Open-access DEZ ESPÉCIES NOVAS DE PSEUDOPARLATORIACOCKERELL, 1892 (HEMIPTERA, COCCOIDEA, DIASPIDIDAE)1

TEN NEW SPECIES OF PSEUDOPARLATORIA COCKEREL, 1892 (HEMIPTERA, COCCOIDEA, DIASPIDIDAE)

RESUMO

São descritas as características morfológicas e morfométricas de dez espécies novas do gênero PseudoparlatoriaCockerell, 1892 (Hemiptera, Diaspididae), incluindo ilustrações e outras informações de importância taxonômica: P. aeranthos sp. n., P. anthurium sp. n., P. chiapensis sp. n., P. clapsae sp. n., P. indigena sp. n., P. juncea sp. n., P. lobata sp. n., P. podocarpus sp. n., P. pontiaguda sp. n., P. suelda sp. n.

PALAVRAS-CHAVE:
Pseudoparlatoria; Hemiptera; Diaspididae; taxonomia; espécies novas.

ABSTRACT

The morphologic and morphometric characteristics of ten new species of genus PseudoparlatoriaCockerell, 1892 (Hemiptera, Diaspididae) are described, including illustrations and other information of taxonomic importance: P. aeranthos sp. n., P. anthurium sp. n., P. chiapensis sp. n., P. clapsae sp. n., P. indigena sp. n., P. juncea sp. n., P. lobata sp. n., P. podocarpus sp. n., P. pontiaguda sp. n., P. suelda sp. n.

KEY WORDS:
Pseudoparlatoria; Hemiptera; Diaspididae; taxonomy; new species.

INTRODUÇÃO

Os diaspidídeos, insetos comumente chamados de “cochonilhas-com-escudos”, do gênero PseudoparlatoriaCockerell, 1892 (Hemiptera; Coccoidea; Diaspididae), têm distribuição Neotropical e ao sul da região Neártica.

Foram descritas 32 espécies para este gênero (COMSTOCK 1883; COCKERELL 1892, 1897, 1898A, 1898B, 1898C; TOWNSEND & COCKERELL1898; HEMPEL 1904, 1912, 1937; LINDINGER 1909, 1911; FERRIS 1941, 1942; LEPAGE 1942; LEPAGE & GIANNOTTI 1943, 1946; MAMET 1953; BALACHOWSKY 1959; MCKENZIE 1963; FONSECA 1969, 1975; TIPPINS 1970).

Considerando a importância dos estudos taxonômicos dos diaspidídeos neotropicais, este trabalho descreve, de maneira uniforme, dez novas espécies, bem como são apresentadas ilustrações e outras informações relevantes.

MATERIAL E MÉTODOS

Foram examinadas lâminas permanentes das seguintes Instituições: Fundación e Instituto Miguel Lillo, Universidad Nacional de Tucumán, San Miguel de Tucumán, Argentina (IMLA); Coleção Entomológica Adolph Hempel, Instituto Biológico, Secretaria da Agricultura e Abastecimento, São Paulo, Brasil (IBSP); Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil (MZSP); National Museum of Natural History, Washington, USA (USNM); The Bohart Museum of Entomology, University of California, Davis, USA (UCDC).

Os diaspidídeos provenientes de coletas não sistemáticas foram montados em lâminas permanentes utilizando-se solução 10% de KOH, série alcoólica e bálsamo do Canadá, depositadas no Museu de Ciências e Tecnologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil (MCTP) e no Museu Profº. Ramiro Gomes Costa, Fundação de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil (MRGC).

Os holótipos encontram-se depositados nas coleções das instituições de origem, sendo retido um parátipo de cada espécie na coleção do Museu Profº. Ramiro Gomes Costa (MRGC).

Os caracteres morfológicos utilizados nas descrições estão indicados nas Figuras 1-4. As demais figuras são desenhos e fotos de fêmeas adultas, em lâminas permantes, ao microscópio óptico. As escalas nas figuras correspondem a 0,25 mm para o corpo inteiro da fêmea adulta e 0,06 mm para o pigídio da fêmea adulta.

São apresentadas as médias das medidas e contagens de fêmeas adultas em lâminas.

Fig. 1-4
Aspectos morfológicos de Pseudoparlatoria Cockerell (Hemiptera, Diaspididae). 1- escudo do macho; 2- escudo da fêmea; 3- corpo da fêmea adulta; 4- pigídio da fêmea adulta. Anânus; D- vista dorsal; Eaespiráculo anterior; Egespinho glandular; Emespinhos medianos; Epespiráculo posterior; Exexúvia; Fvfenda vulvar; Gcglândulas circungenitais; Lalóbulo abdominal; L1- lóbulos medianos; L2- segundo para de lóbulos; L3- terceiro par de lóbulos; Mcmicrocondutos; Mmmacrocondutos marginais; Msmacrocondutos submarginais; Pbpeças bucais; Pipigídio; Psporção secretada; Se- Segunda exúvia; Tatubérculo antenal.

