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Revista da Escola de Enfermagem da USP

versão impressa ISSN 0080-6234versão On-line ISSN 1980-220X

Rev. esc. enferm. USP vol.43 no.1 São Paulo mar. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000100018 

ARTIGO ORIGINAL

 

Avaliação da técnica de lavagem das mãos executada por alunos do Curso de Graduação em Enfermagem*

 

Evaluación de los alumnos del curso de graduación de enfermería de la técnica de lavado de manos

 

 

Carla Cristiane Paz FelixI; Ana Maria Kazue MiyadahiraII

IEnfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. carlapaz@usp.br
IIEnfermeira. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. encana@usp.br

Correspondência

 

 


RESUMO

O objetivo deste estudo foi comparar a execução e verificar a adesão à técnica de lavagem das mãos por alunos de um Curso de Graduação em Enfermagem. A pesquisa foi realizada com 113 alunos que estavam cumprindo estágio em instituições de saúde do município de São Paulo. Os dados foram coletados por observação direta utilizando um instrumento em forma de check-list com os passos da técnica. Os alunos do 2º e 3º ano obtiveram melhor desempenho na maioria dos passos na execução da técnica, com diferença estatisticamente significante, quando comparados ao 4º ano. A adesão aos passos da técnica pelos alunos foi muito baixa, pois apresentaram adesão menor que 50% em metade dos passos. A média de alunos que executou todos os passos da técnica corretamente foi muito baixa, 8,8%. Os alunos observados não realizaram a técnica de lavagem das mãos conforme recomendado.

Descritores: Lavagem de mãos. Controle de infecções. Educação em enfermagem.


RESUMEN

El objetivo de este estudio fue comparar la ejecución y verificar la adhesión a la técnica de lavado de las manos por alumnos de un Curso de Graduación en Enfermería. La investigación fue realizada con 113 alumnos que estaban realizando una práctica en instituciones de salud del municipio de San Pablo. Los datos fueron recolectados por observación directa utilizando un instrumento en forma de check-list con los pasos de la técnica. Los alumnos del 2º y 3º año obtuvieron un mejor desempeño en la mayoría de los pasos en la ejecución de la técnica, con una diferencia estadísticamente significativa, cuando comparados al 4º año. La adhesión a los pasos de la técnica por los alumnos fue muy baja, ya que presentaron una adhesión menor que 50% en la mitad de los pasos. El promedio de los alumnos que ejecutaron todos los pasos de la técnica correctamente fue muy baja, 8,8%. Los alumnos observados no realizaron la técnica de lavado de las manos conforme recomendado.

Descriptores: Lavado de manos. Control de infecciones. Educación en enfermería.


 

 

INTRODUÇÃO

As infecções hospitalares ocorrem por diversas razões e existem muitos mecanismos que favorecem seu aparecimento. Um desses, é a transmissão de microrganismos pelos profissionais da área da saúde, que atuam como vetores, direta ou indiretamente, na transmissão de microrganismos patogênicos a pacientes vulneráveis. Acredita-se que um terço destas infecções possam ser prevenidas com medidas de controle à infecção, uma destas medidas é a adequada higiene das mãos(1).

A lavagem das mãos é a maneira mais eficiente e econômica para a prevenção de infecções nosocomiais e este fato é mundialmente reconhecido(2-4). Afinal, as mãos são o principal meio de transmissão de infecções hospitalares e esta deve ser realizada antes e após qualquer procedimento empregado na assistência ao paciente(2,5-7).

Em 1989 o Ministério da Saúde do Brasil editou o manual Lavar as mãos com o objetivo de normatizar essa técnica nas unidades de saúde brasileiras, proporcionando aos profissionais de saúde subsídios técnicos relativos às normas e aos procedimentos para lavar as mãos, visando a prevenção das infecções hospitalares(5). A importância dessa prática continuou sendo reconhecida pelo Ministério da Saúde, quando esse incluiu recomendações para a higiene das mãos na portaria 2616/98, de 12 de maio de 1998(8).

