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Revista CEFAC

Print version ISSN 1516-1846

Rev. CEFAC vol.12 no.4 São Paulo July/Aug. 2010  Epub July 23, 2010

https://doi.org/10.1590/S1516-18462010005000070 

Estudo da possível associação entre zumbido e vertigem

 

Study of possible relationship between tinnitus and vertigo

 

 

Poliana Palussio VieiraI; Luciana Lozza de Moraes MarchoriII; Juliana Jandre MeloIII

IFonoaudióloga clínica, Apucarana, PR; Graduada pela Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, Londrina, PR
IIFonoaudióloga; Docente da Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Londrina, PR; Doutora em Medicina e Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Londrina
IIIFonoaudióloga; Docente da Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Londrina, PR; Mestre em Distúrbios da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: verificar a frequência e possível associação entre queixa de zumbido e vertigem.
MÉTODOS: foram incluídos na pesquisa 50 sujeitos sem perda auditiva com ou sem vertigem, de ambos os gêneros com idade entre 45 a 64 anos, A queixa de zumbido e vertigem foi verificada através da anamnese audiológica padrão.
RESULTADOS: pode-se verificar que não existe associação significativa entre queixa de zumbido e vertigem observada nos indivíduos avaliados.
CONCLUSÃO: o estudo demonstrou que na amostra não houve associação significativa entre queixa de zumbido e vertigem.

Descritores: Vertigem; Qualidade de Vida; Zumbido


ABSTRACT

PURPOSE: to check possible association and periodicity among of tinnitus complaint and vertigo.
METHODS: 50 subjects without hearing loss with or with no vertigo, from both genders with age ranging from 45 to 64 years were included in the research. The tinnitus and vertigo complaint was verified through standard audiological history.
RESULTS: no association between tinnitus and vertigo was found in these subjects.
CONCLUSION: the results from this pilot study suggest no association between tinnitus complaint and vertigo.

Keywords: Vertigo; Quality of Life; Tinnitus


 

 

INTRODUÇÃO

A presença de zumbido e vertigem relacionados a várias patologias sistêmicas e auditivas começou a ser discutida há décadas1-6. No entanto, os dois sintomas otológicos, parecem até então, não terem sido comparados entre si, verificando-se a sua prevalência e associação em um mesmo indivíduo normouvinte.

A tontura é considerada um dos sintomas mais comuns entre adultos, podendo interferir na qualidade de vida dos pacientes que apresentam este sintoma. Quando a tontura adquire caráter rotatório é chamada de vertigem. O dano ao sistema vestibular é a causa orgânica mais comum da vertigem1,2.

Estudo destaca que a queixa de vertigem em indivíduos entre 45 e 64 anos apareceu em 11,11% a 28,26% da população sem perda auditiva, sendo mais prevalente nos indivíduos com hipertensão arterial3.

O zumbido, também denominado acúfeno ou tínitus, pode ser definido como uma sensação sonora endógena não relacionada a nenhuma fonte externa de estimulação, sendo considerado o terceiro pior sintoma para o ser humano, superado apenas pelas dores e tonturas intensas e intratáveis e produz extremo desconforto, de difícil caracterização e tratamento3.

Dependo de sua duração, o zumbido pode ser classificado em agudo e crônico, sendo o primeiro transitório e o segundo com duração superior a seis meses. Na maioria dos estudos, o zumbido crônico está associado a perdas auditivas (65% do tipo neurossensorial, 5% mista e 4% condutiva), porém alguns autores referem que o zumbido pode ocorrer em pessoas com a audição normal4.

Pacientes com zumbido e audiometria normal representam um grupo raro. As características clínicas do zumbido (tempo de doença, localização, tipo, freqüência de aparecimento) nestes pacientes são semelhantes às de indivíduos com zumbido e perda auditiva. Entretanto, a interferência provocada na concentração e no equilíbrio emocional foi significantemente menor, o que não ocorreu em relação à interferência no sono e na atividade social. Sendo assim, estudos para esclarecer a etiofisiopatogenia e evolução deste grupo de pacientes normouvintes com zumbido podem auxiliar a caracterizá-lo melhor, possibilitando uma intervenção mais coerente e certeira na abordagem clínica destes indivíduos5.

