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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.12 n.2 São Paulo Apr. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631998000200004 

Efeito das técnicas de microabrasão no esmalte: estudo em microscopia eletrônica de varredura

Effects of enamel microabrasion techniques: scanning electron microscopy study

 

Adriana Bona MATOS*
Míriam Lacalle TURBINO*
Edmir MATSON**

 

 


MATOS, A. B.; TURBINO, M. L.; MATSON, E.  Efeito das técnicas de microabrasão no esmalte: estudo em microscopia eletrônica de varredura.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12 , n. 2 , p. 105-111 , abr./jun. 1998.

Procedimentos com o intuito de remover manchas nos dentes têm sido muito requisitados. Dentre esses procedimentos, pode-se citar as técnicas de microabrasão do esmalte, obtendo-se resultados esteticamente mais aceitáveis. Neste trabalho propomo-nos a avaliar o efeito da técnica de microabrasão com pasta de pedra-pomes e ácido fosfórico, aplicada manual e mecanicamente, para o tratamento de lesões de mancha branca. Além do aspecto clínico, será também avaliada a rugosidade superficial das lesões antes e após os procedimentos clínicos, através de microscopia eletrônica de varredura. Foram selecionados pacientes com lesões brancas, sem cavitação. No primeiro paciente foi realizado o procedimento clínico, ao passo que desse procedimento no segundo, além e, foram realizadas moldagens em diferentes etapas para a obtenção de espécimes a ser observados em microscopia eletrônica de varredura. Nos casos analisados, pode-se concluir que as técnicas de microabrasão com ácido fosfórico e pedra-pomes, tanto utilizadas com instrumentos rotatórios quanto com com o auxílio de cunha de madeira aplicada manualmente, apresentaram resultados clínicos satisfatórios. Na microscopia eletrônica de varredura dos modelos, detectou-se a recuperação da lisura superficial do esmalte tratado.

UNITERMOS: Microabrasão; Esmalte dentário; Mancha branca.


 

 

INTRODUÇÃO

Manchas e defeitos no esmalte dental podem ocorrer por inúmeros fatores, tais como hipoplasia, fluorose, pigmentação por medicamentos e desmineralização por cárie. Na tentativa de recuperação da estética, alguns procedimentos são sugeridos para a remoção dessas alterações.

Para remover manchas generalizadas, como alterações de cor por tetraciclina ou causas locais, têm sido indicadas, em dentes vitais e não vitais, técnicas de clareamento, sejam unitárias ou múltiplas (RUSSO et al.16, 1988; PAIXÃO et al.15, 1990).

Porém, pequenas manchas e defeitos na superfície do esmalte, independentemente de sua etiologia, podem muitas vezes ser removidas com ação local de materiais ácidos e/ou abrasivos. Para lesões incipientes de cárie, a técnica da remineralização do esmalte com ação de substâncias contendo cálcio e flúor também pode ser utilizada. Apesar dessa remineralização recuperar a estrutura do esmalte, autores relataram que a cor dificilmente volta ao normal; portanto, é atingido o objetivo do tratamento, no caso, a reconstituição da estética (BALDISSERA et al.1, 1987; SUNDFELD et al.18, 1990).

Todas as técnicas, seja por clareamento (auxiliado ou não por substâncias ácidas), seja por microabrasão e remineralização, são extremamente conservadoras e estão de acordo com as expectativas atuais da odontologia.

A técnica de microabrasão começou a ser utilizada por CHANDRA; CHAWLA2 (1975), que preconizavam o uso de discos de borracha abrasivos para auxiliar a ação dos agentes químicos no clareamento.

Em 1986, CROLL; CAVANAUGH6 propuseram a remoção de manchas no esmalte pelo emprego de uma mistura de ácido hidroclorídrico a 18% com pedra-pomes, que era aplicada na área afetada com o auxílio de uma espátula de madeira. Dessa forma, pela ação química combinada da solução ácida com o efeito abrasivo da pedra-pomes, a camada mais superficial do esmalte dental era removida, restabelecendo-se a sua cor. Em seguida, vários autores obtiveram sucesso clínico com a utilização dessa técnica. (McCLOSKEY12, 1984; RUSSO et al.16, 1988; CROLL3, 1989; KENDEL10, 1989; PAIXÃO et al.15, 1990; SUNDFELD et al.17, 1991; CROLL4, 1992a; CROLL5, 1992b; CVITKO et al.8, 1992).

