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Estudos Avançados

versão impressa ISSN 0103-4014versão On-line ISSN 1806-9592

Resumo

ARRUDA, DANIEL MEIRA  e  SCHAEFER, CARLOS ERNESTO GONÇALVES REYNAUD. Dinâmica climática e biogeográfica do Brasil no Último Máximo Glacial: o estado da arte. Estud. av. [online]. 2020, vol.34, n.98, pp.187-198.  Epub 08-Maio-2020. ISSN 1806-9592.  https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2020.3498.012.

A partir de meados do século XX, cresceu significativamente o interesse em se compreender a dinâmica das vegetações em respostas às mudanças climáticas do Último Máximo Glacial - UMG (18 mil anos atrás). Nesse contexto, uma paisagem pode ser fruto de mudanças recentes ambientais ou relíquias de condições ainda mais remotas. Isso pode determinar, inclusive, o grau de complexidade e diversificação da paisagem. Diversos pesquisadores têm proposto modelos para explicar a cobertura da vegetação brasileira sob as condições do UMG desde a década de 1960, porém, o recente avanço dos modelos climáticos globais tem proporcionado novas perspectivas para uma reconstrução mais fiel das condições pretéritas. Nesse sentido, aqui discutimos sobre teorias biogeográficas formuladas e modificadas ao longo dos últimos 60 anos de estudos sobre a reconstrução das vegetações do Brasil para o UMG.

Palavras-chave : Fitogeografia; Hipótese dos refúgios amazônicos; Hipótese do arco Pleistocênico; Mudanças climáticas; Última glaciação.

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