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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.57 n.2 Belo Horizonte abr. 2005

https://doi.org/10.1590/S0102-09352005000200002 

MEDICINA VETERINÁRIA

 

Correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e os teores sérico e hepático de cobre em novilhas Nelore

 

Ceruloplasmin serum activity correlation with copper serum and liver concentrations in Nelore heifers

 

 

A.S. BorgesI; R.M. AmorimI; M.R.G. KuchembuckI; R.S. AraújoII; S.B. SilvaIII; H.F. SilvaIII; F.J. BenesiIV; R. MirandolaIV; M. MorganoV

IFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP - Distrito Rubião Jr., s/n - 18618-000 – Botucatu, SP
IIBolsista PIBIC/CNPq
IIIDoutorando - FMVZ - UNESP-Botucatu, SP
IVFaculdade de Medicina Veterinária e Zootercnia USP-São Paulo, SP
VInstituto de Tecnologia de Alimentos – Campinas, SP

 

 


RESUMO

Avaliou-se a atividade oxidativa sérica da ceruloplasmina como indicadora dos teores sérico e hepático de cobre e compararam-se dois métodos de determinação da ceruloplasmina, pelo parafenileno e pela ortodianisidina. Foram colhidas 56 amostras de soro e de fígado (biópsias hepáticas) de novilhas Nelore para determinação da atividade sérica da ceruloplasmina e da concentração de cobre. As correlações entre a concentração sérica de cobre e a atividade sérica da ceruloplasmina determinadas pelos métodos do parafemileno e da ortodianisidina foram 0,75 e 0,62, respectivamente. As correlações entre a concentração hepática de cobre e a atividade sérica da ceruloplasmina pelos métodos citados foram 0,15 e 0,12. Não foi observada correlação entre os valores séricos e hepáticos de cobre. A correlação entre determinação da atividade sérica de ceruloplasmina, que utilizou o parafenileno como substrato, e o cobre sérico foi maior do que a correlação entre esse mineral e o método que usou a ortodianisidina.

Palavras-chave: bovino, cobre, ceruloplasmina, biopsia hepática


ABSTRACT

The ceruloplasmin oxidase activity as an indicator of serum and liver copper levels was evaluated and two different methods of ceruloplasmin determination (paraphenylen and ortodianisidine) were compared. Fifty six serum and liver samples from Nelore heifers were used to evaluate copper concentration and ceruloplasmin serum activity. The correlation coefficients between cooper serum values and ceruloplasmin serum activity using paraphenylen and ortodianisidine were 0.75 and 0.62, respectively. The correlation between ceruloplasmin serum activity and copper liver concentrations were 0.15 and 0.12, respectively, for paraphenylen and ortodianisidine. No relationship between serum and liver copper levels was observed. Cooper serum determination by paraphenylen method showed higher correlation with liver copper level in comparison to copper serum determination by ortodianisidine method.

Keywords: bovine, copper ceruloplasmin, liver biopsy


 

 

INTRODUÇÃO

As deficiências de elementos minerais são fatores que limitam a produtividade da indústria animal. A deficiência de cobre foi apontada como a mais encontrada em bovinos por todo o mundo (McDowell, 1999). Tokarnia et al. (1999), em artigo de revisão sobre deficiências minerais em bovinos e ovinos no Brasil, apontaram as deficiências de cobre, cobalto e zinco como as mais freqüentes.

Moraes et al. (1994) encontraram pastagens deficientes em cobre nas regiões de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Acre. Nesse estudo, a concentração desse elemento foi inferior ao requerido pelos animais em, aproximadamente, 50% das propriedades estudadas.

A deficiência marginal de cobre, por ser mais comum, acarreta mais prejuízo do que a deficiência severa. Taxas inadequadas de cobre na dieta podem causar diminuição do crescimento e queda dos índices reprodutivos, sem apresentar sinais clínicos patognomônicos (McDowell et al., 1993).

