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Horticultura Brasileira

versão impressa ISSN 0102-0536versão On-line ISSN 1806-9991

Hortic. Bras. v.25 n.1 Brasília jan./mar. 2007

https://doi.org/10.1590/S0102-05362007000100007 

PESQUISA

 

Rendimento de feijão-vagem em função de doses de K2O

 

Snap bean yield in function of K2O levels

 

 

Ademar Pereira de OliveiraI; Jandiê Araújo SilvaII; Adriana Ursulina AlvesII; Carina Seixas M DornelesII; Anarlete Ursulino AlvesIII; Arnaldo Nonato P. de OliveiraIII; Edson A. CardosoIII; Iordam da Silva CruzIV

IUFPB, CCA, C. Postal 02, 58397-000 Areia-PB; Bolsista em produtividade em pesquisa CNPq
IIPós-graduando
IIIGraduando
IVBolsista Apoio Técnico CNPq; E-mail: ademar@cca.ufpb.br

 

 


RESUMO

Avaliou-se o efeito de doses crescentes de K2O sobre o rendimento de vagens do feijão-vagem em um experimento na UFPB, em Areia (PB), em um NEOSSOLO REGOLÍTICO Psamítico Típico. O delineamento experimental empregado foi de blocos casualizados, com seis tratamentos (0; 50; 100; 150; 200 e 250 kg ha-1 de K2O), em quatro repetições. Cada parcela continha 60 plantas espaçadas em 1,0 m x 0,2 m. O número máximo de vagens por planta (20 vagens) e a máxima produção por planta (171 g) foram obtidos, respectivamente, com 145 e 173 kg ha-1 de K2O, e a produtividade de vagens, atingiu valor máximo estimado de 25,3 t ha-1 na dose de 171 kg ha-1 de K2O. A dose mais econômica de K2O para a produtividade de vagens foi de 165 kg ha-1. A dose econômica representou 96% daquela responsável pela máxima produtividade de vagens. As doses de K2O com as quais obtiveram-se a máxima produtividade de vagens e máximo retorno econômico, se correlacionaram, respectivamente, com 181 e 176 mg dm-3 de K disponível pelo extrator de Mehlich1.

Palavras-chave: Phaseolus vulgris L, nutrição mineral, produção, retorno econômico, adubação potássica.


ABSTRACT

Aiming to evaluate the effect of K2O levels on the increase of snap bean yield, an experiment was performed in Paraíba State, Brazil, in a Quartz Psamment soil. The experimental design was of randomized blocks, with six treatments (0; 50; 100; 150; 200 and 250 kg ha-1 of K2O), in four replications. Each plot contained 40 plants spaced 1.0 m x 0.2 m. Pods maximum number/plant (20 pods) and the maximum yield/plant (171 g), were obtained, respectively with 145 and 173 kg ha-1 of K2O, and pods yield reached maximum value around 25,3 t ha-1 at the level of 171 kg ha-1 of K2O. The most economic level of K2O for the production of pods was of 165 kg ha-1. The most economic level represented 96% comparing to that responsible for maximum pods production. The K2O levels that obtained maximum pods production and economic return were correlated, respectively, with 181 and 176 mg dm-3 of K available for the extractor Mehlich 1.

Keywords: Phaseolus vulgaris L, mineral fertilization, yield, economic return, potassium fertilization.


 

 

O feijão-vagem destaca-se entre as hortaliças mais populares, ocupando a décima terceira posição em termos de importância econômica e sexta em volume produzido. No Nordeste, tem-se destacado como uma das mais importantes hortaliças cultivadas (Ramalho, 2003). Na Paraíba, seu consumo e produção vêm aumentando significativamente, com preferência por cultivares de crescimento indeterminado, pelo fato de apresentarem maior produtividade (Peixoto et al., 1993). Sua exploração comercial visa o aproveitamento das vagens ainda tenras, para consumo humano, podendo ser também industrializadas, sendo ricas em vitaminas e sais minerais (Filgueira, 2000).

O potássio é exigido pelas plantas em grande quantidade e sua função está relacionada especialmente com as enzimas que operam em quase todas as reações da planta. No período da frutificação sua presença em abundância é importante, pois ele auxilia o enchimento e o crescimento de grãos e frutos. Por outro lado, a sua deficiência é caracterizada pelo crescimento lento, plantas com raízes pouco desenvolvidas, caules fracos e muito flexíveis, plantas mais suscetíveis a ataques de doenças, e ainda, à formação de sementes e frutos pouco desenvolvidos (Pittella, 2003).

