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Iheringia. Série Zoologia

versão impressa ISSN 0073-4721versão On-line ISSN 1678-4766

Iheringia, Sér. Zool. vol.107  supl.0 Porto Alegre  2017  Epub 02-Maio-2017

https://doi.org/10.1590/1678-4766e2017140 

Articles

Lista das espécies de Calliphoridae (Diptera, Oestroidea) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist of the Calliphoridae (Diptera, Oestroidea) from Mato Grosso do Sul, Brazil state

Cecília Kosmann1 

Anna Carolina Prestes1 

Karla Pessôa Tepedino1 

Ana Carolina Franco1 

Cristiane V. A. Pujol-Luz2 

José Roberto Pujol-Luz1  2 

1Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Zoologia, 70910-900 Brasília, DF. (jrpujol@unb.br)

2Universidade Católica de Brasília, Laboratório de Zoologia, QS 7 lote 1, Bl. M/ s. 331, 72030-170 Taguatinga, DF.


RESUMO

Neste trabalho é apresentada uma lista de espécies de Calliphoridae registradas no estado do Mato Grosso do Sul. Calliphoridae é representada por 13 espécies distribuídas em sete gêneros: Chloroprocta Wulp (1), Chrysomya Robineau-Desvoidy (3), Cochliomyia Townsend (2), Hemilucilia Brauer (2), Paralucilia Brauer & Bergenstamm (1), Lucilia Robineau-Desvoidy (2) e Mesembrinella Giglio-Tos (2).

PALAVRAS-CHAVE Biodiversidade; Cerrado; moscas-varejeiras; Pantanal; Programa Biota-MS

ABSTRACT

In this paper it is provided a checklist of the Calliphoridae species registered in the state of Mato Grosso do Sul. Calliphoridae is represented by 13 species distributed in seven genera: Chloroprocta Wulp (1), Chrysomya Robineau-Desvoidy (3), Cochliomyia Townsend (2), Hemilucilia Brauer (2), Paralucilia Brauer & Bergenstamm (1), Lucilia Robineau-Desvoidy (2), and Mesembrinella Giglio-Tos (2).

KEYWORDS Biodiversity; blow flies; Cerrado; Pantanal; Biota-MS Program

Os membros de Calliphoridae (Calyptratae, Oestroidea) são moscas de tamanho mediano e coloração metálica, comumente conhecidos como moscas-varejeiras. Possuem distribuição mundial, com mais de 1.000 espécies descritas em aproximadamente 150 gêneros ( Shewell, 1987; Vargas & Wood, 2010). Uma vez que trata-se de uma família de grande impacto na sociedade humana, existe a necessidade de estabilidade no grupo, levando a uma classificação conservativa ( Shewell, 1987). Atualmente a família é dividida em 12 subfamílias: Auchmeromyiinae, Bengaliinae, Phumosiinae, Mesembrinellinae, Helicoboscinae, Toxotarsinae, Calliphorinae, Chrysomyinae, Luciliinae, Melanomyinae, Polleniinae e Rhiniinae ( Rognes, 1997). Na Região Neotropical há registro de sete subfamílias, enquanto que no Brasil este número é de cinco.

Dentre todas as famílias do grupo Oestroidea, Calliphoridae é a única que não possui seu monofiletismo confirmado ( Pape, 1992; Rognes, 1997). Todavia, com exceção de Mesembrinellinae, as espécies do Novo Mundo parecem formar um grupo monofilético ( Vargas & Wood, 2010). O fóssil mais antigo atribuído à família data do Cretáceo superior (70 milhões de anos), tendo sido descrito por McAlpine (1970) a partir de quatro pupários que ele atribuiu à nova espécie Cretaphormia fowleri. Este foi o primeiro registro pré-terciário de um oestróideo ( Rognes, 1997).

