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Revista de Sociologia e Política

versão impressa ISSN 0104-4478versão On-line ISSN 1678-9873

Rev. Sociol. Polit. vol.24 no.58 Curitiba jun. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/1678-987316245800 

Editorial

Editorial

Lucas Massimo

Adriano Codato


Apresentaremos neste editorial informações a respeito do perfil dos nossos colaboradores, além de alguns indicadores acerca do nosso desempenho na avaliação de artigos nos últimos anos1.

Desde 2014 estamos utilizando o editorial do número de junho para apresentar o balanço dos artigos analisados no ano anterior. Esse protocolo da Revista de Sociologia e Política torna públicas informações estratégicas para leitores, autores e pareceristas.

A publicação em periódicos classificados pelo sistema Qualis é um importante indicador de produção acadêmica. Assim, a escolha da revista para a qual será endereçada a submissão afeta o desempenho individual de cada pesquisador, que, por sua vez, se reflete na avaliação dos programas de pós-graduação pelos órgãos de fomento à pesquisa. Trata-se, portanto, de uma decisão cujas consequências afetam todos os agentes envolvidos na produção científica nacional. Tendo isso em mente, ponderamos que as decisões tomadas pelos autores no momento da submissão dos originais precisam ser bem arrazoadas.

Neste editorial abordamos em primeiro lugar o perfil dos autores e dos pareceristas que avaliaram os manuscritos submetidos à Revista de Sociologia e Política nos últimos anos. A seguir exporemos dados sobre o processo de arbitragem, com ênfase na quantidade de decisões tomadas e no tempo dispensado neste processo. Ao final do editorial discutiremos um tópico que tem chamado cada vez mais nossa atenção, as decisões pela recusa de originais em análise preliminar pelos editores (recusas em desk review).

O perfil dos autores que procuraram a Revista de Sociologia e Política é obtido com a contagem do grau acadêmico e com a classificação do vínculo institucional de cada autor. O Gráfico 1 resume o grau acadêmico dos autores nos últimos três anos.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 1 Titulação acadêmica dos autores que submeteram originais entre 2013 e 2015 

O Gráfico 1 revela uma distribuição relativamente homogênea dos autores que submetem seus manuscritos para nossa avaliação. A maior parte dos autores são doutores, com percentuais variando entre pouco mais de 50 a 60% nos últimos anos. O único grupo que vem aumentando de modo progressivo é o dos graduados2, que podem estar aparecendo mais em trabalhos assinados por vários autores (que vêm aumentando nos últimos anos, como discutido no editorial do vol.24 n.57). Vale destacar também a progressiva expansão do universo de autores, que passou de 187 para 231 pessoas nesses três anos. No Gráfico 2 separamos esses contingentes pela sua área de atuação, observada por meio do departamento ou programa de pós-graduação ao qual os autores declaram estar vinculados.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 2 Vínculo institucional dos autores (por área do conhecimento) 

Ainda que a classificação seja questionável3, os resultados expostos no Gráfico 2 revelam que está havendo uma redefinição no perfil dos autores que procuram nosso periódico. Chamamos a atenção para a oscilação nas barras dos percentuais com autores vinculados a Programas de Ciência Política, que se elevou de 23,5 para 39,6 e depois retornou para 31,6 pontos percentuais nos três anos. O grupo que se contraiu de forma mais acentuada é formado pelos autores vinculados a departamentos classificados como de “outras áreas” (de quase 1/4 da nossa comunidade, eles caem para cerca de 12% em 2015). Os autores vinculados a Programas de Sociologia também vêm deixando de procurar nosso periódico, mas isso está ocorrendo de modo mais regular ao longo dos anos. O inverso se observa para os pesquisadores da área de Políticas Públicas, que vêm nos procurando cada vez mais e de modo regular. Os autores provenientes da área de Políticas Públicas já aparecem em segundo lugar no universo de autores (eles foram 24,2% de todos os proponentes de artigos em 2015). Ainda que em uma faixa inferior, a submissão de autores vinculados a Programas de Relações Internacionais também vem aumentando de modo uniforme. Por fim, também de forma constante o universo de autores vinculados à Sociologia tem decrescido ano a ano, em contraste com a estabilização dos autores vinculados à Ciência Política, como se vê no Gráfico 2.1.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 2.1 Vínculo institucional dos autores (áreas do conhecimento agregadas) 

O Gráfico 2.1 apresenta o mesmo dado de outro modo. Nele agregamos os percentuais das áreas de Políticas Públicas e Relações Internacionais na barra de Ciência Política. A homogeneidade das barras em 2014 e 2015 na faixa dos 70% revela a redefinição do perfil dos autores que nos procuram espontaneamente. Até 2012 a Revista de Sociologia e Política era uma publicação multidisciplinar quanto às abordagens dos fenômenos políticos. Admitíamos estudos de história política, econômica política, filosofia política, teoria política e sociologia política, sempre tendo como referência à prática política dos agentes sociais. Essa orientação foi alterada a partir de 2013. O tema privilegiado pelo nosso comitê editorial deixou de ser a política em geral e passou a ser os objetos tradicionalmente estudados pela ciência política: instituições (partidos políticos, sistemas eleitorais), comportamento político, políticas públicas, etc.