Apesar do sucesso clínico, verificou-se que a concentração do ácido até então utilizado era alta, podendo causar injúrias aos pacientes e/ou profissionais. Foram então desenvolvidos materiais e técnicas com outros agentes menos tóxicos, com concentrações mais baixas. Um exemplo é o Prema, que também já foi testado clinicamente, promovendo resultados bastante satisfatórios. (SUNDFELD et al.17, 1991; DONLY et al.9, 1992).

O objetivo das técnicas de microabrasão é a recuperação da estética através de um mínimo desgaste superficial do esmalte. Vêm sendo realizados estudos sobre o desgaste observado na estrutura dental após a realização das técnicas de microabrasão, bem sobre como seus possíveis efeitos.

TONG et al.19 (1993), em microscopia de luz polarizada, verificaram que a utilização apenas do ácido clorídrico a 18% promovia um desgaste de 100 ± 47 mm, e que a associação com pedra-pomes aumentava esse desgaste para 360 ± 130 mm. O desgaste proporcionado pelo ácido fosfórico a 37% ou mesmo por agentes clareadores, como o peróxido de hidrogênio, é em torno de 5,5 ± 1,5 mm, contrastando com os valores anteriores.

Apesar de realmente haver desgaste, SUNDFELD et al.18 (1990) afirmaram que ele era mínimo quando comparado com a espessura total de esmalte no dente. Segundo DONLY et al.9 (1992), o uso do Prema proporcionou uma superfície de esmalte excepcionalmente polida e compactada. Segundo CROLL et al.7 (1993), o esmalte fica, além de polido, menos propenso à desmineralização e à colonização por S. mutans, quando, após a microabrasão, é aplicado o flúor.

Ao microscópio eletrônico de varredura, dentes hígidos submetidos a microabrasão apresentam superfície mais lisa que antes desse procedimento. (DONLY et al.9, 1992).

MONDELLI et al.13 (1995) salientaram que a técnica de microabrasão utilizando pasta composta por ácido fosfórico a 37% com pedra-pomes promove resultados clínicos satisfatórios, além de ser uma substância mais disponível nos consultórios odontológicos.

Neste trabalho, propomo-nos a avaliar o efeito da técnica de microabrasão com pasta de pedra-pomes e ácido fosfórico, aplicada manual e mecanicamente, para o tratamento de lesões de mancha branca. Além do aspecto clínico, será também avaliada a rugosidade superficial das lesões antes e após os procedimentos clínicos, através de microscopia eletrônica de varredura.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

Foram selecionados 2 pacientes, com 14 e 35 anos, que apresentavam lesões brancas em dentes anteriores, como descrito a seguir:

Paciente 1

Sexo feminino, 14 anos, com mancha branca característica de hipoplasia superficial de esmalte no incisivo lateral esquerdo (Figura 1). Foi realizado isolamento absoluto, seguido de profilaxia. O procedimento de microabrasão foi realizado com pasta de pedra-pomes e ácido fosfórico a 37,5%, aplicada mecanicamente com ponta de borracha em baixa rotação (Figura 2). Após 2 aplicações, verificou-se a remoção da lesão de mancha branca. Foi realizado polimento da região trabalhada com discos de Sof-Lex de menor granulação e aplicado flúor neutro em gel por 4 minutos. (Figura 3).

 

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Paciente 2

Sexo feminino, 35 anos, portador de lesão de mancha branca nos dentes 11, 12 e 21 (Figura 4). Durante a realização dos procedimentos clínicos de microabrasão, foram preparados os espécimes para observação em microscopia eletrônica de varredura. Foi feito isolamento absoluto e moldagem com silicona de condensação. Foi feita profilaxia das referidas unidades com pedra-pomes e água, seguido da moldagem com o mesmo material. Realizou-se o procedimento de microabrasão com pasta de pedra-pomes e ácido fosfórico aplicada manualmente, com auxílio de uma cunha de madeira (Figura 5), repetido duas vezes até a melhora do aspecto da lesão, seguido de moldagem. Fizeram-se o polimento das unidades com disco Sof-Lex e a aplicação do flúor neutro em gel, por 4 minutos;em seguida realizou-se nova moldagem. (Figura 6).

