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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

On-line version ISSN 1980-5500

Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.9 no.6 Maringá Nov./Dec. 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-54192004000600010 

ARTIGO INÉDITO

 

Análise in vitro da resistência ao cisalhamento de braquetes metálicos colados em incisivos bovinos e humanos

 

Analysis in vitro of shear bond strength of steel brackets bonded on bovine and human incisors

 

 

Fábio Lourenço RomanoI; Stenyo Wanderley TavaresII; Edvaldo Luiz RamalliIII; Maria Beatriz Borges de Araújo MagnaniIV; Darcy Flávio NouerV

IMestre em Ortodontia pela FOP - UNICAMP. Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela EFOA / CEUFE. Professor do Curso de Especialização em Ortodontia - EFOA / CEUFE
IIMestre em Ortodontia pela FOP - UNICAMP. Doutorando em Ortodontia pela FOP - UNICAMP
IIIMestre em Reabilitação Oral pela FORP / USP. Doutorando em Ortodontia pela FOP - UNICAMP
IVProfessora Assistente-Doutora da área de Ortodontia da FOP / UNICAMP
VProfessor responsável pela área de Ortodontia da FOP - UNICAMP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi comparar a resistência ao cisalhamento de braquetes metálicos fixados em esmalte bovino e humano e observar o índice de remanescente de adesivo (IRA). A amostra consistiu de 30 dentes divididos em três grupos, formados por incisivos inferiores permanentes humanos, incisivos inferiores permanentes bovinos e incisivos inferiores decíduos bovinos. Foi realizada profilaxia com pedra-pomes e água, seguida de condicionamento do esmalte com ácido fosfórico a 37%, em todos os dentes. Foram colados braquetes metálicos com compósito Concise Ortodôntico de acordo com instruções do fabricante e os mesmos foram submetidos ao ensaio de cisalhamento com velocidade de 0,5 mm por minuto. O valor médio de resistência à colagem em incisivos inferiores humanos foi de x= 12,96 MPa, em incisivos permanentes bovinos de x= 15,05 MPa e em incisivos decíduos bovinos de x= 17,03 MPa. Não foram encontradas diferenças estatísticas significantes entre os grupos, tanto nos valores de resistência ao cisalhamento quanto na avaliação do IRA.

Palavras-chave: Colagem. Resistência ao cisalhamento. Braquetes. Incisivo bovino.


ABSTRACT

The purpose of this study was to compare shear bond strength of steel brackets in bovine and human teeth and observe adhesive remnant index (ARI). The sample consisted of thirty teeth, divided into three groups: human permanent lower incisors, bovine permanent lower incisors and bovine deciduous lower incisors. Prophylaxis has been made with pumice and water, followed by enamel acid etching with phosphoric acid at 37% on the surface of the teeth. Steel brackets were bonded with Concise composite according to the manufacturer instructions, and they were submitted to a shear bond strength test for a 0,5 mm / minute speed. The medium values of bond strength in human permanent lower incisors was of x= 12,96 MPa, in bovine permanent lower incisors of x= 15,05 MPa, and bovine deciduous lower incisors of x= 17,03 MPa. There were not significant estatistic differences among the groups, not for strength shear values nor for the evaluation of the ARI.

Key words: Bonding. Shear bond strength. Brackets. Bovine incisor.


 

 

INTRODUÇÃO

Avanços recentes da Odontologia associados à melhoria nas condições de saúde bucal da população, vem diminuindo consideravelmente o número de dentes extraídos. Esta importante evolução dificulta a coleta e utilização de dentes humanos em pesquisas científicas laboratoriais, que fazem uso destes dentes na tentativa de simular ao máximo as condições bucais.

Diante deste fato, outros dentes têm sido usados em trabalhos in vitro, entre eles podemos citar em especial, os incisivos inferiores permanentes bovinos devido à semelhança estrutural aos dentes humanos, facilidade de aquisição e manipulação3,12,15,16.

Vários trabalhos têm sido realizados com dentes bovinos em substituição aos dentes humanos. Em vários deles os materiais testados alcançaram valores de resistência próximos aos encontrados em experimentos que utilizaram dentes humanos. Esta semelhança de resultados indicam este substrato para experimentos envolvendo materiais de colagem5,9,11,22,23,28.

Porém em outros estudos, a adesão em esmalte dentário bovino têm alcançado resultados inferiores aos conseguidos quando os testes são realizados em dentes humanos2.

