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Brazilian Journal of Botany

Print version ISSN 0100-8404On-line version ISSN 1806-9959

Revta. brasil. Bot. vol. 21 n. 3 São Paulo Dec. 1998

https://doi.org/10.1590/S0100-84041998000300008 

Levantamento florístico das espécies vasculares da floresta estacional mesófila semidecídua da Estação Ecológica de Paulo de Faria - SP1 

 

VALÉRIA STRANGHETTI2  e NEUSA TARODA RANGA3 

 

(recebido em 28/05/97; aceito em 24/06/98)

 

 

ABSTRACT - (Survey of the vascular flora of the semidecidual forest of the Estação Ecológica de Paulo de Faria - SP). This survey was carried out in a semidecidual forest at the Estação Ecológica de Paulo de Faria, situated along one of the margins of the Rio Grande, in the north of the state of São Paulo (19o58’S e 49o32’W). The Estação Ecológica comprises an area of 435.73 ha. The local climate has two well defined seasons, a dry season from April to September, with a mean rainfall of 167 mm and a wet season from October to March, with a mean rainfall of 978 mm. The soil is caracterized as purpler latosol and predominantly originated from the neocretaceous sediments of Bauru formation. The area was divided into three sampling sites in order to perform the floristic survey. A number of 201 species was identified, being distributed into 149 genera and 60 families (187 were Magnoliopsida, 10 Liliopsida and 4 Pterydophyta). The families with the highest number of species were Leguminosae (14.42%), Bignoniaceae (6.00%), Euphorbiaceae (6.00%) and Apocynaceae (3.50%). A low floristic similarity between this forest and those included in other studies was observed.

RESUMO - (Levantamento florístico das espécies vasculares da floresta semidecídua da Estação Ecológica de Paulo de Faria - SP). Este trabalho foi desenvolvido em uma floresta semidecídua na Estação Ecológica de Paulo de Faria, no norte do estado de São Paulo, situada na margem esquerda do rio Grande (19°58’S e 49°32’W) e com área de 435,73 ha. O clima caracteriza-se por apresentar duas estações climáticas, uma seca de abril a setembro (média pluviométrica de 167 mm) e outra chuvosa, de outubro a março (média de 978 mm). O solo pertence a unidade taxonômica Latossolo Roxo, é predominantemente originário dos sedimentos neocretáceos da formação Bauru, com relevo suave, ondulado e razoavelmente uniforme. A floresta em estudo foi dividida em três estações de coletas, onde o levantamento florístico foi realizado através de caminhadas por toda a extensão das mesmas. Foram identificadas 201 espécies, distribuídas em 149 gêneros e 60 famílias, sendo 187 de Magnoliopsida, 10 de Liliopsida e 4 de Pteridophyta. As famílias que apresentaram maior número de espécies foram Leguminosae (14,42%), Bignoniaceae (6,00%), Euphorbiaceae (6,00%) e Apocynaceae (3,50%). Foi observada baixa similaridade florística entre a floresta em questão e aquelas incluídas em outros estudos.

Key words - Floristic, vascular species, semidecidual forest

 

 

Introdução

A cobertura florestal do estado de São Paulo, no início do século XIX, ocupava aproximadamente 80% da sua área mas, já em 1972, ocupava somente 8,3% (Serra Filho et al. 1975). Desta cobertura florestal que restou, apenas uma pequena parte refere-se às florestas residuais do interior paulista que ocupam hoje somente 2% da superfície total do estado (Bertoni & Martins 1987).

Meira Neto et al. (1989) apresentaram as localidades do estado de São Paulo onde foram realizados estudos florísticos e fitossociológicos em florestas do interior, no período de 1978-1988. Verifica-se claramente a partir daí que não há estudos em florestas localizadas no norte do estado de São Paulo. Para a região noroeste destacam-se apenas os trabalhos de De Marinis & Camargo (1966), sobre o reconhecimento botânico preliminar no município de São José do Rio Preto e o de Coleman (1980), sobre o levantamento da flora de pastagens e os trabalhos recentemente iniciados de Taroda Ranga, Stranghetti & Rezende (com. pessoal).

