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Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences

versão On-line ISSN 2175-9790

Resumo

MACRINI, Daclé Juliani et al. Extracts from Amazonian plants have inhibitory activity against tyrosinase: an in vitro evaluation. Braz. J. Pharm. Sci. [online]. 2009, vol.45, n.4, pp.715-721. ISSN 2175-9790.  http://dx.doi.org/10.1590/S1984-82502009000400015.

Problemas dermatológicos relacionados com a pigmentação resultam em hiperpigmentações ou hipopigmentação cutâneas. Produtos cosméticos e farmacêuticos com atividade despigmentante são utilizados para o tratamento de pacientes que apresentam distúrbios de hiperpigmentação, tais como melasma ou cloasma, hiperpigmentação pós-inflamatória, lentigem senil e efélides. Os despigmentantes atualmente utilizados não são totalmente eficazes ou seguros, razão pela qual há intensa pesquisa, principalmente em países asiáticos, com a finalidade de se obter novos agentes com esta ação, em especial inibidores de enzimas envolvidas na melanogênese, como a tirosinase. Considerando-se que algumas substâncias obtidas de plantas apresentam essa atividade, a flora brasileira constitui-se uma fonte potencial de obtenção de novos despigmentantes. Por essa razão, 25 extratos aquosos e 24 orgânicos obtidos de 19 plantas da Floresta Amazônica e Mata Atlântica, provenientes de 11 diferentes famílias, foram avaliados quanto à atividade de inibição da tirosinase. Do total de 49 extratos testados, 9 mostraram atividade. Os valores de concentração da atividade inibitória 50% (AI 50%), foram calculados e o mais ativo foi o extrato orgânico das folhas e caule de Ruprechtia sp. (AI50 33,76 mg.mL-1) seguido do extrato orgânico dos órgãos aéreos de Rapanea parviflora (AI50 64,19 mg.mL-1).

Palavras-chave : Tirosinase; Melanina; Extrato de plantas [avaliação in vitro]; Despigmentantes; Plantas amazônicas [avaliação/uso dermatológico].

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