O zumbido e a vertigem são sintomas extremamente comuns na prática clínica e podem ocorrer simultânea ou independentemente. Eles podem aparecer como sintomatologia da síndrome de Menière, além de poderem estar associados a dor de cabeça, perda auditiva, alterações circulatórias e metabólicas. O zumbido e a vertigem também podem limitar as atividades rotineiras do individuo5-9.

Muitas semelhanças aproximam a vertigem e o zumbido: sua etiologia pode ser indefinida ou múltipla, podem ser agravados por fatores emocionais e aparecerem com mais frequência em indivíduos com perda auditiva 5-10.

A tontura acomete cerca de 10% da população mundial de todas as idades e mais de 40% dos adultos já tiveram algum episódio em suas vidas. O zumbido é relatado por 17% da população. A ocorrência de ambos tende a aumentar em adultos idosos5-8.

Em estudo realizado em indivíduos expostos ao ruído, sobre freqüência de perda auditiva, zumbido e vertigem foi relatada perda auditiva em 74% dos casos, zumbido em 81% e vertigem em 13,2%9.

Não foram obtidos na literatura consultada, estudos que relacionassem a frequência e associação de vertigem e zumbido em normouvintes, sendo utilizados então, neste estudo artigos que descrevem as patologias estudadas, além de relacioná-las com alterações nas quais, zumbido e vertigem podem aparecer concomitantemente. Sendo assim, o presente estudo procurou verificar a possível associação entre queixa de zumbido e vertigem em indivíduos com a audição normal.

 

MÉTODOS

A pesquisa foi realizada por meio de estudo com delineamento transversal populacional, após a análise e aprovação do projeto, PP0076/08, bem como a assinatura do termo de consentimento pela resolução 196/96-CNS.

Fizeram parte da pesquisa os primeiros 50 indivíduos, com idade de 45 a 64 anos, sem perda auditiva, atendidos na seqüência das avaliações do projeto de extensão universitária de Atendimento para portadores de vertigem da instituição, no ano de 2007. Nos 50 pacientes selecionados foi verificada a queixa de zumbido e vertigem.

Foram excluídos da pesquisa pacientes com perda auditiva.

A verificação da acuidade auditiva para a inclusão dos indivíduos na pesquisa foi realizada por meio da audiometria tonal liminar seguindo a classificação de Silman e Silverman10, anotada na ficha para audiometria tonal utilizada na rotina de atendimentos no setor de audiologia da UNOPAR e digitada no banco de dados do programa Winaudio para ser armazenada e impressa para cada paciente.

Para a análise da queixa de zumbido e da vertigem foi utilizado o protocolo de anamnese da rotina de atendimentos do citado projeto de extensão.

Foi verificada a existência de associação entre vertigem e zumbido, mediante a obtenção das estimativas da odds ratios (Odds), por ponto e por intervalo, além do valor da estatística qui-quadrado.

 

RESULTADOS

A média de idade dos indivíduos que participaram da investigação foi de 55 anos com um desvio padrão de 5,2 anos, nos dois grupos de estudo. A análise estatística mostrou que não houve associação entre os grupos com e sem vertigem em relação à queixa de zumbido, quando verificados os indivíduos do gênero masculino e feminino em separado (Tabelas 1 e 2), e a população total do estudo (Tabela 3).

 

 

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Em estudo realizado em idosos sobre queixas de tontura e zumbido, foi constatado que 69% dos pacientes com queixas de tonturas apresentam também o zumbido11. No presente estudo a queixa de vertigem e zumbido foi encontrada em 54% dos indivíduos de meia idade (45 a 64 anos) normouvintes. A diferença encontrada nos dois estudos, provavelmente se deve tanto a faixa etária menor quanto a delimitação da normalidade da audição dos indivíduos neste estudo.

A integração funcional das informações provenientes das estruturas sensoriais do sistema vestibular, visual e proprioceptivo nos núcleos vestibulares do tronco encefálico, sob a coordenação do cerebelo, determina a manutenção do equilíbrio corporal estável no meio ambiente, sendo que as tonturas podem ser relatadas como único sintoma de alteração nesta integração ou podem estar acompanhadas por outros sinais e sintomas, como diversos tipos de alterações auditivas e distúrbios neurovegetativos11.

Quando concomitante com o zumbido, a vertigem passa a dar forte indício de alteração vestibular, enquanto que a associação de tontura não rotatória com alterações neurovegetativas é indicativa de ausência de alteração vestibular. Ambos os sintomas devem fazer parte das mesmas etiologias, as quais devem ser tratadas especificamente11.

