SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.3 número1Aspectos biopsicossociais da saúde de estudantes e funcionários de uma instituição de ensino superior portadores de cefaleiaLimiar de dor entre homens e mulheres com diferentes massas e percentuais de gordura índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

Compartilhar


BrJP

versão impressa ISSN 2595-0118versão On-line ISSN 2595-3192

Resumo

DOS-SANTOS, Gyan Karla Advíncola; SILVA, Natália Cristina de Oliveira Vargas e  e  ALFIERI, Fábio Marcon. Efeitos da compressa fria versus quente sobre a dor em universitárias com dismenorreia primária. BrJP [online]. 2020, vol.3, n.1, pp.25-28.  Epub 27-Fev-2020. ISSN 2595-3192.  https://doi.org/10.5935/2595-0118.20200006.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

A dismenorreia é a queixa ginecológica mais comum em mulheres jovens, e diversos recursos terapêuticos visando a redução da dor vêm sendo testados. O objetivo deste estudo foi verificar a influência de compressas frias ou quentes sobre a intensidade da dor e o limiar de tolerância de dor à pressão em mulheres com dismenorreia primária.

MÉTODOS:

Estudo clínico randomizado simples encoberto envolvendo 40 jovens divididas em dois grupos: compressa quente ou compressa fria, aplicadas por 20 minutos nas regiões do abdômen inferior e lombar. O limiar de tolerância de dor à pressão foi avaliado por algometria nos músculos vasto medial, glúteo máximo, paravertebrais lombares e ligamentos L4-L5 e L5-S1. A intensidade da dor foi avaliada pela escala analógica visual.

RESULTADOS:

Não foram observadas alterações significantes imediatamente após a aplicação das compressas, nem tampouco 30 minutos após a aplicação no que concerne aos limiares de tolerância de dor à pressão. A comparação da variação do efeito das intervenções não revelou diferenças entre os grupos de intervenção, tanto em relação aos limiares de tolerância de dor à pressão, quanto em relação à escala analógica visual. Entretanto, ambos os grupos apresentaram redução significante na escala analógica visual logo após a aplicação e depois de 30 minutos do término em relação ao momento anterior à intervenção. Apesar disso, logo após a aplicação da compressa, bem como 30 minutos após o término, o grupo que usou compressa fria exibiu maior redução da intensidade da dor (p=0,002 e p=0,004, respectivamente).

CONCLUSÃO:

Compressas frias ou quentes não provocaram alterações no limiar de tolerância de dor à pressão, porém, a percepção da dor foi menor após a aplicação do tratamento, especialmente no grupo que fez uso da compressa fria.

Palavras-chave : Dismenorreia; Mensuração da dor; Modalidades de fisioterapia.

        · resumo em Inglês     · texto em Português | Inglês     · Português ( pdf ) | Inglês ( pdf )