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Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science

Print version ISSN 1413-9596On-line version ISSN 1678-4456

Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. vol.41 no.4 São Paulo July/Aug. 2004

https://doi.org/10.1590/S1413-95962004000400008 

Avaliação da maturação nuclear in vitro de oócitos de gatas domésticas (Felis catus) pré-púberes e púberes

 

In vitro evaluation of oocyte nuclear maturation in young and adult domestic cats (Felis catus)

 

 

Maria Denise LopesI; Edilson UiechiI; Luzia A. TrincaII

IDepartamento de Reprodução Animal e Radiologia Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP, Botucatu - SP
IIDepartamento de Bioestatística do Instituto de Biociências da UNESP, Botucatu - SP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O objetivo do trabalho foi avaliar a taxa de maturação nuclear in vitro de oócitos provenientes de gatas doméstica púbere e pré-púbere. Foram utilizadas 15 fêmeas felinas, 10 púberes e 5 pré-púberes; sendo os oócitos obtidos por aspiração quantificados e classificados. Os oócitos classificados como excelentes e regulares foram reunidos em grupos de 10, em meio de cultura, recobertos em óleo mineral em Placas de Petri siliconizadas e descartáveis. Após permanência em estufa, a 38°C e 5% de CO2 por 48 horas, os oócitos foram submetidos a duas lavagens com solução de hialuronidase a 0,4%, fixados em metanol/acido acético e corados com orceína acética. A avaliação da configuração cromossômica de oócitos maturados in vitro resultou em 44,68% das células em metáfase II no grupo das fêmeas púberes e 25,32% no grupo das doadoras pré-púberes, indicando que a puberdade influencia a capacidade dos oócitos se desenvolverem in vitro.

Palavras-chave: Gata doméstica. Folículos. Maturação oocitária.


ABSTRACT

This study assessed the in vitro oocyte nuclear maturation in adult and young domestic cats. Fifteen ovaries were used; 10 from adult females and 5 from young females. The oocytes collected by aspiration were quantified and classified. The oocytes classified as excellent and/or regular were grouped (10 oocyte /drop) in culture medium covered with mineral oil in disposable Petri dishes. The oocyte were incubated at 38°C and 5% de CO2 for 48 hours and then washed with 0,4% hyaluronidase, fixed in methanol/acetic acid and stained with acetic orcein. Evaluation of chromosomal configuration of oocytes matured in vitro showed 44,68% of oocyte in metaphase II in the adult female group and 25,32% in the young donor group, showing that puberty influences oocyte capacity for in vitro development.

Key-words: Domestic cat. Follicles.Nuclear maturation.


 

 

Introdução

O gato doméstico é uma espécie com ovulação induzida, mecanismo este altamente conservador, desenvolvido para evitar a perda de oócitos. Após o início do estro e na expectativa da cobertura que estimula a ovulação, o oócito intrafolicular da gata deve ser capaz de permanecer biologicamente competente por um período imprevisível. Aparentemente, os oócitos são mantidos nos folículos em estado "pré-ovulatório", por um período mais longo do que o observado nas espécies de ovulação espontânea.1

A maturação de oócitos in vitro e subseqüente fecundação tem sido realizada nos gatos domésticos e em algumas espécies de felinos não domésticas, utilizando–se de condicões padronizadas de cultivo, suplementado com combinações de FSH, LH, estradiol e BSA.2,3,4,5

Nos gatos domésticos, a incidência mais alta de maturação oocitária ocorreu em meio acrescido de gonadotrofina, após cultivo de 40 a 48 horas2,6, que é semelhante ao período compreendido entre a cobertura e a ovulação.

Nos estudos sobre maturação oocitária in vitro em gatas domésticas, 37% dos oócitos atingiram a metáfase II, na ausência de gonadodrofina no meio de cultivo2; a suplementação com FSH aumentou a incidência de maturação para 48% e a combinação de FSH e LH produziu a mais alta porcentagem de maturação, 54%2.

A relação dos hormônios reprodutivos, particularmente os esteróides, na promoção da maturação de oócitos in vitro é de alguma forma ambígüa. Nas gatas, a adição de estrógenos no meio de cultura aumentou a taxa de maturação dos oócitos, provavelmente por influenciar as junções entre as células do cumulus e o oócito.7 A idade da doadora de oócito é um fator importante que influencia a capacidade de desenvolvimento dos oócitos e, em conseqüência, a eficiência da produção de embriões in vitro.8 Tem sido considerável o interesse do uso de animais pré-púberes como fonte de oócitos para produção de embriões, devido à vantagem que poderia advir do encurtamento do intervalo entre gerações, acelerando a taxa de ganho genético por meio da seleção natural ou pela introdução de novos gens pela transgênese8,9.

