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Horticultura Brasileira

versão impressa ISSN 0102-0536versão On-line ISSN 1806-9991

Hortic. Bras. v.22 n.1 Brasília jan./mar. 2004

https://doi.org/10.1590/S0102-05362004000100030 

PÁGINA DO HORTICULTOR

 

Crescimento e absorção de nutrientes pelo Lisianthus (Eustoma grandiflorum) cultivado em solo

 

Growing and nutrients absorption by lisianthus (Eustoma grandiflorum) cultivated in soil

 

 

Mônica S. de CamargoI*; Luciano K. ShimizuI; Marcelo Akira SaitoII; Cesar H. KameokaII; Simone da C. MelloIII; Quirino Augusto de C. CarmelloI

IUSP/ESALQ, C. Postal 9, 13418-900 Piracicaba-SP; E-mail: mscamarg@yahoo.com.br
IIFlora Takeshi Saito, Estrada do Salto, km 3, C. Postal 15, 18150-970 Ibiúna-SP
IIIRua das Magnólias, 135, Jd. Novo Mundo, 13211-610 Jundiaí-SP

 

 


RESUMO

O lisianthus (Eustoma grandiflorum) é uma planta ornamental com grande procura pelo mercado consumidor, mas há poucas informações sobre sua nutrição em condições edafo-climáticas tropicais. Neste trabalho avaliou-se o crescimento e a absorção de nutrientes pelo lisianthus (var. Echo) em estufa comercial. Plântulas de lisianthus foram transplantadas para canteiros aos 60 dias após a semeadura, em outubro de 1999. As amostragens do material vegetal foram feitas aos 8; 22; 36; 50; 64; 78; 92; 106 e 120 dias após o transplantio. O crescimento em altura e a produção de matéria seca da parte aérea foram lentos até os 36 dias e atingiram altura de 90,5 cm e produção de matéria seca de 28,4 g por planta no final do ciclo. A absorção de nutrientes (kg ha-1) pela parte aérea do lisianthus aos 120 dias foi: 238,8 de N, 157,1 de K, 33,9 de S, 17,5 de Mg, 14,9 de P, 10,6 de Ca e para os micronutrientes (g ha-1): 1281,3 de Fe, 294,4 de B, 127,1 de Mn, 121,1 de Zn e 35,8 de Cu.

Palavras-chave: nutrição, floricultura, ornamental.


ABSTRACT

Lisianthus is a cut flower crop that has been intensively studied around the world. However, there is not enough information about its nutrition under tropical conditions. In this work the growth and nutrient absorption of lisianthus (var. Echo) cultivated in soil was evaluated. Seedlings were transplanted 60 days after sowing in October 99. Plant samples were taken at 8; 22; 36; 50; 64; 78; 92; 106 and 120 days after transplanting. Plant growth and dry matter production were slow in the beginning but plants reached 90.5 cm in height and 28.4 of dry weight at the end of cycle. Nutrient uptake (kg ha-1) at 120 days was: 238.8 of N, 157.1 of K, 33.9 of S, 17.5 of Mg, 14.9 of P, 10.6 of Ca and micronutrients (g ha-1): 1281.3 of Fe, 294.4 of B, 127.1 of Mn, 121.1 of Zn and 35.8 of Cu.

Keywords: nutrition, floriculture, ornamental.


 

 

O lisianthus (Eustoma grandiflorum) é uma espécie que começou a se destacar economicamente no Brasil na década de 90. É planta ornamental da família das Gentianaceas, originária da América do Norte, sendo cultivada como flor-de-corte ou em vasos. Sua produção e popularidade têm crescido e pode ser considerada uma das dez mais vendidas no sistema de leilão holandês (Kameoka, 1998).

Pode apresentar três cores básicas: azul, rosa e branca (Halevy e Kofranek, 1984). Há diferenças de preferência entre os mercados consumidores: o europeu prefere o azul-escuro, enquanto o japonês e o brasileiro preferem o branco com bordas azuis. As cultivares são divididas em flores simples e dobradas, sendo que o mercado europeu e o japonês preferem as primeiras, já o americano e o brasileiro, as flores dobradas. A cultivar Echo é a mais comum no Brasil (Corr e Katz, 1997).