O conhecimento da vegetação nativa da região é fundamental no desenvolvimento de estudos das fitocenoses paulistas, contribuindo sobremaneira para a caracterização da vegetação primitiva do estado de São Paulo e subsidiando proformas de conservação da biodiversidade e recuperação de áreas alteradas.

Neste trabalho foi realizado o levantamento florístico das espécies vasculares da Estação Ecológica de Paulo de Faria.

 

Material e métodos

Área estudada - A Estação Ecológica de Paulo de Faria localiza-se na região norte do estado de São Paulo, à margem esquerda do rio Grande (Represa de Água Vermelha), divisa com o estado de Minas Gerais, região do Triângulo Mineiro, pertencente ao município de Paulo de Faria e constitui um dos últimos remanescentes de floresta que, anteriormente, cobria essa região de São Paulo (Kronka et al. 1993).

A Estação Ecológica de Paulo de Faria com área de 435,73 ha, está localizada entre as coordenadas 19º55' e 19º58' de latitude S e 49º31' e 49º32' de longitude W (figura 1). Do ponto de vista geomorfológico, a região faz parte do Planalto Ocidental do estado de São Paulo e está situada entre a região mais acidentada do Alto Planalto a leste, e as zonas rebaixadas do Baixo Planalto (Arid et al. 1975), com altitude variando de 400 a 495 m. O clima caracteriza-se por apresentar duas estações climáticas bem definidas: uma seca, representada por um período de seis meses (de abril a setembro), com média pluviométrica de 167 mm, e um período chuvoso, bastante úmido, também de seis meses (de outubro a março), com média de 978 mm (Barcha & Arid 1971). Os solos da Estação Ecológica pertencem à unidade taxonômica Latossolo Roxo, comumente conhecida como terra roxa (Brasil 1960).

 

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Figura 1. Localização da Estação Ecológica de Paulo de Faria no estado de São Paulo (1, 2 e 3 - estações de coleta).

 

A vegetação da Estação Ecológica enquadra-se, segundo a divisão fitogeográfica de Rizzini (1963), no Complexo do Brasil Central, na Sub-Província do Planalto Central como floresta estacional mesófila semidecídua e, segundo Veloso et al. (1991), como floresta estacional semidecidual.

Metodologia - Para a demarcação das estações de coleta, foram feitas excursões periódicas à Estação Ecológica. Nestas excursões foram realizadas caminhadas em toda a sua extensão, constatando-se, à primeira vista, a existência de diferenças fisionômicas na vegetação. A área de estudo foi então dividida em três estações de coletas: estação 1, onde o ambiente é aparentemente mais úmido e sombreado; estação 2, em que o ambiente é aparentemente mais seco com árvores mais espaçadas; estação 3, cujo ambiente é aparentemente mais seco que na estação 2, porém com árvores mais adensadas e mais altas.

Durante o período de abril de 1993 a dezembro de 1995, realizaram-se excursões quinzenais à Estação Ecológica. Cada estação de coleta foi percorrida em toda a sua extensão, sendo coletadas amostras dos espécimes arbóreos, arbustivos, arbustivos escandentes, herbáceos, epífitas e/ou lianas em fase florífera e/ou frutífera ou de formação de esporos. As áreas de transição entre as estações de coleta foram, também, percorridas em todas as suas extensões.

Com base em Rizzini (1979), consideraram-se arbóreos os indivíduos com 4 m ou mais de altura e com tronco diferenciado; arbustivos, os indivíduos menores que 4 m de altura, sem tronco ou com tronco atípico e, em geral, com ramificações que partiam desde a base; herbáceos, os indivíduos com porte e consistência de erva e com caule tenro, não lenhoso; arbustivos escandentes, os indivíduos lenhosos, que cresciam apoiados sobre outros vegetais; epífita, os indivíduos que se desenvolviam sobre outros vegetais, sem dependência de nutrição e sem causar danos. Seguindo Müller-Dombois & Ellemberg (1974) consideraram-se como lianas, os indivíduos herbáceos e lenhosos que usavam suporte para sua sustentação.

A identificação preliminar do material botânico foi feita no campo e, posteriormente, conferida, complementada e/ou corrigida no laboratório de taxonomia e herbários SJRP e UEC, pertencentes aos Departamentos de Botânica da UNESP de São José do Rio Preto e da UNICAMP-Campinas e consulta à bibliografia pertinente. Foram enviados para especialistas aqueles materiais de difícil identificação. Todo o material botânico coletado foi depositado nos herbários SJRP, UEC e SPSF.