Em 2001, como incentivo à adesão da lavagem das mãos pelos profissionais de saúde, a ANVISA lançou a campanha Lavagem das mãos - um pequeno gesto, uma grande atitude no dia 15 de maio, que é o Dia Nacional de Controle à Infecção Hospitalar(9).

Apesar de ser reconhecidamente a medida preventiva mais importante para reduzir a transmissão de microrganismos por contato, vários estudos apontam que a adesão dos profissionais de saúde a prática de higienização das mãos é muito insatisfatória(1,10-11).

O ensino-aprendizagem das técnicas, no Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP), geralmente se inicia com uma aula expositiva, onde o aluno conhece os princípios científicos de uma determinada técnica de enfermagem e os passos a serem seguidos. Depois, há uma demonstração da técnica em laboratório, realizada pelo professor ou enfermeira. Em seguida é solicitado ao aluno que este execute a técnica, e o professor ou instrutor faz as correções quando necessárias. Por último, o aluno executa a técnica na assistência direta ao paciente, ou seja, em condições reais(12).

Na EEUSP a técnica de lavagem das mãos é um dos primeiros procedimentos ensinado ao aluno, no qual eles têm aula teórica com discussão de textos, ministrados pelo docente. Logo após, ele é encaminhado ao Laboratório de Procedimentos de Enfermagem, onde o aluno efetua a técnica e o docente ou enfermeira faz as considerações.

Sabendo, pois, da importância da lavagem das mãos para a prática dos profissionais de saúde e de nossa responsabilidade na formação dos alunos, nossos futuros profissionais, propusemos este estudo para avaliar o desempenho na execução da técnica de lavagem das mãos pelos alunos de graduação de Enfermagem, nos diferentes anos do curso.

 

OBJETIVO

O objetivo deste estudo foi comparar a execução e verificar a adesão à técnica de lavagem das mãos por alunos do 2º, 3º e 4º ano de um Curso de Graduação em Enfermagem.

 

MÉTODO

Essa investigação caracteriza-se como um estudo quantitativo comparativo não-experimental do tipo transversal.

A amostra foi composta por alunos do curso de Graduação em Enfermagem da EEUSP, matriculados nos 2º, 3º e 4º anos, no ano de 2006 que concordaram em participar do estudo.

Na EEUSP, a técnica de lavagem das mãos é ensinada ao aluno quando este se encontra no 2º semestre do Curso de Graduação de Enfermagem, antes que ele inicie qualquer estágio. Além disso, durante toda a graduação os alunos têm aula sobre diversos procedimentos de enfermagem e a lavagem das mãos também é abordada, como uma técnica obrigatória antes e após qualquer procedimento.

A coleta de dados foi realizada de 19 de junho a 17 de novembro de 2006, durante o estágio dos alunos em um Hospital de Ensino, de nível secundário, e em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Município de São Paulo, e consistiu na observação da técnica de lavagem das mãos executada pelos alunos em campo de estágio, de acordo com a disponibilidade da pesquisadora. Para cada aluno foi realizada apenas uma observação. No período de julho a setembro não houve coleta de dados, pois os alunos não se encontravam em campo de estágio.

Foi elaborado um instrumento com os passos da técnica de lavagem das mãos na forma de check list baseado na recomendação do Ministério da Saúde do Brasil (Anexo)(5). A pesquisadora contou com a colaboração de duas enfermeiras durante a fase da coleta de dados. Estas foram submetidas a um treinamento para conhecer detalhadamente o check list, bem como sua utilização durante a coleta. A observação dos alunos foi efetuada, simultaneamente, por duas pessoas, pela pesquisadora e uma das enfermeiras.

Foram obedecidos os preceitos éticos tendo sido o projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa e pela Comissão de Pesquisa da EEUSP (Processo nº 512/05).

Os dados coletados foram inseridos em um banco de dados construído no Programa Excel® e posteriormente transferido para o software Statistical Package for Social Sciences (SPSS)® versão 10,0 para Windows®, e a análise foi conduzida por meio da estatística descritiva e inferencial utilizando os testes: Teste Qui-Quadrado de Pearson, Teste Exato de Fisher, Kolmogorov-Smirnorv, MannWhitney e o teste não paramétrico de Kruskal Wallis.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram observados 113 alunos do 2º, 3º e 4º ano, tendo em cada grupo 34, 42 e 37 alunos, respectivamente. A amostra representou 44,1% do total de alunos regularmente matriculados no 2º ano, 51,2% dos alunos do 3º e 48,0% de alunos do 4º ano. Os dados serão apresentados de forma descritiva, por tabelas ou em gráficos.