Embora com grande potencial de produção e de mercado no Brasil, o lisianthus é uma planta pouco estudada em condições de clima tropical, diferentemente do que acontece no Japão, onde seu estudo tem sido feito há mais de 30 anos (Corr e Katz, 1997). O conhecimento da nutrição e as adubações recomendadas no Brasil, fatores de alto impacto na produção e na qualidade das hastes florais (Kampf et al., 1990), têm se apoiado, geralmente, no empirismo ou em recomendações de outros países, resultando na aplicação de quantidade insuficiente ou excessiva de adubos e, portanto, numa nutrição desbalanceada (Nell et al., 1997). A utilização de curvas de absorção, obtidas nas condições brasileiras, permitirá uma aplicação mais adequada de fertilizantes, de acordo com o estádio fisiológico de máxima absorção, possibilitando a planta adquirir a quantidade total de nutrientes requeridos para sua máxima produção (Pedrosa, 1998). Isso implica em menores perdas de adubo e riscos de toxicidade provocados por concentrações salinas exageradas.

Considerando-se as poucas referências sobre o assunto no Brasil, neste trabalho avaliou-se o crescimento, a produção de matéria seca e a absorção de nutrientes pelo lisianthus durante o seu ciclo, na época do ano com maior potencial de produção (verão).

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em estufa comercial da Flora Takeshi Saito em Ibiúna, região de temperaturas amenas e umidade relativa baixa, clima com condições ótimas para o desenvolvimento da cultura. Foi utilizada a cultivar Echo (flores dobradas brancas com bordas azuis), muito apreciada pelo mercado consumidor brasileiro.

O solo da área experimental era um Luvissolo crômico (Embrapa, 1999) Typic Hapludult (Soil Survey Staff, 1994). A análise química inicial do solo revelou a seguinte composição mineral: MO=59 g dm-3; P=208 mg dm-3; CTC= 67,1, pH CaCl2=6,7 e V%= 82.

A semeadura foi feita em bandejas, contendo substrato comercial da Eucatex com composição média (dag kg-1): de 63,2 de MO, 0,60 de N, 0,77 de P2O5, 0,36 de K2O, 2,44 de Ca, 2 de Mg, 1,14 de S e 1,1 de Fe; e de micronutrientes (mg dm-3): 176 de Mn, 35 de Cu, 135 de Zn; 340 de B e 15 de Mo. As bandejas foram colocadas em estufas climatizadas com temperatura diurna até 25ºC e noturna não inferior a 15ºC. O ciclo de produção de mudas foi de 60 dias, sendo a densidade populacional de 1728 plantas por m2 (6 bandejas com 288 plântulas cada). A fertirrigação das mudas foi feita diariamente e a concentração eletrolítica da solução de nutrientes (C.E.) aplicada foi mantida a 0,9 mS cm-1. Na fase de mudas foram utilizados (kg ha-1): 38,5 de N; 1,7 de P; 31,6 de K; 15,5 de Ca; 0,06 de Mg; 2,7 de S. Os micronutrientes (g ha-1) foram aplicados na dose de: 44,8 de B; 14,4 de Cu; 32,8 de Mn; 32,8 de Mo; 3,0 de Zn. Na fase de crescimento foram usadas as seguintes doses para macronutrientes (kg ha-1) e micronutrientes (g ha-1): 222,6 de N; 5,5 de P; 172,8 de K; 114,3 de Ca; 1,0 de Mg; 13,4 de S; 67,9 de Cu; 196,9 de Mn; 195,7 de Mo e 45,6 de Zn. E na fase do florescimento foram utilizados(kg ha-1): 114,1 de N; 4,1 de P; 106,4 de K; 80,1 de Ca; 0,3 de Mg; 8,6 de S e micronutrientes (g ha-1) nas doses de: 38,1 de Cu; 187,9 de Mn; 177,2 de Mo e 57,6 de Zn.

Após as operações de preparo do solo, foi feita a instalação dos sistemas de irrigação por gotejamento, de aquecimento superficial do solo e de tutoramento em suportes com malhas de 0,15 x 0,15 m na área de transplantio das mudas.O transplantio das mudas de lisianthus para os canteiros foi feito quando estas apresentavam dois pares de folhas, aproximadamente aos 60 dias após a semeadura, (outubro 99). A densidade populacional de plantio foi 64 plantas por m2 (0,125 x 0,125 m).

