|
Alexandri (2018) |
Desenvolvimento de um meio digital que propicie a criação de conexões de comunicação para os habitantes das cidades. |
|
Brandão (2016) Cavalheiro (2017) Kuhl (2018) |
Análise dos reais benefícios de uma cidade inteligentes, e a discussão de que apenas investimentos em TICs não torna uma cidade inteligente, mas a interação da população para a construção de uma cidade inteligente com ambiente sustentável. A reflexão sobre os possíveis e verdadeiros ganhos e/ou perdas decorrentes de processos de “desenvolvimento” oriundos de uma sociedade pós-moderna, que compõe e é composta por cidades modernas, globais, e todas suas idiossincrasias. |
|
Diniz Junior (2017) |
Descrição de uma metodologia para aquisição e exploração de dados de um dos mais importantes pilares de cidades inteligentes: o sistema de transporte público. |
|
Cruz et al., (2016) |
Estruturação de Living Labs para desenvolvimento de cidades inteligentes. |
|
Feltes (2013) |
Especificação, implementação e validação um modelo para desenvolvimento de sistemas ubíquos de transporte, denominado MDUTS. |
| Desenvolvimento de solução, dispositivos ou sensores de monitoramento para problemas urbanos |
|
Freitas (2018) |
Análise de modelos existentes para desenvolvimento de cidades inteligentes, neste caso, o Rio de Janeiro. |
|
Santos (2018) |
Desenvolvimento de modelos cartográficos com informações coletadas de forma distribuída por sensores móveis que permitam realizar análises espaço temporais da qualidade do ar. |
|
Oliveira (2018) |
Monitoramento colaborativo para cidades inteligentes. Sensoriamento automático e participativo em cidades por meio da utilização de um middleweare como a estratégia para coleta, integração e interpretação dos dados de um sistema distribuído direcionado a cidades. |
|
Bruhn (2017) |
Proposta monitoramento e controle de infraestruturas urbanas. |
|
Rosendo (2017) |
Proposta de simplificação e automatização da rede de controle de acesso a gestão de SDN. |
|
Ribeiro (2016) Aguirre (2017) |
Estruturação de serviços de gerência de dados com arquitetura internet de baixo custo de implementação e operação, abrindo perspectiva para investimentos em monitoramento de variáveis ambientais em pequenos e médios municípios, para gerência de risco de desastres ambientais. |
|
Cardoso (2016) |
Criação de um sistema de monitoração do nível de água de rios e riachos para evitar alagamentos das cidades. Solução para o acionamento das unidades móveis mais adequadas para atuar em uma situação em particular, considerando, entre outros fatores, o tempo necessário para se chegar ao local da emergência. |
|
Borges (2016) |
Apresentação de um mecanismo de autoadaptação para sensoriamento urbano com base no modelo proposto pela computação autonômica. |
|
Gallo (2016) |
Criação de uma plataforma para coleta e análise de imagens urbanas que integra Interfaces de programação de aplicativos de sistemas de busca de imagens, sigs, mapas digitais, e técnicas de visão computacional. |
| Desenvolvimento de indicadores específicos para avaliar os municípios brasileiros |
|
Jordão (2016) Afonso et al.(2015) Guimarães (2018) |
Desenvolvimento de indicador para avaliar, mensurar e classificar cidades inteligentes com base de dados obtidos junto aos grandes repositórios de dados públicos brasileiros. Criação de um Índice Brasileiro Multidimensional de classificação de cidades inteligentes (IBMCCI) |
|
Klein (2015) |
Desenvolvimento de uma proposta de modelo conceitual para smart cities, que utiliza big data e open data como fonte de dados. Administradores de cidades, que visem iniciar projetos de smart cities, ou sistemas de informação para estas cidades, por exemplo, podem se beneficiar do modelo proposto antes de iniciar seus projetos. |
| Desenvolvimento de dispositivos para possibilitar a participação do cidadão na gestão dos municípios |
|
Orrego (2017) |
Foi proposta a especificação de um protótipo para um sistema chamado CORE MM que permite a utilização de técnicas crowndsourcing para que gerenciamento de recursos das cidades seja feito pelos próprios cidadãos interessados. |
|
Freitas (2014) |
Discussão de como os projetos de cidades inteligentes podem se aproximar dos anseios da população. |
| Propostas de melhoria para acessibilidade urbana |
|
Telles (2016) Ortiz (2017) |
Proposição de integração da tecnologia assistiva pessoal com a infraestrutura assistiva urbana. Projeção de uma solução tecnológica baseada na tecnologia de crowdsensing para promover a acessibilidade inteligente das pessoas com mobilidade reduzida. |
|
Alperstedt Neto et al. (2018) |
Criação um modelo computacional para acessibilidade nas cidades inteligentes assistivas. |
| Utilização de IoT para gestão das cidades |
|
Cruz (2017) |
Utilização de IoT aplicada em projetos de governança e desenvolvimento de sistemas de automação autônomos para controle e monitoramento do consumo racional de recursos naturais não renováveis em cidades inteligentes |
|
Tomas (2014) |
Especificação, projeção e implementação uma Arquitetura de Software (AS) para Cidade Inteligente (CI) que permita o desenvolvimento de soluções com base em Internet das Coisas (IoT), independente das especificações de cada tecnologia e características físicas das cidades. |
|
Desenvolvimento de soluções para melhor gestão dos recursos naturais, como a energia, nas smart cities
|
|
Rostirolla (2016) Gomes (2017) |
Sugestões para minimizar consumo de energia elétrica no Metro. Proposta de um modelo elástico de economia multinível de energia para cidades inteligentes. |
|
Moreira Neto (2016) |
Desenvolvimento de um mecanismo preditivo para eleição de coletores semânticos em grupos de nós sensores sem fio, cujo objetivo central é reduzir o consumo de energia de uma rede de sensores. Análise da influência da modernização do sistema de controle de trens no consumo de energia no metrô de São Paulo. Análise técnico-econômica do impacto da penetração da geração distribuída em redes de distribuição. |
| Desenvolvimento de propostas para melhorar o armazenamento e a privacidade de dados |
|
Silva (2014) Ferraz (2016) |
Ao investigar mecanismos de provisão de privacidade propostos em diferentes contextos Inteligentes (que essencialmente compõe o que chamamos de Cidades Inteligentes), constatou-se que não é possível construir uma proposta de implementação de privacidade que atenda estritamente apenas um paradigma, já que cada um deles tem a função de cobrir uma parte específica no processo de provisão/consumo de serviços. Proposta de solução baseada na criação de um ambiente multi-identidade, que permita manter a privacidade e o anonimato de usuários, ainda que anônimo, dentro de ambientes interoperáveis e heterogêneos. |
|
Avelar (2017) |
Apresentação e avaliação propostas para os problemas de armazenamento eficiente de conteúdo na rede e de suporte à mobilidade do provedor na arquitetura ICN. |