A disponibilidade do potássio no solo ocupa uma posição intermediária entre o N e o P, isto é, não sofre lixiviação tão intensa quanto o primeiro e nem é fixado tão fortemente quanto o segundo; o risco de lixiviação do K é maior nos solos arenosos, influenciando seus teores críticos no solo e na planta (Lana et al., 2002). De maneira geral, os locais de maior concentração desse nutriente no solo coincidem com os locais de maior umidade, evidenciando seu caminhamento por fluxo de massa. Isto significa que a distribuição de potássio no solo correlaciona-se com a distribuição de água no solo, indicando que se pode ter elevado controle de sua localização no solo em função da disponibilidade de água, controlando consequentemente sua lixiviação (Zanini, 1991). O fornecimento de potássio de forma localizada aumenta a probabilidade de perdas por lixiviação e eleva seu efeito salino, pela alta concentração em área restrita.

Nos solos arenosos, ocorre menor perda desse nutriente por lixiviação. Além disso, em solos com o nível de pH adequado a perda do potássio pode ser reduzida pela quantidade balanceada de Ca e Mg (Raij, 1991). Modificações nos teores de Ca e Mg no solo, afetam a absorção de potássio pelas plantas devido à competição pelos mesmos sítios de absorção, fenômeno conhecido como antagonismo Ca-Mg (Silva, 1980).

As hortaliças são exigentes em potássio disponível no solo, sendo esse o primeiro macronutriente em ordem de extração na maioria delas, por favorecer a formação e transladação de carboidratos e o uso eficiente da água pela planta; por facilitar a absorção e utilização de outros nutrientes como o cálcio e melhorar a qualidade do produto e o valor de mercado. No entanto, o excesso de potássio pode dificultar a absorção de cálcio e magnésio (Filgueira, 2000). Alguns autores relataram efeitos positivos do potássio sobre diversas hortaliças, como por exemplo, melancia (Sundstrom & Carter, 1983), meloeiro (Nerson et al., 1997), tomateiro, (Fontes et al., 2000) e cenoura e cebola (Shibairo et al., 1998). No feijão-comum, a deficiência de potássio retarda a maturação, proporciona perda no vigor da semente e redução no desenvolvimento dos grãos (Oliveira et al.,1996).

Embora o feijão-vagem possa absorver, em condições favoráveis, quantidades significativas de potássio (Rosolem,1996), pouco se conhece a respeito das quantidades a utilizar visando a obtenção de rendimentos satisfatórios. As poucas informações disponíveis na literatura em nível nacional sobre a nutrição mineral do feijão-vagem indicam o fósforo e o cálcio, como os nutrientes que possibilitam respostas mais acentuadas em sua produtividade (blanco et al., 1997; Filguera, 2000), mas recomendam, respectivamente, para solos de baixa a média fertilidade o emprego de 100 a 150 e de 60 a 90 kg ha-1 de K2O, aplicados 8 a 10 dias antes da semeadura. Para as condições regionais, em solo com característica arenosa, Araújo et al. (2001) obtiveram produtividade de 39,6 t ha-1 de vagens com o fornecimento de 40 t ha-1 de esterco de suíno acrescido de 450 kg de superfosfato simples, 170 kg de cloreto de potássio e 300 kg ha-1 de sulfato de amônio. Oliveira et al. (2003), avaliando doses crescentes de N observaram que o emprego de 54 e 55 kg ha-1 de N, aplicadas no solo e na folha, respectivamente, resultaram em produtividades de 29 e 28 t ha-1 de vagens e Oliveira et al. (2005) estudando doses de P2O5 verificaram que a máxima produtividade de vagens (30,1 t ha-1) foi obtida na dose estimada de 252 kg ha-1.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o rendimento do feijão-vagem cultivado com doses crescentes de K2O, em NEOSSOLO REGOLÍTICO Psamítico, representativo das áreas cultivadas na região de Areia (PB).