Os dados do material examinado são apresentados conforme encontrados nas etiquetas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Pseudoparlatoria Cockerell (Figs. 1-4)

PseudoparlatoriaCockerell, 1892: 136. Espécie-tipo, P. ostreata Cockerell, por designação original.

DIAGNOSE: Fêmeas adultas com espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas periespiraculares. Pigídio com três pares de lóbulos, podendo o segundo e o terceiro serem reduzidos. Geralmente seis macrocondutos marginais de cada lado, maiores que os submarginais. Espinhos glandulares com ápice simples, maiores do que o comprimento dos lóbulos pigidiais: entre os L1, dois espinhos com bases unidas e ápices separados, em forma de “y”; entre L1 e L2 e entre L2 e L3, um espinho simples de cada lado das margens; antes de L3 os espinhos glandulares mais curtos do que o comprimento dos lóbulos pigidiais, ou inconspícuos. Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos.

REDESCRIÇÃO: Escudo do macho alongado, com coloração e textura semelhantes ao escudo da fêmea na parte secretada (Figs. 1,2: Ps), exúvia (Fig. 1: Ex), na porção apical. Escudo da fêmea adulta geralmente subcircular ou oval, exúvias (Fig. 2: Ex, Se), subapicais ou excêntricas.

Corpo da fêmea adulta de subcircular a oval alongado (Fig. 3), normalmente membranoso exceto o pigídio que se apresenta esclerotizado (Fig. 3: Pi). Tubérculo antenal com uma a três setas longas (Fig. 3: Ta). Espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas periespiraculares (Fig. 3: Ea, Ep) . Pigídio com até três pares de lóbulos: medianos (Fig. 4: L1) bem desenvolvidos; segundo par de lóbulos (Fig. 4: L2) e terceiro par de lóbulos (Fig. 4: L3) bilobados, desenvolvidos ou reduzidos. Espinhos glandulares com ápice simples (Fig. 4: Eg), mais longos do que os lóbulos pigidiais: um par, em forma de “y”, entre os L1 (Fig. 4: Em); um espinho entre L1 e L2, outro entre L2 e L3, de cada lado; os demais espinhos glandulares são curtos ou inconspícuos. Geralmente seis macrocondutos marginais de cada lado (Fig. 4: Mm), maiores do que os macrocondutos submarginais (Fig. 4: Ms), com ou sem um macroconduto entre os L1. Os macrocondutos submarginais podem estar restritos ao pigídio ou se estenderem até os primeiros segmentos abdominais. Os microcondutos encontram-se geralmente restritos ao pigídio (Fig. 4: Mc). Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos (Fig. 4: Gc). Abertura anal na face dorsal, próxima da margem pigidial (Fig. 4: Aa). Fenda vulvar na face ventral (Fig. 4: Fv).

Pseudoparlatoria aeranthos sp. n. (Figs. 5, 6)

DESCRIÇÃO: Escudo do macho alongado, 1,17 mm de comprimento, 0,66 mm de largura, porção secretada marrom, esbranquiçada na borda posterior, exúvia de cor amarela. Escudo da fêmea oval, membranoso, achatado, 1,70 mm de comprimento, 1,34 mm de largura, porção secretada marromesverdeado, exúvias amarelas.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,71 mm de comprimento, 0,51 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa e duas curtas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas periespiraculares, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 5). Pigídio com três pares de lóbulos: L1 bem desenvolvidos, com uma reentrância de cada lado, forte esclerotização na base; L2 bilobados e L3 reduzidos. Margem anterior aos lóbulos pigidiais sem nenhuma estrutura especial. Um par de espinhos glandulares, mais longos do que o comprimento dos lóbulos, unidos na base e com ápices separados, em forma de “y”, entre os L1; um espinho glandular mais longo do que o comprimento dos lóbulos, com ápice simples, entre L1-L2 e L2-L3, em ambas as margens; demais espinhos glandulares curtos. Sem macroconduto marginal entre L1; um macroconduto entre L1-L2; dois entre L2-L3; três antes de L3. Em torno de dez macrocondutos submarginais, de cada lado, restritos ao pigídio, pouco menores do que os marginais. Ânus oval, a 0,05 mm da margem pigidial (Fig. 6). Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos: 0-2 mediano; 8-15 ântero-laterais; 12-17 póstero-laterais.