O Gráfico 3 também utiliza o vínculo institucional como parâmetro, mas nesse caso classificação separa a origem geográfica dos autores.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 3 Vínculo Institucional dos autores (por região) 

O que mais chama a atenção no Gráfico 3 é a estabilidade nas barras dos autores provenientes da região Sul e Sudeste, que juntas somam cerca de metade dos autores. O único grupo que se contraiu de modo mais acentuado foi o de autores provenientes da América Latina. A elevação mais clara é dos autores vinculados a instituições da região Nordeste.

A seguir apresentamos algumas informações coletadas sobre os nossos pareceristas. Essa população é formada por indivíduos que são convidados pelo comitê editorial. Portanto, ela não é constituída de modo espontâneo (como ocorre com as submissões dos autores). É esperado que os percentuais sejam relativamente estáveis ao longo dos anos. O Gráfico 4 apresenta a titulação acadêmica dos pareceristas e o Gráfico 5 apresenta a distribuição dos avaliadores pelas áreas do conhecimento.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 4 Titulação acadêmica dos pareceristas 

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 5 Vínculo institucional dos pareceristas (por área) 

O que mais chama a atenção nos Gráficos 4 e 5 é a ausência de dados para o ano de 2013. Essas informações não existem pois até esse ano o controle do processo de submissões era feito sem a plataforma ScholarOne®, e nós registrávamos apenas a sigla da universidade à qual o parecerista era vinculado, sem especificar seu departamento. Por isso o perfil dos avaliadores durante os três anos só está sendo feito para sua região de origem, como se pode ver no Gráfico 6.

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

Gráfico 6 Vínculo Institucional dos pareceristas (por região) 

Os dados revelam que a população de pareceristas é uniforme. De acordo com o Gráfico 4 nossos avaliadores são majoritariamente pesquisadores com doutorado completo (essa categoria reúne quase 70% do total nos últimos dois anos), e estão vinculados a Programas de Ciência Política (o Gráfico 5 revela essa informação para 54,1 e 55 por cento em 2014 e 2015, respectivamente). O único dado que parece variar de modo mais claro é a distribuição geográfica dos pareceristas.

O Gráfico 6 revela uma queda entre os pareceristas situados na região Sudeste. Vale destacar também que os pareceristas estrangeiros foram mais acionados em 2015 do que nos dois anos anteriores. O convite aos pareceristas estrangeiros é um expediente importante para fortalecer a visibilidade do periódico fora do país e esperamos que essa ação repercuta sobre nossos indicadores de internacionalização nos próximos anos.

A Tabela 1 apresenta as frequências das decisões tomadas pelos editores a partir do recebimento dos originais nos últimos três anos.

Tabela 1 Decisões tomadas pelos editores 

2013 2014 2015
Recusa preliminar 40,8% 61,0% 59,5%
Reprovado com pareceres 35,4% 13,6% 13,0%
Recusado com reapresentação 10,8% 8,5% 6,1%
Aprovação condicionada à revisão 6,8% 7,6%
Aprovado 9,2% 10,2% 13,7%
n = 130 n = 118 n = 131

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

A maior parte dos originais continua sendo recusada em análise preliminar pelos editores (essa decisão tem sido tomada em cerca de 60% dos originais submetidos à nossa avaliação). Se somarmos o percentual de artigos aprovados com os artigos cuja aprovação foi condicionada à revisão (esse é o total de textos aprovados pelos pareceristas) constatamos que a taxa de aprovação se eleva de 17% em 2014 para 21,3% em 2015. Somando os percentuais dos textos recusados pelos pareceristas (13,6 e 13% em 2014 e 2015) com as decisões de recusa com direito à reapresentação (8,5 e 6,1 nos dois últimos anos) concluímos que cerca de um quinto dos manuscritos foram recusados na avaliação anônima por pares em 2014 e 2015.

A Tabela 2 apresenta dados sobre a extensão do processo de avaliação.

