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Horticultura Brasileira
versão impressa ISSN 0102-0536
Resumo
MARTINS, Cibele C.; BOVI, Marilene L. A. e NAKAGAWA, João. Efeitos da dessecação sobre a germinação e o vigor de sementes de palmeira real australiana. Hortic. Bras. [online]. 2003, vol.21, n.1, pp. 88-92. ISSN 0102-0536. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362003000100019.
Determinou-se a tolerância ao dessecamento de sementes de Archontophoenix alexandrae (Wendl. & Drude) e identificou-se o teste de vigor mais sensível para avaliar a deterioração de sementes nessa espécie. Frutos maduros foram colhidos na coleção de palmeiras do Instituto Agronômico em Campinas. Os frutos despolpados foram transportados em embalagem impermeável para a UNESP em Botucatu, onde as sementes foram secas a diferentes intervalos de tempo. Foram avaliados teor de umidade, germinação, comprimento da plântula e condutividade elétrica. Os resultados sugerem que sementes de A. alexandrae são recalcitrantes, com alta porcentagem de germinação (acima de 67%) quando não desidratadas (47% de umidade). Teores de água inferiores a 31,5% reduziram significativamente a taxa de germinação (<52,5%). Perda total da capacidade germinativa foi observada em sementes com 15,1% de umidade. Dentre os testes de vigor empregados, aquele que avalia a condutividade elétrica da água de embebição foi o mais sensível para a identificação da deterioração da semente em resposta à dessecação progressiva do lote em estudo.
Palavras-chave : Archontophoenix alexandrae; seafortia; palmeira real australiana; recalcitrante; deterioração de sementes; condutividade elétrica; umidade crítica; umidade letal.











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