HOSPEDEIRO: Bromeliaceae: Tillandsia aeranthos (Loiseleur) L.B. Smith.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Brasil.

ETIMOLOGIA: O nome específico está relacionado ao hospedeiro onde foi encontrado o material-tipo.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. BRASIL: Rio Grande do Sul, Porto Alegre, bairro Ipanema, 05.iii.2000, ex. T. aeranthos (V.R.S.Wolff) (MCTP 109). Parátipos, mesmo local do holótipo, 4 fêmeas, 4 lâminas, 16.viii.1998, ex. T. aeranthos (V.R.S.Wolff & L.E. Claps) (MCTP 107); idem, 3 fêmeas, 2 lâminas, 11.iv.1999, ex. T. aeranthos (V.R.S.Wolff) (MCTP 108); idem, 5 fêmeas, 2 lâminas, viii.1999, ex. T. aeranthos (MRGC 327, 328); idem, 8 fêmeas, 6 lâminas, 05.iii.2000, ex. T. aeranthos (V.R.S.Wolff) (IBSP, IMLA, MRGC, MZSP, UCDC, USNM).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria chiapensis sp. n. pela forma do corpo, dos lóbulos pigidiais; difere por apresentar L1 mais longo, maior distância entre o ânus e a margem pigidial e maior quantidade de macrocondutos submarginais.

Pseudoparlatoria anthurium sp. n. (Figs. 7, 8)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, em média 0,67 mm de comprimento e 0,58 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, com 2 lobos abdominais pré-pigidiais, nos segmentos II e III (Fig. 4, La), Pigídio com manchas esclerotizadas longitudinais e uma mancha, em cada lado, entre os grupos de glândulas circungenitais ântero-laterais e póstero-laterias; três pares de lóbulos: L1 com margens lisas e arredondadas, L2 e L3 bem desenvolvidos, bilobados. Margem anterior aos lóbulos pigidiais fortemente esclerotizada e dentada. Espinhos glandulares em forma de “y” entre os L1, espinho glandular longo, com ápice simples, entre L1-L2 e L2-L3, em ambas as margens; demais espinhos glandulares curtos. Com um macroconduto marginal entre L1; um entre L1-L2, dois entre L2-L3, três após L3, em ambos os lados. Macrocondutos submarginais restritos ao pigídio, menores que os marginais, sendo que os mais próximos do ânus são pouco menores que os marginais. Ânus a 0,05 mm da margem pigidial (Fig. 8). Glândulas circungenitais em 4 ou 5 grupos: 1; 13-21; 14-24.

HOSPEDEIRO: Araceae: Anthurium angustisectum Engl.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Colômbia.

ETIMOLOGIA: O nome específico está relacionado ao hospedeiro onde foi encontrado o material-tipo.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. COLOMBIA: S.A. at Hoboken 19297, 2.iii.1955, ex. A. angustisectum (USNM 56-909). Parátipos, 5 fêmeas, 1 lâmina, COLOMBIA, S.A. at Hoboken 19297, 2.iii.1955, ex. Anthurium sp. (MRGC 329, ret. USNM 56-911).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria maculataFerris, 1942 pela forma do corpo, dos lóbulos pigidiais e glândulas dorsais; difere pela maior quantidade de glândulas circungenitais e pelas manchas esclerotizadas no pigídio.

Pseudoparlatoria chiapensis sp. n. (Figs. 9, 10)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,68 mm de comprimento e 0,47 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa e duas curtas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 9). Pigídio com três pares de lóbulos: L1 longos, com uma reentrância de cada lado, forte esclerotização na base; L2 bilobados, sendo a parte interna semelhante aos L1 e a externa reduzida; L3 reduzidos a uma pequena ponta. Margens anteriores aos lóbulos pigidiais sem nenhuma estrutura especial. Um par de espinhos glandulares em forma de “y” entre L1 cujo comprimento não ultrapassa o comprimento dos lóbulos; um espinho glandular com ápice simples, entre L1 e L2, com comprimento maior do que de L2; outro semelhante entre L2 e L3, de cada lado das margens; demais espinhos glandulares inconspícuos. Sem macroconduto marginal entre L1; um macroconduto entre L1 e L2; dois entre L2 e L3; três ou quatro, um pouco mais afastados da margem, antes de L3, de cada lado. Poucos macrocondutos submarginais: um quase do mesmo tamanho dos marginais, de cada lado, próximo ao ânus; quatro, um pouco menores, nos segmentos IV e V, de cada lado. Ânus oval, a 0,03 mm da margem. Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos: 0-2 mediano; 7-17 ântero-laterais; 613 póstero-laterais. (Fig. 10).