Tabela 2 Tempo dispensado na tomada de decisão (em dias) 

2013 2014 2015
Média Desvio Padrão CV* Média Desvio Padrão CV* Média Desvio Padrão CV*
I. Aprovado 71,2 139,4 195,8% 117,8 42,5 36,1% 104,3 47,5 45,6%
II. Recusa preliminar 11,8 7,9 66,9% 19,9 6,5 32,5% 22,3 7,8 34,8%
III. Reprovado com pareceres 141,2 76,9 54,5% 107,2 41,1 38,3% 105,6 37,1 35,1%
IV. Emissão de pareceres por avaliadores anônimos 46,3 48,4 104,5% 47,4 34,8 73,4% 43,6 30,1 69,0%

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

*O coeficiente de variação (CV) é obtido pela razão entre o desvio padrão e a média, cujo resultado deve ser representado percentualmente. Trata-se de um indicador simples do ponto de vista aritmético e adequado para se mensurar a dispersão ou a convergência no tempo de tomada de decisões para a comparação entre grupos.

A Tabela 2 revela que o tempo médio para a aprovação de um manuscrito (linha I) em 2015 foi de 104,3 dias, um valor um pouco inferior ao observado no ano anterior, quando essa decisão foi tomada em 117,8 dias (em média). A recusa em caráter preliminar (linha II) segue sendo tomada em cerca de 20 dias, e o tempo para a tomada de decisão pela reprovação dos artigos (linha III) foi de 105,6 dias em 2015. O prazo para a emissão de pareceres é um indicador que depende de cada avaliador – o que explica a enorme variação na linha IV, como o desvio padrão bastante próximo da média – mas, ainda assim, a tabela indica que cada parecer está sendo emitido em cerca de 45 dias nos últimos dois anos.

É muito importante frisar a razão de empregar o coeficiente de variação nas medidas do tempo. Como já foi observado no editorial do vol.23 n.54 (publicado em junho de 2015), a redução nos coeficientes de variação revela a redução da dispersão no tempo de tomada de decisões. A queda na dispersão indica que o processo de avaliação ficou mais uniforme em 2014 e 2015. Isso é possível porque as decisões tomadas para todos os processos (independente de quem são os autores dos artigos) consomem um tempo parecido em nosso fluxo de tarefas. Confrontando os valores do CV em 2013 (quando não havia uma plataforma para o gerenciamento de submissões) com os dois anos posteriores, confirmamos os achados anunciados em junho de 2015, a saber, o ScholarOne® tem sido um importante fator de padronização e racionalização das rotinas editoriais com benefícios para todos os agentes envolvidos na comunicação científica.

Por outro lado, a elevação do CV no tempo decorrido para os artigos aprovados serve como uma espécie de alerta para os editores. Observamos que o tempo médio se reduziu de 118 para 104 dias, mas o desvio padrão se elevou de 42,5 para 47,5. Como a quantidade de textos aprovados foi mais alta em 2015 concluímos haver uma quantidade maior nos termos de desvio, elevando a média do período. Ainda assim, o dado revela um relaxamento na observação dos prazos por todos os envolvidos na aprovação de manuscritos.

Os últimos dados que tornaremos públicos nesse editorial estão na Tabela 3, que traz indicadores básicos do processo de arbitragem.

Tabela 3 Indicadores sobre o processo de arbitragem (2013, 2014 e 2015) 

2013 2014 2015
I. Pareceristas convidados 477 247 190
II. Pareceres emitidos 268 105 129
III. Taxa de recusa para avaliação 57,7% 60,3% 36,8%
IV. Quantidade de textos avaliados 72 46 53
V. Pareceristas que aceitaram o convite 202 98 120
VI. Pareceres emitidos por texto (média) 3,72 2,28 2,43

Fonte: elaboração própria com base no arquivo da Revista de Sociologia e Política.

A Tabela 3 confirma algo que já vinha sendo anunciado nos editoriais publicados em junho de 2015 e 2014: está havendo uma profunda alteração nas condições de trabalho dos nossos pareceristas. Logo de saída esclarecemos que o mesmo parecerista pode emitir mais de um parecer (por isso os valores da linha II são ligeiramente mais elevados do que os da linha V). Por protocolo, cada parecerista só é chamado a avaliar até um texto por semestre. O mesmo revisor só pode emitir mais do que dois pareceres ao ano se os autores reapresentarem o mesmo artigo para uma segunda rodada de avaliação.