Os adultos e imaturos de Calliphoridae possuem hábitos diversos, sendo o mais comum o desenvolvimento em carcaças de animais ( Vargas & Wood, 2010). Este hábito torna as espécies desta família importantes na cadeia de reciclagem de nutrientes ( Byrd & Castner, 2001) e serve como ferramenta para estimativa do intervalo pós-morte (IPM) em investigações criminais ( Benecke, 2001; Amendt et al., 2007; Pujol-Luz et al., 2008). Adultos são ainda encontrados alimentando-se em fezes, néctar e secreções açucaradas, bem como polinizando diversas espécies de plantas ( Jirón & Hedström, 1985). Além do desenvolvimento em carcaças, as larvas podem utilizar fezes e material vegetal em decomposição como substrato de criação, bem como ser parasitas de répteis ( Koskela et al., 1974), gastrópodes e anelídeos ( Rognes, 1991). Espécies de três gêneros são conhecidas por alimentarem-se de sangue humano e de outros animais ( Vargas & Wood, 2010). A biologia das espécies brasileiras é bem estudada, com exceção da sufamília Mesembrinellinae.

O elevado número de estudos relacionados à família deve-se, em grande parte, à importância médico-veterinária apresentada por muitas de suas espécies, reportadas como causadoras de miíases ( Zumpt, 1965; Guimarães et al., 1983; Hall & Wall, 1995) e vetores mecânicos de patógenos aos animais e ao homem ( Greenberg, 1971). Os danos econômicos na criação de gado devido às miíases são extensivos, levando inclusive a medidas para erradicação total de algumas espécies (e.g. Cochliomyia macellaria Fabricius nos Estados Unidos da América, México, Belize e Costa Rica).

A fauna brasileira de califorídeos é consideravelmente bem conhecida se comparada à de outros grupos. Estudos relacionados à associação das espécies com o ambiente urbano - sinantropia -, bem como relatos de miíases causadas por califorídeos são frequentes ( Linhares, 1981; D’Almeida & Lopes, 1982; Guimarães & Papavero, 1999; Thyssen et al., 2012).

Para o estado do Mato Grosso do Sul, poucos são os trabalhos com califorídeos ( Campos & Barros, 1995), sendo a maioria deles realizados em locais associados à criação de gado ( Gomes et al., 2000; Corrêa et al., 2010; Koller et al., 2011).

MATERIAL E MÉTODOS

A lista das espécies de califorídeos que ocorrem no Estado do Mato Grosso do Sul foi elaborada com base na literatura disponível entre os anos 1960 e 2013. Destacam-se Mello (1961, 1962, 1965, 1967, 1968, 1969a, b, 1972a, b, 1974, 1978, 1996, 2003), James (1970), Dear (1979, 1985), Guimarães (1977), Kosmann et al. (2013), Lopes & Albuquerque (1982), Mariluis (1979, 1980, 1983), Mariluis & Peris (1984), Peris & Mariluis (1984), Shannon (1926) e Whitworth (2006, 2010, 2012). Os catálogos de Stone et al. (1965), Kurahashi (1989) e Pont (1980) também foram consultados.

Neste trabalho consideramos Mesembrinellinae como uma subfamília baseada nas contribuições de Rognes (1986) e Toma & Carvalho (1995), em detrimento a Guimarães (1977). As espécies exóticas foram assinaladas com (*E).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Existem registros de sete gêneros e 13 espécies de califorídeos no Mato Grosso do Sul, distribuídas em três subfamílias: Chrysomyinae (cinco gêneros e nove espécies), Luciliinae (um gênero e duas espécies) e Mesembrinellinae (um gênero e duas espécies).

Apesar de haver o registro de 43 espécies no Brasil, apenas 13 são encontradas no estado do Mato Grosso do Sul. Este número reduzido deve-se, em parte, ao fato de que os esforços de coleta e estudos da família ficam restritos ao âmbito agropecuário e veterinário, visto ser esta uma das bases da economia local. A grande importância médica-veterinária que as espécies apresentam acaba por direcionar os estudos, levando a lacunas no conhecimento da fauna do estado.

