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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.3 no.3 Manaus Dec. 1973

http://dx.doi.org/10.1590/1809-43921973033005 

BOTÂNICA

Phytogeographic support tor the theory of Pleistocene forest refuges in the Amazon Basin, based on evidence from distribution patterns in Caryocaraceae, Chrysobalanaceae, Dichapetalaceae and Lecythidaceae

Ghillean T. Prance*  2 

*— Instituto Nacional de Pesquisas da Amazonia, and

2B. A. Krukoff Curator of Amazonian Botany, the New York Botanical Garden.


Abstract

In recent years it has generally been accepted that Amazonia was subject to long dry periods in the late Pleistocene and post-Pleistocene which induced forest cover to a few limited areas or refuges. It has been proposed that the subsequent genetic isolation into separate populations is a mnjor factor in the evolution of the species diversity within the lowland forest of Amazonia. Most of the previous evidence for this theory is based on studies of animals, for example: lizards, butterflies, and birds. Here data are presented to confirm the theory of forest refuges using evidence from phytogeography. Distribution patterns of the lowland species of the woody plant families Caryocaraceae, Chrysobalanaceae, Dichapetalaceae and Lecythidaceae are discussed and concur with the possibility of forest refuges. A map is given of the refuge areas that seem most likely, based on evidence from species distribution of the above plant families. The refuges proposed here correspond closely with the refuge areas proposed by Haffer and Brown rather than the extremely reduced areas proposed by Vanzolini.

Resumo

Nos últimos anos diversos zoólogos têm escrito sobre a história do clima amazônico e a evolução de diversas espécies de animais. Afirmam que durante o Pleistoceno e pós-Pleistoceno houve períodos de clima seco. Durante essas épocas, as áreas de mata pluvial eram reduzidas tornando-se em pequenas áreas ou refúgios de mata. Por conseguinte, dessas áreas pequenas de mata, houve algumas populações isoladas dando oportunidade para a evolução de espécies antes da volta da mata contígua. Esse fenômeno é uma das razões pela qual há diversidades de espécies nas matas de terreno baixo da bacia amazônica. Até agora, a maior parte em evidência pela teoria dos refúgios, é baseada na qualidade dos animais, principalmente aves, borboletas e lagartos. Aqui é dada a evidência para confirmar a teoria dos refúgios, com estudos fitogeográficos. As distribuições das espécies amazônicas das famílias de plantas lenhosas. Caryocaraceae, Chrysobalanaceae, Dichapetalaceae e Lecythidaceae são usadas para confirmar a existência dos refúgios pleistocênicos. Um mapa dos refúgios indicado pelas 4 famílias de plantas é apresentado, baseado nas distribuições das espécies. Os refúgios propalados aqui. corres pondem-se mais ou menos com os refúgios de Haffer e Brown, melhor que os de Vanzolini que parecem muito mais reduzidos.

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