 

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A partir das moldagens realizadas, foram obtidos troquéis metalizados para a observação dos espécimes em microscopia eletrônica de varredura, com aumentos padronizados de 12, 25 e 1200 vezes, utilizando-se um microscópio JSM 6100 (Japão).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As lesões de mancha branca são comumente observadas na clínica diária, principalmente em pacientes jovens e portadores de aparelhos ortodônticos, devido à dificuldade de higienização.

A etiologia desse tipo de lesão pode ser das mais variadas, dentre elas, desmineralização por cárie, fluorose e hipoplasia de esmalte.

Pacientes portadores de lesões de manchas brancas têm procurado tratamento odontológico com maior freqüência, com a finalidade exclusivamente estética de remover essas lesões.

Inicialmente, as lesões de mancha branca eram tratadas radicalmente, com a remoção mecânica da lesão por meio de pontas diamantadas e brocas, e posterior restauração do elemento dental com materiais estéticos existentes na época.

Com a maior ênfase dada à odontologia conservadora, surgiram tratamentos que preconizavam preservação máxima possível da estrutura dental. Dentre essas técnicas estão a remineralização e, mais recentemente, a microabrasão.

O tratamento por remineralização é indicado para casos de lesões brancas causadas por cárie. Observaram BALDISSERA et al.1 (1987) e SUNDFELD et al.18 (1990) que o esmalte se remineralizava, tornando-se até mais rígido do que o esmalte normal após a realização desses procedimentos; porém,constataram que a mancha branca não desaparecia, permanecendo o comprometimento da estética.

Em vista disso, a técnica de microabrasão do esmalte foi introduzida como mais uma opção conservadora de tratamento odontológico.

A utilização de técnicas de microabrasão para o tratamento de lesões brancas tem fornecido resultados clínicos satisfatórios (CROLL; CAVANAUGH6, 1986; RUSSO et al.16, 1988; SUNDFELD et al.18, 1990; KILLIAN; CROLL11, 1990; SUNDFELD et al.17, 1991), pois além de o esmalte recuperar sua aparência natural, a superfície torna-se mais resistente a futuras desmineralizações e à colonização por S. mutans (CROLL et al.7, 1993).

Atualmente, preconiza-se para a realização de microabrasão a utilização de ácidos menos agressivos, dentre eles, o Prema e o ácido fosfórico a 37% (NAVARRO; CORTES14, 1995; MONDELLI et al.13, 1995), associados aos agentes abrasivos. Os resultados clínicos encontrados por tais autores foram satisfatórios no tocante à aparência do esmalte.

Uma preocupação na utilização das técnicas de microabrasão relaciona-se com a quantidade de desgaste que ocorre no esmalte. Baseados nessa dúvida, autores como SUNDFELD et al.18 (1990) e TONG et al.19 (1993) estudaram o desgaste proporcionado pelas diferentes técnicas, sendo concordes em afirmar que este pode ser considerado pequeno diante da espessura de esmalte remanescente, principalmente quando são utilizados ácidos mais fracos, não havendo nenhum prejuízo à estrutura dental.

Os resultados desse trabalho foram obtidos de duas formas diferentes: clinicamente e através de microscopia eletrônica de varredura. O resultado clínico obtido foi considerado satisfatório mesmo quando a remoção da mancha branca foi parcial. O resultado microscópico foi conciderado bom quando a superfície da lesão foi modificada, adquirindo uma aparência mais uniforme e lisa, semelhante à do esmalte normal.

Os resultados clínicos foram bastante satisfatórios e estão documentados nas Figuras 3 e 6.

Na microscopia, foram analisados separadamente os modelos de cada dente nas etapas sucessivas do procedimento.

Cada modelo foi fotografado em aumentos padronizados de 12, 25 e 1200 vezes e foi comparado com a fotografia de uma superfície de esmalte hígido com o mesmo aumento (Figura 7).

