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Revista de História (São Paulo)

versão impressa ISSN 0034-8309versão On-line ISSN 2316-9141

Resumo

RIBEIRO, Mariana Cardoso dos Santos. RELEGADO À INVISIBILIDADE. O LUGAR DOS DIREITOS HUMANOS NA AGENDA DA DIPLOMACIA FRANQUISTA (1945-1955). Rev. Hist. (São Paulo) [online]. 2018, n.177, a03917.  Epub 04-Fev-2019. ISSN 2316-9141.  https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2018.133803.

Entre 1945 e 1955, a tática oficial do governo franquista foi contestar publicamente as acusações dirigidas contra o regime, considerado no pós-guerra como uma persistência do fascismo derrotado. Neste artigo, sustentamos que, frente à ONU, a ação exterior foi além da negativa de fatos - ocorrências de violações de direitos na Espanha -, mas dirigiu-se a relegá-los à invisibilidade e, assim, produzir o esquecimento a respeito do assunto. A partir da avaliação crítica de correspondência diplomática e de documentos oficiais da Nações Unidas revelamos que a diplomacia franquista utilizou duas vias de ação principais: não responder quando instada a explicar-se sobre práticas de violação de direitos humanos em território espanhol; e obter de seus aliados mais próximos o silêncio sobre o assunto nos foros internacionais.

Palavras-chave : Diplomacia; direitos humanos; franquismo; ONU; política exterior.

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