O texto se concentra no período italiano de 1968-1977, como um período que viu, por um lado, uma reestruturação radical da classe trabalhadora do país e seus modos de luta - que foram interpretados e influenciados pelo operaísmo e, mais tarde, pelo autonomismo - e, por outro, o surgimento de grupos feministas, incluindo aqueles derivados do operaísmo. Esses feminismos são lidos como testes e tensões de conceitos centrais do operaísmo, como a identificação entre trabalho produtivo e reprodutivo, a "fábrica social" e a produção de mais-valia além das fábricas, no trabalho reprodutivo.
Palavras-chave:
Operaísmo; Feminismo Italiano dos anos 70; Negri; Fábrica Social; Crise