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Interface - Comunicação, Saúde, Educação

versão impressa ISSN 1414-3283versão On-line ISSN 1807-5762

Resumo

REBELO, Fernanda  e  CAPONI, Sandra. A medicalização do crime: a Penitenciária de Florianópolis como espaço de saber e poder (1933-1945). Interface (Botucatu) [online]. 2007, vol.11, n.22, pp.193-206. ISSN 1807-5762.  https://doi.org/10.1590/S1414-32832007000200002.

Este trabalho discute a instalação do modelo penitenciário em Florianópolis, nos anos 30 do século passado, sob a ótica do pensamento médico-higienista e suas interfaces com o jurídico. A partir da década de 1920, em Florianópolis, observa-se a criação de diversos tipos de instituições de controle. Era necessário um moderno aparato policial para controlar a população; havia o medo do contágio de doenças e o perigo das epidemias que vinham junto com as aglomerações nos cortiços e sobrados. O centro da cidade deveria se tornar mais salubre para a burguesia poder habitá-lo, mas antes, as pessoas "indesejadas", como mendigos e prostitutas, deveriam ser colocadas nos seus "devidos lugares". O objetivo deste artigo é analisar de que modo esses "medos" que afetaram todos os centros urbanos a partir do século XIX apareceram também em Florianópolis, e que estratégias foram criadas para o seu controle, particularmente as construídas nas instituições prisionais.

Palavras-chave : Higiene; Eugenia; Sistema penitenciário; Saúde pública; Medicalização.

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