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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.35 no.4 Jaboticabal Dec. 2013

https://doi.org/10.1590/S0100-29452013000400031 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
COLHEITA E PÓS-COLHEITA

 

Conservação pós-colheita de pinha com uso de 1-metilciclopropeno1

 

Postharvest conservation of custard apple with the use of 1-methylcyclopropene

 

 

Juceliandy Mendes da SilvaI; Gisele Polete MizobutsiII; Edson Hiydu MizobutsiII; Maria Helena Menezes CordeiroI; Martielle Batista FernandesI

IEngª.Agrª., M.Sc. bolsista FAPEMIG, Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento Ciências Agrárias, Janaúba-MG, E-mails: juceliandy@yahoo.com.br; helenaagro@yahoo.com.br; martiellefernandes@hotmail.com
IIEngº.Agrº., D.Sc. Prof. da Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento Ciências Agrárias, Janaúba-MG. E-mails: gisele.mizobutsi@unimontes.br, edson.mizobutsi@unimontes.br

 

 


RESUMO

A aplicação de novas tecnologias torna-se necessário para aumentar o período de comercialização da pinha (Annona squamosa ) que apresenta alta perecibilidade e vida útil curta. Com o objetivo de retardar a evolução do amadurecimento, as pinhas foram tratadas com 1-metilciclopropeno (1-MCP) nas concentrações de 0; 200; 400 e 600 nL L-1, durante 8 horas, a 25ºC. Posteriormente, os frutos foram armazenados a 15ºC, durante 21 dias. Em intervalos de sete dias, amostras foram retiradas da câmara para análises quanto à firmeza, perda de massa fresca, coloração (cromaticidade e ºHue), pH, sólidos solúveis (ºbrix), acidez titulável, relação sólidos solúveis/acidez titulável, teor de amido, açúcares totais, açúcares redutores e sacarose. Não houve efeito significativo dos tratamentos quanto ao pH, sólidos solúveis, acidez titulável, relação sólidos solúveis/acidez titulável, perda de massa fresca e sacarose, somente efeito de tempo de armazenamento. A acidez titulável não apresentou modelo estatístico que explicasse o efeito da época de armazenamento. Houve interação significativa da concentração de 1-MCP e dos dias de armazenamento em relação à firmeza, coloração, teor de amido, açúcares totais e açúcares redutores. Quanto maior a dose de 1-MCP aplicado, mais lenta foi a evolução do amadurecimento, sendo que a concentração de 600 nL L-1 foi a que melhor retardou o amadurecimento .

Termos para indexação: Annona squamosa, 1-MCP, Armazenamento.


ABSTRACT

The application of new technologies is necessary to increase the marketing period of 'pinha' (Annona squamosa), which is highly perishable and presents short shelf life. Aiming at retarding the maturation evolution, 'pinhas' were treated with 1-methylcyclopropene (1-MCP) at concentrations of 0, 200, 400 and 600 nL L-1 during 8 hours at 25ºC. Then, the fruits were stored at 15ºC for 21 days. The fruits were taken from the chamber at 7-day intervals to be analyzed as to firmness, weight loss, color (chromaticity and ºHue), pH, total soluble solids, titratable acidity, soluble solids/acidity relation, starch content, total sugars, reducing sugars and sucrose. There was no significant effect of the treatments on pH, soluble solids, titratable acidity, solid soluble/titratable acidity relation, fresh mass loss or sucrose, but there was only the effect of the time of storage. The titratable acidity did not present a statistical model to explain the effect of the time of storage. There was a significant interaction of the concentration of 1-MCP and the days of storage in relation to firmness, color, starch content, total sugars and reducing sugars. The higher the dose of 1-MCP applied, the slower the maturation evolution. The concentration of 600 nL L-1 was the best to retard maturation and extend the shelf life of custard apple.

Index terms: Annona squamosa, 1-MCP, Storage.


 

 

A pinha é uma fruta que apresenta rápido amadurecimento após a colheita, sendo altamente perecível. Em condição ambiente, a vida útil pós-colheita desse fruto é de apenas três a quatro dias, razão pela qual é comercializada apenas no mercado interno. O principal fator depreciador da qualidade pós-colheita da pinha é a rápida perda de firmeza da polpa (GOÑI et al., 2010).

O emprego de tecnologias que retardem o amadurecimento, aumentando a vida útil pós-colheita é de grande necessidade. A temperatura utilizada durante o armazenamento é muito importante, pois exerce influência na taxa de respiração e transpiração dos frutos, retardando seu amadurecimento e senescência (WATKINS, 2006).

