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Acta Botanica Brasilica

Print version ISSN 0102-3306

Acta Bot. Bras. vol.5 no.2 Feira de Santana Dec. 1991

https://doi.org/10.1590/S0102-33061991000200009 

TESES E DISSERTAÇÕES/THESIS AND DISSERTATIONS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE

 

 

TÍTULO: Microbiota fúngica e espécies produtoras de aflatoxina, ocratoxina e citrinina em castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa Humbold e Bompland)

AUTORA: Solange do Perpétuo Socorro Evangelista Costa

DATA: Março de 1991

LOCAL: Universidade Federal de Pernambuco

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Auxiliadora de Q. Cavalcanti (orientadora) - UFPE
Maria Menezes, - UFPE
Laíse de Holanda C. Andrade - UFPE

 

RESUMO - Uma grande variedade de produtos alimentícios consumidos pelo homem estão sujeitos à contaminação por micotoxinas. A castanha-do-Pará constitui-se em um importante produto de exportação da região amazônica além de ter amplo consumo entre esta população. Para avaliar a susceptibilidade destas amêndoas à contaminação por fungos e em especial pelos produtores de aflatoxina, ocratoxina e citrinina, foi realizado um estudo com amostras procedentes da cidade de Belém (PA-Brasil) e constituídas de castanhas beneficiadas, castanhas com casca e castanhas em ouriço. Estas sementes, após descorticadas, foram esterilizadas superficialmente e colocadas em câmara úmida. Isolou-se 1.199 taxa constituindo um total de 59 diferentes espécies. Destas, 78,57% pertencem à sub-divisão Deuteromycotina, seguida de Zygomycotina, Ascomycotina e Myceliasterilia, com 15,93%, 4,83% e 0,67%, respectivamente. Aspergillus, Syncephalastrum, Penicillium e Fusarium foram os gêneros mais assinalados. "Coconut Agar Médium" foi utilizado para detecção das referidas toxinas dos isolados, através da observação de fluorescência sob ondas longas de luz ultravioleta. As amostras positivas foram extraídas com clorofórmio e ensaiadas por cromatografia de camada delgada (CCD). Foram detectados 154 isolados produtos de aflatoxina, entre Aspergillus flavus e A. parasiticus, 2 de citrinina e 1 de ocratoxina, (Penicillium steckii e A. ochraceus respectivamente). A produção de aflatoxina nas amêndoas também foi avaliada, através da incubação de uma amostra toxigênica de A. parasiticus constatando-se a suscetibilidade do substrato. Outros aspectos referentes ao crescimento de fungos nas amêndoas também foram analisados.

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