Experimentos com maturação in vitro têm indicado que a competência meiótica é alcançada quando os oócitos são colhidos de fêmeas púberes.10 Entretanto, oócitos colhidos de animais pré-púberes podem ser maturados, fecundados in vitro e após cultura embrionária e transferência, podem dar origem a produtos viáveis.11,12 Observações têm demonstrado que os oócitos adquirem capacidade para atingir a fase de metáfase I quando assumem 80% de seu tamanho total, mas são incapazes de evoluir para metáfase II, até atingirem o crescimento final.13

Durante o crescimento e maturação oocitária, alguns produtos são sintetizados e armazenados. Esses produtos suportam o desenvolvimento após a fecundação até que os genomas embrionários tornem–se ativos e regulem a embriogênese. A maioria do RNA presente nos oócitos dos mamíferos é sintetizada e acumulada durante o período de crescimento oocitário.14

O objetivo desse experimento foi avaliar a taxa de maturação nuclear in vitro de oócitos de gatas domésticas púberes e pré-púberes.

 

Materiais e Métodos

Quinze (15) fêmeas foram utilizadas nesse experimento, cinco (5) pré-púberes com idade variando de cinco a sete meses e dez (10) fêmeas púberes com idade entre sete meses e três anos.

Após a ovariectomia, os ovários foram isolados e puncionados com agulha 30x8mm acoplada a uma seringa descartável contendo meio TCM199 (Sigma M-3274). Os oócitos foram transferidos para placas de Petri siliconizadas e observados em lupa (LEICA MZ 12,5). Nesse momento, os oócitos foram quantificados e classificados de acordo com as características morfológicas em grau I, II e III.2,15,16 Os oócitos classificados como grau I ou excelentes apresentavam pigmentação homogênea e enegrecida do citoplasma, rodeados por células do cumulus e corona radiata compacta; os oócitos de grau II ou regulares apresentaram citoplasma ligeiramente pigmentado ou manchado com corona radiata e células do cumulus envolvendo apenas parcialmente a célula e os oócitos do grau III ou degenerados mostraram-se com formas anormais, pálidos e com ausência das células do cumulus oophorus e corona radiata.

Os oócitos classificados como excelentes e regulares foram lavados em meio de cultivo, sendo colocados dez oócitos em gotas de meio de cultivo, recobertos com óleo mineral, em placas de Petri siliconizadas e descartáveis.

Após permanência em estufa, a 38ºC e 5% de CO2 (Forma Scientific) por 48 horas, os oócitos foram submetidos a duas lavagens com solução de hialuronidase a 0,4% para remoção das células do cumulus. Os oócitos foram então fixados em metanol: ácido acético (3:1) por 48 horas e corados com orceína acética, para o exame da configuração cromossômica e determinação da maturação nuclear. Oócitos com núcleo vesicular contendo um nucléolo distinto rodeado por filamentos finos de cromatina foram caracterizados em estágio de vesícula germinativa (V.G.). Quando observou-se algum grau de condensação de cromatina e desaparecimento da vesícula germinativa, os oócitos foram classificados em quebra da vesícula germinativa (Q.V.G.). O estágio de Metáfase II foi caracterizado por um grupo de cromossomos rigidamente unidos, considerado o primeiro corpúsculo polar e outro grupo mais expandido, permitindo a identificação dos cromossomos individualmente.

Meio de cultura: TCM-199 (Sigma), FSH - 5mg/ml (Folltropin-V, Vetrepharm), LH - mg/ml (Lutropin-V, Vetrepharm), BSA - 2% (Sigma), Piruvato - 0,2 mM (Sigma), Estrógeno - 1 ml/ml (b-Estradiol, Sigma), Gentamicina - 25 mg/ml (Garamicina, Schering-Plough).

A análise estatística utilizada neste experimento foi o Teste de qui-quadrado para comparação entre os dois grupos (púbere e pré-púbere), quanto às proporções de metáfase II.

 

Resultados

Maturação in vitro: Foram recuperados 306 oócitos das dez doadoras púberes utilizadas na avaliação da maturação oocitária in vitro. Nesse grupo, foi constatada uma variação muito grande do número de oócitos recuperados entre as fêmeas (de três a 72 oócitos).

Dos 306 oócitos, 150 foram maturados in vitro e resultaram na identificação de 24 (16%) em estágio de vesículas germinativas; 18 (12%) em estágio de quebra de vesícula germinativa, 65 (43,33%) em Metáfase II (Figuras 1 e 2) e 43 (28,66%) degenerados (Tabela 1).

 

 

 

 

 

 

Nesse grupo, 156 oócitos foram descartados, parte classificada como oócitos degenerados e parte perdida durante o manuseio da fixação e coloração.

No grupo de fêmeas pré-púberes, obteve-se 300 oócitos. Nesse grupo, a variação do número de oócitos entre as fêmeas foi de 22 a 80 oócitos. Dos 300 oócitos, 124 foram maturados in vitro e, destes, 85 foram avaliados para configuração cromossômica (Tabela 2).

 

 

 

 

Nesta fase, 176 oócitos foram inicialmente descartados, por serem classificados como degenerados e/ou desnudos. Dos oócitos cultivados in vitro, 39 foram perdidos durante o processamento de fixação e coloração.