O estado nutricional rebanho quando ao cobre pode ser avaliado nos alimentos, na água, no soro e no fígado, ou ainda por determinação da atividade sérica da ceruloplasmina (Hidiroglou, 1980; Vermunt e West, 1994). A avaliação baseada em apenas um item pode levar a conclusões errôneas (Wikse et al., 1992).

Cerca de 40 a 70% do cobre absorvido é estocado no fígado, de onde é liberado quando há redução de consumo (Corah e Ives, 1991). A análise de amostras de fígado é confiável para avaliar a condição orgânica de cobre, cobalto, manganês, selênio e, eventualmente, zinco (Tokarnia et al., 1999).

A atividade oxidativa sérica da ceruloplasmina está relacionada com a concentração sérica de cobre, isto é, baixa concentração desse elemento está associada à menor atividade de ceruloplasmina. Um dos métodos mais empregados para verificação da atividade da ceruloplasmina é o da oxidação de parafenilenodiamina. O produto dessa reação é de cor púrpura, pode ser determinado por espectrofotometria e é o método de referência para a maioria das determinações (Ravin, 1961). Outro método descrito consiste na reação da ceruloplasmina com a ortodianisidina como substrato (Schosinsky et al., 1974; Paynter, 1982). Os métodos oxidativos detectam apenas a ceruloplasmina ligada ao cobre.

Blakley e Hamilton (1985) verificaram que a correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e a concentração sérica de cobre foi de 0,83 e concluíram que ela pode ser utilizada como indicador do estado orgânico de cobre em bovinos. Amer et al. (1973) verificaram, em bezerros, correlação do 0,98 entre as mesmas variáveis, e constataram que 96,5% das diferenças na atividade de ceruloplasmina oxidase podem ser explicadas por alterações na concentração de cobre plasmático. Após a suplementação com cobre em bovinos deficientes, Kapoor e Mahadevan (1970) verificaram alta correlação entre os valores plasmáticos de cobre e a atividade sérica da ceruloplasmina. Cerone et al. (1998) verificaram redução da atividade sérica da ceruloplasmina em fêmeas bovinas com deficiência secundária induzida de cobre, pela administração de molibdênio. A correlação entre a ceruloplasmina sérica e o cobre hepático é baixa, ao redor de 0,35 (Kincaid, 1986).

Este trabalho teve o objetivo de comparar duas metodologias para avaliação da atividade sérica da ceruloplasmina e estimar a correlação entre ela e os teores séricos e hepáticos de cobre.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Utilizaram-se 56 novilhas Nelore, não gestantes, com bom desempenho corporal e peso vivo de aproximadamente 330kg, colocadas em pasto de B. decumbens, em uma propriedade particular localizada no município de Paulistânia-SP. As pastagens foram submetidas à análises bromatológicas, obtendo-se os seguintes resultados: N= 5g/kg, P= 0,8g/kg, K= 8g/kg, Ca= 3g/kg, Mg= 2,6g/kg, S= 0,6g/kg, B= 6mg/kg, Cu= 6mg/kg, Fe= 153mg/kg, Mn= 278mg/kg, Zn= 23mg/kg e Mo= 2mg/kg.

Foram colhidos 20ml de sangue em tubo especial a vácuo1, isento de contaminação com minerais, sem anticoagulante. Após retração parcial do coágulo e centrifugação, o soro, separado por aspiração, foi dividido em alíquotas e congelado a -20ºC para a posterior análise.

Realizaram-se biópsias hepáticas segundo Chapman Junior et al. (1963).