A fertirrigação foi feita na fase de crescimento (78 dias) e de florescimento (47 dias) de 4/10 a 31/12/99, mantendo-se em ambas as fases a condutividade elétrica (CE) de 0,9 mS cm-1.

A área experimental foi representada por quatro canteiros de 1,2 x 25,0 m (9 linhas de 25 m por canteiro), separados por 0,40 m nas duas direções (54.926 m de linhas por ha, com oito plantas por m), sendo que as avaliações foram feitas nas plantas situadas nos dois canteiros centrais, divididos em quatro blocos. As amostragens das plantas foram feitas inteiramente ao acaso nos quatro blocos aos 8; 22; 36; 50; 64; 78; 92; 106 e 120 dias após o transplantio. O número de plantas em cada fase foi variável, para a obtenção de material vegetal suficiente para as análises, não sendo nunca inferior a duas plantas por parcela em cada amostra, mas as quantidades de nutrientes acumulados foram divididos pelo número de plantas amostrados em cada fase.

As características avaliadas em cada amostragem foram produção de matéria seca, teor e acúmulo de nutrientes, comprimento das hastes florais e número de folhas produzidos pela parte aérea do lisianthus. A avaliação do número de folhas totalmente expandidas foi feita a partir dos 50 dias, período correspondente ao crescimento em altura mais acentuado da planta. Após essa avaliação, foram realizadas a secagem e a moagem, sendo as análises químicas dos nutrientes feitas em extratos minerais segundo técnicas recomendadas por Malavolta et al., 1987.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Crescimento e desenvolvimento

As hastes florais apresentaram inicialmente um crescimento lento, com incremento mais acentuado dos 36 aos 50 dias (5ª a 7ª semana) após o transplantio. Aos 78 dias, quando já havia atingido 50% do comprimento final da haste, houve redução no incremento em altura (Tabela 1). O comprimento final das hastes, observado aos 120 dias, foi de 90,5 cm, considerado adequado segundo Kameoka (1998) que obteve, para a mesma cultivar Echo, hastes de 70 a 80 cm na mesma região estudada. As hastes muito curtas, provenientes de rebrotas ou de problemas nutricionais, devem ser classificadas como de 2ª categoria (Kameoka, 1998), acarretando prejuízos para a comercialização.

 

 

Aliado ao comprimento das hastes florais, o número de folhas nas hastes de lisianthus é importante, tanto pelo aspecto visual, quanto pela contribuição ao peso de matéria seca das hastes. Aos 120 dias, o número médio de folhas por haste floral foi de 76 folhas (Tabela 1).

A produção de matéria seca apresentou pequenos incrementos, tendo sido mais acentuada na fase de crescimento, dos 50 aos 64 dias, de forma semelhante ao que se observou em termos de comprimento das hastes florais (Tabela 1). Aos 92 dias, período inicial de florescimento, observou-se forte redução do incremento da matéria seca (não acumulado), provavelmente, resultante da mobilização das reservas para a formação da flor. Aos 100 dias, observou-se novamente redução no incremento em produção de matéria seca pela parte aérea do lisianthus. Isso está de acordo com a idéia de que a energia absorvida no final do ciclo deve ser utilizada preferencialmente para a abertura das flores, uma vez que, para o lisianthus, as hastes somente são colhidas após a abertura das flores (Kameoka, 1998).

A produção acumulada de matéria seca durante o ciclo da planta seguiu o ritmo de crescimento da planta, tendo aos 78 dias, período correspondente ao início do florescimento, acumulado mais de 50% da matéria seca total. Na colheita, a parte aérea atingiu 28,4 g de matéria seca, quantidade considerada baixa, se comparada a outras como da rainha-margarida que chega a 129,5 g aos 77 dias (Fernandes et al., 1989) e a da gypsophila que chega a 120 g aos 135 dias (Pedrosa, 1998), mas superior ao do crisântemo que atinge apenas a 27,42 g aos 130 dias (Lima e Haag, 1989). Embora seja pequena a quantidade de matéria seca produzida quando comparada à de outras espécies, pode-se considerá-la adequada em relação às produções geralmente obtidas pelos produtores. Se for considerado o teor de umidade, essa produção de matéria seca (28,4 g por planta) é grande comparada a outras espécies, correspondendo a 17 hastes por maço, com cerca de 700 g de peso de matéria fresca, que é a quantidade comercializada. Além da quantidade de matéria fresca, o número de flores também é importante, devendo conter em cada maço 20 a 25 flores abertas.