O resultado da análise estatística revelou diferença significativa entre os grupos de fêmeas púberes e pré-púberes; o valor do qui-quadrado foi de 34,619, com 1 grau de liberdade (p<0,0001).

 

Discussão

A idéia de diminuir o intervalo entre gerações, explorando o potencial reprodutivo de fêmeas pré-púberes, não é nova, ao contrário, foi descrita há mais de 50 anos.17

A taxa de maturação dos oócitos provenientes de fêmeas púberes foi de 44,68%; taxa inferior à descrita pela maioria dos autores, que relataram uma porcentagem de maturação próxima de 60%18, 54%2, com suplementação de FSH e LH no meio de cultura e 48%6 em meio de cultura adicionado de FSH e BSA.

Aproximadamente 50 a 65% dos oócitos de gatos atingiram o estágio de metáfase II in vitro. Em contraste, são comuns taxas de 70 a 90% de maturação in vitro em animais de laboratório ou animais de produção, portanto, a maturação oocitária de gatas permanece inferior a outras espécies freqüentemente estudadas.

A taxa de maturação de oócitos de fêmeas pré-púberes foi de 25,32%. Considerando esse aspecto em ovelhas pré-púberes, quando oócitos foram examinados para determinação da capacidade de reiniciar a meiose, os resultados foram semelhantes aos de oócitos de fêmeas púberes e nenhuma diferença foi observada nas taxas de maturação, fecundação e clivagens. Entretanto, a proporção de blastocistos produzidos pelos oócitos de fêmeas pré-púberes foi a metade daquela de oócitos de fêmeas púberes.12

As diferenças no desenvolvimento entre oócitos de fêmeas pré-púberes e de fêmeas púberes podem não ser demonstradas nos procedimentos de maturação in vitro, mas tornam-se mais evidentes 4 a 5 dias após a fecundação, quando embriões derivados de oócitos de fêmeas pré-púberes não atingem o estágio de mórula/blastocisto. Esse fato reforça a tese de que a competência oocitária está relacionada ao armazenamento de fatores importantes na forma de proteínas ou na forma de RNA estável.19,20

Os oócitos de gatas são geralmente recuperados por retalhamento da região cortical ou punção dos ovários e são de tamanhos variados. Em várias outras espécies, a capacidade de reiniciar a meiose é afetada pelo tamanho dos folículos e tamanho dos oócitos, entretanto, há poucos relatos de maturação oocitária em gatos, usando oócitos de diâmetros conhecidos.

Neste trabalho, as mesmas condições de cultivo foram utilizadas na maturação de oócitos de fêmeas pré-púberes e de fêmeas púberes e nenhum esquema de estimulação in vivo foi utilizado no grupo de fêmeas pré-púberes. Recentemente muitos protocolos de estimulação ovariana têm sido desenvolvidos para serem usados em fêmeas pré-púberes; esses tratamentos provavelmente aumentam a recuperação de folículos com diâmetros maiores e, portanto, com melhor capacidade de desenvolvimento.8,21,22

Por outro lado, condições de cultivos diferentes para oócitos oriundos de fêmeas pré-púberes poderiam expressar resultados diferentes, pois o meio de cultivo tem efeito significativo na permissão dos oócitos de expressar seu potencial, mas os constituintes originais dos oócitos controlam sua habilidade para responder às condições de cultura.

A separação seletiva dos oócitos baseada na aparência do complexo cumulus/oócito resulta em maturação mais consistente e fornece indicador da maturação oocitária e capacidade de desenvolvimento.18 Ainda, a maioria dos oócitos classificados como grau I se origina de folículos maiores do que 2mm de diâmetro e, portanto, com maior capacidade de se desenvolverem in vitro.

Em estudos iniciais, usando a progesterona como fonte de hormônio esteróide, mostraram taxas menores de maturação quando comparadas com o estradiol. Esses resultados confirmam a observação de que a progesterona age conjuntamente com AMPc, inibindo a quebra da vesícula germinativa. Há efeito equivocado da suplementação progestacional em gatos e nenhum benefício na maturação de oócitos in vitro foi observado.7, 23

A coleta de oócitos de animais pré-púberes representa um potencial importante para produção de embriões viáveis e poderia ter impacto na conservação de espécies ameaçadas. O melhor conhecimento dos sinais entre o compartimento folicular somático e o oócito poderia indicar a melhor maneira de assegurar um sistema próprio para o processo de maturação in vitro de oócitos de animais pré-púberes, com um potencial de desenvolvimento comparável ao de fêmeas púberes.

 

Referências

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Endereço para correspondência
MARIA DENISE LOPES
Departamento de Reprodução Animal e Radiologia Veterinária
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP
Campus de Botucatu, Distrito de Rubião Júnior, s/n
18618-000 - Botucatu - SP
denise@fmvz.unesp.br

Recebido para publicação: 16/06/2003
Aprovado para publicação: 18/05/2004

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