 

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Notamos diferenças nas fotografias correspondentes às diferentes etapas, como se segue:

  • O aspecto inicial da lesão (Figura 8) mostra irregularidades acentuadas na superfície do esmalte, com crateras, de bordas indefinidas que confirmam a presença de lesão. Essa indefinição de bordas pode ter ocorrido devido à imprecisão dos materiais de moldagem e de confecção de troquel.

 

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Após a profilaxia com pedra-pomes (Figura 9), o aspecto continuou semelhante ao anterior.

 

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  • Na Figura 10, observamos que o esmalte se tornou semelhante ao esmalte hígido utilizado como controle (Figura 7); e após a realização do polimento e a posterior aplicação de flúor (Figura 11), esse aspecto se manteve.

 

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Durante a análise dos modelos, nos diferentes aumentos, pôde-se verificar, apesar de a capacidade de cópia dos materiais de moldagem e gesso não ser tão precisa, que as superfícies lesadas apresentavam irregularidades acentuadas antes da ação da microabrasão, tornando-se bastante semelhantes às superfícies sadias após a aplicação.

Ao comparar as irregularidades da fase inicial com a etapa 2 (após profilaxia comum), pôde-se verificar que as alterações não eram perceptíveis, o que nos leva a pensar que, pelo menos no nível morfológico superficial, uma simples profilaxia com pedra-pomes e água não é suficiente para produzir alterações significantes no esmalte dental humano. Com base nesse fato, constatamos que o ácido facilita a ação do abrasivo, quando utilizados em conjunto na técnica.

Em relação ao método de aplicação da substância ácido-abrasiva, pudemos observar clinicamente um melhor resultado estético com a utilização de instrumentos rotatórios em baixa rotação do que com a aplicação manual com o auxílio de uma cunha de madeira. Além disso, a aplicação mecânica possibilitou maior rapidez na obtenção desses resultados.

Para a avaliação ao microscópio eletrônico de varredura, os troquéis metalizados foram obtidos a partir de moldagens feitas durante etapas do procedimento. Apesar de terem sido observadas alterações na lisura superficial do esmalte, estas provavelmente não correspondem à real situação encontrada, pois a capacidade de reprodução dos materiais de moldagem e de confecção de modelos deixa a desejar quando se necessita de uma precisão microscópica. Esse fato só seria possível se a metalização e análise fossem feitas diretamente no dente em que fosse realizado o tratamento, mas isso é clinicamente impossível, por razões óbvias.

 

CONCLUSÕES

Nos casos analisados, pode-se concluir que a técnica de microabrasão com ácido fosfórico e pedra-pomes, tanto utilizada com instrumentos rotatórios como com auxílio de cunha de madeira aplicada manualmente, apresentou resultados clínicos satisfatórios. Na microscopia eletrônica de varredura dos modelos, verificou-se que houve recuperação da lisura superficial do esmalte tratado. Portanto, sugerimos que essa técnica seja utilizada para os casos indicados, não havendo nenhum tipo de prejuízo à estrutura dental.

 

 


MATOS, A. B.; TURBINO, M. L.; MATSON, E.  Effects of enamel microabrasion techniques: scanning electron microscopy study.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 2, p. 105-111 , abr./jun. 1998.

Procedures aiming at removing stains form teeth have been widely pursued. Among these procedures are the techniques of enamel microbrasion, which can produce more favorable esthetic results. The aim of this study was to compare the results obtained clinically with application of different microabrasion techniques on white spot lesions, and also to evaluate enamel roughness in treated and untreated specimens using scanning electron microscopy. Patients with white spot lesions without cavitation were selected. On the first patient a mechanically applied clinical procedure was performed, while on the second one the clinical procedure was performed manually, and impressions were taken at different steps of the procedure in order to obtain samples to be examined under the scanning electron microscope. From the obtained results, it could conclude that the microabrasion techniques carried out with phosphoric acid and pumice flour, either with rotatory instruments or applied manually with a wood wegde, presented clinically satisfactory results. Under the scanning electron microscope, restoring of the superficial smoothness of treated enamel could be observed.

UNITERMS: Microabrasion; Dental enamel; White spots.


 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 13/06/97
Aceito para publicação em 28/08/97

 

 

* Professora Doutora e ** Professor Titular do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.

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