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Revista Brasileira de Ciência do Solo

On-line version ISSN 1806-9657

Rev. Bras. Ciênc. Solo vol.32 no.5 Viçosa Sept./Oct. 2008

https://doi.org/10.1590/S0100-06832008000500006 

SEÇÃO I - FÍSICA DO SOLO

 

Atributos físicos de um planossolo háplico sob sistemas de manejo comparados aos do campo nativo

 

Physical attributes of an albaqualf under management systems in comparison with those under native grassland

 

 

Cláudia Liane Rodrigues de LimaI; Clenio Naito PillonII; Luis Eduardo Akiyoshi Sanches SuzukiIII; Lucia Elena Coelho da CruzIV

IProfessora, Departamento de Solos, Universidade Federal de Pelotas - UFPel. Campus Universitário s/n, Caixa Postal 354, CEP 96010-900 Pelotas (RS). E-mail: clrlima@yahoo.com.br
IIPesquisador, Embrapa Clima Temperado, BR 392, km 78, Caixa Postal 403, CEP 96001-970 Pelotas (RS). E-mail: pillon@cpact.embrapa.br
IIIProfessor, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS. Rua Dr. José Bisognin  242, Bairro São Cristóvão, CEP 99700-000 Erechim (RS). E-mail: du_suzuki@hotmail.com
IVDoutoranda, Universidade Federal de Pelotas. E-mail: luciaecruz@yahoo.com.br

 

 


RESUMO

Sistemas de manejo podem influenciar as condições físico-hídricas do solo e a produtividade das culturas. O objetivo deste estudo foi avaliar os atributos físicos de um Planossolo Háplico sob diferentes sistemas de manejo e compará-los com os encontrados no campo nativo. A densidade, a condutividade hidráulica de solo saturado, a porosidade e a agregação foram avaliadas nas camadas de 0,000-0,025; 0,025-0,075; 0,075-0,125; 0,125-0,175; 0,175-0,275 m. O sistema plantio direto e o preparo convencional apresentaram condições físico-hídricas similares, enquanto o solo sob campo nativo proporcionou condições adequadas ao crescimento e desenvolvimento de plantas por apresentar maior condutividade hidráulica, macroporosidade, porosidade total e agregação, e menor densidade do solo. Sugerem-se valores críticos para as plantas, respectivamente de densidade, de condutividade hidráulica saturada, de diâmetro médio ponderado de agregados de 1,56 Mg m-3; 16,18 mm h-1 e 2,49 mm.

Termos de indexação: densidade do solo, condutividade hidráulica de solo, porosidade do solo, agregação do solo.


SUMMARY

The soil management may influence soil hydro-physical conditions and crop yield. The objective of this study was to determine soil physical properties of an Albaqualf under management systems and to compare them with those under a native pasture. The bulk density, saturated hydraulic conductivity, macroporosity, microporosity, total porosity and aggregation were evaluated in the soil layers 0-0.025; 0.025-0.075; 0.075-0.125; 0.125-0.175; and 0.175-0.275 m. The hydro-physical soil conditions in no-till and conventional systems were similar. The conditions in the soil under native grassland were more adequate for crop development due to a higher hydraulic conductivity, macroporosity, total porosity and aggregation and lower bulk density. Critical values considered adequate for the crop development of 1.56 Mg m-3; 16.18 mm h-1 and 2.49 mm, respectively, for bulk density, saturated hydraulic conductivity and mean weight diameter were suggested.

Index terms: bulk density, hydraulic conductivity, soil porosity, soil aggregation.


 

 

INTRODUÇÃO

Propriedades físicas têm sido utilizadas na avaliação da qualidade estrutural de solos. Terras baixas apresentam limitações naturais, que são intensificadas pelo cultivo e pelo tráfego de máquinas agrícolas (Lima et al., 2008; Louzada et al., 2008). Nessas áreas, sistemas de manejo inadequados têm alterado a densidade, a porosidade (Pedrotti et al., 2001; Lima et al., 2006) e a agregação do solo (Lima et al., 2003; Tavares Filho et al., 2005; Reichert et al., 2006).

