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Tempo Social

versão impressa ISSN 0103-2070

Resumo

LOURENCO, Luiz Claudio  e  ALMEIDA, Odilza Lines de. "Quem mantém a ordem, quem cria desordem": gangues prisionais na Bahia. Tempo soc. [online]. 2013, vol.25, n.1, pp.37-59. ISSN 0103-2070.  https://doi.org/10.1590/S0103-20702013000100003.

Em diversas democracias ocidentais onde diretrizes políticas de encarceramento foram adotadas, é possível observar a existência cada vez mais forte e recorrente de coletivos organizados de presos, a saber, as gangues prisionais. No Brasil, esse fenômeno também é observado em boa parte de suas unidades federativas. Procuramos aqui identificar alguns dos fatores e das nuanças que compuseram a relação entre Estado, administração prisional e as duas principais gangues prisionais que atuaram na Bahia durante a primeira década dos anos 2000. Ao utilizarmos a metodologia de estudo de caso e da triangulação de informações, encontramos elementos que ajudam a compreender como seu deu o processo de instauração e manutenção dessas gangues dentro e fora das unidades prisionais no período analisado.

Palavras-chave : Prisão; Gangues prisionais; Encarceramento; Controle social.

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