Como observamos na Tabela 1, a taxa de artigos aprovados durante a arbitragem é ascendente, ou seja, com o passar dos anos a quantidade de artigos aprovados pelos pareceristas vem aumentando. A Tabela 3 apresenta outra dimensão deste fenômeno, que é a diminuição da taxa de recusa por parte dos pareceristas para a avaliação dos manuscritos (ela cai de 60% para pouco mais de 30%). Também devemos considerar que a quantidade de pareceristas acionados foi muito menor. Como o perfil dos pareceristas é mais uniforme (Gráfico 5), podemos deduzir que essas alterações se devem às medidas tomadas antes do convite aos avaliadores, ou seja, na análise preliminar dos artigos que é realizada pelos próprios editores.

De fato, a carga de trabalho dos pareceristas se reduz quando a taxa de recusas em análise preliminar se estabiliza na faixa dos 60% nos últimos dois anos. Recusas em caráter preliminar são recusas em desk review tomadas pelo conjunto de editores na análise dos artigos submetidos. Tendo em vista seu caráter estratégico para autores, editores e pareceristas, procuramos formalizar a partir de 2015 um procedimento para as recusas em desk review.

Durante a análise preliminar examinamos atentamente o formulário de resumo estruturado que é requisitado dos autores durante o processo de submissão (conforme o modelo IMRAD). O primeiro aspecto considerado é a aderência da proposta do artigo ao escopo editorial do nosso periódico. O segundo ponto considerado é se o texto completo possui divisões claras, indicando a existência de uma estrutura lógica empregada comumente em artigos científicos. O terceiro aspecto levado em conta na análise preliminar é a descrição objetiva da metodologia e a apresentação didática de dados empíricos, considerados como indício do zelo dos autores na finalização dos manuscritos. Se pelo menos dois editores decidirem pela recusa em caráter preliminar, enviamos aos autores uma mensagem indicando que o mesmo foi recusado.

Como é evidente, editores não são especialistas no tema de todos os artigos submetidos (por esse motivo essa é uma avaliação “preliminar”). Como observamos acima (Tabela 1), a maior parte dos artigos recebidos nos últimos anos tem sido barrados durante a análise em desk review. Tendo em vista a quantidade de artigos nesta situação, utilizamos uma mensagem padrão para comunicar essa decisão aos autores. A partir de junho de 2016 nessa mensagem se lerá o seguinte:

Anualmente, a Revista de Sociologia e Política recebe muito mais artigos do que pode publicar. Os manuscritos que serão enviados para a análise externa, isto é, para no mínimo dois pareceristas anônimos, têm de estar de acordo com a linha editorial da Revista e representar uma contribuição inequívoca no seu campo de estudos. O manuscrito precisa também ter um caráter mais analítico do que descritivo com respeito aos dados empíricos (que devem ser inéditos ou retrabalhados de maneira inédita), e o documento deve revelar uma estrutura concisa e coerente, conforme os padrões usuais da comunicação científica. Em que pese os méritos de sua proposta, avaliamos que ela não cumpre, no momento, com todos esses critérios.

Com esse excerto esperamos explicar por que razões os textos são barrados em análise preliminar, sem pareceres substantivos emitidos por avaliadores anônimos.

Procuramos mitigar esse prejuízo, colocando ênfase sobre os ganhos obtidos pelo conjunto dos nossos colaboradores, presumindo que até mesmo os autores dos textos recusados sem pareceres têm mais a ganhar com uma resposta rápida (em cerca de 20 dias) do que se permanecessem meses à espera de uma resposta negativa.

O ideal, para autores e editores, seria prover uma explicação pormenorizada em pelo menos um parágrafo sobre por que os textos reprovados em análise preliminar não foram enviados para pareceristas. Por mais sistemático e rigoroso que seja o nosso processo de análise preliminar, não possuímos ainda recursos financeiros, estrutura material e pessoal disponível para fornecer esse grau de detalhamento a todos os autores. Esperamos em breve poder fazer isso.

Gostaríamos de agradecer aos nossos apoiadores e financiadores pelos recursos aprovados para arcar com as despesas do periódico em 2015. Nosso reconhecimento ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pelo “Programa de Apoio a Publicações Científicas” e à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Paraná (PRPPG/UFPR) pelo edital de ajuda à editoração e publicação de periódicos científicos. Gostaríamos de agradecer também ao patrocínio do Curso de Especialização pago em Sociologia Política da UFPR pelo aporte constante de recursos ao longo de todos esses anos, recursos sem os quais a Revista de Sociologia e Política não mais existiria.

1Registramos nosso agradecimento pela diligente colaboração de Karolina Mattos Roeder na compilação destes dados.

2Os estudantes que no ato da submissão informaram estar cursando o mestrado estão agregados nesta categoria.

3A distribuição das áreas foi feita a partir do vínculo institucional, tendo como referência apenas o nome da instituição à qual os autores se declaram vinculados.

Lucas Massimo e Adriano Codato (com a colaboração de Bruno Bolognesi)

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