HOSPEDEIRO: Bromeliaceae: Tillandsia sp., Tillandsia chiapensis C.S. Gardner, Tillandsia ehlersana Rauh.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: México.

ETIMOLOGIA: O nome específico refere-se ao hospedeiro onde foi encontrado o holótipo.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. MEXICO, 10.x.1985, ex. T. chiapensis (S. Sanner) (USNM 015996). Parátipos, mesmos dados do holótipo, 2 fêmeas, 1 lâmina; idem, 17.xii.1985, ex. T. chiapensis (J. VanValkenburgh), 6 fêmeas, 1 lâmina (USNM 016726); idem, 27.iii.1988, ex. Tillandsia sp. (D. Riley), 2 fêmeas, 1 lâmina (USNM 018928); idem, 29.vii.1988, ex. T. elersana (B. Burgen), 7 fêmeas, 2 lâminas (USNM 019442); idem, 29.vii.1988, ex. T. chiapensis (B. Burgen), 6 fêmeas, 2 lâminas (USNM 019441, 1 lâmina MRGC, ret. USNM).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria parlatorioides (Comstock, 1883), pela forma e posição do ânus, macrocondutos restritos ao pigídio; difere pela forma do corpo mais alongada, menor quantidade de macrocondutos e lóbulos medianos maiores.

OBSERVAÇÃO: Em uma das lâminas (USNM 015996), há um exemplar de Pseudoparlatoria juncea sp. n.; em uma das lâminas (USNM 019441) há três exemplares de P. juncea.

Pseudoparlatoria clapsae sp. n. (Figs. 11, 12)

DESCRIÇÃO: Escudo da fêmea arredondado, esbranquiçado, com exúvias amarelo-douradas, excêntricas; escudo do macho ovalado, esbranquiçado, com exúvia amarelo-douradas.

Fêmea adulta oval, 0,82 mm de comprimento e 0,76 mm de largura, membranosa exceto pigídio esclerotizado, tubérculo antenal com uma seta longa, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 11). Pigídio com lóbulos muito pequenos: L1 arredondados; L2 bilobados; L3 reduzidos, confundidos com a margem do VI segmento. Um par de espinhos glandulares em forma de “y” entre os L1; um espinho glandular com ápice simples entre L1 e L2 e outro entre L2 e L3, em ambos os lados, mais longos do que os lóbulos; antes de L3 espinhos glandulares inconspícuos. Margem anterior aos lóbulos pigidiais levemente esclerotizada e denticulada. Um macroconduto marginal entre L1, um entre L1 e L2, dois entre L2 e L3 e três antes de L3, em ambas as margens. Uma glândula submarginal, de cada lado, no VII segmento, de tamanho semelhante as marginais, demais glândulas um pouco menores, cerca de 18, restritas ao pigídio. Ânus a 0,05 mm da margem pigidial. Glândulas circungenitais a maioria em quatro grupos, algumas em cinco: 0-2 medianas, 8-17 ântero-laterais, 9-16 póstero-laterais (Fig. 12).

HOSPEDEIRO: Celastraceae: Euonymus sp., Maytenus sp., Maytenus spinosa (Griseb.) Lourteig & O’Donell.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Argentina. ETIMOLOGIA: Em homenagem à Profª. Drª. Lucía Elena Claps, Instituto Superior de Entomologia “Dr. Abraham Willink”, Universidad Nacional de Tucumán, Argentina.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. ARGENTINA: Cordoba, 28.ix.1944, ex. Euonymus sp. (Molinari) (USNM 441740). Parátipos, 4 fêmeas na mesma lâmina do holótipo; Cordoba, 1.iii.1945, ex. M. spinosa, Molinari, 5 fêmeas, 1 lâmina (MRGC 332, ret. USNM 451312); Salta, Santa Barbara, 26.xi.1995, ex. Maytenus sp. (L. Claps, M.E. de Haro, P. Gonzalez); 4 fêmeas, 1 lâmina (IMLA 45.95).

DISCUSSÃO: Semelhante a Pseudoparlatoria caucaeBalachowsky, 1959, pela forma do corpo, dos lóbulos pigidiais e quantidade e distribuição de macrocondutos marginais; difere por apresentar maior quantidade de glândulas dorsais submarginais e circungenitais.