Neste estudo constatou-se que 50% dos alunos executaram a lavagem das mãos antes e após realizarem algum procedimento, ou seja, conforme recomendação do Ministério da Saúde do Brasil e do CDC dos EUA(2,5), 42,4% dos alunos lavaram suas mãos apenas após e 6,5% do total de alunos realizou a técnica de lavagem das mãos somente antes de fazer algum procedimento. Houve associação estatisticamente significante, p=0,001, entre os diferentes anos do curso, pelo Teste Exato de Fisher, e essa associação ocorreu entre 2º e 4º ano e entre 3º e 4º ano, em ambos os casos a proporção de alunos do 4º ano que realizaram os passos antes e após o procedimento é menor quando comparada ao 2º e 3º ano.

A proporção de alunos do 4º ano que realizaram os passos antes e após o procedimento foi muito baixa, 12,5% quando comparada ao 2º e 3º ano com 82,1% e 59,4%, respectivamente. Pôde-se observar que a adesão a este item apresentou uma diminuição conforme o avanço do aluno no curso de graduação.

Estudo sobre a lavagem das mãos em uma UTI neonatal verificou que 56,9% dos profissionais de saúde não lavavam suas mãos previamente a algum procedimento e 36,9% não lavaram suas mãos após(11).

Nos dados da Tabela 1, pode-se observar que a maioria dos alunos da amostra, 64,6%, não retirou seus adornos (relógio, pulseiras ou anéis) antes de executar a lavagem das mãos. Houve diferença estatisticamente significante entre os anos, e ocorreram entre o 2º e 3º ano e entre o 3º e 4º ano. O 3º ano apresentou um melhor desempenho em relação ao 2º e ao 4º ano. Entre o 2º e o 4º ano não houve diferença estatisticamente significante.

Estudo sobre avaliação da prática de lavagem das mãos pelos profissionais de saúde constatou que 84,0% dos profissionais de saúde observados não retiraram suas jóias ao executar a técnica de lavagem das mãos(13).

Pesquisa realizada com 50 enfermeiras que trabalhavam em unidades médico-cirúrgicas demonstrou que a pele sob os anéis é muito mais colonizada por bactéria quando comparada com a pele de dedos sem este adorno. Neste estudo foi constatado que 40,0% das enfermeiras possuíam bacilos gram-negativo, por exemplo Klebsiella e Acinetobacter, na pele embaixo de seus anéis e que certamente estas profissionais carregavam estes microorganismos há vários meses(14). Apesar destes dados, ainda é desconhecido se há uma relação direta entre o uso de jóias e aumento na transmissão de patógenos(2).

Os alunos tiveram uma média de 33,6%, no que diz respeito a lavagem das unhas das mãos, sendo que o 2º e o 3º anos apresentaram uma pequena diferença entre si 47,1% e 41,5%, respectivamente, e uma grande diferença com relação ao 4º ano, que teve um índice bem abaixo dos demais 13,5%.

Alguns estudos documentaram que áreas subungueais das mãos possuem uma alta concentração de bactérias, mais freqüentemente Staphylococcus sp coagulase-negativa, Pseudomonas speCorynebacterium spp(15). Estudo sobre o efeito do uso de sabão antimicrobiano ou álcool gel na higiene das mãos constatou que há freqüentemente um número substancial de patógenos nos espaços subungueais, mesmo após uma lavagem cuidadosa das mãos, com o uso de escovas cirúrgicas(16).

Um total de 58,6% dos alunos utilizaram o papel toalha para fechar a torneira. O 4º ano apresentou uma grande diferença com relação aos demais anos 82,9%. O 2º e 3º anos apresentaram valores de 41,2% e 52,4%, respectivamente. O Ministério da Saúde do Brasil(5) e o CDC(2) dos EUA recomendam a utilização do papel toalha em que se enxugou as mãos, como barreira para o fechamento da torneira, evitando assim, a recontaminação das mãos.

