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Horticultura Brasileira

Print version ISSN 0102-0536On-line version ISSN 1806-9991

Hortic. Bras. vol.20 no.4 Brasília Dec. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362002000400018 

PESQUISA

 

Produtividade e qualidade de frutos de cultivares de pepino para conserva tipo "cornichon" no Vale do São Francisco

 

Yield and quality of pickling cucumber "cornichon" in the Vale do São Francisco, Brazil

 

 

Geraldo M. de Resende; Nivaldo Duarte Costa; José Egidio Flori

Embrapa Semi-Árido, C. Postal 23, 56.300-000 Petrolina, PE

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Identificou-se as cultivares mais produtivas de pepino para conserva em um experimento, de setembro a novembro de 1996, no Campo Experimental de Bebedouro/Petrolina (PE). O delineamento experimental utilizado foi de casualizados completos, com 22 cultivares (Calypso, Eureka, Flurry, Francipak, Ginga AG-77, HE-601, HE-657, HE-671, HE-713, Imperial, Nautillus, Navigator, Panorama, Pioneiro, Premier, Prêmio, Primepak, SMR 18 Wisconsin, Supremo, Vlaspik, Vlasset e Vlasstar) e três repetições. A parcela experimental foi composta de quatro linhas de 3,0 m de comprimento, com espaçamento de 1,0 x 0,30 m. As cultivares Vlaspik (11,5 t/ha), Eureka (11,2 t/ha), Calypso (11,1 t/ha), Ginga AG-77 (10,7 t/ha), Imperial (10,6 t/ha), Prêmio (10,6 t/ha), Panorama (10,3 t/ha) HE-671 (10,2 t/ha), Vlasset (10,1 t/ha), Francipak (10,0 t/ha), Supremo (9,7 t/ha), Primepak (9,5 t/ha), Navigator (9,5 t/ha) e Pioneiro (9,3 t/ha), destacaram-se com produtividades mais elevadas, não diferindo estatisticamente entre si. O pior desempenho foi da cultivar SMR 18 Wisconsin, com produtividade comercial de frutos de 6,1 t/ha. No que se refere a número de frutos por planta, observou-se para as cultivares Vlaspik, Eureka, Calypso, Ginga AG-77, Imperial, Prêmio, Panorama, HE-671, Vlasset e Francipak, valores oscilando de 22,7 a 25,7 frutos/planta, não diferindo estatisticamente entre si. Para classificação de frutos comerciais, verificou-se uma maior proporção de frutos tipo 1 (frutos com <13,5 mm de diâmetro, ± 4,0 cm de comprimento) e Tipo 2 (frutos com 13,5 a 15,0 mm de diâmetro, ± 4,0 a 4,5 cm de comprimento), correspondendo a um valor superior a 50% da produtividade comercial. A porcentagem de frutos não comerciais variou de 9,3 a 16,2% entre as cultivares.

Palavras-chave: Cucumis sativus, peso médio de fruto, número de frutos por planta, classsificação, rendimento.


ABSTRACT

In 1996, a field experiment was carried out in Petrolina, Pernambuco State, Brazil, to evaluate the yield of pickling cucumber cultivars. The experimental design was a randomized complete block with twenty-two treatments (cv Calypso, Eureka, Flurry, Francipak, Ginga AG-77, HE-601, HE-657, HE-671, HE-713, Imperial, Nautillus, Navigator, Panorama, Pioneiro, Premier, Prêmio, Primepak, SMR 18 Wisconsin, Supremo, Vlaspik, Vlasset and Vlasstar), and three replications. Experimental plots consisted of four rows, each one 3 m long spaced in 1.00 x 0.30 m. Cultivars Vlaspik (11.5 t/ha), Eureka (11.2 t/ha), Calypso (11.1 t/ha), Ginga AG-77 (10.7 t/ha), Imperial (10.6 t/ha), Prêmio (10.6 t/ha), Panorama (10.3 t/ha) HE-671 (10.2 t/ha), Vlasset (10.1 t/ha) and Francipak (10,0 t/ha) presented the highest yield, without differences among them, while cv. SMR 18 Wisconsin presented the lowest yield (6.1 t/ha). The cvs. Vlaspik, Eureka, Calypso, Ginga AG-77, Imperial, Prêmio, Panorama, HE-671, Vlasset and Francipak presented the highest number of fruits per plant (from 22.7 to 25.7 fruits/plant), with no differences among them. Over 50% of total yield from all cvs. was considered as marketable and classified as type 1 (diameter <13.5 mm) and type 2 (diameter >13.5 mm and <15.0 mm). The percentage of non-marketable fruits varied from 9,3 to 16,2% among cultivars.

