obtiveram índices de infecção por F hepatica em torno de 50% a 70%. No Estado de Santa Catarina, em trabalho desenvolvido em búfalos, SERRA FREIRE & NUERNBERG (1992) também observaram índice de 24,72% para a infecção por F hepatica.

Em relação à idade dos bubalinos examinados, os dados obtidos permitiram verificar que os índices de infecção foram maiores (8,25%) em animais adultos do que em animais cuja faixa etária se situava entre 6 meses a 2 anos (1,11%) (Tabela 2). Estes resultados são semelhantes aos observados por SALEM et al. (1990), no Egito. Estes autores observaram que os bubalinos adultos (>2 anos) são mais freqüentemente infectados por F hepatica do que os animais jovens (6 meses a 2 anos de idade). PAL et al., 1978 também encontraram índices maiores em búfalos adultos, em estudos efetuados na Índia.

Segundo BARUSELLI et al. (1993), um total de 102 propriedades criam búfalos no Vale do Ribeira. No presente trabalho foram pesquisados ovos de F hepatica em amostras de fezes de búfalos oriundos de 33 propriedades, sendo assinalado um índice de positividade de 24,24% entre as propriedades pesquisadas (Fig. 1). Este resultado ficou abaixo do encontrado por BUSETTI et al. (1983), cujos dados demonstraram que cerca de 74% das fazendas pesquisadas, na região litorânea do Estado do Paraná, apresentavam animais infectados por F hepatica.

A Tabela 1 mostra que a fasciolose hepática foi encontrada em 6 (66,67%) dos 9 municípios investigados. Estes dados estão muito próximos daqueles observados por SERRA FREIRE & NUERNBERG (1992) em Santa Catarina, onde os autores constataram a ocorrência de F hepatica em 64,82% dos municípios pesquisados.

CONCLUSÕES

Pelos resultados observados os autores puderam concluir que o índice de infecção por F hepatica, em búfalos provenientes da região do Vale do Ribeira, foi de 7,16%, durante o período de abril de 1994 a maio de 1995; a fasciolose hepática ocorreu nos municípios de Iguape, Pariquera-Açu, Eldorado, Registro, Sete Barras e Miracatu; o índice de infecção foi maior em animais adultos (>2 anos) do que em animais mais jovens (6 meses a 2 anos).

