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Revista Brasileira de Oceanografia

versão impressa ISSN 1413-7739

Resumo

FLYNN, Maurea Nicoletti; TARARAM, Airton Santo  e  WAKABARA, Yoko. Effects of habitat complexity on the structure of macrobenthic association in a Spartina altemiflora marsh. Rev. Bras. Oceanogr. [online]. 1996, vol.44, n.1, pp.09-21. ISSN 1413-7739.  https://doi.org/10.1590/S1413-77391996000100002.

A estrutura e variação temporal de associações macrobentônicas de marismas de Spartina olterniflora, estruturalmente diferentes com rcelação à forma (baixa ou alta) e ao grau de agregação (esparsa ou agregada), foram descritas e comparadas, na Ponta do Arrozal, região de Cananéia, costa sul do Estado de São Paulo. Representantes da infauna como os pohquetos Copitella copitata, Isolda pulchella, Nereis oligohallia eLaconereis acuta perfizeram 44,0% da fauna coletada, enquanto que formas epifaunais como HHeleobia australis, Littorina agulifera,Tholozidium rhombofrotaliseSphoeromopsis mourei atingiram 39,5%. Análises classificatórias dos períodos de amostragem indicaram que os agrupamentos de espécies foram formados basicamente pela similaridade espacial e picos de densidade da macrofauna seguidos pelos padrões de variação temporal. Os maiores valores de diversidade ocorreram no inverno e primavera. Os índices de diversidade e equitatividade, embora significativamente diferentes entre locais de amostra e tempo, não mostraram um padrão sazonal muito claro. Heleobia australis, Littorina agulifera e Anomalocardia brasilienses foram dominantes entre as plantas altas de S. alterniflora, esparsamente distribuídas, com picos de densidade faunística ocorrendo nos períodos de inverno e primavera. Entre as plantas haixas esparsamente distribuídas as espécies dominantes foramTholozodium rhombofrontalis e Sphoeromopsis mourei;, com maior densidade no verão. Nas plantas altas e agregadas as maiores densidades ocorreram no inverno e as espécies dominantes foram Nereis oligohoalina, Isolda pulchella e Copitella copitata. As espécies H. australis, L. ongulifera e A. brasilienses dominaram nas marismas baixas e agregadas, apresentando os maiores valores de densidade na primavera. Os resullados sugerem que diferenças na forma e agregação de S. alterniflora provocam mudanças na estrutura da fauna macrobentônica associada a esta vegetação.

Palavras-chave : Complexidade de hahitat; Associações macrobentônicas; marisma de Spartino altenriflora; Costa sul do Estado de São Paulo; Brasil.

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