Pseudoparlatoria indigena sp. n. (Figs. 13, 14)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido. Escudo da fêmea subcircular, 1,14 mm de comprimento, 1,02 mm de largura, membranoso, liso, achatado, semitransparente, exúvias amarelo-douradas, excêntricas.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,68 mm de comprimento, 0,57 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 13). Pigídio com três pares de lóbulos bem desenvolvidos: L1 quase triangulares, com uma leve reentrância da cada lado, ápice arredondado; L2 e L3 bilobados. Um par de espinhos glandulares longos, em forma de “y” entre os L1; entre L1 e L2 e entre L2 e L3, um espinho glandular de ápice simples, em cada lado, mais longos do que os lóbulos. Margens anteriores aos lóbulos com espinhos glandulares reduzidos, fortemente esclerotizada e denticulada. Um macroconduto marginal entre os L1, um entre L1 e L2, dois entre L2 e L3 e três antes de L3, de cada lado. Dois macrocondutos submarginais nos segmentos VI e VII, quase do mesmo tamanho dos marginais, de cada lado; os demais menores, distribuídos desde o III segmento abdominal. Ânus oval, a 0,05 mm da margem do pigídio. Glândulas circungenitais em quatro grupos, raro cinco: 0-1 mediano, 12-20 ânterolaterais, 10-22 póstero-laterais (Fig. 14).

HOSPEDEIRO: Araceae: Philodendron squamiferum Poep.; Celastraceae: Maytenus sp.; Combretaceae; Myrtaceae; plantas silvestres.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Brasil, Argentina.

ETIMOLOGIA: O nome específico refere-se ao termo “plantas indígenas”, mencionado por FONSECA (1969), como o hospedeiro onde este material-tipo foi encontrado.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. BRASIL: São Paulo, Água Funda, v.1961, ex. planta silvestre (J.P.Fonseca) (IBSP 858). Parátipos. Distrito Federal, Brasília, i.1974, ex. P. squamiferum (C.J.Rossetto), 38 fêmeas, 3 lâminas (MZSP 367); São Paulo, São Paulo, Jardim da Luz, 11.ii.1938, ex. Combretaceae (H. Lepage), 30 fêmeas, 6 lâminas (MZSP); Jardim da Luz, 19.vi.1942, ex. Myrtaceae (P.B. Medeiros), 2 fêmeas, 1 lâmina (MZSP); Jardim Botânico, iii.1959, ex. planta silvestre (J.P. da Fonseca), 63 fêmeas, 5 lâminas (MZSP 104); Água Funda, v.1961, ex. planta silvestre (J.P. Fonseca), 18 fêmeas, 2 lâminas (IBSP 858, 1 lâmina MRGC 333, ret. IBSP 856); Água Funda, v.1961, ex. planta silvestre (J.P.Fonseca), 46 fêmeas, 3 lâminas (MZSP 858); Boracéia, x.1961, ex. planta indeterminada (J.P da Fonseca), 16 fêmeas, 2 lâmina (MZSP 299); Praia Iporanga, 11.x.1959, planta indeterminada (J.R.da Fonseca), 4 fêmeas, 1 lâmina (MZSP 117). ARGENTINA: Salta, Alemania, 24.iii.1993, ex. Maytenus sp. (L. Claps), 2 fêmeas, 1 lâmina (IMLA C-4.93); Chaco, ii.1988, ex. Maytenus sp. (P. Fidalgo), 2 fêmeas, 1 lâmina (IMLA C-2.88); Tucumán, Tapia, 14.v.1983, ex. Maytenus sp. (L. Claps), 15 fêmeas, 2 lâminas (IMLA C-6.83).

DISCUSSÃO: Semelhante a Pseudoparlatoria noacki Cockerell, 1898, pela presença de macroconduto marginal entre os lóbulos medianos e forma dos lóbulos pigidiais; distingue-se por não apresentar lobos abdominais pré-pigidiais, menor quantidade de glândulas submarginais e circungenitais no grupo mediano.

FONSECA (1969) determinou erroneamente este material como sendo Pseudoparlatoria caucaeBalachowsky, 1959, porém distingue-se desta por apresentar três pares de lóbulos pigidiais bem desenvolvidos, ânus mais afastado da margem pigidial, maior quantidade de glândulas circungenitais e submarginais.

Pseudoparlatoria juncea sp. n. (Figs. 15, 16)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,60 mm de comprimento, 0,42 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa e duas curtas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 15). Pigídio com três pares de lóbulos: L1 longos, pontiagudos, com uma ou duas reentrâncias nas margens internas e três nas margens externas; L2 e L3 reduzidos a pequenas pontas. Um par de espinhos glandulares, em forma de “y”, mais curtos, entre os L1; um espinho glandular de ápice simples entre L1-L2 e outro entre L2-L3, e mais longos do que o comprimento destes, de cada lado; demais espinhos glandulares inconspícuos. Sem macroconduto marginal entre L1, um entre L1 e L2, dois entre L2 e L3, três antes de L3, de cada lado das margens. Poucos macrocondutos submarginais: um de cada lado, próximos do ânus, quase do mesmo tamanho dos marginais; três, um pouco menores, de cada lado entre os segmentos VVII. Ânus oval, a 0,04 mm da margem pigidial. Glândulas circungenitais em cinco grupos: 1-2 mediano; 48 ântero-laterais; 8-10 pósterolaterais (Fig. 16).