Os espécimes foram agrupados em famílias de acordo com o sistema de Cronquist (1981), considerando a família Leguminosae "senso amplo" (Taubert 1891). Os nomes dos autores foram uniformizados segundo Brummitt & Powell (1992).

 

Resultados e Discussão

Das 201 espécies coletadas na Estação Ecológica de Paulo de Faria, 191 estão identificadas em nível específico e dez em nível genérico. Destas, 187 são de Magnoliopsida pertencentes a 137 gêneros e 50 famílias, e dez são de Liliopsida pertencentes a nove gêneros e sete famílias, e quatro são de Pteridophyta pretencentes a três gêneros e três famílias (tabela 1).

 

Tabela 1. Lista de espécies encontradas na Estação Ecológica de Paulo de Faria. (av: árvore; a: arbusto; ae: arbusto escandente; h: herbácea; ep: epífita; l: liana; 1/2: transição entre estação de coleta 1 e 2 e 2/3: transição entre estação de coleta 2 e 3).

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As arbóreas perfazem 70 espécies, que correspondem a 34,82% do total das espécies amostradas. As lianas, com 63 espécies (31,34%), encontram-se bem representadas na Estação Ecológica. As arbustivas são representadas por 32 espécies e correspondem a 16,00% do total das espécies amostradas. As famílias que apresentam maior número de espécies nos tipos de hábitos citados acima estão apresentadas na figura 2. Entre as herbáceas, são registradas 25 espécies (12,43%), sendo que a família Acanthaceae apresenta o maior número de espécies. Quanto às arbustivas escandentes, 12 espécies estão representadas (6,00%), sendo a família Asteraceae a mais numerosa. À família Polypodiaceae (Pteridophyta) pertence a única espécie de epífita amostrada (0,5%).

 

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Figura 2. Famílias que apresentam maior número de espécies.

 

As famílias e as espécies amostradas no levantamento florístico da Estação Ecológica de Paulo de Faria estão distribuídas da seguinte forma: 137 espécies em 114 gêneros e 52 famílias na estação de coleta 1; 126 espécies em 96 gêneros e 45 famílias na estação de coleta 2 e 34 espécies em 33 gêneros e 20 famílias na estação de coleta 3. Na área de transição da estação de coleta 1 para 2, são amostradas 52 espécies distribuídas em 48 gêneros e 29 famílias e na área de transição da estação de coleta 2 para 3, são amostradas 23 espécies distribuídas em 21 gêneros e 14 famílias. São comuns às três estações de coleta 17 famílias, 19 gêneros e 18 espécies; já 23 famílias, 41 gêneros e 50 espécies são comuns somente nas estações de coleta 1 e 2; três famílias, dois gêneros e duas espécies são comuns somente nas estações de coleta 2 e 3 e não há famílias, gêneros e espécies comuns nas estações de coleta 1 e 3 (tabela 1).

Na figura 3, estão listadas as famílias mais ricas das estações de coleta. As famílias Amaranthaceae, Dioscoreaceae, Hippocrateaceae, Lecythidaceae, Melastomataceae, Oxalidaceae, Pteridaceae, Rhamnaceae, Schizaeaceae e Vitaceae são amostradas somente na estação 1, enquanto que as famílias Lamiaceae e Opiliaceae são encontradas apenas na estação 2 e Erythroxylaceae e Plumbaginaceae só na estação 3 (tabela 1).

 

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Figura 3. Famílias que apresentam maior número de espécies em cada estação.

 

Dentre as 60 famílias registradas no levantamento florístico da Estação Ecológica, dez reúnem 51,42% do total de espécies amostradas: Apocynaceae, Bignoniaceae, Asteraceae, Euphorbiaceae, Leguminosae, Malpighiaceae, Meliaceae, Rubiaceae, Sapindaceae e Solanaceae. Destas famílias, aquelas que contribuem com maior número de espécies, abrangendo 30,00% do total levantado, são: Leguminosae (14,42%), Bignoniaceae (6,00%), Euphorbiaceae (6,00%) e Apocynaceae (3,50%).