Lista de espécies de Calliphoridae do Estado do Mato Grosso do Sul

CHRYSOMYINAE

Chloroprocta Wulp, 1896

idioidea (Robineau-Desvoidy, 1830). Localidade-tipo: Brasil. Distribuição: Argentina, Bahamas, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, EUA, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Trindade e Tobago, Venezuela.

Chrysomya Robineau-Desvoidy, 1830

albiceps (Wiedemann, 1819). (*E) Localidade-tipo: África do Sul, Cabo da Boa Esperança. Distribuição na Região Neotropical: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Dominica, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Peru, Porto Rico, Uruguai, Venezuela.

megacephala (Fabricius, 1794). (*E) Localidade-tipo: “Guinea”, [ error =? “Ex. Ind. Or.” ]. Distribuição na Região Neotropical: Argentina, Brasil, Colômbia, Dominica, Grandes Antilhas, Jamaica, Porto Rico, Peru, República Dominicana.

putoria (Wiedemann, 1818). (*E) Localidade-tipo: Serra Leoa. Distribuição na Região Neotropical: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Panamá, Paraguai, Peru.

Cochliomyia Townsend, 1915

hominivorax (Coquerel, 1858). Localidade-tipo: “Guiana”. Distribuição: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Grandes Antilhas, Guatemala, Guiana Francesa, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Trindade e Tobago, Uruguai.

macellaria (Fabricius, 1775). Localidade-tipo: “West Indies”. Distribuição: Argentina, Bahamas, Belize, Bermudas, Bolívia, Brasil, Caribe, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Grandes Antilhas, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trindade e Tobago, Uruguai, Venezuela.

Hemilucilia Brauer, 1895

segmentaria (Fabricius, 1805). Localidade-tipo: “América do Sul”. Distribuição: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guatemala, Guiana, México, Panamá, Paraguai, Peru, Trindade e Tobago.

semidiaphana (Rondani, 1850). Localidade-tipo: Argentina, Brasil, São Paulo, Ilha São Sebastião. Distribuição: Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Trindade e Tobago, Venezuela.

Paralucilia Brauer & Bergenstamm, 1891

pseudolyrcea (Mello, 1969). Localidade-tipo: Brasil, Santa Catarina, Nova Teutônia. Distribuição: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Paraguai.

LUCILIINAE

Lucilia Robineau-Desvoidy, 1830

cuprina (Wiedemann, 1830). (*E) Localidade-tipo: “China”. Distribuição na Região Neotropical: Argentina, Bermuda, Brasil, Colômbia, Cuba, Haiti, Ilhas Virgens, Jamaica, Peru, Porto Rico, Trindade, Uruguai, Venezuela.

eximia (Wiedemann, 1819). Localidade-tipo: “Brasil”. Distribuição: Argentina, Barbados, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dominica, Equador, Granada, Guadalupe, Guatemala, Ilhas Virgens, México, Nicaraguá, Peru, Porto Rico, República Dominicana, São Vicente, Trindade, Venezuela.

MESEMBRINELLINAE

Mesembrinella Giglio-Tos, 1893

batesi Aldrich, 1922. Localidade-tipo: Brasil, Amazonas. Distribuição: Brasil, Colômbia, Peru.

bicolor (Fabricius, 1805). Localidade-tipo: “ America meridionalis”, Copenhagen. Distribuição na Região Neotropical: México ao Panamá. América do Sul, exceto Chile e sul da Argentina.

Agradecimentos.

Os autores agradecem a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciências e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e a Superintendência de Ciências e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Sucitec/MS) pelo convite de participação neste fascículo especial da Iheringia, Série Zoologia e o suporte financeiro para sua publicação; e às seguintes agências de fomento à pesquisa: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Católica de Brasília (UCB).

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Recebido: 08 de Dezembro de 2016; Aceito: 06 de Fevereiro de 2017

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