Uma técnica que tem sido utilizada e associada à refrigeração, com o objetivo de retardar o amadurecimento, é o uso do 1-metilciclopropeno (1-MCP), um composto inibidor da ação do etileno que reduz as respostas dos tecidos a este gás, retardando os processos de maturação e contribuindo para a manutenção da qualidade da fruta, devido sua capacidade de ligar-se fortemente ao sítio receptor de etileno na célula, evitando sua ligação bem como sua ação sobre os processos fisiológicos de amadurecimento (VILLALOBOS-ACUÑA, 2011).

O 1-MCP é amplamente usado comercialmente em câmaras de armazenamento de maçã e pera, especialmente para melhorar a conservação da firmeza da polpa e retardar o desenvolvimento de distúrbios fisiológicos associados à ação do etileno (WATKINS, 2006), aumentando sua vida pós-colheita e proporcionando maior flexibilidade durante o armazenamento, distribuição e varejo (BLANKENSHIP; DOLE, 2003)

O trabalho teve como objetivo caracterizar as propriedades físicas e químicas da pinha submetidas aos tratamentos com diferentes concentrações de 1-MCP, sob condições de refrigeração à 15º C, visando à preservação da qualidade do produto e ao aumento de tempo de estocagem.

As pinhas foram colhidas em estágio de maturação fisiológica, no início do afastamento dos carpelos, em pomar comercial localizado na área do Projeto Jaíba-MG. A Fazenda localiza-se no extremo norte do Estado de Minas Gerais, no município de Matias Cardoso, nas coordenadas geográficas de 43º 47' 39,7" de longitude oeste e 15º 05' 51,6" de latitude sul, lote 46M, gleba C2, com altitude de 452 m. A caracterização do clima é semiárido, com relevo plano e solo tipo Latossolo Vermelho-Amarelo, segundo dados obtidos na Fazenda. A precipitação média anual é de 750 mm, concentrada de novembro a março. Apresenta médias anuais de temperatura de 28ºC, com temperatura máxima de 35ºC e mínima de 19ºC, insolação de 9,5h/dia e umidade relativa de 48%.

Os frutos foram colhidos em plantas com 6 anos de idade, com espaçamento 7 x 5m, o sistema de irrigação é o de microaspersão e os tratos culturais exigidos pela cultura foram realizados de acordo técnicas adotadas na propriedade, que utiliza sistema convencional de cultivo, com emprego de alta tecnologia. Foram selecionados frutos com peso médio de 360 g com comprimento de 8,0 cm e diâmetro de 7,5 cm. Os frutos foram lavados em água corrente e imersos por 10 minutos em solução de hipoclorito de sódio a 1% e 5 minutos em solução de procloraz (Sportak ®) na dosagem de 0,280 mL L-1 e colocados para secar em temperatura ambiente sobre bancadas no laboratório.

Em seguida 64 frutos foram colocados em cada caixa plástica hermética de 0,150 m3 e submetidos a 0; 200; 400 e 600 nL L-1 de 1-metilciclopropeno (1-MCP) (SmartFresh - Rohm and Haas Quimica Ltda.), durante 8 horas, a 25ºC. Posteriormente, os frutos foram armazenados em câmara fria, a 15ºC±1º C, com 85% ± 5% umidade relativa, durante 21 dias.

Em intervalos de sete dias, 64 frutos (16 frutos de cada tratamento) eram retirados da câmara fria para análises quanto à firmeza da casca, perda de massa fresca, coloração (cromaticidade e ºHue), pH, sólidos solúveis (Brix), acidez titulável, relação sólidos solúveis/acidez titulável, teor de amido, açúcares totais, açúcares redutores e açúcares não redutores) (Tabela 1).

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas, tendo-se nas parcelas as quatro concentrações de 1-MCP (0; 200; 400 e 600 nL L-1) e, nas subparcelas, quatro períodos de avaliação após a colheita, em intervalo de 7 dias, com quatro repetições e quatro frutos por unidade experimental. Os dados foram analisados por meio das análises de variância e regressão, utilizando o programa Software SAEG (Sistema de Análises Estatísticas e Genéticas, v.9.1). Os modelos foram escolhidos com base na significância do coeficiente de regressão, no coeficiente de determinação e no potencial para explicar o fenômeno biológico.