A atividade sérica da ceruloplasmina foi determinada no soro sangüíneo utilizando-se duas metodologias. Na primeira usou-se o parafenilenodiamino2 como substrato, segundo descrição de Ravin, (1961). Nesse método, a atividade da ceruloplasmina foi determinada pela taxa de oxidação do parafenilenodiamino à temperatura de 37ºC e pH 6,0. Mediu-se em espectofotômetro o aparecimento de cor púrpura em conseqüência da oxidação. Realizou-se correção, devido à catálise oxidativa pelo Cu e Fe presentes nas amostras, utilizando-se branco em que a ceruloplasmina foi inibida pela azida sódica3. Uma unidade de atividade é definida como o aumento de 0,001 na absorbância em 530nm após 30 minutos de reação. A reação de oxidação é aumentada pela exposição à luz, portanto, o procedimento foi realizado no escuro.

A segunda metodologia consistiu na determinação da concentração utilizando-se a ortodianisidina4 como substrato (Schosinsky et al., 1974). Ambas metodologias foram realizadas em duplicata e o resultado final expresso como média aritmética delas.

Para quantificação do cobre nas amostras de fígado e de soro empregou-se a técnica de espectrometria de emissão ótica com fonte de plasma de argônio indutivamente acoplada em espectrômetro simultâneo5.

Antes das análises foram realizados testes para a verificação do método de preparação do fígado bovino. Realizou-se a análise das amostras por via úmida (bloco digestor). Uma amostra de fígado certificada6, seca em estufa a 110°C por 12 horas, foi utilizada para a validação da metodologia.

Para determinação de cobre utilizou-se a metodologia da digestão ácida em bloco digestor7 (Asp e Lund, 1992) como se segue: pesagem de 0,2000±0,0011g da amostra de fígado bovino em tubos de vidro e adição de 15ml de ácido nítrico concentrado; aquecimento do bloco digestor a partir de 50°C, com aumento de 10°C a intervalos de 30 minutos até atingir 160°C; aquecimento até o volume atingir aproximadamente 5ml; transferência das amostras para balões volumétricos de 25ml, completando-se o volume com ácido clorídrico 5% v/v.

Para a determinação do cobre sérico, o método de preparação baseou-se no procedimento descrito por Evenson e Warren (1975), isto é, colocação de 400ml da amostra de soro em balões volumétricos de 10ml e complemento do volume com ácido clorídrico 5% v/v. As quantificações também foram realizadas por espectrometria de emissão óptica com fonte de plasma de argônio indutivamente acoplada.

Realizou-se análise descritiva e estimou-se correlação de Pearson entre a atividade sérica da ceruloplasmina e os teores sérico e hepático de cobre (Zar, 1984).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A Tab. 1 apresenta as médias, os desvios-padrão e as medianas da atividade sérica da ceruloplasmina (métodos do parafenileno e da ortodianisidina), do cobre sérico (mg/l) e do hepático (mg/kg/ matéria seca).

 

 

A média do cobre hepático está dentro dos valores considerados normais para bovinos, de 100 a 300mg/kg/MS segundo Fick et al. (1979) ou de 100 a 400mg/kg/MS segundo McDowell (1992). Os valores encontrados, 132 a 545mg/kg/MS, mostram a variação individual dos animais, pois eles foram mantidos juntos e sob o mesmo manejo nos últimos dois anos, fato também observado por Suttle (1986). Os resultados são semelhantes aos de Lisbôa et al. (1996).

A média do cobre sérico está dentro dos limites considerados normais, de 0,7 a 1,4mg/l segundo Fick et al. (1979) ou de 0,6 a 1,5mg/l segundo McDowell (1992). Os valores hepáticos de cobre estão mais próximos do limite superior e os séricos de cobre estão no limite inferior aos citados por esses autores.

A avaliação individual do cobre sérico revelou 22 animais com valores abaixo dos 0,7mg/l citados por Fick et al. (1979) e quatro se se considerar 0,6mg/l citado por McDowell (1992). Segundo esse autor, valores abaixo de 0,6mg/l seriam indicativos de deficiência em ovinos e bovinos. Entretanto, os animais com concentração sérica abaixo de 0,6mg/l apresentaram níveis normais de cobre hepático.