A agregação é dependente de agentes cimentantes como polissacarídeos (agentes transitórios), raízes e hifas de fungos (agentes temporários) e cátions associados a compostos aromáticos recalcitrantes, adsorvidos a polímeros (agentes persistentes), os quais permanecem de forma diferenciada no solo (Tisdall & Oades, 1982). Os sistemas de manejo, além de influenciar a agregação (Li et al., 2006; Keller et al., 2007), controlam a permanência desses agentes cimentantes. A permanência da cobertura vegetal sobre o solo pode diminuir a energia cinética imposta pelas gotas da chuva, diminuindo os processos de erosão e a perda de nutrientes e de água (Dedecek, 1989). A estabilidade estrutural tem importância no que se refere à umidade e à dinâmica de nutrientes do solo e à produtividade agrícola (Carter, 2002), mas não representa uma propriedade única na avaliação da degradação do solo (Boyx-Faios et al., 2001). A condutividade hidráulica tem sido útil na diferenciação dos efeitos de sistemas de preparo e na movimentação de água no perfil (Assis & Lanças, 2005). Em um Planossolo, Lima et al. (2002) concluíram que o sistema natural apresentou condutividade hidráulica mais de 100 % superior ao sistema de manejo convencional.

Estudos envolvendo solos de terras baixas do Rio Grande do Sul justificam-se pelo crescente interesse na identificação e no desenvolvimento de sistemas de uso e de manejo que propiciem a manutenção ou o incremento da qualidade física e da produtividade agrícola.

Propriedades físicas críticas ao crescimento e desenvolvimento de plantas têm sido apontadas por Lima et al. (2007). No entanto, ainda não existem valores de propriedades físicas consideradas críticas e limitantes do crescimento de culturas e que já estejam adequadamente validados na avaliação da qualidade de solos de várzea. O objetivo deste estudo foi avaliar atributos físicos de um Planossolo Háplico sob diferentes sistemas de manejo e compará-los com os encontrados no campo nativo, em busca de alternativas que viabilizem melhor aproveitamento e conhecimento das áreas de terras baixas com vistas à manutenção ou ao incremento da qualidade dos solos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O estudo foi realizado na Estação Experimental de Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, Capão do Leão, RS, (31 ° 49 ' Sul; 52 ° 27 ' Oeste, altitude 14 m), em um Planossolo Háplico (Embrapa, 2006) de textura superficial franco (370 g kg-1 de silte, 460 g kg-1 de areia e 170 g kg-1 de argila). O clima da região, de acordo com a classificação climática de Wilhelm Köppen, é do tipo Cfa (c: clima temperado quente, com temperatura média do mês mais frio entre 3 e 18 °C; f: em nenhum mês a precipitação pluvial é inferior a 60 mm; a: temperatura do mês mais quente é superior a 22 °C).

Este estudo insere-se em um conjunto de ações experimentais programadas e implementadas em 2003. Na implantação do experimento, o solo foi revolvido com grade aradora (preparo primário) e grade niveladora (preparo secundário). No primeiro ano, a cultura de arroz irrigado foi utilizada para uniformizar o solo, seguido de pousio invernal.

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com parcelas divididas (três repetições), composto por cinco sistemas de cultura e dois sistemas de preparo de solo (plantio direto, PD e preparo convencional, PC). Os sistemas de cultura estão dispostos em parcelas (34 x 34 m) e os sistemas de preparo de solo em subparcelas de 17 x 34 m. Os sistemas de cultura contemplam culturas de interesse comercial no verão alternativas para o arroz irrigado, e culturas de cobertura no inverno, sendo três sistemas em sucessão e dois sistemas em rotação no verão. O manejo de adubação adotado esteve sempre baseado na recomendação de adubação de manutenção para as culturas de verão, utilizando-se fontes minerais de uréia, superfosfato triplo e KCl, e de cobertura com N, somente para o milho e o sorgo. No sistema PC, o manejo do solo foi realizado com grade aradora seguida de grade niveladora. A semeadura das culturas de verão foi realizada com auxílio de máquina semeadora em linha, e as culturas de cobertura de inverno semeadas a lanço nos dois sistemas de preparo (PD e PC).

