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Ornamental Horticulture

versão On-line ISSN 2447-536X

Resumo

RAMOS, Sabrina Maiháve Barbosa et al. Adubação orgânica e produtos alternativos no controle do oídio da roseira. Ornam. Hortic. [online]. 2020, vol.26, n.1, pp.57-68.  Epub 11-Maio-2020. ISSN 2447-536X.  http://dx.doi.org/10.1590/2447-536x.v26i1.2109.

A roseira é uma planta de elevada exigência nutricional e suscetível ao oídio, doença que causa queda de folhas e perdas na produção de flores. Objetivou-se com esse trabalho avaliar a severidade de oídio em roseira cultivar ‘Grand Gala’ em resposta à adubação orgânica e a aplicação de produtos alternativos para o controle da doença. O primeiro experimento foi instalado em arranjo fatorial, sendo 5 produtos alternativos: água potável como testemunha- (AP), calda sulfocálcica (CS); óleo de nem (ON), mistura de bicarbonato de sódio mais óleo de canola (BC), ácido pirolenhoso de café (APC) e 2 adubações orgânicas: esterco de aves (EA) e biofertilizante à base de engaço de bananeira (B). As avaliações da severidade da doença foram realizadas aos 0, 15, 30 e 45 dias após os tratamentos. No segundo experimento, folhas assintomáticas ou com diferentes severidades de oídio foram pulverizadas apenas uma vez com os mesmos produtos alternativos mencionados anteriormente. A avaliação da severidade foi feita aos 0, 7 e 14 dias. As adubações orgânicas não influenciaram na redução da severidade do oídio da roseira. Aos 45 dias, APC proporcionou maior redução na severidade da doença (81,6%), seguido pelos tratamentos à base BC (61%), ON (58,96%) e CS (60,3%). Maior redução da severidade da doença no experimento 2 ocorreu nos tratamentos com BC e CS, seguida pelo APC. Portanto, pode-se concluir que o APC e BC possuem potencial no controle do oídio da roseira em sistema de cultivo orgânico.

Palavras-chave : Rosa sp. Oidium leucoconium; severidade; bicarbonato de sódio; ácido pirolenhoso de café.

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