Absorção de nutrientes

As concentrações dos nutrientes na parte aérea do lisianthus (Tabela 2) durante o ciclo foram menores que as obtidas por Frett et al. (1988), Harbaugh e Woltz (1991) e Kameoka (1998), provavelmente em função das diferenças entre as cultivares utilizadas, clima e o tipo de substrato.

 

 

No caso de Frett et al. (1988) e Harbaugh e Woltz (1991) as produções foram avaliadas em plantas cultivadas em solução nutritiva, tendo o ciclo de produção sido menor que o do presente trabalho que, consequentemente eram menores e apresentavam maiores concentrações de nutrientes. Embora Kameoka (1998) tenha cultivado em solo, sob estufa, e sob conduções semelhantes ao presente experimento, as condições de clima, época do ano e adubação eram diferentes. Além disso, deve-se salientar, que, Kameoka (1998) coletou amostras de folhas do 8º ao 10º par de folhas, contadas a partir do ápice, enquanto no presente trabalho foi avaliada toda a parte aérea (haste, folha e flor). Provavelmente ocorreu um efeito de diluição de alguns nutrientes em comparação com a análise somente das folhas. Apesar das variações encontradas, o importante é que a produção de matéria seca (número de hastes/maço) foi satisfatória no presente ensaio.

Os macronutrientes apresentaram forte incremento até os 64 dias na fase de crescimento. Já na fase de florescimento, observou-se novo surto de aquisição de nutrientes dos 92 aos 106 dias, época em que estava ocorrendo a formação de botões florais. Foram portanto verificados dois períodos de grande demanda de macronutrientes: o primeiro dos 36 aos 64 dias e o segundo dos 92 aos 106 dias. O S foi o único mais requerido no final do ciclo.

No caso dos micronutrientes observou-se um pico aos 64 dias, exceto para o Cu que ocorreu aos 50 dias e para o B que ocorreu aos 78 dias na fase de crescimento. Na fase de florescimento, o pico ocorreu dos 92 aos 106 dias para o Fe, B e Cu enquanto para o Zn e o Mn dos 106 aos 120 dias, o que pode estar relacionado com a abertura floral.

No final do período de crescimento vegetativo e no início do período de florescimento (aos 78 dias), as plantas já haviam absorvido cerca de 50% dos nutrientes necessários, exceto o Fe. Essa fase corresponde ao incremento quinzenal mais exigente dos nutrientes, devendo os fertilizantes ser aplicados antes da fase de indução ao florescimento (78 dias). O conhecimento das fases de maior absorção permite quantificar as exigências nutricionais da planta e ajustar a aplicação do fertilizante de modo que eles estejam em quantidades adequadas exatamente na época de maior demanda de nutrientes.

O acúmulo dos nutrientes (Tabela 3) acompanhou a tendência do crescimento em altura e da produção de matéria seca (Tabela 1), tendo sido progressivamente crescente durante o ciclo de produção. Do ponto de vista prático, os resultados indicam que, para 439.404 plantas ha-1, o sistema remove (kg ha-1): 238,8 de N; 157,1 de K; 33,9 de S; 17,5 de Mg; 14,9 de P; 10,6 de Ca; 1281,32 de Fe; 294,4 de B; 127,1 de Mn; 121,1 de Zn; 35,82 de Cu, devendo-se portanto, aplicar adubação que contemple tal quantidade de nutrientes durante o ciclo da cultura. Pelo menos 50% da quantidade total de adubo deveria ser aplicada antes do período de florescimento, quando ocorre a mais acentuada absorção de nutrientes.

 

 

LITERATURA CITADA

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Recebido para publicação em 09 de outubro de 2002 e aceito em 28 de agosto de 2003

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