Estudo em uma UTI avaliou a adesão dos profissionais da área da saúde a técnica de lavagem das mãos. Em um primeiro momento os profissionais foram observados e verificou-se que apenas 5% dos profissionais fecharam a torneira sem contaminar suas mãos em um total de 525 observações. Em momento posterior foram realizados programas educacionais e constatou-se que a taxa de profissionais que não contaminaram suas mãos foi elevada a 100% em um total de 355 observações(17).

A média de alunos que realizaram todos os passos da técnica corretamente foi muito baixa, apenas 8,8%, sendo que, nenhum aluno do 4º ano executou a técnica de lavagem das mãos com todos os passos corretos. O 2º ano apresentou o melhor índice 17,6% e o 3º ano 9,5% (Figura 1).

 

 

Estudo sobre a prática de lavagem das mãos dos profissionais de saúde demonstrou resultado semelhante, onde apenas 14% dos profissionais da área da saúde avaliados realizaram todas as etapas da técnica de lavagem das mãos corretamente(13).

De uma forma geral, o 2º e o 3º anos apresentaram um melhor desempenho na execução da lavagem das mãos, com diferença estatisticamente significante, quando comparados ao 4º ano nos passos da técnica de lavagem das mãos.

Ao analisar os dados tentou-se compreender o porquê do 4º ano ter tido um desempenho pior em relação à técnica de lavagem das mãos. Acreditamos que isso possa ter ocorrido por fazer um período maior de tempo que estes tiveram as aulas e a demonstração no Laboratório de Enfermagem. Outro fator que pode ter influenciado é que estes alunos estão há mais tempo cumprindo estágios em instituições de ensino. Muitos artigos relatam a baixa adesão à técnica de lavagem das mãos pelos profissionais da área da saúde, algumas vezes relacionada a suas crenças e mitos(18), e talvez os alunos tenham sido influenciados por esse comportamento organizacional.

Uma outra razão seria o fato dos alunos do 4º ano terem uma liberdade maior para executar suas tarefas em estágio, pois seus estágios não são supervisionados por professores em tempo integral, como ocorre com o 2º e 3º ano que têm uma supervisão mais direta de professores e/ou enfermeiros.

 

CONCLUSÕES

Quanto à comparação entre os grupos dos alunos dos diferentes anos em relação à execução da técnica de lavagem das mãos em cada passo concluiu-se que os alunos dos 2º e 3º anos apresentaram melhor desempenho, com diferença estatisticamente significante, quando comparados aos do 4º ano, e que o grau de adesão aos passos da técnica de lavagem das mãos dos alunos de todos os anos foi baixo.

A porcentagem de alunos que executou todos os passos da técnica de lavagem das mãos corretamente foi muito baixa (8,8%), sendo de 17,6% para os alunos do 2º ano e 9,5% aos alunos do 3º ano, e nenhum aluno do 4º ano.

Embora a amostragem desta pesquisa tenha sido limitada, os resultados indicam a necessidade de se investir em estratégias de treinamento para aumentar a adesão dos alunos à técnica de lavagem das mãos enfatizando a importância do ato de lavar as mãos para o cuidar.

 

REFERÊNCIAS

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8. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria n. 2.616, de 12 de maio de 1998. Dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção pelos hospitais do país, de Programa de Controle de Infecções Hospitalares. Diário Oficial da União, Brasília, 13 maio 1998. Seção 1, p. 133-5.         [ Links ]

9. Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Lavagem das mãos para combater infecção hospitalar. Bol Inform. 2001;8(1):1-8.         [ Links ]

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Correspondência:
Carla Cristiane Paz Felix
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 - Cerqueira Cesar
CEP 05403-001 - São Paulo, SP, Brasil

Recebido: 03/05/2007
Aprovado: 16/04/2008

 

 

* Extraído da Dissertação "Avaliação da técnica de lavagem das mãos executada por alunos do Curso de Graduação em Enfermagem", Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, 2007.

 

 


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