Comparando a resistência da colagem ao esmalte humano (controle), esmalte bovino permanente e bovino decíduo, Oesterle et al.17 concluíram que a adesão em esmalte bovino decíduo foi significantemente maior que em esmalte bovino permanente e esmalte humano. Relataram ainda que os incisivos inferiores bovinos decíduos são parecidos em tamanho e formato aos dentes humanos.

Kavagutti et al.11, compararam a resistência da união do sistema adesivo Single Bond, em esmalte humano, bovino e suíno, não encontrando diferença estatística significante entre eles.

Além da verificação dos valores de adesão e comparação entre materiais colados ao esmalte bovino, os elementos químicos constituintes destes dentes também foram avaliados através de técnicas de física nuclear por Markarian et al.13. Concluíram que o esmalte de dentes bovinos e humanos apresentam grande semelhança entre seus elementos químicos de maior concentração, porém há diferenças estatísticas nas concentrações dos elementos traços encontrados.

Barreto et al.3, avaliaram qualitativa e quantitativamente a composição mineral de molares humanos e incisivos bovinos, concluindo que em ambos os dentes a porcentagem e a composição dos diferentes minerais foram similares.

Diante das considerações acima, foi proposto neste experimento comparar os valores de resistência obtidos na colagem de braquetes metálicos com compósito Concise Ortodôntico, em incisivos inferiores permanentes humanos, incisivos inferiores permanentes bovinos e incisivos inferiores decíduos bovinos, e também avaliar as condições do esmalte após a descolagem, através do índice de remanescente de adesivo (IRA).

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram utilizados neste estudo 30 dentes, divididos em três grupos, com o primeiro constituído de incisivos inferiores permanentes humanos; o segundo de incisivos inferiores permanentes bovinos e o terceiro de incisivos inferiores decíduos bovinos.

Após extração, os dentes foram limpos, armazenados em recipiente plástico contendo soro fisiológico a 0,9% e conservados em geladeira à temperatura de 4º C. Todos os procedimentos referentes ao preparo da amostra seguiram o protocolo estabelecido pela Internacional Organization for Standardization (ISO), na especificação TR11405.

Após estocagem os dentes foram incluídos em tubos de P.V.C. (Akros, Brasil) com 25 mm de diâmetro interno por 26 mm de altura, de maneira centralizada com gesso comum (Herodente, Brasil). No momento da inclusão foi utilizado um posicionador de acrílico em ângulo de 90º apoiado na face vestibular do dente e na parte superior do anel de P. V. C., para que as faces vestibulares dos dentes ficassem perpendiculares à base do troquel (Fig. 1). Os excessos de gesso foram removidos com espátula lecron (Duflex, Brasil) e os corpos-de-prova foram novamente armazenados em soro fisiológico a 0,9%22.

 

 

Nas faces vestibulares dos dentes foi realizada profilaxia com pedra-pomes e água por dez segundos, lavagem abundante e secagem. Em seguida, todas estas faces foram condicionadas com ácido fosfórico a 37% (Etchant - 3M Dental Products) por vinte segundos, lavadas pelo mesmo período de tempo e secadas por aproximadamente dez segundos21.

Foram colados 30 braquetes Morelli Standard, código 10.30.205, sendo dez em cada grupo, com compósito Concise ortodôntico (3M Dental Products), de acordo com as recomendações do fabricante (Fig. 2). Todas as colagens foram executadas pelo mesmo operador com pinça de apreensão (Ortoply, USA) e os excessos removidos com sonda exploradora (Duflex, Brasil). Após a colagem, os dentes foram novamente armazenados em solução fisiológica a 0,9% em estufa regulada a 37ºC por 30 dias.

 

 

Toda amostra foi submetida ao ensaio de cisalhamento em máquina Instron, modelo 44.11, com velocidade de 0,5 mm por minuto (Fig. 3). Os resultados foram obtidos em Kgf (Quilogramas-força), transformados em N (Newton) e divididos pela área da base do braquete utilizado (9,78 mm2), fornecendo valores de resistência em MPa (MegaPascal).

 

 

Após descolagem, as superfícies foram avaliadas com lupa (aumento de cinco vezes) de acordo com a quantidade de compósito remanescente, obedecendo os seguintes escores idealizados por Artun e Bergland1:

Índice 0 - nenhuma quantidade de compósito aderido ao esmalte;

Índice 1 - menos da metade de compósito aderido ao esmalte;

Índice 2 - mais da metade de compósito aderido ao esmalte;

Índice 3 - todo compósito aderido ao esmalte, inclusive impressão da malha do braquete.

