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Revista Brasileira de Epidemiologia

versão impressa ISSN 1415-790Xversão On-line ISSN 1980-5497

Resumo

NASCENTE, Lígia Moschen de Paula; GRANDI, Carlos; ARAGON, Davi Casale  e  CARDOSO, Viviane Cunha. Medidas placentárias e sua associação com o peso ao nascer em uma coorte brasileira. Rev. bras. epidemiol. [online]. 2020, vol.23, e200004.  Epub 21-Fev-2020. ISSN 1980-5497.  http://dx.doi.org/10.1590/1980-549720200004.

Introdução:

Estudos epidemiológicos demonstraram associações entre medidas placentárias, resultados perinatais e futuros.

Objetivos:

Descrever medidas placentárias e avaliar suas associações com peso ao nascer numa coorte de nascimentos brasileira.

Metodologia:

Estudo de coorte retrospectiva de 958 mães, placentas e recém-nascidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Brasil, em 2010 e 2011. As informações foram coletadas por entrevistas, prontuários médicos e laudos de patologia. As medidas placentárias foram: peso, diâmetros maior e menor, excentricidade, espessura, forma, área, relações peso ao nascer/ peso da placenta e peso da placenta/ peso ao nascer. As associações entre peso ao nascer e medidas placentárias foram examinadas por meio de regressão linear múltipla.

Resultados:

O peso da placenta foi responsável por 48% da variabilidade do peso ao nascer (p < 0,001), enquanto o conjunto de medidas placentárias (peso, diâmetros maior e menor e espessura) foi responsável por 50% (p < 0,001). Quando ajustadas pelas características maternas e neonatais, as medidas placentárias explicaram 74% da variabilidade do peso ao nascer (p < 0,001).

Conclusão:

medidas placentárias são preditores independentes do peso ao nascer. O peso placentário é o mais forte preditor dentre elas, seguido pelo diâmetro menor.

Palavras-chave : Placenta; Peso ao nascer; Perinatologia; Antropometria; Pesos e medidas corporais; Estudo observacional..

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