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem aos funcionários de apoio do Laboratório de Sanidade Animal e Vegetal de Registro/Instituto Biológico Antonio Lino Mendonça, Alberto José dos Santos e Neurilene Aparecida David de Souza pela colaboração prestada durante a fase de execução deste trabalho. Agradecem, também ao pecuarista, Dr. José Carlos Fernandes; ao Chefe da Estação Experimental de Registro do Instituto de Zootecnia, Dr. José Fernando Simplício de Oliveira; ao médico veterinário, Dr. Walter de Oliveira, pela colaboração prestada na realização deste trabalho.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • AMATO, S.B.; REZENDE, H.E.B.; GOMES, D.C.; FREIRE, N.M.S. Epidemiologia da fasciolose hepática no Vale do Paraíba - Três anos de estudo. In: CONGRESSO INTEGRADO DE PARASITOLOGIA, 1., 1983, São Paulo, SP. Resumos. p.76.
  • ARANEZ, J.B. The incidence of Fasciola hepatica and Fasciola gigantica among cattle and carabaos in Luzon. Phil. J. Vet. Med., v.1, p.33-46, 1962.
  • BARUSELLI, P.S.; OLIVEIRA, J.F.S.; MENDES, M.L.M.; JORGE, A.M. FUJII, T.; PALAZZO, J.P.C. Diagnóstico da bubalinocultura do Vale do Ribeira. Campinas, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, 1993.
  • BUSETTI, E.T.; PASKE, A.; RUIS, M.C.E.; THOMAZ, V.; GOLINELLI, A. Helmintos parasitos de B_ubalus bubalis no Estado do Paraná, Brasil. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.35, p.399 - 404, 1983.
  • COSTA, H.M.A.; GUIMARÃES, M.P.; LEITE, A.C.R.; LIMA, W.S. Distribuição de helmintos parasitas de animais domésticos no Brasil. Arq. Eras. Med. Vet. Zootec., v.38, p.58-80, 1986.
  • DAWES, B. & HUGHES, D.L. Fascioliasis: The invasive stages of Fasciola hepatica in mammalian hosts. Advances in Parasitology. London, Academic Press, v.2, p.97-168, 1963.
  • FERNANDEZ, B.T. & HAMANN, W. Considerações sobre a verminose em bovinos e bubalinos no Litoral Paranaense. Rev. Set. Ciênc. Agr., v.7,p.137-140, 1985.
  • FRANÇA, I. Fasciola hepatica em bovinos no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Brasil. Arq. Esc. Vet., v.19, p.157-159, 1967.
  • FUJII, T.E.; DELL'PORTO, A.; OLIVEIRA, S.M. Fasciola hepatica em búfalos do Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil. In: REUNIÃO ANUAL DO INSTITUTO BIOLÓGICO, 6., 1993, São Paulo, SP. Resumos. p.12.
  • GIRÃO, E.S.C. & UENO, H. Técnica de quatro tamises para diagnóstico coprológico quantitativo da fasciolose dos ruminantes. Pesq. Agropec. Bras., v.20, p.905-912,1985.
  • GORDON, H. Mcl. Some aspects of fascioliasis. Aust. Vet. J., v.31, p.182-189, 1955.
  • HIZAM, I.A. 865. In: ERK, N. A study ofKitab al - Hail wal - Baitaram written in the second half of the 9th century by Muhamrned lbn ahi Hizam. Hist. Med. Vet., v.l, p.101-104, 1977.
  • LAMETA, K.T. & MANUEL, M.F. A survey of the helminth parasites of cattle and carabaos slaughtered in Metro Manila abattoirs. Phil. J. Vet. Med., v. 20, p.45-66, 1981.
  • LUTZ, A. Sobre a ocorrência da Fasciola hepatica no Estado do Rio de Janeiro. Bol. Inst. Oswaldo Cruz, v.1, p.9-13, 1921.
  • LUZ, E.; GAZDA, C.M.; YADA, R.S. Fasciolose animal no Estado do Paraná - Análise de dados. Arq. Biol. Tecnol., v.35, p.777-780, 1992.
  • MELLO, A. & MELLO, M.J. Suinocultura. Problemas da suinocultura paulista. Rev. Ind. Anim., v.2, p.58-80, 1934.
  • OLIVEIRA, S.M.; FUJII, T.U.; FUJII, T.; OLIVEIRA, W. de Fasciolose hepática em búfalos no município de Pariquera-Açu, Vale do Ribeira, São Paulo. Rev. Ciênc. Farm.,v.15, p.37, 1993/94.
  • OLSEN, O.W. Animal Parasites. Baltimore University Park Press, 1974.
  • PAL, M.; JAIN, H.S.; VERMA, J.D. Prevalence of fascioliasis in gastrointestinal diseases of domestic animais. Livestock Adviser, v.3, p.31-36, 1978.
  • PRICE, E.W. The fluke situation in american ruminants. J. Parasitol., v.39, p.119-134, 1953.
  • ROCHA, U.F. Fasciola hepatica em búfalos (Bubalus bubalis, L., 1758) do Estado de São Paulo, Brasil. In: CONFERÊNCIA ANUAL DA SOCIEDADE PAULISTA DE MEDICINA VETERINÁRIA, 26., 1971, São Paulo, SP. Resumos. p.35.
  • SALEHA, A.A. Liver fluke disease (fascioliasis): epidemiology, economic impact and public health significance. Southeast Asian J. Trop. Med. Public Health, v.22, p.361-364, 1991.
  • SALEM, A.A.; SHAWKAT, M.E.; ELSEIFY, M.A.; KHATEIB, A. Incidence and seasonal prevalence of fascioliasis in Beni-Suef, Egypt. Assiut Vet. J., v.22, p.62-66, 1990.
  • SERRA - FREIRE, N.M. & NUERNBERG, S. Distribuição geopolítica da ocorrência de Fasciola hepatica no Estado de Santa Catarina, Brasil. Mem. Inst. Oswaldo Cruz, v.87, p.263-269, 1992.
  • SIQUEIRA, P.A.; SERRA, O.P.; ROCHA, U.F.; SERRA, R.G. Fasciolose hepatica em búfalos (Bubalus bubalis var. bubalis Linnaeus, 1758) no Estado de São Paulo, Brasil. Bol. Ind. Anim., v.27/28, p.27-28, 1970/71.
  • SINCLAIR, K.B. Pathogenesis of Fasciola and other liver - flukes. Heminthol. Abst., v.36, p.115-134, 1967 (review article).
  • XU, P.R.; WANG, H.; HSU, P.J. Epidemiology and life history of Fasciola hepatica. Buli. Soe. Parasit., v.2, p.147, 1980.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    10 Jan 2024
  • Data do Fascículo
    Jan-Jun 1998

Histórico

  • Recebido
    30 Jan 1998
location_on
Instituto Biológico Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252 - Vila Mariana - São Paulo - SP, 04014-002 - São Paulo - SP - Brazil
E-mail: arquivos@biologico.sp.gov.br
rss_feed Acompanhe os números deste periódico no seu leitor de RSS
Ir para o topo Reportar erro