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vol.28 número4MÉTODOS DE CONTROLE DE BRAQUIÁRIA (Urochloa decumbens Stapf.) EM ÁREA DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE MATA RIPÁRIA, DFA COOCORRÊNCIA DE PLANTAS NA CAATINGA PODE SER EXPLICADA PELO PROCESSO DE FACILITAÇÃO? ESTUDO DE CASO COM DUAS ESPÉCIES DE FABACEAE índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
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Ciência Florestal

versão impressa ISSN 0103-9954versão On-line ISSN 1980-5098

Resumo

NOVAIS, Jonathan Willian Zangeski et al. VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA PAR REFLETIDA PELO SOLO E TRANSMITIDA PELO DOSSEL EM FLORESTA INUNDÁVEL NO PANTANAL MATO-GROSSENSE. Ciênc. Florest. [online]. 2018, vol.28, n.4, pp.1502-1513. ISSN 1980-5098.  https://doi.org/10.5902/1980509835097.

A cobertura do solo e o tipo de vegetação influenciam nos fluxos radiativos, na refletância do solo abaixo do dossel e na transmitância do dossel. Neste contexto, este trabalho analisou a variação espacial e temporal da radiação fotossinteticamente ativa refletida pelo solo em uma floresta sazonalmente inundável com dominância de cambará (Vochysia divergens Pohl) no Pantanal Mato-grossense. A área de estudo foi dividida em 5 transectos com 11 pontos amostrais, totalizando 55 pontos medidos de dezembro de 2011 a novembro de 2012. A análise da distribuição espacial da radiação fotossinteticamente ativa refletida pelo solo foi realizada utilizando semivariogramas, aplicando-se o modelo esférico. Encontrou-se correlação negativa das variáveis transmitância do dossel, radiação fotossinteticamente ativa incidente abaixo do dossel e refletida pelo solo com o índice de área foliar e positiva entre radiação fotossinteticamente ativa incidente abaixo do dossel e refletida pelo solo. Os resultados espaciais indicaram dependência espacial da radiação fotossinteticamente ativa refletida nos 9 meses analisados. O efeito pepita foi pequeno nas análises e o alcance mais comum entre os semivariogramas foi 100 m em dezembro/2011, janeiro/2012 e novembro/2012, com o maior alcance ocorrendo no mês de junho/2012. As mudanças da radiação fotossinteticamente ativa refletida podem ser consideradas pela diferença da cota topográfica, ocorrendo acúmulo de umidade no transecto mais baixo, e pela diferença de vegetação encontrada na região, alterando a coloração e/ou cobertura do solo, mudando assim a reflexão.

Palavras-chave : Cambará; área alagável; semivariograma; Vochysia divergens.

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