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido na UFPB, em Areia (PB), em NEOSSOLO REGOLÍTICO Psamítico Típico textura franca (Embrapa, 1999), entre julho e outubro de 2004, com predominância de alta precipitação e temperatura amena. A temperatura média do ar (em ºC), a precipitação pluviométrica (em mm) e a umidade relativa (em %) do período de execução do experimento foram, respectivamente: julho = 21,3; 90,7; 85; agosto = 21,2; 233; 89; setembro = 22,4; 85,7; 80 e outubro = 23,4; 102; 73. A caracterização química e granulométrica da camada de 0-20 cm, realizada segundo Embrapa (1997), resultou em: pH (H2O) = 5,7; P = 33,7 mg dm-3; K= 53,8 mg dm-3; H + Al = 1,79 = cmolc dm-3; Al+3=0,00 cmolc dm-3; Ca+2 =2,45 cmolc dm-3; Mg+2 = 0,70 cmolc dm-3; CTC = 3,29 cmolc dm-3 e matéria orgânica = 15,8 g dm-3; areia grossa= 672 g kg-1; areia fina = 125 g kg-1; silte= 126 g kg-1; argila=77g kg-1; densidade do solo=1,28 g cm-3.

Adotou-se o delineamento experimental de blocos casualizados com seis doses de K2O (0; 50; 100; 150; 200 e 250 kg ha-1), na forma de cloreto de potássio, em quatro repetições. A parcela foi composta por 60 plantas, dispostas em três fileiras com 20 plantas cada, espaçadas de 1,0 m entre linhas e de 0,2 m entre plantas. A adubação de plantio constou do fornecimento de 20 t ha-1 de esterco bovino curtido, 500 kg ha-1 superfosfato simples, além das doses de K2O definidas como tratamentos, aplicadas de forma localizada. Na adubação em cobertura foram fornecidos 140 kg ha-1 de uréia, parcelados 50% aos 20 dias e 50% aos 40 dias após a semeadura. Foram semeadas quatro sementes por cova da cv. Macarrão Trepador Hortivale, efetuando-se, após 15 dias, o desbaste para duas plantas por cova e a prática de tutoramento. Realizaram-se os tratos culturais recomendados para a cultura, incluindo irrigação por aspersão, nos períodos de ausência de chuvas; capinas com enxadas, mantendo-se a área livre de plantas invasoras e pulverizações com Deltamethrina 2,5 E (20 ml/20 L de H2 O), para controlar cigarrinha verde (Empoasca braemer).

Nas cinco colheitas foram obtidos o número e produção de vagens por planta e a produtividade de vagens. Ao final da colheita efetuou-se a amostragem do solo (0-20 cm de profundidade), coletando-se dez amostras simples ao acaso por parcela, as quais originaram uma amostra composta para se determinar as concentrações de K disponível pelo extrator Mehlich 1, em função das doses de K2O.

Os resultados obtidos foram submetidos às análises de variância e de regressão, utilizando-se o "software" SAEG (2000), sendo selecionado para expressar o comportamento das doses de K2O sobre as características avaliadas, o modelo significativo que apresentou maior coeficiente de determinação. Nas significâncias das análises de variância e de regressão foi considerado o nível de probabilidade de 5% pelo teste F. O teste "t" foi utilizado para testar os coeficientes da regressão no mesmo nível de probabilidade.

A dose de máxima eficiência econômica de K2O foi calculada igualando-se a derivada primeira da equação de regressão à relação entre preços do insumo (R$/kg de K2O) e do produto (R$/kg de vagens) (Raij, 1991; Natale et al., 1996). Os preços adotados foram aqueles vigentes em Areia-PB em dezembro de 2004: R$ 2,50/kg de K2O e R$ 0,50/kg de vagens, ressaltando-se, porém, que o preço do quilograma de vagens correspondeu ao utilizado pelo produtor, podendo variar a cada ano conforme demanda e oferta. No entanto, a fim de atenuar os problemas de variação cambial, trabalhou-se com uma relação de troca ao invés de moeda corrente (Natale et al., 1996), procurando-se assim dados mais estáveis. Portanto, a "moeda" utilizada nos cálculos, foi o próprio fruto, considerando-se a seguinte relação de equivalência: quilograma de K2O/kg de frutos igual a 5, sendo a dose mais econômica calculada por meio da relação de dy/dx = a1 + 2a2 x. A doses mais econômica (x') foi então calculada por:

x' = a1 - relação de equivalência 2 (-a2)

Onde x' representa a dose econômica, a1 a taxa de incremento de produção e a2, o ponto de máxima produção.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Estabeleceram-se relações quadráticas crescentes entre as doses de K2O e o número e a produção de vagens por planta e a produtividade de vagens. As doses de K2O que proporcionaram o número máximo de vagens por planta (20 vagens) e a produção máxima de vagens por planta (171 g), foram 145 e 173 kg ha-1 de K2O kg ha-1, respectivamente, verificando-se decréscimos a partir dessas doses (Figuras 1 e 2). Araújo et al. (2001), na região de Areia (PB) com a mesma cultivar empregada no presente estudo, obteve número médio de 29 vagens/planta e produção de vagens/planta de 299 g com a adição de 100 kg ha-1 de K2O em solo com 153 mg dm-3 de potássio residual. Provavelmente as médias mais elevadas obtidas por esses autores foram ocasionadas pelas baixas precipitações registradas no período da condução do experimento, média de 15 mm mensal, o que possivelmente reduziu a lixiviação do potássio, e pelo fornecimento de 40 t ha-1 de esterco suíno, o que possivelmente melhorou as características físicas do solo, auxiliando na melhor absorção dos nutrientes.