Tratamento estatístico

Para análise estatística dos valores de resistência ao cisalhamento foi utilizado a análise de variância (ANOVA) e para avaliação do índice de remanescente de adesivo (IRA) utilizou-se o teste Kruskal-Wallis.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os valores de resistência obtidos pelos corpos-de-prova dos três grupos estão expressos na tabela 1 e suas médias mostradas no gráfico 1.

 

 

 

 

Os escores do IRA estão demonstrados na tabela 2, juntamente com os valores médios.

 

 

Analisando estatisticamente os resultados verificou-se grande variabilidade (49%) entre os valores obtidos, devido às diferenças de resistência adesiva dentro dos próprios grupos.

Quanto à resistência ao cisalhamento da colagem e ao índice de remanescente de adesivo, não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os grupos testados, como mostrado na tabela 3.

 

 

Para um bom desempenho clínico, a resistência adesiva média de um material utilizado na colagem de acessórios ortodônticos ao esmalte deve estar entre 5,6 MPa a 7,8 MPa20. Neste trabalho os resultados encontrados de x= 12,96 MPa, x= 15,05 MPa e 17,03 MPa, respectivamente para os grupos I (incisivos humanos), II (incisivos permanentes bovinos) e III (incisivos decíduos bovinos) foram superiores aos preconizados, confirmando altos valores de adesão alcançados pelo Concise Ortodôntico. Estes resultados são semelhantes aos de vários autores6,8,18,19,23,29 e superiores aos de outros4,14,27.

A adesão de materiais de colagem ao esmalte bovino têm sido estudada por vários pesquisadores, indicando este tipo de dente para testes de resistência ao cisalhamento5,9,11,22. Em contrapartida, outros autores encontraram valores inferiores quando alguns materiais foram colados em esmalte bovino, como Barkmeier, Erickson2, que verificaram uma adesão 35% inferior na colagem ao esmalte bovino. Esta divergência entre alguns trabalhos deve-se provavelmente ao tipo de material de colagem utilizado.

Oesterle et al.17 concordaram com esta afirmação e relataram uma resistência de 21% a 44% inferior para colagem em incisivos bovinos quando comparados a incisivos humanos. Encontraram adesão superior estatisticamente ao esmalte bovino decíduo em relação ao esmalte bovino permanente e esmalte humano. Estes dados se contrapõem aos deste trabalho, onde não foram encontradas diferenças estatísticas significantes entre os três grupos.

Apesar da diferença entre os valores médios de resistência sugerir vantagem estatística para que o grupo colado em incisivos decíduos bovinos, isto não ocorreu devido à grande variabilidade dos valores dentro de cada grupo.

A análise da superfície do esmalte após o ensaio de cisalhamento foi avaliada através do IRA, proposto por Artun e Bergland1.

Em todos os grupos, os escores mais encontrados do IRA foram os de número 2 e 3, mostrando que a maioria das fraturas após descolagem ocorreu na interface braquete/compósito.

Com relação ao índice de remanescente de adesivo, os resultados deste trabalho, estão de acordo com a maioria dos trabalhos da literatura, onde ocorreram fraturas coesivas no compósito, ficando material aderido sobre a superfície e conseqüentemente preservando o esmalte de eventuais traumas7,21,24,25,26.

 

CONCLUSÕES

Com os resultados obtidos conclui-se que:

- Não foram encontradas diferenças estatísticas significantes na resistência ao cisalhamento do compósito Concise Ortodôntico em esmalte humano, esmalte permanente bovino e esmalte decíduo bovino;

- Os incisivos permanentes e decíduos bovinos podem ser usados em experimentos laboratoriais, substituindo dentes humanos, sem comprometer a fidelidade do teste;

- Não houve diferença estatística significante entre os tipos de dentes na avaliação do IRA, sendo que a maioria das fraturas ocorreram na interface braquete/compósito.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Fábio Lourenço Romano
Avenida do Café, 131 - Bloco E - Apto 16 Vila Amélia
CEP: 14050-230 Ribeirão Preto - SP
E-mail: flromano@aol.com

Enviado em: Março de 2003
Revisado e aceito: Agosto de 2003

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