HOSPEDEIRO: Bromeliaceae: Tillandsia ehlersana, T. juncea (Ruiz & Pav.).

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: México.

ETIMOLOGIA: O nome específico faz referência ao hospedeiro onde foi encontrado o holótipo.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. MEXICO: 10.x.1985, ex. T. juncea (D. Riley) (USNM 015988). Parátipos, 29.vii.1988, ex. T. elersana (B.Burgess), 3 fêmeas, 1 lâmina (MRGC, ret. USNM 019441).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria tillandsiaeTippins, 1970, pela forma dos lóbulos medianos, distingue-se por apresentar corpo oval e o ânus a menor distância da margem pigidial.

OBSERVAÇÃO: Na lâmina (USNM 015988), além de P. juncea sp. n., há dois exemplares de P. chiapensis sp. n. com etiqueta (USNM 015996); em uma das lâminas (USNM 019441), há três exemplares de P. juncea, esta lâmina está quebrada. Pseudoparlatoria lobata sp. n. (Figs. 17, 18)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,96 mm de comprimento, 0,82 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa e duas curtas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, dois a três lobos abdominais pré-pigidiais bem desenvolvidos, de cada lado (Fig. 17). Pigídio com L1 bem desenvolvidos, margens laterais com uma reentrância em cada lado, ápice arredondado, fortemente esclerotizado na base; L2 bilobados, parte interna semelhante aos L1, porém menores, externa reduzido a uma pequena ponta; L3 reduzidos a duas pontas esclerotizadas. Margem anterior aos L3 levemente esclerotizada com pequenos dentes. Um par de espinhos glandulares em forma de “y” entre os L1; um espinho glandular, com ápice simples entre L1 e L2, outro semelhante, entre L2 e L3, de cada lado, todos mais longos do que o comprimento dos lóbulos; demais espinhos inconspícuos. Sem macroconduto marginal entre L1; um entre L1 e L2; dois entre L2 e L3; três antes de L3, dispostos lateralmente. Macrocondutos submarginais menores que os marginais, desde os primeiros segmentos abdominais; próximo do ânus macrocondutos um pouco maiores. Microcondutos nos lobos abdominais pré-pigidiais e no pigídio. Ânus oval, a 0,05 mm da margem pigidial. Glândulas circungenitais em cinco grupos: 1-11 medianas, 19-28 ântero-laterais, 21-30 póstero-laterais (Fig. 18).

HOSPEDEIRO: planta selvagem.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Brasil.

ETIMOLOGIA: O nome específico está relacionado aos lobos abdominais pré-pigidiais.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. BRASIL: São Paulo, Boracéia, 1.ii.1961, ex. planta selvagem (J.P. da Fonseca) (MZSP 156). Parátipos: mesmos dados do holótipo, 58 fêmeas, 9 lâminas (MZSP 156, 1 lâmina MRGC 334, ret. MZSP 156); vi.1961, ex. planta selvagem (J.P. da Fonseca), 47 fêmeas, 5 lâminas (MZSP 164).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria occultata (Hempel, 1937), pela forma dos lóbulos pigidiais, ausência de macroconduto marginal entre os lóbulos medianos; difere por apresentar lobos abdominais pré-pigidiais bem desenvolvidos.

Pseudoparlatoria podocarpus sp. n. (Figs. 19, 20)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta oval, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,79 mm de comprimento, 0,57 mm de largura, tubérculo antenal com duas setas longas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, um lobo abdominal pré-pigidial com vários microcondutos, de cada lado (Fig. 19). Pigídio com três pares de lóbulos: L1 pequenos, com uma reentrância de cada lado e ápice arredondado, bem separados um do outro; L2 bilobados; L3 representados por pequenas pontas. Margem anterior aos lóbulos pigidiais esclerotizada, com vários dentes bem desenvolvidos. Um par de espinhos glandulares longos, em forma de “y” entre os L1; um espinho glandular, com ápice simples, entre L1 e L2, outro semelhante entre L2 e L3, de cada lado das margens, todos mais longos do que o comprimento dos lóbulos; demais espinhos glandulares, antes de L3, curtos. Sem macroconduto marginal entre L1; um macroconduto marginal entre L1 e L2; dois entre L2 e L3; três antes de L3. Macrocondutos submarginais em grande número, de 30 a 40 de cada lado do pigídio, pouco menores que as marginais, desde os primeiros segmentos abdominais. Ânus oval, a 0,04 mm da margem do pigídio. Glândulas circungenitais em quatro grupos: 20-31 ântero-laterais, 19-35 póstero-laterais (Fig. 20).