 

 

 

 

A produtividade de vagens atingiu valor máximo estimado de 25,3 t ha-1 na dose de 171 kg ha-1 de K2O (Figura 3). Esta produtividade demonstrou que o potássio desempenha importante papel na produção de vagens no feijão-vagem, já que ficou acima da média nacional definida por Tessariolli Neto & Groppo (1992) em 25,0 t ha-1 para cultivares de feijão-vagem com hábito de crescimento indeterminado. Tal resultado pode ter ocorrido em função de um maior estímulo ao desenvolvimento do sistema radicular, formação dos primórdios das partes reprodutivas e dos frutos (Filgueira, 2000), proporcionado pela dose de K2O responsável pela produtividade máxima, conferindo ao feijão-vagem condições nutricionais para expressar seu potencial máximo produtivo de vagens.

 

 

O fornecimento de doses adequadas de potássio assegura às hortaliças a possibilidade de desenvolver, plenamente, o seu potencial produtivo, incrementado pela aplicação de outros nutrientes (Filgueira, 2000). Portanto, é provável que durante o crescimento e desenvolvimento das plantas, a dose de K2O responsável pela máxima produção, juntamente com os nutrientes adicionados ao solo, tenham suprido as necessidades nutricionais do feijão-vagem. Em feijão-vagem, elevações nas produções de vagens comerciais foram observadas por Ishimura et al. (1983) e Peixoto et al. (2002), com o fornecimento de doses adequadas de NPK.

A redução da produtividade de vagens em doses acima de 171 kg ha-1 de K2O, indica que o excesso deste elemento foi prejudicial ao desenvolvimento do feijão-vagem, possivelmente em conseqüência da redução da absorção de Ca e Mg (Carnicelli et al., 2000) e prejuízo no desenvolvimento do sistema radicular e da parte aérea da planta ocasionado pelo elevado índice salino do potássio (Grangeiro & cecílio filho, 2004), influenciando de forma negativa o desenvolvimento fisiológico das plantas e a produção de vagens.

A dose mais econômica de K2O foi de 165 kg ha-1, com produção de 25,3 t ha-1 de vagens. Esse resultado representa um incremento de 11,5 t ha-1 de vagens, em relação à ausência de K2O. A quantidade de vagens necessária para a aquisição de 165 kg ha-1 foi de 616 kg ha-1 que, deduzida do incremento calculado, resultou em superávit de 10,9 t ha-1.

A dose econômica representou mais de 96% daquela responsável pela produtividade máxima, o que pode indicar a viabilidade do emprego de potássio no cultivo de feijão-vagem.

A dose de k2O responsável pela máxima produção de vagens se correlacionou com 181 mg dm-3 de K disponível pelo extrator Mehlich 1; enquanto que para o máximo retorno econômico, esta foi de 176 mg dm-3 (Figura 4). Isto indica que para a produção de vagens, a probabilidade de ocorrência de resposta do feijão-vagem ao emprego do potássio, em solos semelhantes ao do presente estudo, será minimizada quando o teor de K-disponível for superior a 176 mg dm-3. Os altos valores residuais verificados para o K2O podem ser explicados pela baixa mobilidade do potássio no solo (Grangeiro & cecílio filho, 2004) e pela menor adsorção do K em solos arenosos (Raij, 1991).

 

 

Nas condições regionais de Areia, para o estabelecimento do feijão-vagem em Neossolo Regolítico Psamítico Típico, textura franca, com características químicas semelhantes às desta pesquisa, deve ser recomendada a aplicação de 165 kg ha-1 de K2O. Esta dose extrapola em muito a recomendação de 60 a 90 kg ha-1 de K2O, para essa hortaliça, conforme Filgueira (2000), e se aproxima da recomendação de 150 kg ha-1 de acordo Blanco et al. (1997)

 

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Recebido para publicação em 19 de dezembro de 2005; aceito em 26 de fevereiro de 2007

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