A coloração da casca do fruto iniciou-se com a tonalidade verde-clara no primeiro dia de avaliação, acentuando-se para uma tonalidade verde-amarelada ao longo do armazenamento. Em geral, há uma tendência de escurecimento da casca no final do amadurecimento, principalmente em graviola e cherimólia, embora esse problema possa ocorrer também em pinha (LIMA et al., 2004).

A coloração da pinha foi significativamente afetada pela aplicação do 1-MCP, o ângulo hue (ho) (Figura 1-A) diminuiu mais rapidamente nos frutos que não foram tratados com 1-MCP. O tratamento de 600 nL L-1 manteve a coloração das pinhas mais verde, o que resultou em valores maiores deste ângulo, ho =84,22 e o controle ho = 82,33, aos 21 dias de armazenamento. Segundo Cerqueira et al.(2009), a retenção da cor verde da casca (ho) em goiabas foi tanto maior quanto maior a concentração de 1-MCP.

Amarante et al. (2009), trabalhando com frutos de araçá-vermelho armazenados a 10ºC, observaram que, quanto maior a dose de 1-MCP, maior foi o retardo na mudança de cor da epiderme. O mesmo não ocorreu a 20ºC, sendo que doses entre 300 e 1.200 nL L-1 foram igualmente eficientes no retardo na mudança do ângulo hue da epiderme. Estes resultados mostram que a redução do metabolismo sob refrigeração apresenta um efeito sinérgico com 1-MCP, resultando em maior retardo na mudança de cor com o aumento nas doses do produto.

Quanto à cromaticidade (Figura 1-B) e à luminosidade (Figura 1-C), a aplicação do 1-MCP também resultou em frutos com coloração mais intensa e com maior luminosidade com o aumento da dose. Entretanto, com todos os tratamentos, houve um aumento inicial do croma e da luminosidade até o 7º dia e um declínio, posteriormente, até o 21º dia de armazenamento, atingindo 16,69; 17,84; 18,98 e 20,13 para cromaticidade e 40,20; 41,62; 43,05 e 44,47 para luminosidade, nas concentrações de 0; 200; 400 e 600 nL L-1, respectivamente. É possível que esse decréscimo esteja associado ao início do escurecimento da casca decorrente do avanço do amadurecimento e sua posterior senescência (LIMA et al., 2004).

Amarante et al. (2009) verificaram que, em frutos de araçá-vermelho mantidos a 20ºC, o tratamento com 1-MCP retardou a mudança de cor da epiderme de verde para vermelha, caracterizada pela menor redução no ho. A dose de 100nL L-1 apresentou pequeno efeito, sendo que doses entre 300 e 1.200 nL L-1 foram igualmente eficientes no retardo na mudança do hº da epiderme.

Na Figura 1-D, encontra-se o comportamento da firmeza da casca dos frutos submetidos aos diferentes tratamentos, ao longo do armazenamento. Os frutos submetidos aos tratamentos 0; 200; 400 e 600 nL L-1 apresentaram, inicialmente, resistência de 125,11; 140,96; 156,80 e 172,65N e, no final do armazenamento, 45,28; 61,13; 76,98 e 92,83N, respectivamente. Entretanto, a diminuição da firmeza da casca ocorreu até aproximadamente o 14º dia de armazenamento; posteriormente, foi observado pequeno aumento da firmeza da casca, que pode estar relacionado com o endurecimento da casca.

Os frutos tratados com 600nL L-1 de 1-MCP apresentaram maior resistência durante todo o período, mostrando que esta dose foi melhor que os outros tratamentos. Esta maior firmeza dos frutos está, provavelmente, associada à redução da atividade das enzimas hidrolíticas, induzida pela menor ação do etileno (BLANKENSHIP; DOLE, 2003; WATKINS, 2006). Segundo Villalobos-Acuña (2011), a firmeza da polpa, um dos principais atributos de qualidade de peras, foi significativamente influenciada pela aplicação do 1-MCP. Independentemente da concentração, frutas tratadas com 1-MCP mantiveram a firmeza de polpa superior àquelas não tratadas. Mosca et al.(2003) também observaram que Atas tratadas com 1-MCP apresentaram maior firmeza aos quatro dias após a colheita, enquanto frutos não tratados apresentavam um decréscimo de firmeza maior aos três dias após a colheita.