Para o estudo de propriedades físicas, foram escolhidos dois sistemas de preparo do solo (PD e PC) e o sistema de cultura que contempla azevém (Lollium multiflorum Lam) + cornichão (Lotus corniculatus), como culturas de cobertura no inverno e rotação soja (Glycine Max L.)/milho (Zea mays L.)/sorgo (Sorghum vulgare) no verão. Em junho/2006, após cinco cultivos, com uma adição total de 13,7 e 20,92 Mg ha-1 de matéria seca para os sistemas PD e PC consecutivamente, foram coletadas amostras de solo com estrutura preservada e não-preservada. Amostras indeformadas de solo foram retiradas utilizando-se cilindros metálicos de duas dimensões (0,05 e 0,05 m; e 0,05 e 0,025 m, de diâmetro e altura, respectivamente). A amostragem foi efetuada em cinco camadas de solo (0,000-0,025; 0,025-0,075; 0,075-0,125; 0,125-0,175; 0,175-0,275 m). Como referência, amostrou-se uma área sob campo nativo (CN), adjacente ao experimento, cujo tipo de solo, relevo e demais características são consideradas representativas da condição original da área experimental, anterior a seu uso agrícola.

Em laboratório, foram determinadas a densidade (DS) (Blake & Hartge, 1986), a macroporosidade (MA), a microporosidade (MI) e a porosidade total (PT) do solo (Embrapa, 1997). A condutividade hidráulica de solo saturado (KqS) foi quantificada com o auxílio de um permeâmetro de carga constante (Libardi, 2005) em triplicata de laboratório.

A distribuição de agregados estáveis em água, em diferentes classes de tamanho (AEA, %), e o diâmetro médio ponderado dos agregados (DMPA, mm) foi feita conforme o método descrito em Kemper & Rosenau (1986) e Palmeira et al. (1999), que utiliza o aparelho de oscilação vertical Yoder (1936). O cálculo de agregados estáveis em água nas diferentes classes de tamanho (4,76; 2,00; 1,00; 0,50; 0,25 e menor que 0,25 mm) e do diâmetro médio ponderado foi realizado utilizando, respectivamente, as equações 1 e 2:

sendo: MAEAi = massa de agregados (g) + material inerte na classe i (g); mi = massa de material inerte na classe i (g); DMI = diâmetro médio da classe i (mm). Para separação de macro e de microagregados, adotou-se o critério de Tisdall & Oades (1982), que consideram o diâmetro de 0,25 mm como limite entre as classes.

Para avaliar os resultados obtidos, foram efetuados a análise de variância, o teste de comparação de médias, que considera a diferença mínima significativa, e a regressão linear simples a 5 %.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Houve significativa interação entre sistemas de manejo e camadas para a densidade, macroporosidade, microporosidade e porosidade total do solo (Quadro 1). Efeito significativo do manejo e da profundidade sobre a densidade e a porosidade do solo também foi indicado por Yavuzcan (2000).

O CN, com exceção da camada de 0,025 a 0,075 m, apresentou o menor valor de Ds. Valores similares de Ds foram obtidos no sistema PD e no PC em todas as camadas de solo, com exceção de 0,125 a 0,175 m (Quadro 1). O incremento de Ds na camada de 0,125 a 0,175 m no sistema PD corrobora com conclusões de Pedrotti et al. (2001) sobre um Planossolo. Este fato deve-se ao acúmulo das pressões exercidas no trânsito de máquinas e à não-mobilização do solo com grade aradora e niveladora, efetuados anualmente antes da implantação das culturas de verão.

A MA foi maior no CN em todas as camadas de solo, apresentando similaridade ao PD somente na camada de 0,025 a 0,075 m (Quadro 1). Possivelmente, os efeitos positivos do mínimo revolvimento de solo sobre a porosidade no sistema PD são significativos em anos subseqüentes à condução do experimento. Em comparação a outros sistemas de manejo, Lima et al. (2006) apresentaram maiores valores de porosidade total até a profundidade de 0,20 m em um Planossolo sob PD.

O sistema PD e o PC apresentaram resultados similares de PT nas camadas de 0,025 a 0,075; 0,075 a 0,125; 0,175 a 0,275 m (Quadro 1). Os valores médios de Kqs foram influenciados pelos sistemas de manejo (p < 0,0001), não havendo diferença entre as camadas avaliadas (p < 0,5358). Resultados similares de Kθs foram observados nos sistemas de PD e PC, apresentando-se superiores no CN (Quadro 1). A maior quantidade de raízes e de matéria orgânica, e a menor compactação do solo (menor densidade, maior macroporosidade e porosidade total) favoreceram aumento de Kqs no CN.

Em comparação aos sistemas PD e PC, o maior DMPA foi observado no CN (Quadro 2). Valores maiores desta propriedade apresentaram-se principalmente nas camadas de 0,075 a 0,125 e de 0,125 a 0,175 m. O maior DMPA no CN refletiu sobre a maior e a menor quantidade de macroagregados e de microagregados do solo, respectivamente (Quadro 2). A macroagregação dos sistemas seguiu, respectivamente, a tendência: CN > PD > PC. Em comparação ao PD e ao CN, o PC causa a quebra de agregados de maior tamanho pelo intensivo revolvimento do solo (Tisdall & Oades, 1982; Jiao et al., 2006).