HOSPEDEIRO: Araceae: Monstera sp., Podocarpaceae: Podocarpus oleifolius D. Don.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Colômbia, Venezuela.

ETIMOLOGIA: O nome específico faz referência ao hospedeiro onde o holótipo foi encontrado.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. VENEZUELA: 1.viii.1974, ex. P. oleifolius (F.R. Planer) (USNM 8799). Parátipos, 2 fêmeas, na mesma lâmina do holótipo; 3 fêmeas, 1 lâmina, mesmos dados do holótipo (MRGC 335, ret. USNM); Colombia, 26.i.1954, ex. Monstera sp. (A.S. Mills), 2 fêmeas, 1 lâmina (USNM).

DISCUSSÃO: Semelhante à P. lobata sp. n. pela forma dos lóbulos pigidiais, quantidade de macrocondutos marginais difere por apresentar apenas um lobo pré-pigidial desenvolvido, maior quantidade de macrocondutos submarginais e não apresenta glândulas circungenitais medianas.

Pseudoparlatoria pontiaguda sp. n. (Figs. 21, 22)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido. Escudo da fêmea subcircular, 1,84 mm de comprimento, 1,52 mm de largura, marrom-claro com exúvias mais escuras, quase centrais.

Fêmea adulta triangular, parte anterior do cefalotórax e pigídio fortemente esclerotizados, o restante do corpo membranoso, 0,81mm de comprimento e 0,69 mm de largura, tubérculo antenal com duas setas longas, espiráculos anteriores e posteriores sem glândulas, um lobo abdominal pré-pigidial de cada lado (Fig. 21). Pigídio com três pares de lóbulos: L1 de forma triangular, pontiagudo, margens lisas com forte esclerotização na base; L2 com forma semelhante a L1 porém bilobados; L3 semelhantes a L2 porém menores. Um par de espinhos glandulares longos, em forma de “y”, entre L1; um espinho glandular, com ápice simples entre L1 e L2, outro semelhante entre L2 e L3, de cada lado, todos mais longos do que o comprimento dos lóbulos; demais espinhos glandulares curtos. Um macroconduto marginal entre L1, um entre L1 e L2, dois entre L2 e L3. Macrocondutos submarginais em grande número, de tamanho reduzido, desde os primeiros segmentos abdominais. Margem anterior aos lóbulos pigidiais fortemente esclerotizada e dentada. Grande quantidade de microcondutos no pigídio e nos lobos pré-pigidiais. Ânus oval, a 0,06 mm da margem pigidial. Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos: 0-5 mediano, 8-13 ântero-laterais, 8-12 póstero-laterais (Fig. 22).

HOSPEDEIRO: Rubiaceae: Cinchona sp.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Peru.

ETIMOLOGIA: O nome específico está relacionado à forma dos lóbulos pigidiais.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea. PERU: Lima, 72 km NE, estrada Tingo Maria Esp. Sto., viii.1944, ex. Cinchona sp. (J.G. Sanders) (USNM 570682). Parátipos, mesmos dados do holótipo, 10 fêmeas, 2 lâmina (USNM 57 0682, 1 lâmina MRGC, ret. USNM).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria argentataHempel, 1912, pela grande quantidade de pequenas glândulas ventrais e dorsais no pigídio, redução do número de macrocondutos marginais, diferencia-se pela forma do corpo e dos lóbulos medianos e por apresentar apenas um par de lobos pré-pigidiais.

Pseudoparlatoria suelda sp. n. (Figs. 23, 24)

DESCRIÇÃO: Macho desconhecido.

Fêmea adulta subcircular, membranosa exceto pigídio esclerotizado, 0,51 mm de comprimento, 0,48 mm de largura, tubérculo antenal com uma seta longa, sem lobos abdominais pré-pigidiais (Fig. 23). Pigídio pequeno, com três lóbulos: L1 muito reduzido, com uma reentrância de cada lado; L2 e L3 reduzidos. Margem antes de L3 levemente esclerotizada e serrada. Um par de espinhos glandulares em forma de “y” entre os L1; um espinho glandular simples entre L1 e L2; outro semelhante antes de L2, de cada lado das margens, todos mais longos do que os lóbulos. Sem macrocondutos marginais entre L1; um entre L1 e L2; dois entre L2 e L3, dois antes de L3. Poucas glândulas submarginais, restritas ao pigídio: uma no VII segmento, quase do mesmo tamanho das marginais; até três entre o VI e V segmentos, um pouco menores, de cada lado. Ânus oval, a 0,02 mm da margem pigidial. Glândulas circungenitais em quatro ou cinco grupos: 0-1 mediano, 2-11 ântero-laterais, 3-10 póstero-laterais (Fig. 24).