O teor de amido (Figura 1-E) diminuiu, e o de açúcar total (Figura 1-F) aumentou simultaneamente durante o armazenamento para todos os tratamentos. Porém, foi observado maior teor de amido e menor porcentagem de açúcar total com o aumento das concentrações de 1-MCP em todos os dias de avaliações. O tratamento de 600 nL.L-1 e o controle atingiram, aos 21 dias de armazenamento, 6,86% e 3,03% de amido e de açúcar total, 16,58% e 21,40%, respectivamente. Quanto maior a dose de 1-MCP, mais lenta foi a conversão do amido em açúcares totais, atrasando o processo de amadurecimento.

O teor de açúcar redutor foi menor para as maiores concentrações de 1-MCP, no entanto aumentou no decorrer dos dias de armazenamento para todas as concentrações, atingindo 17,69%; 16,18%; 14,66% e 13,15% no 21º dia, para 0, 200 nL.L-1, 400 nL.L-1 e 600 nL.L-1, respectivamente (Figura 2-A), enquanto, o açúcar não-redutor (Figura 2-B) apresentou efeito somente de tempo, alcançando 3,56% no final do armazenamento. A proporção elevada de frutose, que em atemóia supera a sacarose, contribui para o sabor extremamente doce deste fruto, uma vez que -o poder adoçante da frutose é 1,7 vez superior ao da sacarose (SILVA et al., 2009). Souza (2005), trabalhando com pinhas, encontrou valores médios de 15,83% para açúcares redutores e 3,90% para açúcares não redutores.

Apesar de a aplicação do 1-MCP ter afetado algumas características, não se observaram mudanças significativas entre os tratamentos quanto às variáveis pH, perda de massa fresca, sacarose, sólidos solúveis e relação sólidos solúveis/acidez titulável, mas houve diferença significativa para os dias de armazenamento. A acidez titulável não apresentou modelo estatístico que explicasse o efeito de tempo de armazenamento. O 1-MCP não exerceu efeito sobre o teor de SS em atemoia, mamão e manga (HOFMAN et al., 2001). Provavelmente, o efeito do 1-MCP nas características associadas ao sabor, como teor de SS e AT, seja pouco significativo, indicando que, naqueles frutos, a percepção do etileno não está, necessariamente, envolvida no acúmulo de SS (HOFMAN et al., 2001).

O teor de sólidos solúveis aumentou de forma gradativa, atingindo valor máximo acima de 20 ºBrix por volta do 21º dia (Figura 2-C). O alto conteúdo de sólidos solúveis, maior que 20 ºBrix, foi encontrado por Benassi et al. (2003). A relação SS/AT (Figura 2-D) aumentou durante o armazenamento, atingindo, aos 21 dias, valores próximos a 97. Villalobos-Acuña (2011) relatam que, para o mercado interno de frutas frescas, é desejável uma relação SS/AT elevada. Souza (2005), em análises realizadas em vários genótipos de pinhas, obteve valor mínimo de 43,33 para o genótipo (P3G6) e máximo de 178,46 (P1G3), com média geral de 106,75.

O pH diminuiu de 6,23 para 5,53 (Figura 2-E). Reduções no pH também foram relatadas por Silva et al. (2009), o pH diminuiu aproximadamente de 5,58 para 4,53 em atemoias armazenadas a 15ºC sem embalagem, por quinze dias.

Verificaram-se efeitos significativos apenas do período de armazenamento sobre a perda de massa. Observou-se aumento significativo da perda de massa dos frutos ao longo do armazenamento, de 0,106% para 10,33% (Figura 2-F). Assim, o 1-MCP não foi efetivo na contenção da perda de massa durante o armazenamento dos frutos. Lima et al. (2004) e Cerqueira et al. (2009) verificaram que o 1-MCP não influenciou na perda de massa dos frutos de graviola e goiaba, respectivamente.

Conclui-se que pinhas, tratadas com 600 nL.L-1 de 1-MCP,mantidas sob refrigeração a 15ºC, permaneceram armazenadas por 21 dias e apresentaram maior firmeza e menor grau de maturação, podendo alcançar mercados mais distantes.

Devido à escassez de artigos científicos para pinha, este trabalho vem contribuir com informação e resultado muito satisfatório para a comunidade científica e gerar novos trabalhos com 1-MCP, refrigeração e atmosfera modificada. 

Os autores agradecem à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), pelos recursos obtidos, e à Rohm and Haas Química Ltda., pelo fornecimento do 1-MCP (SmartFresh®).

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 28-01-2013.
Aceito para publicação em: 28-10-2013.

 

 

1 (Trabalho 059-13).

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