SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.61 número145LA CUESTIÓN JUDÍA Y LA CARENCIA DE MUNDO EN LA MODERNIDAD DESDE LA PERSPECTIVA DE HANNAH ARENDTLAW AND MORAL JUSTIFICATION índice de autoresíndice de materiabúsqueda de artículos
Home Pagelista alfabética de revistas  

Servicios Personalizados

Revista

Articulo

Indicadores

Links relacionados

Compartir


Kriterion: Revista de Filosofia

versión impresa ISSN 0100-512Xversión On-line ISSN 1981-5336

Resumen

NAKANO, Anderson Luis. WITTGENSTEIN, FORMALISM, AND SYMBOLIC MATHEMATICS. Kriterion [online]. 2020, vol.61, n.145, pp.31-53.  Epub 18-Mayo-2020. ISSN 1981-5336.  http://dx.doi.org/10.1590/0100-512x2020n14502aln.

Em um recente artigo, Sören Stenlund procura alinhar a abordagem de Wittgenstein em relação aos fundamentos e à natureza da matemática com a tradição da matemática simbólica. A caracterização da matemática simbólica feita por Stenlund, de acordo com a qual a matemática é logicamente separada de suas aplicações externas, a aproxima da posição formalista. Isto naturalmente levanta a questão de se Wittgenstein defende uma posição formalista em filosofia da matemática. O objetivo deste artigo é dar uma resposta negativa a esta questão, ao defender que Wittgenstein sempre pensou não haver separação lógica entre a matemática e suas aplicações. Atenção especial será dada às observações de Wittgenstein sobre a aritmética pertencentes ao seu período intermediário, pois é neste período que uma leitura formalista de seus escritos é mais sedutora. Mostrarei como sua ideia de autonomia da aritmética não deve ser comparada à ideia formalista de autonomia, segundo a qual um cálculo é “cortado” de suas aplicações. A autonomia da aritmética, para Wittgenstein, garante ela própria sua aplicabilidade, provendo, assim, sua própria raison d’être.

Palabras clave : Wittgenstein; formalismo; matemática simbólica; aplicabilidade; autonomia da aritmética.

        · resumen en Inglés     · texto en Inglés     · Inglés ( pdf )