Keywords: Cucumis sativus, fruit average weight, number of fruits per plant, grading, yield.


 

 

A cultura do pepino para processamento ocupa posição de destaque no sul do Brasil, tendo o estado de Santa Catarina como principal produtor nacional, com uma produtividade média de 10 t/ha (EMPASC, 1988; Silva et al., 1992).

Alguns autores têm estudado a cultura do pepino para conserva. Pereira et al. (1976) verificaram produções de 2,2 a 4,3 t/ha de frutos comerciais (6 a 9 cm de comprimento), destacando-se a cultivar Cornichon de Paris com maior produção (4,3 t/ha) e número de frutos por planta (2,3 frutos). Santos et al. (1979), comparando híbridos e cultivares de pepino conduzidos no sistema rasteiro, observaram maiores produções para os híbridos, tendo os híbridos Conda (26,5 t/ha), Pionner (23,4 t/ha) e Explorer (22,8 t/ha) se destacado na produção de frutos comerciais (7 a 10 cm de comprimento). Silva et al. (1988; 1992), obtiveram os maiores rendimentos, em plantio rasteiro, em setembro, onde observaram uma produtividade média de 23,8 t/ha de frutos comerciais (6 a 12 cm de comprimento) com 357 g/planta, peso médio do fruto de 33,0 g e 10,8 frutos/planta, na densidade de 66.666 plantas/ha, utilizando as cultivares Score e Ginga AG-77.

Utilizando a classificação "cornichon" (frutos comerciais variando de 4,0 a 5,5 cm de comprimento), Resende & Pessoa (1996), encontraram produtividades variando de 3,1 a 10,2 t/ha, destacando-se as cultivares Tamor, Indaial, Colônia, Score, Ginga AG-77, Levina e Primepak com produtividades acima de 8,8 t/ha, sendo que o peso médio de fruto e número de frutos por planta variaram entre 5,6 a 6,1 g/fruto e 8,3 a 27,8 frutos por planta, respectivamente. Com relação à percentagem de frutos não comerciais observou-se uma variação de 11,4 a 16,1%. Para classificação de frutos comerciais, verificaram para as cultivares avaliadas valores superiores a 60% de frutos tipo 1 e 2 (frutos com ± 4,0 a 4,5 cm), de maior valor comercial, à exceção da cultivar Pérola que apresentou 56,1%. Com relação a frutos comerciais tipos 3 constatou uma oscilação de 20,8 a 28,6% e tipo 4 de 12,0 a 15,3% (frutos com ± 4,5 a 5,0 cm e ± 5,0 a 5,5 cm, respectivamente).

No Nordeste do Brasil há uma grande deficiência de opções de olerícolas para cultivo em áreas irrigadas que possam ser processadas industrialmente, principalmente culturas que possam utilizar a infra-estrutura agroindustrial já instalada na região. De acordo com Rabelo et al. (1990), o desenvolvimento agroindustrial é um meio para aumentar a eficiência da produção na agricultura. Segundo estes autores, existe uma grande deficiência na produção e qualidade das matérias primas nos pólos de irrigação, salientando que a atividade é direcionada para um pequeno número de culturas industriais (tomate e aspargo), obrigando as agroindústrias a operarem com ociosidade ou a importarem matéria prima de outras regiões. Assim a identificação de novas opções de olerícolas que possam ser processadas industrialmente é uma das prioridades para as áreas irrigadas do Nordeste como forma de consolidar as agroindústrias já instaladas, como também de viabilizar a implantação de novas unidades. Neste contexto o presente trabalho objetivou identificar cultivares de pepino para conserva ("cornichon") mais produtivas e com melhor qualidade de frutos para as condições do Vale do São Francisco, como uma alternativa agroindustrial para a região.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Campo Experimental de Bebedouro da Embrapa Semi-Árido em Petrolina (PE), cujas coordenadas geográficas são 9o e 9' de latitude Sul e 40o e 29' de longitude Oeste e altitude de 365,5 m (Amorim Neto, 1989).

