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Jornal de Pneumologia

versão impressa ISSN 0102-3586

Resumo

CAMPOS, Hisbello; XISTO, Debora; ZIN, Walter A.  e  ROCCO, Patricia R.M.. Inibidores de fosfodiesterases: novas perspectivas de uma antiga terapia na asma?. J. Pneumologia [online]. 2003, vol.29, n.6, pp. 405-412. ISSN 0102-3586.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-35862003000600015.

A asma é uma doença inflamatória crônica com níveis variados de obstrução ao fluxo aéreo e diferentes formas de apresentação. Seu tratamento vem sendo modificado com a evolução do conhecimento sobre sua patogenia. A inflamação das vias aéreas, que é modulada por determinantes genéticos e ambientais, resulta na alteração definitiva da arquitetura da via aérea (remodelamento). O padrão inflamatório da asma é de natureza multicelular, envolvendo mastócitos, neutrófilos, eosinófilos, linfócitos T, células musculares e epiteliais. Diversas citocinas e quimiocinas contribuem para a orquestração do processo inflamatório. O reconhecimento do papel crítico da inflamação, que está associada à gravidade da doença, vem direcionando o eixo do tratamento para a prevenção ou para o bloqueio das alterações inflamatórias. Nesse sentido, além dos agentes b2-adrenérgicos, da teofilina e dos corticosteróides, novos fármacos vêm sendo estudados. Dentre eles, os inibidores específicos de fosfodiesterases vêm apresentando resultados promissores. A partir dos resultados obtidos com a segunda geração dessas substâncias, pode-se imaginar que, em breve, elas representarão uma nova opção para o tratamento da asma.

Palavras-chave : Inibidores de fosfodiesterase [uso terapêutico]; Mediadores da inflamação; Asma [patologia].

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