Vários estudos citam que sintomas como tonturas associadas ou não com o zumbido são muito comuns, no processo de envelhecimento3,11-12.

A queixa de zumbido é considerada a terceira maior, na população adulta, sendo inferior somente para dor e tonturas intensas, interferindo na qualidade de vida13-14. A vertigem constitui-se num dos sintomas mais relatados pela população mundial, podendo acarretar grandes restrições nas atividades de vida diária de seu portador1,2. A alta freqüência dos dois sintomas foi observada neste estudo, salientando-se, a partir dos resultados e da literatura pesquisada15-23 ,que é de suma importância diagnosticar e tratar tanto o zumbido quanto a vertigem, visando a melhoria na qualidade de vida.

Frente à análise dos trabalhos1-10,17-19 que abordam o zumbido e a vertigem, pode-se verificar que fatores como idade, gênero, alterações metabólicas e vasculares, podem modificar o curso destas sintomatologias, e contribuir para sua concomitância ou não, influenciando sobremaneira o bem estar do indivíduo.

Verificando artigos3,9,20 que apresentam o zumbido e vertigem em populações distintas, observa-se que não há um consenso entre os autores no que diz respeito a concomitância destas sintomatologias. Neste estudo, foi verificado que embora haja uma maior freqüência de zumbido nos indivíduos com vertigem, provavelmente devido à alterações sistêmicas que podem contribuir para alterações em nível de ouvido interno3,24, os dados não foram estatisticamente significativos quanto à sua associação, tanto no que se refere ao gênero masculino e feminino separadamente, como no referente à população de estudo, de modo geral.

Fatores anatômicos, patológicos e psicológicos, podem contribuir para o aparecimento desses dois sintomas otológicos, no entanto, perante a diversidade de fatores etiológicos pode existir um elo que una zumbido e a vertigem em alguns normouvintes3,26. Este elo provavelmente deve estar relacionado em grande parte à hipersensibilidade do labirinto a alterações do sistema circulatório ou ao funcionamento inadequado de algum ponto desta via auditiva, envolvendo sítios anatômicos e neurotransmissores.

Muitos dos pacientes que se apresentam com tontura sem causa orgânica aparente, portanto considerados como portadores de tontura idiopática, podem ter um distúrbio emocional, sendo que, mesmo a tontura de causa orgânica pode desencadear ou exacerbar alterações psiquiátricas25.

Também o zumbido apresenta uma ligação importante com funções cerebrais ligadas às emoções, uma vez que evidências atuais demonstram que a serotonina tem capacidade moduladora da atividade e da plasticidade neuronal nas vias auditivas centrais, e que, portanto, níveis de serotonina alterados nessas vias sensoriais e alterações no funcionamento de seus receptores poderiam promover diversos distúrbios funcionais auditivos, dentre os quais o aparecimento do zumbido. Assim sendo, relata-se que a serotonina é atualmente um dos mais importantes neurotransmissores envolvidos na gênese e manutenção deste sintoma26.

Estudo que relaciona a melhora do zumbido com exercícios e orientações de reabilitação vestibular explicita que, é possível associar a melhora do zumbido ao controle ou diminuição das possíveis alterações psiquiátricas, tanto pela própria melhora da tontura, alcançada através dos exercícios da reabilitação vestibular, como por meio da compreensão dos sintomas e do tratamento pelo paciente, ocorrida nas sessões de esclarecimento7.

Os resultados desta pesquisa servem de base e demonstram a necessidade de pesquisas mais detalhadas entre a correlação da queixa de zumbido em pacientes com vertigem. Estudos mais precisos, envolvendo exames otoneurológicos, devem contribuir para elucidar as dúvidas a respeito desta correlação, agilizando o processo diagnóstico e consequentemente promovendo melhora da qualidade de vida das pessoas avaliadas, que sofrem tais sintomas.

 

CONCLUSÃO

No presente estudo foi encontrado em 54% dos indivíduos, vertigem e zumbido.

Não houve associação significante entre a queixa de zumbido e vertigem nos indivíduos estudados.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Luciana Lozza de Moraes Marchiori
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E-mail: luciana.marchiori@unopar.br

Recebido em: 17/03/09
Aceito em: 03/05/2010
Conflito de interesses: inexistente

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