O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados completos, com 22 tratamentos (Calypso, Eureka, Flurry, Francipak, Ginga AG-77, HE-601, HE-657, HE-671, HE-713, Imperial, Nautillus, Navigator, Panorama, Pioneiro, Premier, Prêmio, Primepak, SMR 18 Wisconsin, Supremo, Vlaspik, Vlasset e Vlasstar) e três repetições. À exceção da cultivar SMR 18 Wisconsin de polinização aberta todas as demais são híbridos. As parcelas experimentais constaram de quatro linhas de 3,0 m, com espaçamento de 1,0 x 0,30 m, plantas, com duas plantas por cova, sendo que as linhas centrais constituíram a área útil, sendo a semeadura feita em 12 de setembro de 1996.

A adubação de plantio foi de 150 kg/ha de sulfato de amônio, 220 kg/ha de superfosfato simples e 65 kg/ha de cloreto de potássio, sendo realizadas duas coberturas com 150 kg/ha de sulfato de amônio, fazendo-se a primeira após o desbaste e a segunda 15 dias após a primeira.

Foram realizadas irrigações duas vezes por semana, sendo a cultura mantida no limpo através de capinas manuais e conduzida sob o sistema rasteiro. Os tratos fitossanitários empregados foram os usualmente utilizados em pepino, realizados somente até o início da floração (30 dias após a semeadura). Após este período, foram utilizados somente produtos à base de enxofre e detergente neutro, pulverizados semanalmente até o fim da colheita.

As colheitas foram feitas diariamente, iniciando-se aos 36 dias após a semeadura e estendendo-se por um período de 40 dias. Foram avaliadas a produtividade comercial e não comercial (t/ha); peso médio de fruto (g) e o número de frutos por planta. Os frutos foram classificados em comerciais (Tipo 1: <13,5 mm de diâmetro, ± 4,0 cm de comprimento; Tipo 2: 13,5 a 15,0 mm de diâmetro, ± 4,0 a 4,5 cm de comprimento; Tipo 3: 15,1 a 17,0 mm de diâmetro, ± 4,5 a 5,0 cm de comprimento; Tipo 4: 17,1 a 19,0 mm de diâmetro, ± 5,0 a 5,5 cm de comprimento) e não comerciais (frutos com mais de 19,0 mm de diâmetro, deformados e afilados) de acordo com Resende & Pessoa (1996). Os dados foram submetidos à análise de variância, sendo as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. Os dados originais de porcentagem foram transformados para arco-seno para efeito de análise estatística.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As produtividades comerciais variaram de 6,1 a 11,5 t/ha nas diferentes cultivares (Tabela 1). Os melhores desempenhos foram obtidos pelas cultivares Vlaspik (11,5 t/ha), Eureka (11,2 t/ha), Calypso (11,1 t/ha), Ginga AG-77 (10,7 t/ha), Imperial (10,6 t/ha), Prêmio (10,6 t/ha), Panorama (10,3 t/ha) HE-671 (10,2 t/ha), Vlasset (10,1 t/ha), Francipak (10,0 t/ha), Supremo (9,7 t/ha), Primepak (9,5 t/ha), Navigator (9,5 t/ha) e ioneiro (9,3 t/ha), que não diferiram estatisticamente entre si. O pior desempenho foi da cultivar SMR 18 Wisconsin, com produtividade comercial de frutos de 6,1 t/ha. Estes resultados são superiores aos observados por Pereira et al. (1976) que verificaram produções variando de 2,2 a 4,3 t/ha de frutos comerciais (6 a 9 cm de comprimento) e similares à produção média de Santa Catarina de 10 t/ha (EMPASC, 1988; Silva et al. 1992), salientando que esta produção baseia-se em frutos comerciais de 6 a 12 cm de comprimento, enquanto a classificação de frutos comerciais adotado no presente trabalho foi de 4,0 a 5,5 cm de comprimento. Assim como são semelhantes aos resultados obtidos por Resende & Pessoa (1996), também utilizando a classificação "cornichon".