Até a profundidade de 0,175 m, observou-se uma percentagem similar de agregados retidos nas peneiras com diâmetro de 8,00 a 4,76; 4,76 a 2,00; 2,00 a 1,00 e < 0,25 mm (Figura 1a,b,c,d). A menor concentração de agregados em classes de menor tamanho e, por sua vez maior quantidade de agregados de maior tamanho no CN devem-se, possivelmente, à maior quantidade de matéria orgânica e de raízes, as quais contribuem na agregação pela aproximação das partículas do solo (Carter, 2002; Six et al., 2002). Watts et al. (1997) indicam que as pastagens normalmente incrementam o teor de matéria orgânica e a estabilidade de agregados do solo.

A partir da quantificação das propriedades físicas do solo, foram estabelecidas equações lineares de regressão. Verificou-se pelo coeficiente de determinação (R2) que a variação da MA, da Kθs e do DMPA foram dependentes da Ds em, respectivamente, 63, 37 e 20 %. A MA, a Kθs e o DMPA estiveram inversamente associados à Ds, indicado pelos valores negativos dos coeficientes angulares de ajuste dos modelos (Figura 2, Quadro 3). Esses resultados sugerem uma estimativa adequada de valores críticos de propriedaes físico-hídricas no crescimento e desenvolvimento das plantas a partir de valores de aeração e densidade do solo.

 

 

 

 

Considerando-se que a MA foi sensivelmente influenciada pela Ds (F = 150,52; CV = 43,62 %) e uma MA de 0,10 m3 m-3, valor sugerido por Grable & Siemer (1968) como crítico ao crescimento radicular, em função da limitada difusão de O2 no solo para as plantas, estimou-se uma densidade crítica de aproximadamente 1,56 Mg m-3 para a camada de 0,000 a 0,275 m (Figura 2). Valores restritivos para diferentes tipos de solos e teores de argila têm sido apresentados por Lima et al. (2007) e Suzuki et al. (2006). Silva et al. (2006) concluíram que a densidade de 1,50 Mg m-3 comprometia o crescimento da parte aérea de soja, do algodão e do milho em um Latossolo.

A partir da Ds = 1,56 Mg m-3 e dos modelos de regressão (Quadro 3), quantificaram-se os valores de Kqs e de DMPA considerados críticos ao crescimento radicular, obtendo-se 16,18 mm h-1 para a Kqs e 2,49 mm para o DMPA. Suzuki et al. (2007), considerando uma porosidade de aeração de 0,10 m3 m-3 em um Argissolo, encontraram um valor crítico de Kqs no crescimento de culturas semelhante (17,38 mm h-1) ao obtido neste estudo.

De forma geral, considerando-se os valores médios e críticos das propriedades físicas (Quadros 1, 2 e 3 e Figura 2), somente o solo sob CN apresenta condições mais adequadas ao crescimento de plantas. O estabelecimento de relações simples e quantitativas a partir da Ds apresenta vantagem por ser um processo rápido, de fácil mensuração e de baixo custo de avaliação. No entanto, estudos adicionais devem ser implementados em solos de terras baixas para melhor entendimento e validação dos valores críticos de propriedades físicas quanto ao suprimento adequado de O2 para organismos animais e vegetais. O monitoramento da qualidade estrutural em ambiente de terras baixas constitui etapa importante na definição e nos ajustes de práticas conservacionistas de manejo que garantam a manutenção e a melhoria da qualidade do solo.

 

CONCLUSÕES

O sistema plantio direto e o preparo convencional apresentaram condições físico-hídricas similares, enquanto o solo, sob campo nativo, proporcionou condições mais adequadas ao crescimento de plantas por apresentar maior condutividade hidráulica, macroporosidade, porosidade total e agregação e menor densidade do solo. Os valores críticos ao crescimento de plantas, respectivamente de densidade, de condutividade hidráulica saturada, e de diâmetro médio ponderado de agregados foram 1,56 Mg m-3; 16,18 mm h-1 e 2,49 mm.

 

LITERATURA CITADA

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Recebido para publicação em janeiro de 2008 e aprovado em agosto de 2008.

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