HOSPEDEIRO: Loranthaceae: Phorodendron sp.; Sterculiaceae: Theobroma cacao L.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Colômbia.

ETIMOLOGIA: o nome específico faz referência ao nome comum do hospedeiro na Colômbia, “suelda” (Phorodendron sp.), onde foi encontrado o holótipo.

MATERIAL TIPO: Holótipo, fêmea adulta. COLOMBIA: Medellin (Ant.), v.1971, ex. Phorodendron sp. (A. Madrigal) (USNM). Parátipos: mesmos dados do holótipo, 5 fêmeas, 2 lâminas (USNM, 1 lâmina MRGC 337, ret. USNM); Palmira, ii.1945, ex. T. cacao, (B. Losada S.), 2 fêmeas, 1 lâmina (USNM 5 309); idem, 8.x.1971, ex. T. cacao (sem coletor), 10 fêmeas, 2 lâminas (USNM 71/20444).

DISCUSSÃO: Semelhante à Pseudoparlatoria subcircularisBalachowsky, 1959, pela forma do corpo e do pigídio; diferencia-se pela ausência de macroconduto marginal entre L1, menor quantidade de glândulas circungenitais no grupo mediano e menor quantidade das submarginais.

Fig. 5
Pseudoparlatoria aeranthos sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 6
Pseudoparlatoria aeranthos sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 7
Pseudoparlatoria anthurium sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 8
Pseudoparlatoria anthurium sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 9
Pseudoparlatoria chiapensis sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, fêmea adulta, mesmos dados do holótipo.

Fig. 10
Pseudoparlatoria chiapensis sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, pigídio de fêmea adulta, mesmos dados do holótipo.

Fig. 11
Pseudoparlatoria clapsae sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 12
Pseudoparlatoria clapsae sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 13
Pseudoparlatoria indigena sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, fêmea adulta. Mesmos dados do holótipo (MRGC 333, ret. IBSP 856).

Fig. 14
Pseudoparlatoria indigena sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- pigídio de fêmea adulta. Mesmos dados do holótipo (MRGC 333, ret. IBSP 856).

Fig. 15
Pseudoparlatoria juncea sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 16
Pseudoparlatoria juncea sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 17
Pseudoparlatoria lobata sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, fêmea adulta, mesmos dados do holótipo (MRGC 334, ret. MZSP 156).

Fig. 18
Pseudoparlatoria lobata sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, pigídio de fêmea adulta, mesmos dados do holótipo (MRGC 334, ret. MZSP 156).

Fig. 19
Pseudoparlatoria podocarpus sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 20
Pseudoparlatoria podocarpus sp. n. (Hemiptera, Diaspididae) - Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 21
Pseudoparlatoria pontiaguda sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, fêmea adulta.

Fig. 22
Pseudoparlatoria pontiaguda sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Holótipo, pigídio de fêmea adulta.

Fig. 23
Pseudoparlatoria suelda sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, fêmea adulta. COLOMBIA, 8.x.1971, ex. T. cacao (USNM 71/204444).

Fig. 24
Pseudoparlatoria suelda sp. n. (Hemiptera, Diaspididae)- Parátipo, pigídio de fêmea adulta. COLOMBIA, 8.x.1971, ex. T. cacao (USNM 71/204444).

AGRADECIMENTOS

Ao Profº Dr. Gervásio Silva Carvalho, da Faculdade de Biociências, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (PUCRS), pela orientação do trabalho; aos curadores e responsáveis pelas coleções: MSc. J. Justi Junior e Dr. S. Ide (IBSP); Dra. L. E. Claps (IMLA); Biól. C. Campaner (MZSP); Dr. D. R. Miller (USNM) pelo empréstimo e permuta de material. Ao Prof. Tabajara Moreira da Faculdade de Biociências, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (PUCRS), Dra. Teresia Strell, Fundação Zoobotânica, Porto Alegre (FZB) e Dr. Jorge Luiz Waechfer, Faculdade de Botânica, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (UFRGS) pelo auxílio referente às plantas hospedeiras. À CAPES pela bolsa de doutorado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    07 Out 2024
  • Data do Fascículo
    Jul-Dec 2001

Histórico

  • Recebido
    05 Dez 2000
  • Aceito
    25 Mar 2002
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