Para o peso médio de frutos não se observou diferenças significativas (Tabela 1), verificando-se valores entre 6,1 e 6,9 g/fruto entre as cultivares. A pequena variação percentual entre os pesos médios de frutos das cultivares evidencia um bom padrão (tamanho do fruto) destas, como ideais para processamento. Resende & Pessoa (1996) encontraram pesos médios similares aos obtidos no presente trabalho com variações de 5,6 a 6,1 g/fruto. Ao se comparar número de frutos por planta (Tabela 1), observa-se que as cultivares Vlaspik, Eureka, Calypso, Ginga AG-77, Imperial, Prêmio, Panorama, HE-671, Vlasset e Francipak, destacaram-se com valores oscilando de 22,7 a 25,7 frutos/planta, não diferindo estatisticamente entre si, sendo a pior performance da cultivar SMR 18 Wisconsin (14,1 frutos/planta). Pereira et al. (1976) encontraram resultados inferiores para número de frutos por planta (2,3 frutos/planta) para a cultivar Cornichon de Paris, assim como Silva et al. (1988), que verificaram média de 10,8 frutos por planta para as cultivares Score e Ginga AG-77, na mesma densidade de plantas do presente trabalho e frutos de maior comprimento (6 a 12 cm). Resultados similares foram relatados por Resende & Pessoa (1996), que verificaram para as melhores cultivares uma variação de 25,2 a 27,8 frutos /planta.

Para classificação de frutos comerciais (Tabela 2), verifica-se uma maior proporção de frutos tipos 1 e 2, de maior valor comercial, tendo todas as cultivares alcançado valores superiores a 50%. Para frutos tipo 1 e 2 verificou-se variações de 12,0 a 42,5%, sendo que para frutos comerciais tipos 3 e 4, de menores cotações no mercado, verificou-se pequenas variações 18,9 a 27,0%, demonstrando uma ótima qualidade de frutos para processamento com pequena variação no comportamento das cultivares. Resende & Pessoa (1996) verificaram para as cultivares avaliadas, valores superiores a 60% de frutos tipo 1 e 2 de maior valor comercial, à exceção da cultivar Pérola que obteve 56,1%. Para frutos tipo 3 e 4 observaram variações de 12,0 a 28,6%.

A porcentagem de frutos não comerciais oscilou de 9,3 a 16,2% entre as cultivares (Tabela 2), sobressaindo-se as cultivares Nautillus, Panorama, HE-671, SMR 18 Wisconsin e Imperial com as maiores porcentagens (acima de 14%). Resende & Pessoa (1996), encontraram resultados semelhantes com variações de 11,4 a 16,1%, enquanto Silva et al. (1988) verificaram para as cultivares Score e Ginga AG-77, 28,2% de frutos não comerciais na mesma densidade populacional, no entanto, classificando os frutos comerciais de 6 a 12 cm de comprimento, como também Cerne (1994) encontrou até 30% para a cultivar Levina, resultados bem superiores aos apresentados no presente trabalho.

Com relação a ciclo vegetativo verificou-se uma variação de 73 a 75 dias para as cultivares avaliadas, pequenas diferenças de ciclo, que não chegam a viabilizar um provável escalonamento da produção. Para precocidade e cor do fruto, observou-se para as cultivares o mesmo período de colheita inicial, à exceção da cultivar Francipak, que iniciou a sua colheita sete dias após as demais cultivares. No que se refere à ocorrência de pragas e doenças, observou-se na última semana de colheita a ocorrência de mosca-branca (Bemisia sp.) que aparentemente, por já estar no fim do ciclo vegetativo, não trouxe grandes prejuízos para a cultura. Não verificou-se a ocorrência de doença no experimento.

Apesar de não se destacar em termos de produtividade, a cultivar HE-713 pela menor percentagem de frutos não comerciais (9,3%), é uma boa opção para compor futuros trabalhos de melhoramento, visando uma melhor qualidade de fruto. O bom desempenho das cultivares cultivares Vlaspik, Eureka, Calypso, Ginga AG-77, Imperial, Prêmio, Vlasset e Francipak, destacando-se nas diferentes características analisadas, as viabiliza como uma nova alternativa agroindustrial de cultivo de pepino para processamento tipo "cornichon", para as condições do Vale do São Francisco.

 

LITERATURA CITADA

AMORIM NETO, M.S. Informações meteorológicas dos Campos Experimentais de Bebedouro e Mandacaru, Petrolina,PE. Petrolina: EMBRAPA-CPATSA, 1989. 58 p. (EMBRAPA-CPATSA, Documentos, 57).        [ Links ]

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Endereço para correspondência
Geraldo M. de Resende
E-mail: gmilanez@ufla.br

Recebido para publicação em 23 de março de 2001
Aceito em 11 de junho de 2002

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