Segundo Claypool et al. (1975), os valores séricos só são acompanhados de baixos valores hepáticos quando encontram-se abaixo de 0,5mg/l. Das 101 observações realizadas por esses autores, nas quais os níveis plasmáticos estavam abaixo de 0,5mg/l, apenas quatro apresentaram valores hepáticos acima de 40mg/kg/MS. No presente trabalho apenas um animal estava com valor sérico abaixo de 0,5mg/l, contudo, o valor hepático de cobre foi normal. Observou-se correlação negativa entre os valores séricos e hepáticos de cobre (r= -0,1), já registrada por Fichtner et al. (1988).

Os menores valores hepáticos não foram acompanhados pelos menores valores séricos, já que a homeostasia impede que isso ocorra até que as reservas hepáticas estejam muito reduzidas. Dessa forma, pode-se sugerir que os valores hepáticos são mais confiáveis que os valores séricos para avaliar o estado nutricional de cobre no organismo.

As médias e os desvios-padrão obtidos para a atividade sérica da ceruloplasmina pelos métodos do parafenileno e da ortodianisidina foram 250,09±51,27UI/l e 15,93±9,44UI/l, respectivamente. Na ordem de citação dos métodos, a correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e a concentração sérica de cobre foi de 0,75 e 0,62. Nessa mesma ordem, a correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e a concentração de cobre hepático foi de 0,15 e 0,12. Os resultados assemelham-se aos de Kincaid (1986). A correlação foi menor que a citada por Amer et al. (1973) e por Blakey e Hamilton (1985), ao utilizarem o parafenileno como substrato de reação. Isso decorre em razão da correlação nula entre os valores de concentração de cobre sérico e hepático.

Os resultados deste experimento mostram que é possível indicar os animais com maior ou menor valor de cobre sérico com base na determinação da atividade sérica da ceruloplasmina, confirmando as observações de Blakey e Hamilton (1985) e Kincaid (1986). A correlação observada entre a atividade da ceruloplasmina pelo método da ortodianisidina e o cobre sérico foi menor do que a correlação entre esse mineral e a atividade da ceruploplasmina obtida pelo método do parafenileno. Isto ocorreu em razão da presença de um único valor discrepante. A técnica de determinação da atividade da ceruloplasmina que utiliza a ortodianisidina como substrato é mais fácil de ser realizada, pois a reação é inibida pela adição de azida sódica (Scosinsky et al., 1974), o que facilita o procedimento de leitura. Além disso, essa reação pode ser realizada com reagentes preparados com antecedência, o que não ocorre com o outro método. Entretanto, a reação com a ortodianisidina apresenta resultado muito baixo na sua leitura final, o que dificulta a percepção de pequenas variações. Outra desvantagem da técnica consiste na utilização de dois reagentes tóxicos: a ortodianisidina e o ácido sulfúrico a 50%.

 

CONCLUSÕES

A correlação entre o método de determinação da atividade sérica de ceruloplasmina utilizando-se o parafenileno como substrato e a concentração de cobre sérico é maior do que a correlação entre esse mineral e a metodologia da ortodianisidina. A atividade sérica de ceruloplasmina é um indicador indireto da concentração sérica de cobre, permitindo que seja utilizada como método de triagem para auxiliar no diagnóstico de deficiência marginal de cobre em bovinos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 13 de maio de 2003
Recebido para publicação, após modificações, em 23 de junho de 2004
Apoio: Fundação para o Desenvolvimento da Pesquisa na UNESP e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

 

E-mail: asborges@fmvz.unesp.br
1 Becton & Dickinson Ind. Cirúrgicas Ltda, Brasil
2 Ref 16165 – Riedel-deHaën
3 Labsynth Produtos para Laboratório Ltda.
4 Ref. D3252 – Sigma
5 BAIRD, modelo ICP 2000 (Massachusetts, USA)
6 1577b – Bovine Liver - National Institute of Standards and Technology (NIST)
7 Sistema aberto, modelo TE-040-25-TECNAL

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