A família que apresenta maior número de espécies nas três estações de coleta é Leguminosae. Euphorbiaceae, por sua vez, apresenta o segundo maior número nas estações de coleta 1 e 3, sendo superada pela família Bignoniaceae na estação 2.

Quando se examinam os resultados sob o aspecto das formas de vidas, verifica-se que a família Leguminosae destaca-se em número de espécies na categoria das arbóreas (34,82% do total de espécies), sendo a subfamília Mimosoideae a mais mumerosa. Entre as lianas, são também as Leguminosae (31,34% do total amostrado), entretanto aqui, todas são da subfamília Papilionoideae. No que diz respeito as arbustivas (16,00% do total amostrado), a família Euphorbiaceae é a que apresenta maior número de espécies. Já as herbáceas (12,43% do total amostrado), tem na família Acanthaceae aquela com maior número de espécies e, entre as arbustivas escandentes (6,00% do total amostrado), a família Asteraceae é aquela com maior número de representantes. As epífitas, por sua vez, contribuem com 0,5% do total amostrado.

A família Leguminosae é citada como bastante abundante nas florestas do interior do estado de São Paulo (Leitão Filho 1982). Este fato foi verificado por Martins (1991), Cavassan et al. (1984), Bertoni & Martins (1987), Pagano & Leitão Filho (1987), Tamashiro (comunicação pessoal) e Matthes et al. (1988), também sugerindo que a família é um importante componente dessas florestas.

As espécies arbóreas e arbustivas deste levantamento são comparadas com as listagens fornecidas em trabalhos de cunho florístico e/ou fitossociológico que foram realizados nos remanescentes de florestas semidecíduas do interior do estado de São Paulo, que incluem árvores e arbustos: de Atibaia (Meira Neto et al. 1989), Guarulhos (Gandolfi et al. 1995) e Angatuba (Torres 1989, Figueiredo 1993), floresta de Itutinga no alto rio Grande (Vilela et al.1995), floresta semidecídua montana em Lavras (Oliveira Filho et al. 1994) e floresta semidecídua na margem do rio Grande em Conquista (Oliveira Filho et al. 1997). As três últimas no estado de Minas Gerais são incluídas pela sua proximidade com o rio Grande. As espécies herbáceas e lianas são comparadas com as listagens dos trabalhos de Meira Neto et al. (1989), Torres (1989) e Kim (1996).

O resultado desta comparação revela um número relativamente baixo (21 - 30) de espécies comuns entre elas, mesmo quando incluídas as formas de vida herbáceas e lianas. Referindo-se especificamente às lianas da Mata Atlântica estudada por Kim (1996), também observa-se um baixo número (15) de espécies comuns com a Estação Ecológica. É importante lembrar que o tamanho da amostragem influencia grandemente na quantidade de espécies levantadas. Muitos exemplos ilustram que a cada diminuição de dez vezes na área amostrada, perde-se cerca de 30% das espécies da comunidade original (Roche & Dourojeanni 1984, apud Kageyama 1987). Além disto, o clima também, parece estar influenciando nesta baixa similaridade, acima sugerida, uma vez que a região sudeste do Brasil mostra uma relativa unidade climatológica, com predomínio do clima subquente, que é, no entanto, bastante diversificada. Os climas mais úmidos, praticamente sem seca, estão localizados ao longo do litoral e região sul de São Paulo, com alta pluviosidade o ano todo (Nimer 1979). Depois da escarpa da Serra do Mar, o clima é semi-úmido, com estação seca marcada (Galvão 1977). Diferenças entre as altitudes, as distâncias entre as áreas e os diferentes tipos de solo parecem estar, também, atuando nesta suposta baixa similaridade florística.

 

Agradecimentos - À FAPESP pelo Auxílio Pesquisa, à CAPES pela bolsa concedida e ao Instituto Florestal.

 

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1. Parte da tese de doutorado de V. Stranghetti.

2. Departamento de Ciências Biológicas, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Rua Yvette G. Atique, 45, 15025-400 São José do Rio Preto, SP, Brasil. E-mail: stranghetti@unirpnet.com.br

3. Departamento de Botânica, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - IBILCE / UNESP, Campus de São José do Rio Preto, Caixa Postal 136, 15054-000 São José do Rio Preto, SP, Brasil. E-mail: neusatr@bot.ibilce.unesp.br 

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